A calcinha da melhor mulher do meu amigo

Ironias da vida. Meu amigo Raul vive secando tudo quanto é mulher ou menina que vê, e também dá de cima de muitas delas. Mas pelo que sei, é tão babão que não cata ninguém ou, quando muito, só cata bagulho. Sua melhor mulher mesmo é aquela que ele tem em casa, Mas ele não vê isso.

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E sempre que o repreendo, dizendo que ele tem em casa uma mulher mais do que bonita, mais do que gostosa, mais do que apaixonada e mais do que fiel a ele, sua resposta é que o homem não nasceu para ficar com um mulher só. E diz mais ainda: que se tivesse um lugar secreto iria guardar ali as calcinhas de todas as mulheres que come.

Mas a ironia é que…

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Nunca tentei pular a cerca. Desde que comecei a namorar aquela que foi minha namorada e depois minha esposa por mais de 16 anos (tempo total), nunca me inclinei para outra mulher, o que não significa que perdi meu apetite sexual e que nunca mais olhei para alguma outra. Mas olhar e sentir atração é uma coisa, dar de cima é outra. E também nunca respondi aos desejos de uma ou outra que se engraçou para o meu lado.

Quer dizer, fui fiel o tempo todo.

Nosso casamento acabou por decurso de prazo… quando chegou a um ponto em que tudo esfriou e, na boa, concluímos que a melhor solução era a separação. Nunca brigamos antes e nem nesse momento. Continuamos amigos e juntos cuidamos das nossas duas filhas, que ora estão na casa da mãe e hora estão na casa do pai.

E foi justamente por causa desse vai e vem das filhas que comecei minha coleção de calcinhas… quer dizer, de calcinha, pois escondida lá no fundo do meu armário, dentro de um saquinho plástico, está uma calcinha só… a calcinha da Ivonete, a mulher do meu amigo Raul.

Ivonete, como já mencionei antes, era (e ainda é) a típica mulher, esposa, mãe, dona de casa, temente a Deus e fiel ao marido. Mas depois do que aconteceu (e vem acontecendo), comecei a suspeitar que essa coisa de fidelidade é mais uma questão de medo: medo do marido, medo de Deus, e que um dia o medo se vai e alguém dança.

Diante da notícia da separação entre eu e minha esposa, que foi uma surpresa para todo mundo, já que sempre nos demos bem, o Raul achou que devia me fazer companhia, me convidar para beber, e me encher de perguntas, todas elas na tentativa de descobrir se eu tinha uma amante ou se a minha mulher é quem tinha.

– Você deve ter descoberto alguma coisa. – ele dizia. – Não é possível que um casamento termine tão de repente assim.

E quando eu explicava, infinitas vezes, que a gente tinha terminado numa boa, ele logo rebatia dizendo que eu poderia até não ter descoberto nada, mas que ela devia ter algum amante… ah, isso tinha.

Como conheço bem a cabeça do Raul, eu pouco dava atenção às suas insinuações.

Mas se eu não dava atenção a ele, o mesmo não pude fazer em relação à Ivonete, pois ela, que antes era amiga por igual do casal, depois da separação parecia ter passado a ser amiga só minha. Me enchia de atenção e perguntas, mas sempre no sentido de querer saber como eu estava, se não precisava de alguma coisa. A princípio imaginei que sua atenção mais para comigo se devia ao fato dela ter mais contato comigo do que com a minha ex, isso porque, por causa do Raul, a gente estava sempre por perto um do outro.

Mas quando a Ivonete apareceu sozinha pela primeira vez no meu apartamento, trazendo um doce de abóbora que ela havia preparado, e que sabia que eu gostava, comecei a ver as coisas um tanto diferente. Mas continuei o amigo respeitador que sempre havia sido.

Então começaram os telefonemas, durante a semana seguinte, para indicar uma moça que trabalhava na vizinha como diarista… para perguntar se o Raul não estava comigo, quando ela sabia que ele não poderia estar… E no sábado seguinte passou rapidinho por aqui para trazer uma parte da feijoada…

– Você merece um beijo.

E como ela não disse nada e ficou apenas estática, me olhando de um jeito que não sei que jeito era, senti uma coisa vibrando dentro de mim e me empurrando contra ela.

Mas foi só um selinho.

Um selinho que, num primeiro momento e também nos dias seguintes, imaginei que não devia ter acontecido. E ela deve ter pensado o mesmo, pois não me ligou durante toda a semana, e quando liguei pra ela na sexta-feira, falou sobre tudo, menos sobre o selinho.

