Meu cunhado descobriu meu ponto fraco

Uns dois meses depois que casei, minha irmã nos convidou pra vir morar com ela em São José dos Campos. Ela morava sozinha numa casa grande, e ademais naquela cidadezinha meu maridinho nunca iria arrumar um serviço que nos proporcionasse bem-estar. Então a Marta se ofereceu para ajudá-lo a arrumar um emprego aqui.
Logo que chegamos a Marta arrumou um emprego pro meu marido, que teria que trabalhar das 14:00 hs as 22:00 hs. Como ela chegava em casa por volta das 17:30 hs, tínhamos muito tempo pra conversar. E foi numa destas conversas que ela me falou do Rafael, seu namorado. Oque eu pude entender desde o início é que, ele era um tremendo taradão e minha irmã por ser muito beata, não ia dar mole pra ele. Até que chegou o dia em que ela o convidou para nos apresentar.
A primeira impressão foi bem clara: ele era um cafajeste de primeira (no bom sentido). Tinha um jeito de comedor nato. Mas eu, é claro, me contive, porque não iria trair a minha irmã. Noutro dia enquanto conversávamos, ela me contou que ele parecia um cavalão. Primeiro porque não podia ver uma lomba, que já queria montar. Segundo porque, conforme ela demonstrou com as mãos, a verga dele era bem grande. Perguntei se ela já estava sendo montada por ele, e a resposta foi a de sempre: mulher direita não faz isso. E que sonhou a vida toda em casar vestida de branco (virgem). Argumentei que ela até podia casar virgem, mas também podia fazer uns boquetes pra ele e até dar a bunda, e continuar virgem. A resposta também foi a esperada. Me disse: “Voce tá acostumada a dar o cú desde menina, pra você é fácil! Só queria ver se fosse no pau dele! Aí eu queria ver se você aguentava aquele cavalão!!!”.

A bem da verdade, isto não soou como repreensão. Meu marido, por mais carinhoso e dedicado que fosse, não dava conta de mim na cama. Eu estava acostumada a ser tratada de outra forma. Ao menos na cama, ser tratada como putinha. Quase todos tinham me tratado assim, e eu já estava começando a sentir falta. Mas, eu não ia trair minha irmã. O Rafael, embora me olhasse demonstrando tesão, também me respeitava muito e não fazia nenhuma gracinha. Mas isso não durou muito tempo.
De repente ele começou a me olhar de forma descarada. Quando minha irmã não estava perto, ele não tinha nenhum pudor em olhar fixamente pra minha rachinha… meter os olhos no meu decote… e quando eu saia, olhava com rabo de olho, e ele tava secando minha bunda. Não que me importava, até me lisonjeava, mas tinha medo da minha irmã notar. Pra piorar, minha irmã mudou de ritmo. Mesmo sabendo que ele vinha a noite, ela não tomava banho antes, deixava pra tomar quando ele já estava em casa. Ficava uns 40 minutos no banheiro e me deixava com aquele cavalão sozinha na sala. Ele chegou ao ponto de exibir o pau duro, passando as mãos sobre ele, só pra que eu visse. Eu disfarçava, mas não tinha jeito, de vez enquando eu olhava aquela tentação. Eu precisando de um macho garanhão, o macho do meu lado, mas era namorado da minha irmã.
Numa das vezes que ela nos deixou sozinhos, eu lembrei que tinha que mexer com algumas roupas que estavam no tanque. O tanque ficava nos fundos da casa, depois de um cômodo, praticamente escondido. Quando estava encostada no tanque, eu até vi o Rafael sair pela porta da cozinha, mas no início achei que ele ia em outro lugar. Só percebi o perigo quando ele já estava a 1 ms. atrás de mim. Imaginei oque poderia ocorrer, mas não me mexi. De repente sinto a socada de pau na bunda. Quando pensei em reagir e falar alguma coisa, veio a maior surpresa. Ele pôs a mão direita na lateral do meu quadril, e com os dedos começou a apertar e friccionar. Eu não sei como, mas ele havia descoberto meu ponto fraco. Fiquei simplesmente estática, parada, sem movimentos. Enquanto isso o pau dele não só cutucava minha bunda, como esfregava do jeito que queria. A mão esquerda veio por outro lado e entrou por debaixo da minha camiseta. Começou a apertar minhas mamas… firme… forte… Mas enquando ele estivesse apertando meu quadril, eu ia continuar assim, sem qualquer reação. Ele beijou meu ombro, lambeu minha nuca, e enfiou sua língua na minha orelha. Aí minhas pernas ficaram bambas e eu me rendi. A mão dele fazia oque queria nos meus peitos, e o pau dele estava bem a vontade na minha bunda. Só daí ele falou: “É disso que você gosta… né… cunhadinha?”. Eu não respondi nada e ele apertou mais forte meu quadril. Só consegui responder: “É.. meu amor… é!!!”. Soltou meu quadril, mas daí eu já não tinha mais nenhuma reação. Eu estava nas mãos dele. Aliás, por falar em mão, ele fez questão que eu alisasse suavemente seu pau, pra que eu tivesse conhecimento da potência da sua verga. Era grande sim, maior que várias que eu já tinha experimentado, mas não era nada cavalar.
