O Corno levou esposa na minha casa pra ser puta

Meu nome é Marcos, 52 anos, apesar da idade mantenho um corpo atletico, eu conversava com um casal que mora perto da cidade mais a gente nunca tinha se encontrado pra comer a sua esposa pois tinhamos vidas agitadas, era fim do ano passado quando isso aconteceu e nos todos estavamos de ferias dos nossos empregos, o corno mandou mensagem dizendo que ia viajar e que fazia questão de levar a sua esposa pra minha casa um dia antes de ir viajar para que eu a “conheça”.

Era de manhã e fiquei esperando eles chegarem, ainda conversei com ele no celular porque ele tinha errado o endereço, mais enfim, ele chegou os recebi em casa, perguntei se estavam com sede ou com fome, eu naquela dia não tinha pressa de começar, a esposa do corno estava em minha casa mesmo então pra que me pressionar? Fomos para a sala, sentei no sofá e eles sentaram no outro sofá que fica de frente, a esposa do corno é linda, branca, peitão, uma bunda macia e um corpo lindo o corno disse que ela tinha 31 anos mais aparentava bem menos, ela vestia um vestido branco solto, enfim estava linda. Eu fiquei os observando em silencio e com voz autoritaria mais calma dei uma ordem pra esposinha:

– Levanta e tira tudo

Ela se assustou, mas obedeceu sem dizer nada, bastou ver o corpo dela que meu pau ficou duro igual pedra:

– Ajoelha e bota meu pau pra fora

E assim ela fez, a puta ficou alisando o meu pau e falava pro corno como era grande, dei outra ordem:

– Agora chupa

Fez um boquete delicioso, chupou as bolas, passou a lingua das bolas até a cabeça do meu pau, chupava com maestria:

– Agora me mostra o quanto você consegue por na boca

Ela engoliu ou pouco menos que a metede, ordenei agora com uma voz mais autoritaria:

– Eu quero mais!

Foi com vontade, abocanhou, babou no meu pau inteiro mais não era o suficiente:

– Eu quero mais!
– É muito grande da não

Fiquei em pé e olhei pra ela ajoelhada no chao e falei pra sentar com as costas apoiada no sofá, fiquei em pé na sua frente e coloquei o meu pau na sua boca e fui metendo bem rapido na boca dela, dava umas sequencia de metidas e ela engasgava, tirava meu pau todo babado da sua boca e dava uma surra de pau na cara dela deixando ela sujinha, e voltava a meter na boca dela até ela engasgar, fiquei um bom tempo assim, a vagabunda estava com a cara toda babada a maquiagem em volta dos olhos escorrendo no esforço de botar meu pau na boca, peguei ela pelos cabelos e mostrei o rosto dela pro corno que tava se punhetando:

– Olha o que fiz com a tua esposa, esta toda lambuzada de por meu pau na boca

Comecei a surrar a cara dela com o meu pau pro corno ver:

– Ta vendo como ela gosta de ser a minha vagabunda, fala pro corno o que você é minha fala

Ela falava pro corno que era a minha puta e iria fazer tudo o que eu quisesse

Voltei a fuder a boca dela e quando ela engasgava batia meu pau na cara dela pra limpar, o corno até gemia vendo a mulher dele comigo enquanto batia punheta

– Repete pra ele o que você é minha

Ela dizia que era minha puta e que eu era o dono dela

– Agora diz o que ele é
– Ele é corno

Dei um tapa na cara e perguntei o que ele é mais:

– Ele é corno broxa que não dá conta

Dei dois tapa na cara dela e mandei ela repetir e repetia gritando pro corno:

– ELE É CORNO BROXA PUNHETEIRO… – E humilhava o corno de varios nomes enquanto dava tapa na sua cara, dava tapas com os dois lados da mão nela e enterrava a piroca na sua boca

Levei ela pro quarto, joguei a puta na minha cama, coloquei de frango assado e comecei a bater na buceta dela com meu pau, ela gritava de prazer:

– NOSSA QUE PAU !!!

