A virgem do cine pornô

“Você ainda vai por a perder essa menina!”, advertiam-lhe os familiares e amigos. “Que nada! Esta minha garotinha é meu orgulho! Já viu como é inteligente? Já viu como é bonita?”, gabava-se Vinícius, sorrindo de orelha a orelha, e colocando a filha adorada no colo, a exibindo como um troféu. Mal ele sabia que aquele amor sem limites, aquela veneração toda, um dia ainda acabaria em desgraça.

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O tempo passou, e a menininha, que mais parecia uma boneca, transformou-se numa mulher de beleza estonteante. Não havia dama que não invejasse, ou cavalheiro que não desejasse, aquela fêmea de olhar intenso e sorriso sedutor. Dos cabelos sedosos aos pés dignos de fetiche, belíssima era o adjetivo! Ao pai, cabia somente orgulho e felicidade, pois além disso tudo, ela o idolatrava, e o chamava, carinhosamente, de “paizinho”, às vezes de forma tão dengosa que deixava no ar um quê de sensualidade.

Amanda dedicava boa parte do seu tempo aos livros, e nunca teve um namorado, quiçá um casinho qualquer. O mais estranho é que, regularmente, enfrentava sessões de depilação da virilha, e mantinha os pelos pubianos cuidadosamente aparados, como se estivesse se preparando para passar a noite com alguém. Torturas depilatórias à parte, o afinco nos estudos e a inteligência acima da média fizeram com que fosse contratada por uma grande empresa, diretamente para um cargo de chefia, antes mesmo de concluir a faculdade. Tal proeza levou o pai, comerciante bem sucedido, muito religioso e dedicado à família, a receber parentes e aderentes num regabofe que ocupou uma elegante casa de recepção. Naquela noite, quando Vinícius retornou à sua residência, estando a esposa já recolhida à suite do casal, decidiu ele ser chegada a hora de ter uma conversa com a filha, pois, entre uma dose e outra de uísque, escutara comentários maliciosos que o deixaram perturbado. Por isso, seguiu para o quarto dela.

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– Filha, tu és tão bonita, e nunca tiveste um namorado. Por que isso acontece? – indagou, sentando-se na beirada da cama.

– Ora, paizinho, não há nada de errado comigo.

– És apaixonada por um homem casado? Tens um amante às escondidas? É isso, amorzinho?

Fez-se silêncio, e ele então voltou a insistir.

– Vamos, filha! Seja lá o que for, estarei do seu lado. Pode confiar!

Amanda, finalmente, conchegou-se no colo do pai, e resolveu contar-lhe o seu segredo.

– O senhor sabe que eu te amo muito, não sabe, paizinho?

– Sei sim, minha querida. Eu também te amo, mais que tudo!

– Porém, eu cresci, e o que sinto agora… Preciso falar a verdade, paizinho, não é só amor de filha. Tenho por ti um desejo ardente, de mulher apaixonada!

Vinícius se levantou subitamente, quase a jogando ao chão.

– Como tens coragem de dizer tal coisa! Enlouqueceste? Não sabes que isso é pecado?

– Que seja pecado! Porém, é mais forte do que eu, paizinho, não tenho como evitar. – desabafou ela, as lágrimas escorrendo dos olhos. – Quantas vezes sonhei estar beijando tua boca, te recebendo dentro de mim! Só eu sei o quanto te desejo! Que culpa tenho pelo fato do homem da minha vida ser meu pai? – continuou, enquanto, alucinada, livrava-se do baby-doll e da calcinha, ficando completamente despida. – Veja, paizinho, já não sou mais uma menininha, e te quero tanto, tanto! Vem me comer, paizinho, vem ser meu homem! Vem, que há muito tempo eu quero ser tua! – completou, agora em tom carregado de lascívia.

– Vista já esta roupa, minha filha, respeite seu pai! – respondeu ele, virando-se de costas.

– Chega, paizinho, não adianta mais tentar resistir! Eu sei que tu também me queres. Percebi o teu pênis crescer dentro da calça, e por mais virgem que eu seja, não sou idiota, e sei que homem nenhum fica de pau duro assim tão de repente, a menos que esteja muito louco de tesão. Além disso, teus olhos brilharam ao me ver nua, um brilho que eu nunca tinha visto em seu rosto!

