Vi meu amigo comer minha mãe

Desde a aventura com o zelador, nada sexual aconteceu com relação à minha mãe… Até semana passada!
Eu sou gay, e tenho muitos amigos tanto gays quanto héteros e bissexuais . Dentre eles está meu amigo Victor, que é bissexual! A gente sempre sai muito, pra festas, boates e tal; e ele sempre pega várias pessoas ao longo da noite, homens e mulheres. Mas quando o assunto é mulher, ele tem preferência por maduras. Sempre que vamos à uma balada hétero ele sai à caça de mulheres mais velhas, que nesses lugares se propõem à serem bem safadas! Ele é alto, moreno, magro, 22 anos, um pau de 19cm, porte de moleque mesmo… Isso atrai bastante! Nós somos bem íntimos, já transamos diversas vezes. E até me aventurei a fazer à 3 com ele e mais uma coroa que ele tava pegando.

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Duas semanas atrás ele passou o fim de semana aqui em casa, pois iríamos sair juntos. Minha mãe já o conhecia, então não se importou. Após chegarmos em casa de uma festa, ambos bêbados, passamos pelo quarto de minha mãe ao ir para o meu e a porta dela estava meio aberta, porém ela já dormia. Eu segui para meu quarto mas ele ficou parado na porta olhando adentro. Quando chegou no meu, ele me disse que nunca havia reparado no tamanho do rabo da minha mãe! Por estar bêbado, eu ri e o xinguei, mas não me ofendi. Ele continuou falando e reparei que ele se excitava conforme continuava. Para encurtar esta parte da história… Após muito incentivar ele à continuar falando dela, vendo o quanto se excitava, acabamos transando!

No dia seguinte, acordados e de ressaca, ele começou a se lembrar das coisas que falou e me pediu desculpas, com um jeito sem graça. Indaguei o porque das desculpas, disse que não via nada demais mas ele continuou sem jeito. Então o fiz ficar curioso sobre uma proposta que eu iria lhe fazer, caso ele não estivesse tão constrangido pelo ocorrido. Curioso, ele insistiu para que eu lhe dissesse, então o propus que o ajudaria a comer minha mãe se eu pudesse observar escondido. Ele esboçou um sorriso tão grande, como se tivesse um sonho a se realizar! Disse que eu fingiria sair de casa para que ele pudesse vir e seduzi-la até comê-la. Ele começou a esfregar o pau por cima da bermuda e dizer “Sim! Sim! Sim!”. Eu sabia como ele era fazendo sexo, eu presenciei e senti várias vezes: bruto, tarado, meio violento… Então sabia que seria maravilhoso vê-la ser a vadia dele! No Domingo à tarde ele foi embora, e já havíamos combinado de fazer acontecer na Quarta-feira, pois minha mãe estaria em casa o dia todo.

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Quando chegou a quarta, fingi para ela que ia ao cinema com um amigo à tarde, deixando-a sozinha por umas 4 ou 5 horas, e em seguida o mandei mensagem assim que estava para sair. Ele iria passar aqui em casa, uns 30 minutos após eu sair, com o pretexto de que havia deixado o cartão de crédito no meu quarto. Quando está sozinha, minha mãe fica mais à vontade dentro de casa, geralmente de vestido sem calcinha e sem sutiã. Isso facilitaria muito para ele! Esperei no playground do prédio, para que o porteiro não me visse saindo e o vi chegar no portão. Abri e o levei até meu andar. Me escondi enquanto minha mãe abria a porta para ele. Ele entrou e pude ouvir da porta ele pedindo para ela olhar no meu quarto se havia algum cartão dele, e assim que ela foi ele abriu a porta devagar para que eu pudesse entrar e me esconder. Entrei rápido! Logo depois ela o gritou e pediu que a ajudasse a olhar pelo quarto. Quando ele foi, reparei que ela estava de shortinho branco e camisetinha. Dando para perceber a falta do sutiã e da calcinha. Ela não é gostosona… Meio gordinha, branquela, mas tem peitos e bunda enormes e moles, balançam conforme ela anda. Pude ouvi-la perguntando se a porta estava fechada e ele confirmando. Logo depois a vi se abaixando para olhar debaixo da mesa do computador e ele resolveu partir pro ataque, chegando o pau bem encostado na bunda dela! Ela levantou no susto e vermelha de vergonha, enquanto ele pedia desculpas sem querer se desculpar. Ela estava desconsertada mas não se afastou dele, apenas aceitou as desculpas e continuou a procura pelo “cartão”.

