Minha namorada e duas rolas

Olá pessoal, me chamo Marcelo, tenho 29 anos, moro em Balneário Camboriu, sou loiro, 1,83m por volta dos 110kg. Sou um pouco gordinho mas nada desproporcional. O que vou relatar aqui são histórias que passei com minha namorada. Estavamos a procura de novas brincadeiras safadas e surgiram algumas passagens deliciosas.

LibidGel

Eu namoro há mais de 5 anos com a Carina. Ela tem 25 anos, é loira, olhos verdes seus 1,65m, hoje na casa dos 80kg. Tanto eu quanto ela acabamos ganhando nossos quilos a mais nos últimos anos do nosso relacionamento, como acontece com qualquer casal. Com isso nós resolvemos nos cuidar mais. Mesmo acima do peso a Carina hoje está uma delicia, com coxas grossas e contornadas, com uma bunda que chama atenção dos tarados de plantão, resultados obtidos com muita academia e cuidados constantes. Resumindo, mesmo há 5 anos com ela, ainda fico tarando ela sempre que possível, além de nossas fodas maravilhosas.

Eu e a Carina nos entendemos muito bem quando o assunto é sexo. A Carina sempre foi muito sensível na cama, gozando várias vezes a cada vez que fazemos sexo. A coisa que mais me dá tesão é ver ela gemendo, gritando, gozando muito, seja no meu pau ou na minha boca. Mesmo assim nossas brincadeiras sempre se limitaram a nós dois entre 4 paredes.

De alguns tempos para cá eu comecei a imaginar como seriam outras safadezas. Uma das minhas taras sempre foi ser fodida por mim e outro cara ao mesmo tempo. Depois de um tempo essa imagem começou a vir na minha cabeça sempre que transávamos. Eu queria ver ela de quatro mamando meu pau enquanto levava outra vara na buceta. Como sempre fomos muito fiéis um ao outro e ela ser muito tradicional em relacionamentos à dois, demorei para criar coragem para abrir essas taras com ela.

Sexshop

Eu viajo com frequencia pela minha empresa, então as vezes quando ficamos longe, bate um tesão e surgem os melhores papos de putaria. Numa dessas conversas eu falei que queria ver ela me chupando e sentando em outra rola.. No começo falamos sobre um brinquedo (ela tem um consolo que as vezes uso nela junto com o meu membro) mas em um momento da conversa ela falou “Mas vc ta falando mesmo de um brinquedo ou de outro cara com a gente?” Eu não sabia qual seria a reação dela, então falei que poderia ser outro cara, mas o objetivo era que fosse nós dois fodermos ela juntos. Ela ficou confusa com a resposta, uma mistura de curiosidade e medo. Como eu não queria que ela visse isso de um jeito ruim, deixei a conversa por ai.

Depois de algumas semanas, nós começamos a falar disso de vez em quando, cada vez mais à vontade. Comecei a fazer brincadeiras, falando de algum cara que ela visse ou comentasse dizendo coisas como “Será que eu e ele daríamos conta de vc?” e coisas do tipo. Ela passou a dizer que ela curtiria a ideia se fosse com alguém desonnhecido, pois seria estranho ter uma pessoa de nosso convívio participar disso, principalmente no começo. Durante nossas conversas eu tive uma idéia: Comecei a levar ela comigo nas minhas viagens de trabalho. Como sempre vou para lugares novos, seria a chance de realizarmos algumas fantasias.

Ela começou a ir em viagens comigo para Porto Alegre, Curitiba, São Paulo… Sempre curtindo as viagens e sempre com muito sexo, mas até aquele momento nada tinha rolado além de nossas fodas à dois. Sempre que eu dava uma sugestão ela dava uma desculpa para jogarmos para a próxima viagem. Até uma viagem que fizemos para Porto Alegre. Dessa vez eu estava decidido hhaha.

No caminho, entre nossas conversas, já começamos a falar de putarias e falei que dessa viagem ela não escapava. Ela disse que aceitava sair pra curtir mas não sabia se ia rolar algo, pois não estava bem com a idéia. Eu decidi ignorar a última parte hahaha.

Logo na primeira noite, depois de visitar a empresa e voltar para o hotel, nos arrumamos e fomos procurar um barzinho. A Carina botou uma calça jeans justinha e uma blusa decotada, além de um salto para empinar bem a bunda. A vontade era de comer ela ali mesmo antes de sair do hotel, mas me segurei. Para meu prazer, ela estava toda animada para bebermos algo e curtir uma musica.

