Meu Cunhado comeu o cu da minha mulher

Heloísa, minha mulher, é muito parecida com sua irmã Helena. Helô tem 42 anos e Helena 40. Ambas com cabelos ondulados e castanhos puxados para o ruivo. Parecem-se em quase tudo e, apesar de magras, têm seios redondos e grandes sem serem exagerados, pernas bem torneadas e se há uma diferença é quanto à bunda da minha cunhada que é mais cheia e arrebitada. Não tem como não olhar e ficar com aqueles desejos inconfessáveis.
Sou Wilson e tenho 48 anos e meu concunhado Arthur, bem mais jovem, tem 41. E a diferença entre nós não é só essa. Nas vezes em que tomamos banho juntos pude perceber que o pau de Arthur é enorme, comprido e grosso. Assustador mesmo. Meu pau tem 15 cm, o que é normal e o pau do meu concunhado deve ter pelo menos 20 cm. Quando na praia, de sunga, Arthur chama a atenção pelo volume e as mulheres olham disfarçadamente e algumas nem escondem o interesse.

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Um dia perguntei para minha mulher se ela e a irmã conversavam sobre sexo e se Helena contava o que faziam, essas coisas que despertam curiosidade. Eu gosto de comer o cuzinho de Helô, embora não seja sua preferência, mas ela já se acostumou e quando eu quero não tenho dificuldade em enrabá-la, o que adoro. Minha curiosidade era se Arthur também comia o cu de Helena, se ela aguentava aquela tora no cuzinho.
Eu e ele, por vezes, falávamos de nossos pulinhos fora dos casamentos ou das aventuras de solteiros, mas nunca tive coragem de perguntar se Arthur comia o rabinho de Helena, dona de uma bunda bonita e apetitosa. Helô me disse que sua irmã e Arthur não transavam anal porque nas vezes em que ele tentou a havia machucado e acabaram por desistir dessa variação sexual.

Arthur é bem discreto e jamais tocou nesse assunto comigo, perguntando se eu comia o cu de Helô, mas ele deve ter percebido que eu tinha essa preferência. Quando estávamos juntos na praia, olhando outras mulheres, eu manifestava essa tendência e elogiava os bumbuns que desfilavam aos nossos olhos. Ele nada dizia, até que uma vez se queixou que como seu pau é grande, as mulheres evitavam dar o cu para ele. Nada me disse sobre sua esposa Helena e eu, que já sabia de suas tentativas frustradas, só pude comentar que “comer um cuzinho de mulher é bom demais”.
Helena é mais séria que Helô, que é mais extrover

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tida, expansiva e brincalhona. Helô e Arthur têm mais intimidades que eu com Helena, até porque sempre tive um tesão especial por minha cunhada que nunca me deu uma abertura apesar dos meus olhares insistentes para ela e para sua atraente bunda. Já Helô e Arthur até pareciam irmãos, tamanho o afeto entre eles, não faltando abraços e outras formas de carinho sem malícia.
Numa de nossas conversas durante uma trepada eu falei a Helô que Arthur gosta de comer um cu mas tem dificuldades devido ao tamanho de seu pau. Isso parece que despertou em Helô um misto de curiosidade e tesão. Ela perguntou se era assim tão grande o pau do cunhado. Dei uma risada e disse que nunca vi o pau dele duro e que nem quero ver. E perguntei se Helô gostaria de ver.

Foi então que minha mulher me contou que por três ou quatro vezes Arthur a abraçara por trás (ele começara com esse costume recentemente) e ela pode sentir seu cacete volumoso tocar sua bunda, o que, confessou ela, a deixava excitada. Perguntei então o que aconteceria se um dia Arthur fizesse alguma proposta direta a ela e Helô disse com ar misterioso: “Aí eu iria pensar” e sorriu com ar de mulher safada que eu desconhecia. E emendou: “E você, o que faria? Iria brigar com ele?” Respondi que não, que até seria interessante se isso acontecesse.
Helô olhou para mim fixamente e perguntou: “Você quer mesmo que isso aconteça? Quer mesmo que eu e experimente o pau do Arthur? E se eu gostar?” Aquela conversa me deixou mais tesudo que nunca e ao invés de responder virei Helô de costas, passei gel em meu pau e a penetrei no cuzinho. Quando estava todinho dentro dela disse ao seu ouvido: “Pode dar para ele sim e espero que você goste e aguente a roda dela nesse cuzinho delicioso que você tem”.