Depois de uns 5 minutos ele disfarçou, tirou um cartão do bolso e o jogou próximo à ela. Ele fingiu tirar algo de cima e abaixou para pegar. Ao fazer, ela ficou em pé de frente para ele. Ele foi se levantando com o rosto próximo ao corpo dela, quase raspando pelas pernas e boceta dela por cima do short. Ela estava sem ar e sem saber o que falar. Ele a elogiou e pôs a mão na cintura dela. Ela não se movia, mas dizia que não era certo. Ele dizia que não se importava e chegava perto do pescoço dela, a beijando. Ela suspirava e ele a apertava com força. Subia as mãos para o seios dela enquanto continuava a beijar seu pescoço. Ela ofegava mais rápido e intenso conforme as mãos dele a apertavam. Ele parou e a beijou, descendo as mãos para a bunda. A apertava e a batia, e a cada tapa ela gemia! De repente ele a segurou pelo pescoço e disse que queria fazê-la vadia. Com uma respiração pesada, ela lhe disse para fazer a ela o que quisesse. Ele então a deu um tapa na cara, a jogou na minha cama e lhe tirou o short. Sem surpresa, ela estava sem calcinha e com a boceta um pouco peluda. Ele não se importou e caiu de boca nela. Ele a chupava sem parar e com fome, fazendo-a enlouquecer e gemer como se nunca tivesse sido linguada na vida. Eu estava em uma posição privilegiada com relação ao quarto, conseguia ver tudo em detalhes. Ele estava começando a suar e a camisa ficando molhada nas costas. Ele reparou que ela estava com a cabeça para trás, em êxtase, parou de chupá-la e passou a brincar com o clitóris. Em seguida olho para onde eu estava escondido e sussurrou para mim “Deliciosa!”. Aquilo fez meu pau endurecer mais rápido e logo o coloquei pra fora! Ele se levantou e começou a tirar a roupa. Seu corpo estava suado e seu pau duro, a cabeça rosada e pulsante. Ele a puxou pelas pernas em sua direção, a pegou pelos cabelos e a colocou para mamá-lo de joelhos. Ele a segurava pelo cabelo e empurra o pau em sua garganta. Aquele jeito moleque, urrando de tesão e xingando-a… Aquilo estava maravilhoso! Enquanto ela o chupava, ele olhava para mim e falava: “Isso, mama vagabunda! Engasga com essa porra!” e a fodia a boca com força.

Depois ele levantou ela, tirou-lhe a blusa, a deitou na cama e começou a mamá-la nos peitos. Pude ver o quanto ambos estavam suando… Ela com a coxas, o rosto e os seios vermelhos de calor e suando, e ele chegava a brilhar de tanto suor. Ele a mamava com voracidade e estapeava-lhe as tetas. Rapidamente ele parou, cuspiu-lhe a xota, em seguida em seu pau e a penetrou! Antes disso, a ouvi perguntar onde estava a camisinha, ele simplesmente a cuspiu e disse: “Camisinha o caralho!” e a penetrou de uma vez! Ela soltou um grito e ele um urro de alívio. Assim que ele a enfiou o pau, ela o pediu para ir com calma. Ele ficou com raiva, deu-lhe um tapa na cara e falou “Calma porra nenhuma, sua vadia!” e começou a socá-la! Ela gritava, de verdade, de dor. Era visível que realmente estava doendo, mas ele não se importava. Minutos depois os gemidos começaram a misturar dor e prazer. Percebendo a vermelhidão em seu rosto, ele a segurou pelas pernas bem abertas e começou a estalar com violência o pau em sua xota! Conforme ele a socava, dava para ver seu pau entrando e saindo dela, ambos suando e ela enlouquecendo a cada gemido. Eu já não sabia mais como segurar o tesão que estava sentindo, meu pau estava duro como uma pedra e eu queria gozar. Mas me contive, pois sabia que não havia acabado. Ele viu que eu estava me masturbando e riu para mim.