Há tempos que eles se amavam em segredo, e por isso, ainda conseguiam se conter. Ao saberem, no entanto, tratar-se de um sentimento correspondido, ficou impossível lutar contra aquele amor de perdição. Após ser denunciado pelo enrijecer evidente do próprio badalo, não podendo mais esconder a sua tara, o surpreendido tirou a roupa agitadamente, enquanto repetia, em desatino:

– O que eu estou fazendo! Isso é pecado, isso é pecado, isso é pecado…!

Após beijar com avidez a boca do pai, a cúmplice desceu os lábios até o bastão endurecido e o abocanhou feito uma puta safada, ora chupando, ora lambendo, ora beijando.

– Ai, paizinho, que pica gostosa! Quantas vezes eu sonhei em segurá-la assim! – dizia, desavergonhada, entre uma lambuzada e outra, o olhando nos olhos. – Como é bom chupar este pauzão delicioso…! Mostra pra tua filhinha o gosto que tem tua porra, paizinho! Estou louca pra sentir tua gala na boquinha, no cuzinho, na xaninha…!

Vinícius já estava prestes a explodir num goso desvairado, quando ela se jogou na cama, escancarou as pernas, e o convidou, com voz libidinosa, respiração ofegante, olhos marejados, dando tapinhas frenéticos na buceta, que escorria de tanto tesão:

– Vem, paizinho, vem deflorar a tua Amanda! Vem penetrar nesta racha, meu lindo, e arrancar este cabaço, que guardei só pra ti! Me fode, paizinho, me come, me devora, enfia gostoso esta tua picona de jumento na bucetinha da tua filha. Me rasga, meu amor! Me arrebenta, e me faz mulher!

Completamente possuido pela luxúria, Vinícius avançou sobre ela e encostou a lingua na vulva despudoradamente exposta. Nunca tinha visto, em toda sua vida, concha tão alagada. Maravilhado com a cena, ele então lambuzou o rosto inteiro na buceta da filha, ficando com o nariz, boca, olhos, testa, tudo impregnado de gelatina de xoxota. Em seguida, enquanto ela, tal qual felina no cio, emitia gemidos roucos, ele roçava-lhe a vara no grelo, nas pétalas, até a cabeça do caralho encontrar a fina pele que protegia a entrada da fenda tão desejada.

– Perdoa, meu amorzinho, perdoa este teu pai canalha, que já perdeu completamente o juizo! – urrou o ensandecido. – Perdoa, filhinha, pelo que eu vou te fazer agora! – completou, preparando-se para arrancar o lacre da genitália de Amanda, que o aguardava, resplandecendo de felicidade.

Neste momento, a porta do quarto se abriu abruptamente, e uma voz histérica se fez ouvir:

– Valei-me Nossa Senhora! Que pouca vergonha é esta? Um pai fodendo a própria filha! Preferia estar morta, pra não ter que assistir à cena tão escabrosa! Agora está explicado o porquê de não mais me procurares em nossa cama!

– Cale-se, adúltera! Pensa que eu não sei? – reagiu Vinícius, recuperando-se do susto. – Eu mesmo vi, com meus próprios olhos, você de quatro no banheiro, trepando com o encanador que contratou pra consertar a pia. O que você estava dando, ordinária: o cu ou a periquita? Se nada falei, todo esse tempo, foi somente pra manter unida a família.

– Mas isso aqui é incesto! IN-CES-TO! Entendeu, infeliz? Vais queimar no inferno, tu e esta tua filha sonsa!

Tomada de fúria, a ainda donzela avançou contra a mãe, a estapeando e a puxando pelos cabelos:

– Eu te odeio, vadia infame, te odeio, com todas as minhas forças! Nunca me fizeste uma visita em meu quarto, a não ser agora, justamente quando não devias. Se preferias mesmo morrer, como disseste há pouco, por que então não te matas, logo?

Seguiu-se um longo bate-boca. Quando, enfim, os ânimos se acalmaram, ficou decidido deitar panos quentes no ocorrido, pois do contrário aquilo se transformaria em um escândalo na sociedade. Amanda, porém, foi posta fora de casa.

