Trepei com a filha do general

O que você lerá agora, lhe fará julgar que eu sou um dos caras mais sortudos do mundo. E acho que sou inclusive! ? Meu nome é Carlos, tenho 25 anos, sou engenheiro e trabalho para uma grande construtora. Sou alto, acobreado evidente, 1,86m, olhos verdes, cabelos castanhos e, castidade a parte, amo de um corpo escultural, graças ao cooper e às minhas sagradas duas horas diárias de musculação. Eram seis horas da manhã. Aparecia eu a realizar cooper no alameda próximo ao meu condomínio, como faço todas as manhãs, pensando na apresentação que teria que realizar, logo mais, aos investidores alemães sobre o projeto de interiores das lojas do novo centro comercial da município. Aparecia apenas, uma vez que nessa momento as indivíduos também estão acordando. No momento em que fiz a primeira arco da pista, avistei, de afastado, um aparência similarmente fazendo cooper. Corri mais acelerado para analisar quem era aquela alma solitária que me fazia acompanhador. Qual não foi a minha abalo no momento em que percebi que era a Kátia, minha vizinha do quarto achar-se que eu conheci há poucos dias, no momento em que seu agente, um chefe afastado super aborrascado e austero, me chamou para a afago de aniversário da filha única, que completou 16 aninhos! AHHH! A ninfetinha era uma bela grega! 1,72m de altura, olhos azuis, aguardente, longos cabelos negros que batiam no meio das costas, barriguinha durinha, definida e com um piercing no abatimento , barulho balofo e volumoso e 2 peitinhos redondos, durinhos, que cabiam inteirinhos dentro da boca e que ficavam com os biquinhos fazendo alto nas blusas justas que usava. Passei diversos dias batendo punheta para aquela belezinha, pensando se um dia eu iria trepar nela. Me posicionei ao seu lado e cumprimentei: – Ooooi! Ela continuou correndo e respondeu: – Oi Carlos! Me surpreendi por ela saber meu nome. Pude ver quão maravilhosa era sua voz. Aquela menina era perfeita!! – Nunca te vi por aqui Kátia, é a sua primeira vez? Ou melhor… é a primeira vez que você vem aqui? – É sim. Outro dia te vi correndo aqui pela manhã e resolvi vir também. Pra te fazer companhia… Percebi, pelo tom de sua voz, que havia algo diferente no ar. – É mesmo? – Me aproximei mais ainda dela. Sabe… tô precisando mesmo de companhia. Ela sorriu, ficou calada alguns instantes e disse: – Adorei a camisola vermelha que você me deu. É linda. – Ah! Obrigado. Que bom que gostou. Comprei com todo o carinho. – Depois eu te mostro como eu fiquei nela. – Foi a senha que faltava! Aquela menina estava no cio, e estava afim de algo mais além da minha amizade. Passei a mão pelos seus cabelos e desci até o início do bumbum. Ela não disse nada. Apenas parou, me olhou nos olhos, colocou as duas mãos em meu rosto e começou a beijar. Beijei aquela boquinha com vontade! Minha língua ia quase até sua garganta tamanha era meu tesão e a força com que eu a desejava. Quase a engoli! Ela estava sem sutiã, apenas com uma blusinha curta cobrindo os seios, por isso foi fácil, num impulso, arrancá-la de seu corpo e ver aqueles dois limõezinhos graúdos, branquinhos, durinhos e com os biquinhos rosados apontados para mim. Fui descendo com a língua pelo seu pescocinho até chegar aos peitinhos. Lambi, mamei e chupei cada um deles com vontade! Ela gemia e sussurrava meu nome baixinho: – Ai…hi hi… Isso faz cócegas Carlos… hi hi hi… Abocanhei um deles e o coloquei inteirinho na boca! AH! Foi demais!! Mamei no biquinho do peitinho e dei uma mordida de leve. Ela gritou baixinho. Ouvi um barulho de tecido rasgando, e quando vi, era minha cueca, que