Após longos 10 minutos ele a virou de bruços, levantou-lhe a bunda e se propôs a montá-la como um cavalo. Abriu-lhe o cu, cuspiu e enfiou o pau! Ela gritou alto, mas ele a puxou pelo cabelo e mando-a calar a boca. Conforme ele socava ela começava a chorar. Ele não durou muito comendo-lhe o cu, então, com ela ainda de 4, ele voltou a lhe foder a boceta. Ela gemia alto e chorava um pouco, e ele socava-a puxando o cabelo e urrando com tesão. Em determinado momento ele a virou o rosto para o lado contrário aonde eu estava, de forma que ela não me visse e fez sinal para que eu chegasse mais perto. Abaixado, com medo e bem devagar, cheguei perto da cama. Pude vê-la bem de perto: suas pernas abertas em A, rabo empinado e rosto forçado pra baixo pelas mãos dele. Fiquei bem embaixo dele, enquanto ele a fodia. Vi a boceta dela peluda e aberta, vermelha de tão inchada enquanto o pau dele a penetrava com força e rapidez. Fiz menção de voltar ao meu esconderijo mas ele, sem fazer som coma boca, me mandou esperar. Então anunciou que ia gozar! Ela tentou impedi-lo, mas ele a segurou com força e continuou a socar. Ele a socou por dois minutos até que ele urrou alto, avisando que estava gozando. Ela chorava dizendo que não, mas ele não parou! Eu estava bem embaixo enquanto seu pau despeja o esperma dentro de boceta dela. Um pouco da porra escorreu de dentro dela e rapidamente abri minha boca embaixo deixando cair em minha língua e engoli. Saí rápido e voltei para meu esconderijo. Ele a soltou e deitou ao lado dela na cama. Ela permaneceu imóvel por alguns segundos, ofegante, até que se levantou depressa, correu para o banheiro e se trancou lá. Ele levantou e veio até mim onde estava escondido. Ele estava muito suado, e o pau ainda duro, levantando. Ele me mandou ajoelhar e conforme foi chegando perto pude ver seu pau melado e com restos de porra na cabeça. Ele me pegou pela cabeça e me fez chupá-lo! Eu limpei-lhe o pau todo e ele acariciava minha cabeça. Subi rapidamente, lambendo-lhe o suor do corpo e com porra e suor na boca, o beijei. Ouvimos então a porta do banheiro destrancar e voltei a me esconder, assim como ele voltou apar o quarto.

Quando minha mãe voltou ao quarto estava com uma toalha em volta do corpo e ele sentado na cama. Ouvi apenas ela falando que aquilo tinha sido um erro, que jamais poderia acontecer de novo pois sabia o quanto eu e ele éramos amigos. Ele aceitou tudo que ela disse e ela lhe entregou uma toalha. Rapidamente, enquanto ela estava de costas, me levantei e corri para sair. Sem fazer nenhum barulho, abri a porta e saí do apartamento. Após 15 minutos ele saiu e eu o estava esperando, escondido, na escada de emergência. Saímos e fomos juntos até a praça da rua de trás. Sentamos pra conversar, ainda em êxtase por tudo que ocorreu. Perguntei-lhe o que ela havia dito, como ela estava. Ele me disse que ela estava nervosa, dizendo que isso jamais poderia acontecer de novo e que eu nunca poderia saber. Ele concordou e disse que, ao sair, ela lhe deu um sorriso de canto como despedida, dando a entender que gostou! Rimos impressionados de tudo aquilo e ficamo ali conversando por um tempo.

Umas duas horas depois voltei para casa e ela estava na sala, assistindo tv e tão alegre que parecia ter ganhado na loteria. Fui até meu quarto e vi que a roupa de cama havia sido trocada. Quando perguntei ela me disse que havia tirado para lavar, sem nem imaginar que eu nem me importaria de deitar ali do jeito que estava.

Ele e eu saímos no fim de semana após, bebemos e fomos para um motel. Transamos durante horas, e sempre mencionado o que aconteceu como forme de nos excitar ainda mais.
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