Um pai bastante safado

Laura saiu do colégio e foi direto para hospital onde sua mãe informou que seu pai tinha sido operado por ter fraturado o pé jogando futebol no dia anterior (domingo). Seu pai Miguel tinha 55 anos e mesmo assim gostava de jogar futebol (pelada) com os amigos. Ele estava separado de sua mãe a mais de três anos. Laura sabia que ele tinha vivido com outra mulher, mas, que atualmente estava sozinho de novo. Seu pai sempre a chamava pra saírem juntos: almoçar em algum restaurante, tomar sorvete, passear no horto e até mesmo para irem a algum cinema já que ele gostava muito de assistir filmes… Ela adorava bater papo com seu pai. Laura chegou ao quarto e foi informada pela enfermeira que seu pai estava ainda sedado e que devia demorar algumas horas pra acordar. Laura vendo que ele estava sem nenhuma companhia, ligou pra mãe dizendo que ia ficar um pouco no hospital até que ele acordasse. Por curiosidade, Laura resolveu levantar o lençol pra ver qual o pé que ele tinha operado… Laura baixou rapidamente o lençol quando percebeu que seu pai estava nu. Nervosa, e percebendo que ele não acordaria de jeito nenhum, foi na porta dar uma olhada no corretor constatando que ninguém se aproximava; voltou, levantou novamente o lençol e ficou olhando pra aquele enorme pinto que mesmo mole era muito maior e bem mais grosso dos que ela já tinha visto de seus dois últimos namorados. Tremendo igual vara verde, Laura ainda teve coragem de pegar aquele pinto com a mão pra ficar examinando os detalhes: cabeça pontuda e aquele tronco cheio de veias. Seu pai acordou e ficou todo feliz por vê-la ali no quarto. Ficaram conversando, e chegou um momento em que Laura perguntou se iam colocar gesso na sua perna já que ela estava só enfaixada. Ele que já tinha percebido que estava nu debaixo do lençol, desconfiou da pergunta.
– Você olhou minha perna?…
Ela ficou bastante corada.
– Desculpa pai; eu não sabia…
– Caramba; você me viu pelado?…
– Vi… Vi sim, pai!
– Meu Deus… Mas ó, não fala pra sua mãe, combinado?…
A mãe de Laura sempre jogou na cara do Robson; quando ainda estavam casados, que ele era: safado, sem vergonha, tarado e muitas outras coisas mais; em suma, que ele não prestava.
– Claro né pai… Eu já sei como a mãe é!…
No dia seguinte Robson teve alta e voltou sozinho pra casa de muleta com a determinação de não forçar o pé no chão pelo menos por um mês. Lucia passou a ir visitar o pai constantemente depois de sair do colégio sem sua mãe ficar sabendo, já que ela a proibia de frequentar a casa do pai. Logo no segundo dia, Robson deu uma cópia da chave de casa pra Laura, pra que ele não precisasse se locomover pra ir até a porta. Lá pela terceira semana, Laura tocou a campainha só pra avisar que ela estava entrando… Seu pai sabia mais ou menos o dia da semana e hora que ela sempre aparecia. Por isso, Laura depois achou até que foi tudo de caso pensado. Assim que ela entrou na sala viu seu pai saindo do banheiro completamente nu, meio distraído, se apoiando na muleta e com a toalha apenas jogada sobre o ombro. Ela a menos de dois metros dele ficou parada, e ele talvez fingindo estar surpreso e sem se preocupar em esconder sua ferramenta que balançava entre suas pernas.
– Ué filha; você já chegou?…
– Já pai… Mas… Mas eu…
– Tem algum problema de você me ver assim?…
– Não pai; não tem não!…
– Quer vir pro meu quarto?…
Laura parecia até ouvir os seus batimentos cardíacos, mas, como uma autônoma foi acompanhando seu pai até o quarto. Lá dentro quando ela o viu novamente de frente ficou até sem fôlego vendo aquele enorme pinto que se encontrava reto e duro. Laura sentou na beirada da cama e Robson aproximou-se dela com seu pinto que mais parecia uma espada.
– Tá com medo?…
– Na… Na… Não… Tô normal, pai!…
– Tá nervosa por causa dele?…
– É… Tô um pouco sim!…
Robson quase encostando seu pinto no rosto da filha.
– Não precisa ter medo… Você já não viu um homem nu?…
– Já… Mas não com um tão grande assim!…
– Quer colocar a mão nele?…
– Mas pai… Eu… Eu… Não sei!…
– Mas você está com vontade, não está?…
Laura respirou bem fundo.
– Tô sim pai… Tô!…
E Laura segurou aquela tora roliça que parecia ser feita de pedra de tão dura e logo sentiu sua xoxota pulsar de desejo; mas ela tinha que se controlar pois aquela pica era do seu pai. Só que Robson não pensava do mesmo jeito e puxando-a pelo braço pra que ela ficasse de pé, abraçou e mandou ver um beijo de boca que Laura sentiu suas pernas ficar totalmente bambas.