Imagino que algumas pessoas devem estar me xingando, dizendo que sou traíra, que roubei o namorado da minha irmã. Mas eu não sou de ferro… e depois… porque ela deixava aquela tentação perto de mim? Ela sabia muito bem do meu passado e tava dando essa moleza?!? Deixei sim ele passar as mãos onde queria, inclusive na rachinha. Tava adorando aquele pau na bunda. Estava esperando que ele mandasse eu abaixar e chupar seu pau, mas ele tinha outros planos. Falou no meu ouvido: “Todos os dias entre 14:00 hs e 17:00 hs, você fica sozinha em casa. Amanhã, deixa o portão e a porta destrancada, porque eu venho aqui. E fica prontinha… tá cunhadinha!”. Eu tentei argumentar que não iria trair minha irmã, mas tomei mais uma socada na bunda e me rendi. Disse que concordava. Ele ainda deu mais umas três estocadas, apertou de novo meu quadril, minhas tetas e saiu calmamente. Ao passar pela porta, exibiu o pau duro e ainda mandou o recado: “Amanhã, hein! E esteja prontinha!”
Dormi pensando na delicia que poderia ser, na minha necessidade pessoal de tomar um pau grande outra vez, e como poderia ser bom ser tratada como uma putinha outra vez. Por outro lado, sempre me batia a preocupação de estar traindo minha irmã. Deixei pra resolver quando estivesse mais próximo. E meia hora antes, eu já estava toda perfumada, com saia bem curtinha, blusinha leve quase transparente e prontinha pra receber meu cunhadão. Ele chegou na hora marcada.
Como o Rafael sempre foi arrojado, não perdeu tempo. Primeiro me lascou um beijão na boca. Depois, sem cerimônia, me virou de costas e encostou o pau na bunda. Novamente começou a apertar meu quadril, mas eu disse pra ele que nem precisava mais, eu já estava entregue. Mesmo assim ele insistiu em judiar um pouco e ficou me apertando. Sempre dizendo que era isso que eu tava merecendo e precisando. Quando me soltou, eu já sabia exatamente oque ele esperava de mim. Virei-me de frente e fui ajoelhando, abrindo sua camisa e passando a língua sobre seu corpo. Ele só abriu a calça e soltou um pausão lindo, maravilhoso, encantador, delicioso, que merecia ser bem tratado. Inicialmente minha boca ia cuidar dele. Caprichei no boquete. Queria demonstrar pro Rafael que ele tinha feito a escolha certa. Chupei, beijei, mamei, acariciei, afaguei, e especialmente mamei como uma bezerrinha. Ele aproveitou pra tirar minha blusinha e apertar meus peitinhos. Eu acabei de abaixar a calça dele, porque sabia oque viria a seguir. Quando estava muito duro, avisei pra ele que “estava no pontinho”. Mexemos uns dois metros até o sofá, ele abriu minhas pernas deixando uma encima e outra fora do sofá. Fiquei escancarada. Vi quando ele apontou aquele imenso pausão em direção da minha bucetinha. Quando encostou a cabeça, minha bucetinha quase chupou ele pra dentro. Eu tava precisando mesmo!!!
Como era de se esperar de um cavalo garanhão, sua penetração foi firme, forte e arrojada. Só dava tempo, uns dois ou três segundos, pra eu respirar, e cravava outra vez. Embora eu já tivesse tomado pau grande, mas devido a falta de uso, minha bucetinha estava bem apertadinha. E aquela jeba foi abrindo caminho, minha bucetinha vestia o pausão como uma luva. Depois de fazer minha bucetinha literalmente beijar o saco dele, começou a parte melhor. Ele começou a bombar forte e vendo que eu aguentava, tirava a metade e empurrava tudo de uma vez. Meu corpo balançava com o impacto. Quando percebeu que já tinha calibrado, começou a fazer isso, mas da cabeça até o pé. Meu corpo até encolhia com a força. Ele deixava eu me recobrar e fincava tudo outra vez. Sempre me elogiando com palavras deliciosas: “biscatinha”, “vagabunda”, “vadia”, até de rampeira ele me chamou.
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