– Não podemos mais morar juntos, filhinha, pois não resistiríamos à tentação. Não fosse tua mãe chegar de repente, eu teria consumado esse pecado abominável. Meu coração está dilacerado, mas é melhor que seja assim! De vez em quando nos veremos, mas sempre em público. É essa a nossa sina, paixão minha, é essa a nossa sina!

– Não podemos mais morar juntos, filhinha, pois não resistiríamos à tentação. Não fosse tua mãe chegar de repente, eu teria consumado esse pecado abominável. Meu coração está dilacerado, mas é melhor que seja assim! De vez em quando nos veremos, mas sempre em público. É essa a nossa sina, paixão minha, é essa a nossa sina!

Durante algum tempo, Vinícius foi cercado pela filha, que buscava, de todas as formas, fazê-lo voltar atrás. Todos os dias ela ligava, enviava mensagens de texto, ou o visitava no trabalho, sempre suplicando que, pelo menos, a aceitasse de volta ao seu antigo lar. Certa vez, já exausto de se esquivar de tamanha sedução, ele então lhe disse, solenemente: “Tudo bem, meu amor, venha morar comigo. Porém, se um dia eu me deixar vencer pela volúpia, e consumar o ato imundo que faltou pouco pra acontecer, eu juro, minha linda, que em seguida me mato”.

Amanda ficou apavorada, conhecia bem o pai. Assim, achou melhor continuar em sua vida solitária, e não mais assediá-lo. Entretanto, com o passar do tempo, em uma de suas noites de exílio, ao se lembrar do prazer que tivera em segurar na dura lança paterna, decidiu que teria outros homens. Isso, porém, teria que ser à sua maneira. Tomou então um banho rápido, perfumou-se, e se vestiu com um decote generoso e minisaia. Depois, seguiu pelas ruas, em direção a um cinema decadente, destinado a películas pornográficas. Uma vez na sala de exibição, rumou a uma poltrona aos fundos, retirou teatralmente a calcinha, e sentou-se, de pernas cruzadas. Não demorou, estava ladeada por dois estranhos. Um deles, mais afoito, logo sacou da calça uma piromba descomunal e já tesa, sendo imediatamente imitado pelo outro.

– Sosseguem, meninos, e prestem bem atenção! Eu moro aqui perto, sozinha, e, acreditem ou não, ainda sou virgem. Ocorre que hoje decidi levar dois homens à loucura, fazê-los gosar feito doidos. Se vocês, com essas picas gigantescas, forem obedientes, quando acabar o filme, prometo, serão meus escolhidos. Antes, porém, quero assistir putaria e punhetar vocês, e sem ser incomodada, entenderam?

Acordo feito, Amanda passou, lentamente, a masturbá-los, enquanto movimentava a pélvis, friccionando as coxas na buceta. Em relação às cenas eróticas que iluminavam a tela, pouco importava, pois enquanto os machos imaginavam, absortos, qual deles teria o privilégio de lhe destroçar a castidade e o que mais fariam com ela, a lúbrica dama pensava no pai; lembra-se da noite em que apalpou, pela primeira vez, uma caceta enrijecida. Vez ou outra, a virgem do cine pornô deixava escapar pequenos frêmitos de orgasmo, cuidando sempre de não permitir que o mesmo acontecesse com os seus ficantes. Assim ocorreu, até que letreiros fizeram perceber o fim da sessão, e ela então acelerou as mãos, num vaivém sincronizado. Simultaneamente, dois gritos de prazer ecoaram pelo recinto, no exato instante em que manjubas latejantes jorraram no ar uma quantidade imensa de esperma, líquido que, inexoravelmente, caiu, viscoso, nos seus perplexos donos. Satisfeita, a virgem do cine pornô se levantou, repôs a calcinha, ajeitou a saia e foi embora, enquanto os fulanos se mantinham inertes, indecisos se curtiam o deleite do goso ou se limpavam as suas vestes. Nunca mais a viram.

Esta é uma obra de ficção. Qualquer semelhança em relação a nomes de pessoas ou a fatos da vida real é mera coincidência.

As imagens abaixo são de autoria do desenhista de quadrinhos eróticos Raimundo Zéfiro, que, gentilmente, aceitou ilustrar este conto. Zéfiro tem alguns desenhos postados aqui neste site. Imperdíveis!

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