– Não quer almoçar com a gente aqui, amanhã ou depois?

– As meninas vem passar o final de semana comigo.

E naquela mesma noite fui buscar minhas duas criaturas lindas e ficamos ensaiando mil coisas que poderíamos fazer no sábado e no domingo. Mas tão logo chegamos em casa uma coleguinha das duas, que mora aqui perto, ligou convidando para sua festa de aniversário na tarde e noitinha do sábado.

Sem saber disso, mas na verdade desejando isso, Ivonete apareceu em casa no sábado, perto das cinco da tarde, trazendo uma torta de morango que sabia ser do gosto das minhas filhas.

– Elas estão num festinha aqui perto.

– Que pena! Queria tanto vê-las. Mas você guarda pra elas, não guarda?

– Você merece um beijo.

E foi no meio da cozinha que beijei, abracei e toquei todo o corpo da Ivonete, que estava coberto apenas por um vestido branco.

– Vai me amarrotar tudo.

– Então tira.

– Tira você… mas e as meninas?

– Elas demoram.

Fomos para o quarto meio que beijando, meio que abraçando, meio que dançando, passando as mãos, abraçando… sedentos um pelo outro.

Puxei seu vestido pela sua cabeça, olhei o seu corpo bonito, pele morena, sedosa, via sua calcinha, meio branca, meio azul, rendada nas bordas.

Ajoelhei-me ao seus pés, beijei sua calcinha, puxei-a pelas pernas, tirei.

Beijei sua xana, passei a língua, percebi ela abrindo levemente as pernas, forcei para que abrisse mais ainda, lambi com gostos, arrancados dela gostosos gemidos de prazer.

– Vem… – ela disse, me puxando para cima, forçando-me a ficar nu.

– Te quero, menina, te quero.

– Eu também… a camisinha.

Por sorte eu ainda tinha algumas na gaveta, mas ela não me deixou colocar de imediato. Sentou-se na cama e abocanhou-me;

– Hummm! Que boquinha gostosa!

– Põe nela. – ela disse, deitando-se na cama e se arrastando até o meio, com as pernas abertas, esperando que eu colocasse a camisinha.

Nem brinquei. Entrei por entre suas coxas, ela ajeitou meu pau e gemeu quando soltei o corpo.

Foi a transa mais louca que tive, pois fazia um bom tempo que já não transava legal com a minha ex-esposa e, na verdade, fazia tempo que não pegava uma mulher, simplesmente porque não tinha procurado.

Ela me abraçou com as pernas, me unhou as costas, gritou nos meus ouvidos, me fez gozar… gozou tambémEla estava deitada, eu meio que deitado, parte do corpo sobre o corpo dela, beijando, mordiscando seus seios, tocando sua xana, esquentando para a segunda…

– Você deve estar pensando que sou uma…

– Uma o quê?

– Sei lá! O que você acha de uma mulher que trai o marido.

– Você trai?

– O que é que estou fazendo, agora?

– Já fez antes?

– Nunca… nem sequer pensei nisso alguma vez. Mas não sei o que tem me dado nesses últimos tempos.

Ouvimos barulho na porta e a algazarra das meninas; minhas filhas e mais três colegas.

Foi a conta de eu vestir meu calção e minha camiseta e de Ivonete jogar o vestido sobre o corpo e ajeitar os cabelos. Disfarçamos, olhando pela janela, como se eu estivesse a lhe mostrar alguma coisa lá embaixo, desviamos a atenção das meninas com a torta de morango, e tudo pareceu voltar ao normal.

Ela se foi, as colegas das minhas filhas se foram, e eu estava ainda a pensar no que tinha acontecido, quando minha filha mais velha me falou em segredo.

– Escondi lá no fundo do seu guarda-roupa, viu?

– Escondeu o quê?

A bandidinha tinha encontrado a calcinha que, no desespero, nem eu nem a Ivonete lembramos de tirar da cabeceira da cama.

E por falar em Ivonete, ela me ligou no dia seguinte, domingo cedo, aproveitando que o Raul tinha ido jogar bola e perguntando se as meninas ainda estavam dormindo.

– É que esqueci uma coisa.

– Já sei. Está guardada. Mas quando é que você vem buscar? A gente ficou pela metade.

Ela voltou na semana seguinte para pegar sua calcinha, mas não entreguei, nem antes e nem depois de transarmos por toda uma tarde, até ficarmos saciados.

– Vou guardar de recordação. Só vou devolver na nossa vigésima oitava vez – falei.

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