Acabamos num bar super movimentado na Cidade Baixa. Mesmo sendo dia de semana estava bem movimentado. Tinha bastante gente bonita, uma banda tocando no canto com algumas pessoas em pé e outras sentadas. Logo arrumamos uma mesa e bebemos algumas coisas. Em pouco tempo tanto eu quanto ela estavamos um pouco altos e a conversa não podia ser outra se não putaria. Perguntei se ela via algum cara que ela curtiu. Ela apontava uns mas não tinha coragem de fazer nada. Foi ai que veio uma idéia que me deixou receoso e com muito tesão ao mesmo tempo. Falei para ela ir dançar que eu iria beber algo e ficar olhando. Ela com certeza iria receber cantadas de tarados de plantão e assim que chegasse algum que ela se interessasse, ela o chamaria para beber com a gente. Não sei como mas mesmo estando receosa, ela concordou!!

Eu estava nervoso com o que estava acontecendo. Minha namorada indo dançar como isca de machos para comer ela junto comigo! Isso era insamo mas eu estava gostando… Não sabia o que ia acontecer mas deixei rolar. Ela foi dançar e em pouco tempo apareceu um cara.. Chegava dançando com ela e ela ignorava. Chegava outro e ela ignorava. Quando apareceu um terceiro, um cara alto, seus 1,85m, era um cara forte, moreno, cabelo curto, sem barba, aparentando seus 30 anos, talvez um pouco mais (descobri depois que se chamada Eduardo). Ele chegou nela, falou alguma coisa, ela respondeu algo e deu um sorriso olhando para mim de relance. Achei melhor deixas as coisas rolarem mais um pouco. Não sabia bem se deveria fazer algo, então esperei.

Ela continuou dançando com ele por perto até que ele passa a mão na cintura dela por trás e puxa ela, encoxando aquela bunda empinada que ele certamente já tinha analisado e gostado. Nessa hora eu pude ver a cara dela, e estava claro que ela estava gostando. Ele encoxou ela e ela rebolou bem de leve e logo virou. Eles começaram a conversar. Tenho certeza que ela estava curtindo a idéia e já estava louca para dar para aquele cara. Eu estava tremendo de ansiedade mas minha rola estava estourando na minha calça de tanto tesão. Não sabia o que eu deveria sentir naquela situação, mas agora não tinha mais volta.

Muita gente passava na frente, então não conseguia ver perfeitamente nem conseguia ler os lábios deles para tentar adivinhar o que falavam, mesmo eu estando em pé do lado da mesa. Em um momento ela falou algo e apontou para a mesa em que estavamos. Ela veio andando e ele veio atrás. Quando chegou na mesa, me deu um delicioso beijo de lingua enquanto eu agarrava ela pela cintura. Ela parecia outra pessoa. Acho que estava tomada pelo pelo tesão da situação, aumentada pelo efeito da bebida.

Ela me apresentou o Eduardo, nos cumprimentamos e pedimos mais umas cervejas. Jogamos um pouco de papo fora para nos conhecermos. Eduardo tinha 32 anos, era farmacêutico na região, um cara bem tranquilo. A Carina estava bem solta na conversa. Eu estava sentado de frente para o Eduardo e ela entre nós dois numa mesa quadrada. A conversa fluiu bem até a cerveja estar no fim. Logo perguntei se queriam ir para outro lugar para ficarmos mais a vontade, que eles prontamente concordaram. Vi que o tesão já estava tomando conta.

Resolvi brincar com a situação e deixar a Carina curtir um pouco do tesão que ela devia estar sentindo. Enquanto caminhavamos para o carro (que estava estacionado na lateral do bar de frente para a parede do local), eu disse que antes de irmos eu iria no banheiro do bar, alegando efeito da cerveja, entregando as chaves do carro para a Carina dizendo para eles ficarem no carro se quisessem. Ela fez uma cara de assustada e eu nem olhei de novo. Fui no banheiro enquanto processava o que estava acontecendo. Eu estava dividindo minha namorada com outro cara! E o pior é que eu estava adorando aquilo!

Depois de uns 10 minutos eu voltei para o carro. Quando cheguei, vi a Carina deitada com o banco da frente todo para atrás e parte da blusa levantada, com o Eduardo mamando seus seios e enfiando uma das mãos dentro da sua calça. Ela estava nitidamente dividida entre tesão e medo, mas o tesão falava mais alto, então ela não fazia tanta força para impedir. Quando eu cheguei ela ficou meio sem jeito e se recolheu dando uma risada meio sem graça. Eu só mandei um “É uma safada mesmo né…” de um jeito divertido. Eles riram e se arrumaram no banco.

