Engravatado me encoxando no metrô

Um belo dia estava eu indo para a faculdade, metrô lotado como sempre, afinal pegava no horário de pico e sempre ia em pé. Como ia com minha mala eu a tirava das costas e segurava no chão.
Era uma quarta-feira, tava tão cheio quantos os outros dias, eu pegava o trem na estação Santa Cruz e ia até a Sé para fazer baldeação e ir para Barra Funda. Logo me instalei no centro do corredor e em seguida senti que alguém já estava atrás de mim. Achei normal pois todo dia era assim. Como tenho mania de verificar em meus bolsos se a

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carteira, chave e celular estão lá, fui fazer a minha “ronda” e quando coloquei a mão atrás senti algo duro em minha bunda. Como quem quer descobrir o que era, apertei com gosto. O cara deu um pulinho e se desculpou:
– opa amigo, desculpa, ta muito cheio e ta difícil se movimentar.
– que é isso? De boa, fica ai, logo desço.
– eu também, descerei na Sé, ai pego para a Barra Funda.
– eu também.
E o assunto morreu. A porta abriu, entrou um monte de gente e fui fazer minha ronda e sinto que o pau do cara estava mais duro. Trem lotado, ninguém vê nada na parte de baixo então fui lá e fiz um carinho nele.
– Tá difícil hoje, dia todo na rua e a gente fica nesse aperto…
– Fica de boa (falei mais baixo perto da orelha dele) a gente vai dando um jeito – acariciando o pau dele pela calça.
O cara adorou, deu uma viradinha para facilitar a brincadeira e eu ali alisando. Nova estação e mais gente entrou, percebi que ele tirou a mão do ferro em que se segurava. Comecei a sentir a mão pela minha bunda, ele começou a me acariciar ali. Era eu no pau dele e ele na minha bunda. Pensei em abrir o zíper dela, mas iriamos descer na próxima estação.
– Já vamos descer né? Perguntei para ele
– Sim, vamos sim.
– Me segue para a gente continuar.
O sorriso maroto naquela cara feia era o sinal que ele estava gostando. Descemos e fomos conversando como amigos. Ele chamava Antonio Silva, tinha 34 anos, casado, pai de três filhos, era gerente do Itau e fazia faculdade de marketing para mudar de ares. Ele era mais baixo que eu, era feio, um tanto quanto educado, mas com um ar de ser safado. Deve ser aqueles gerentes que fazem brincadeiras tolas com todos no banco, mas enfim…
Entramos no trem, lotado por sinal e virei para ele e falei que podia ficar atrás de mim para continuarmos de onde paramos. Ele, muito que rápido, já foi atrás e lá estava eu com a mão no pau dele e ele na minha bunda. Fui em direção ao zíper e não conseguia abaixar, virei para ele:
– queria abrir uma conta contigo, tem como?
– não entendi.
– quero abrir (fui em direção ao zíper) uma conta.
Ele olhou para os lados, ficou meio inseguro mas abriu o zíper. O pau não era grande por cima da cueca, continuei alisando até conseguir tirar um pouco da cueca e percebi que a cabecinha já estava melada. Ele deu uma ajeitada de modo que mais parte do pau ficasse de fora da cueca, mas era pequeno o pau, percebi que logo chegava nas bolas, mas a gente só queria safadeza mesmo. Ele estava com muito tesão e colocou a mão por dentro da minha calça. Começou a alisar minha bunda e:
– que vontade de comer seu cu, minha esposa não curte fazer.
– hummm, a minha também não.
– então, podemos marcar de comer seu cu
– vamos marcar sim, mas vamos continuar nessa brincadeira que tá boa
Punhetei mais um pouco e ele gozou, o tesão dele parecia estar acumulado há tempos. Gozou, parou de apertar minha bunda e se arrumou todo, ali mesmo. Metrô lotado e ele se arrumando, chegou a ser engraçado de ver. Descemos na nossa estação. Ele me disse que precisava correr pois teria uma prova naquela noite. Eu não quis acompanhar. Ele me perguntou como poderia me achar para transarmos mesmo, pedi o cartão dele, que logo me deu, anotou o celular na parte de tras e falou que ficaria esperando e se foi para a prova. Assim que o perdi de vista joguei o cartão fora, a foda poderia ser boa, mas ele era muito feio e o pau estava aquém do que eu imaginava. Nunca mais nos vimos. Foi uma punheta boa e só.

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