A buceta dela não parava de pingar, sujava toda a minha cama, coloquei a cabeça do meu pau na buceta dela e chamei o corno pra ver:

– Olha como eu não tenho pena dessa cachorra

Enfiei meu pau até o talo de uma vez e comecei a bombar rapido sempre enfiando até o talo, a puta escandalosa gritava e gemia bem alto, eu apertava os seus peitos e alisava seu corpo a puta é muito gostosa, bolinei ela inteira enquanto bombava, a vagabunda gritava de tesão e humilhava o corno, falava que nunca mais fazia sexo com ele e falava de como seu pau era pequeno, eu tirei meu pau da buceta dela e peguei ela pelos cabelos e fiz ajoelhar em cima de cama, fiquei de pé na cama e meti na boca dela bem na frente do seu marido que já tinha gozado na punheta e estava batendo de novo, ela engolia meu pau olhando pra cara dele e ainda humilhava:

– Olha como eu chupo este cacete, nunca vou te chupar assim com essa minhoquinha que você tem

Deitei na cama e mandei cavalgar no meu pau de frente pro corno, fiquei apertando seus peitos enquanto ela pulava no meu pau, nessa posição o corno foi a loucura vendo ela pular de frente pra ele, a vagabunda gritava pra todo mundo ouvir, depois de um tempo coloquei ela de lado e meti mais ainda, o corno ainda disse pra mim que eu não gozava:

– Aqui é macho de verdade com um pau de verdade seu punheteiro, diz pra ele vagabunda
– Bate punheta calado corno, deixa ele me fazer o que você nunca fez

E continuei a comer ela, a vagabunda se masturbava com o meu pau na buceta e ela foi a primeira a gozar e logo em seguida gozei com o meu pau dentro da buceta dela, nos dois ficamos deitados, esperei uns minutos pra me recompor e levantei da cama:

– Corno você vai pra sala ficar sentado se punhetando enquanto ouve essa vagabunda dando o cu pra mim

E foi que nem um pau mandado, fechei a porta do quarto, fiz ela chupar meu pau até ficar duro, e comecei a dar tapa na cara dela:

– Eu quero que você grita pro corno ouvir da sala que você vai dar o cuzinho

Chupei os peitos dela enquanto ela anunciava pro corno que estava na sala que iria dar o cu, fiquei em pé em cima da cama, ela ficou de quatro com a bunda empinada pra cima, abriu a bunda pra mim, chupei o seu cu, enfiei dois dedos e cuspi dentro do cu, coloquei a ponta da cabeça e fui empurrando sem tirar o pau dela, a vadia esguelava na minha pica, quando enfiei tudo esperei ela relaxar e tirei devagar até ficar a cabeça e enfiava com força até o talo, ela gemia de dor e tesão quando empurrava com força no cu, fui aumentando a velocidade, o cu dela apertava meu pau de uma maneira que nos dois gemiamos de tesao, ela gemia de uma maneira que não conseguia nem falar só gemia, a puta começou a gritar e gozou com meu pau no cu, ordenei que ajoelhasse no chão e fiz chupar meu pau até querer gozar, soltei dois jatos de porra dentro da boca e gozei o resto nos peitos, deitou na minha cama e disse que tinha rasgado ela inteira e que não estava aguentando de dor no cu, peguei meu celular e disse que iria tirar uma foto dela gozada, mesmo reclamando pra mim que estava toda assada a puta levanta e faz até pose, ajudei ela a ir na sala se juntar ao corno, joguei ela em cima do chifrudo, abri a porta e o portão, voltei pra sala e disse o seguinte pro casal:

– Leva essa cachorra daqui, ela ta toda assada, cara babada e cheia de porra pra você lamber e cuidar e não esquece de fechar o portão

Ela colocou o vestido e foram embora em seguida, lembro de ver porra escorrendo na perna dela. Depois de umas duas semanas mais ou menos o corno manda uma mensagem dizendo que a mulher quer de novo.

Facebooktwittergoogle_plusredditpinterestlinkedinmail