O tiozinho da frutaria e sua mandioca deliciosa

Sempre que chega o final de semana vou ao mercadinho do José pra comprar frutas, verduras e leguminosas lá pra casa. Uma vendinha bem limpinha e simpática que era arrumada por um senhor e seu filho que, durante a semana trabalhava com outra coisa.

José sempre me recebia com um sorriso e ajudava a escolher e segurar as compras. Inicialmente eu nem notava a atenção que ele dava imaginando que era assim com todo mundo até ver que não era bem assim.

Apesar da idade, parecia ter mais de 50, ele tinha um porte físico de deixar muitos garotões de academia no chinelo. Sempre muito bem vestido e cheiroso – apesar de lidar com trabalho pesado.

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Eu ficava ali reparando isso tudo pensando que não se passava de mais que uma atenção. Ademais, o que aquele senhozinho poderia fazer?

Em casa sozinha até ria da situação imaginando uma coisa dessas. E eu pensando em coisas do genero, são sempre de forma pesada. Algo do tipo que ele brocharia, iria usar viagra ou até daria um ataque.

Eu ficava com essas bobagens na cabeça e ria sobre isso o tempo todo até notar que eu estava me negando a pensar o contrário: e se ele for bom de sexo? Afinal, experiência ele deve ter, é cheiroso, respeitoso, bonito e em vários aspectos dava de 10 a 0 em muitos homens… E quando pensei nisso dessa forma, eu me estremeci. Logo eu que pensava coisas ridículas. Agora já começava a ver de outro jeito.

Tentei não ir assim, mas no primeiro domingo após pensar nisso fui a venda do José de forma provocante. Uma sainha rodada curta, um top e uma calcinha cavadinha. Eu nunca fui de procurar algo na prateleira debaixo, mas nesse dia, só para empinar minha bunda àquele senhorzinho, fiz inúmeras vezes procurando por uma mandioca melhor – apesar de todas serem. Nesse dia senti uma tensão por parte dele e observei que ele estava de pau duro pois não parava de se ajeitar. Eu segui a provocação e numa parte mais desértica da sua lojinha, quando pensei que tinha sumido de seus olhares, fui abordada por ele me dizendo que poderia ir visita-lo na venda amanhã (na segunda). Disse que estaria fechado e ele com um olhar mais safado disse que pra mim não estaria e que chegaria uma mandioca muito boa pra eu escolher. Fiquei sem graça, mas agradeci e fui embora pensando no que fazer. Já que havia deixado ser tragada pela fantasia e tinha passado uma hora provocando ele, não seria culpa dele chegar ao ponto de me oferecer mandioca no dia seguinte.

Apesar da dúvida, me acabei na siririca chegando em casa e pensando em como seria a mandioca dele.

No dia seguinte, logo cedinho, fui a venda de José. Dessa vez com um vestidinho curtinho e soltinho. Chegando lá, os olhos dele brilharam e eu me excitei com aquela situação. Queria dar pra ele onde ele quisesse.

Ainda todo elegante e respeitoso, ele me convidou para o depósito da frutaria e eu, ainda dissimulada procurando pela mandioca, fui atrás observando que naquele dia estávamos só eu e ele.

Chegando ao depósito, enquanto seguia minha busca, ele retirou sua mandioca pra fora e me perguntou se a que procurava era aquela. Fiquei com água na boca e não precisou que ele dissesse mais nada para que eu fosse chegando e pegando e depois mamando. Era uma senhora mandioca!

Enquanto chupava, comecei a me tocar por baixo do vestido que, para surpresa dele, não tinha mais nada além de uma xaninha molhada e sedenta por rola. Ele segurava minha cabeça controlando os movimentos e eu apenas o encarava obedecendo.

Aquele senhorzinho educado e gentil estava dando lugar a um amante experiente e muito ousado. Após minha chupada, sem que ele pedisse e conduzida pelo seu olhar de desejo me deitei sobre um tanque de frente pra ele e ele foi levantando meu vestido para uma bela de uma chupada que me fez tremer e gozar em menos de 3 minutos. Sorridente e confiante, ele afastou minhas pernas e foi colocando sua mandioca pra dentro perguntando se estava do meu agrado. Eu fechava os olhos como quem quisesse prolongar aquela sensação e entre gemidos e suspiros gozei de forma muito mais intensa.

Passei a agarrar aquele velho e mandar ele me foder com seu pauzão. Obediente e tarado, aquele senhor ainda me fez gozar mais umas 4, 5 vezes até derramar seu leite de mandioca em minha boca a meu pedido.

Suados, exaustos e cansados após quase duas horas de sexo, fui embora como o atendimento de excelência, muito satisfeita e ele com certeza muito alegre com a gorjeta que passou a receber todas as segundas depois de tanto ser provocado nos futuros domingos…

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