Helô, que estava interessadíssima naquela experiência, se insinuou junto a Arthur que sem perda de tempo a convidou para sair na sexta-feira à tarde. Helô trabalhava até às 14 horas e marcaram encontro quando ela saísse do trabalho. Ela me contou do encontro e aprovei a aventura, recomendando que levasse gel para o caso de ele não levar. Isto porque Arthur não iria querer comer só a buceta de minha mulher.
O que se passou no motel naquela tarde foi Helô quem me relatou. Contou que Arthur lhe disse que sempre sentiu tesão por ela mas o medo das consequências era grande e por isso nunca a assediara antes, mas que ultimamente o desejo se tornara incontrolável, etc. etc. Ficaram nus e Helô olhou admirada para o pau de Arthur, passando a acariciá-lo como se fosse um brinquedo e depois colocou a boca nele chupando-o e percebendo que o pau parecia crescer ainda mais.

Arthur estava tesudo, abriu as pernas de Helô e começou a possuí-la. Minha mulher sentiu o volume enorme dentro dela enquanto ele chupava seus seios Arthur não demorou a gozar. Helô, por sua vez, não conseguia se concentrar porque seu pensamento era um só: o pau de Arthur entrando por trás, em sua bunda. Mesmo assim ela simulou ter gozado junto com ele para não desapontá-lo.
Descansaram algum tempo tomando uma cerveja e Helô voltou a acariciar o pau de Arthur. Ao perceber que ele começava a endurecer novamente, Helô virou-se de bruços sem nada dizer. Arthur passou a beijar as costas da cunhada, sua bunda e seu ânus. Ela instintivamente colocou travesseiros sob seu corpo e Arthur sabendo o que Helô estava lhe oferecendo, então encostou seu pau em seu cuzinho enquanto abria-lhe as nádegas com as mãos.
Helô sentiu aquele pau enorme machucando seu cuzinho enquanto entrava pouco a pouco com a ajuda do gel. Parecia romper toda ela. Helô não conteve alguns gritinhos de dor mas não pediu para o cunhado parar. Ajudava como podia mexendo a bunda e achando a posição ideal, onde a dor fosse menor. Em pouco tempo o pau de Arthur estava todo enterrado dentro de Helô que delirava de prazer e de dor. A dor foi diminuindo e o prazer aumentando e como Arthur já havia gozado antes, pode controlar melhor o momento da ejaculação, isto apesar do tesão que o dominava.

Arthur mordia as costas de Helô, os ombros e seus dedos não saíam de sua bucetinha toda melada. Depois de 15 minutos comendo Helô daquele jeito, repetindo o tirar e meter o pau no cu de minha mulher, ele disse: “Cunhada, não aguento mais. Vou gozar”. E gozaram juntos naquela foda deliciosa. Helô foi ao banheiro e percebeu que seu anel estava bastante aberto, totalmente laceado pelo rombo que o pau de Arthur lhe provocara.
Helô ligou para mim enquanto Arthur se vestia e disse só uma frase: “Amor, foi delicioso.” Ao chegar em casa vi que Helô estava sorridente, feliz como uma menina que ganha viagem para a Disney. Perguntei se ele comera seu cuzinho e se doera muito. “Doeu sim, mas adorei, amor”, ela respondeu. “Acho que o Arthur também gostou e vai querer mais vezes”, completou. “Por mim tudo bem”, respondi, “mas agora vou querer também comer minha cunhada Helena”. Helô sorriu e disse: “Boa sorte com minha irmãzinha. Sei que você quer muito comer a bundinha dela…”

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