– Que isso pai????…
– Perdão filha; mas não estou resistindo… Você é linda demais!…
Em seguida foi suspendendo a saia escolar de Laura que apenas olhava um pouco assustada pro seu rosto. Quando sentiu sua mão entrando na sua calcinha, ela travou as pernas.
– Meu Deus, pai… Nos não podemos!…
– Porque não Laura? Você não deseja?…
– Desejo muito… Mas sou sua filha!…
– Fica sendo nosso segredo, não quer?…
Quando Laura se deu conta estava segurando a piroca do seu pai que parecia mais dura ainda. Sem responder foi soltando um pouco as pernas e logo sentindo a mão do seu pai bolinando sua buceta com os dedos. Robson capengando com a perna pra evitar apoiá-la no chão, fez Laura se deitar e foi tirando sua calcinha pra ver a bucetinha mais linda que podia existir. Robson, numa tara enorme subiu na cama e logo deitava sobre o corpo de Laura posicionando seu pinto na racha da buceta após dar algumas pinceladas. Laura só teve tempo de soltar um urro quando seu pai deu uma estocada violenta colocando tudo de uma só vez; e quando ele começou a movimentar pra cima e pra baixo Laura sentiu uma leve vertigem pra em seguida sentir uma onda tomar todo seu corpo e sua buceta ficar mordiscando aquela piroca em espasmos num violento orgasmo.
– Isso filha… Goza… Goza bastante e bem gostoso!…
– Aaaaaaaaah! Aaaaaaaaah! Mais pai… Mais!… Oooooh! Oooooh!!!!!!…
Quando seu pai tirou o pau da sua buceta, Laura gritou:
– Não tira pai… Não tira… Goza dentro de mim… Goza!…
Robson ficou na dúvida, mas resolveu enfiar tudo novamente, dar mais algumas socadas e arriar seu corpo sobre o de Laura esguichando bastante esperma dentro de sua filha. Por causa do namorado, Laura andava se prevenindo tomando anticoncepcionais. Robson ainda com o pau dentro voltou a beijar a boca da filha que passou a corresponder.
– Caramba pai… Eu nunca pensei acontecer isso entre nos dois.
Ele sorrindo.
– Desde lá no hospital, quando soube que você tinha me visto pelado, passei a te ver como uma mulher bastante sensual.
– Safado!… Kkkkkkkk…
– Gostosa!… Kkkkkk…
Laura, logo no dia seguinte após sair do colégio dirigiu-se de novo pra casa do seu pai ansiosa pra transar com ele de novo. Entrou com sua chave e seu pai estava sentado no sofá da sala. Laura sentou do seu lado e ofereceu sua boca recebendo um gostoso beijo enquanto levava a mão por cima da bermuda onde sabia estar o pinto do seu pai. Ficou segurando aquele volume que aos poucos ia ficando duro.
– Põe ele pra fora, põe!…
– Fica peladinha, fica!…
Enquanto seu pai tirou a bermuda ficando completamente nu, Laura se livrou da saia escolar e da blusa… Ela tirando o sutiã, seu pai foi descendo sua calcinha deixando-a também completamente nua. Com as roupas espalhadas pela sala, foram aos trancos e beijos pro quarto onde deitaram sem se desgrudarem. Quando Robson mamava nos peitos de Laura, ela:
– Vem me comer pai… Vem!
E Robson novamente entrou no meio das pernas da filha e enfiou a pica até o fundo iniciando um vai e vem cada vez mais rápido. Laura enlaçava a cintura do seu pai com as pernas e gemia se deliciando daquele pau duro que parecia querer atravessar seu corpo. Quando Laura estava tendo o seu segundo orgasmo, sentiu no mesmo instante seu pai também gozando e enchendo suas entranhas com seu líquido quente e viscoso. Laura passou a ir na casa do pai pelo menos dois dias da semana pra ficarem pelo menos por uma hora deitados na cama querendo aproveitar cada minuto juntos… Depois Laura ia pra sua casa numa felicidade enorme. Robson ficou curado do problema do pé e foi ficando cada vez mais sem vergonha com a filha. Depois de chupar a buceta de Laura até fazê-la gozar, ele deitou do lado.
– Agora dá uma chupadinha no pai, dá!…
Laura ficou olhando seu pai deitado de costas com aquele pinto enorme apontando pro teto, e sem nenhuma cerimônia abocanhou o que pode e começou a sugar e a lamber a piroca do pai como uma profissional do ramo.
– Caralho Laura… Vai!… Vai!… Oooooooh… Voooouuuuuuu goooooooozaaarrrrr!!!!!
Mesmo assim Laura continuou a chupar e foi recebendo cada jato de porra, engolindo tudo até seu pai cessar sua ejaculação. Uma hora depois, Laura saia da casa do seu pai com seu ânus bastante ardido por ter feito sexo anal pela primeira vez na sua vida. Passados uns cinco meses, Laura continuava a namorar firme e seu pai tinha arrumado outra mulher. Laura e o pai passaram a frequentar motéis constantemente.

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