Chegando no hotel o Eduardo disse que era a vez dele de ir no banheiro. Assim que ele entrou eu puxei a Carina e dei um beijo nela, dizendo que amava ela e perguntando se estava tudo bem. Ela disse que sim e falou “Vamos ver se vc vai gostar de me ver com dous paus!”. Eu ri enquanto sentava na cama, que ela já sabia o que era. Ela veio pela minha frente, tirou minha calça e sacou minha rola que tava mais dura que nunca. Ela mamou com vontade todos os 17cm do meu pau. Eu falei para ela tirar a roupa e ficar de quatro para o Eduardo chegar e ver aquela delícia de buceta à mostra. Ela atendeu e logo estava de quatro empinando bem aquele rabo gostoso e me chupando. Quando o Eduardo voltou ele nem conseguiu falar muita coisa só um “que delicia hein….” já caindo de boca na buceta encharcada dela. Ela rebolava e gemia com meu pau em sua boca, tirando ele e punhetando enquanto respirava e gemia mais alto. Em menos de doi s minutos ela já não conseguia mais coordernar a mão e a boca, anunciando que ela ia gozar. Ela gozou muito entre gemidos abafados pelo meu pau na sua boca.

Nisso pedi para a Carina virar e sentar na minha cara pra eu chupar ela e ela poder chupar o pau do Eduardo. Ela nem falou nada e sentou com a buceta encharcada na minha cara como num 69 com o Eduardo na frente dela. Ela chupava meu pau e o dele, revezando a boca e a mão. Ficamos nessa delicia até ela gozar mais três vezes assim (ela goza fácil mas ela estava muito fogosa naquela noite). Depois da quarta gozada ela caiu de lado na cama com cara de exausta. O Eduardo elogiava a boca dela dizendo que nunca tinha recebido um boquete com tanta vontade e que ela tinha feito ele gozar uma vez, engolindo cada gota. Quando ele falou aquilo que eu percebi o tamaho da rola do Eduardo. Deveria ter uns 20cm tranquilo, tão grossa quanto a minha, ou mais. Fiquei louco de tesão pensando na Carina sendo fodida por aquele monstro. Ela estava exausta, mas mesmo assim eu virei ela de lado, levantei uma perna dela e meti meu pau devagarzinho dentro da buc eta melada dela. Meu pau deslizou para dentro sem problemas. Comecei a fazer um vai e vem bem devagar até ela começar a gemer de leve. Acelerei os movimentos e ela começou a pedir mais e mais até o Eduardo levar seu pau novamente para ela chupar mais. Ela prontamente atendeu.

Ela gozou mais uma vez com meu pau entrando em saindo dela. Eu deitei ela na cama virada para baixo e botei um travesseiro embaixo do quadril dela. Virei para o Eduardo e disse “agora é tua vez de arrombar essa buceta”. Ele veio imediatamente, botou a camisinha e meteu sem dó. Carina soltou um grito e gemia feito louca. Pensei que ela estava com dor mas ela começou a dizer “caralho que pau gostoso, mete isso tudo em mim, mete!” Vendo essa cena maravilhosa, foi na frente dela e dei meu pau pra ela chupar. Ela ficou de 4 pra o Eduardo meter e foi chupando meu pau. Eu não conseguia acreditar naquela cena. A Carina me olhava e dizia “Olha aqui sua putinha sendo comida e chupando seu pau ao mesmo tempo, olha bem tua putinha sendo arrombada enquanto te chupa!” Quando ela anunciou que ia gozar de novo, eu falei pra ela chupar que eu iria gozar também. Eu e ela gozamos juntos e o Eduardo gozou logo em seguida. Caimos os três ofegantes na cama.

Depois de uns minutos ali, falamos algumas besteiras por alguns minutos. O Eduardo foi se vestir e disse que já iria embora. Ele deu o celular dele para caso voltassemos ali e quisessemos marcar outra vez. Quando ele saiu eu fui conversar com a Carina para saber como ela estava. Para meu alívio ela disse que adorou. No dia seguinte conversamos melhor ela me disse que estava com receio de como estaria em relação aos seus sentimentos, mas que estava super feliz e tinha entendido que podíamos nos divertir em fodas maravilhosas e continuar gostando de mim.

As coisas só melhoraram entre nós depois disso, tanto dentro quanto fora da cama. E acabei por despertar um lado dela que nem ela mesma conhecia. As coisas estavam só no começo…

Add a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.