tinha sida rasgada pelo meu pau, que já estava duro como um cano de ferro. Senti a aproximação de alguém, por isso, entramos no bosque do parque. Lá chegando, sob a sombra protetora daquelas mangueiras, macieiras, carvalhos e sobre um chão atapetado de margaridas, ela tirou minha camisa e ficou beijando meu peitoral musculoso. Caiu de joelhos diante de mim, desabotoou minhas calças e assustou-se quando viu meu sacão cabeludo enorme próximo à sua boca. Eu já esperava essa atitude, pois ela nunca deve ter visto um pau de 24cm assim tão de perto. Fiquei brincando um pouco: ficava passando a cabeça do cacete nos lábios dela como se fosse batom, mas diante daquele homem enorme e peladão na frente, ela não perdeu tempo: agarrou meu pau com as duas mãos e caiu de boca! Chupou primeiro a cabeçona e foi descendo até ele encostar no fundo de sua garganta. Coloquei as mãos na cabeça dela e a fiz fazer o vai-e-vem. Ela chupou durante quinze minutos! Ah!! Que boquete!! Nunca ganhei uma chupada tão prazerosa. Ela lambia com muita vontade e também beijava e chupava minhas bolas. Disse a ela que eu iria gozar, então ela abocanhou meu pau ainda com mais força, e eu jorrei meu “leite” fartamente na sua boca! Parecia que eu estava mijando, tamanho era o gozo! Ela, com satisfação e um olhar de safada, engolia tudo. Um pouco chegava a transbordar e escorrer pelo seu queixo. Desabamos no chão de tanto cansaço e prazer. Ficamos desmaiados no chão durante uns três minutos. Então eu a peguei, tirei seu tênis, tirei suas calças e quando me preparava para tirar sua calcinha branca com decotes ela falou: – Carlos… vai com calma. – Que foi? Você não tá afim Kátia? – Não, não é isso. Te quero muito! É que… é a minha primeira vez Carlos. Eu sou virgem! Olhei pra ela, fiquei calado durante alguns segundos, fechei os olhos e disse: – Eu sei. – Como? Como sabe? – Ela retrucou assustada. – O jeito que você me beijou, o jeito que me chupou, seu cheiro, seu olhar… Tudo me fez perceber que você nunca foi de homem nenhum. Aquilo meu deixou tão excitado, que meu pau parecia que ia estourar de tão duro. Estava vermelho como sangue. Arranquei a calcinha dela com os dentes, abri suas coxas e então pude ver aquela coisinha deliciosa que desejei durante vários dias! A bucetinha dela era linda: rosada, quase peladinha, apenas com uma pelugem negra cobrindo. Pude ter certeza que nunca havia sido “usada”, estava ilesa, intacta. Um homem percebe quando a mulher se guardou apenas para ele; e ela esperou por mim durante 16 anos! Não resisti e caí de língua naquela xaninha perfeita. Eu ia acariciando e apertando seus peitinhos enquanto lambia a bucetinha. Tinha um cheiro tão maravilhoso que causaria inveja a qualquer fragrância de rosas ou morango. Me fartei como um porco, até não poder mais: lambi, beijei, mordi, cheirei e chupei aquela delícia como se estivesse chupando manga. Minha língua ia até o fim! Ela, gemendo e falando meu nome, apertava minha língua lá dentro. Ela gozou e soltou um urro alto de prazer… Fui subindo com a língua pela virilha, pela barriguinha durinha, pelo umbiguinho com piercing, dei mais uma boa mamada nos peitinhos, pelo pescocinho e meti a língua na boca dela. Meu pau ficou bem em cima da bucetinha, tava em ponto de bala. Ela disse: – Capricha Carlão. Quero ter você dentro de mim, mas vá com calma… tenho medo de sentir dor. Seu pau parece que é grande demais! – Fica calma gatinha. Você vai adorar e nunca mais vai se esquecer. Eu estava prestes a meter numa menina de 16 anos virgem, onde nenhum outro cara tinha posto o pinto! Não podia acreditar. Eu só havia pego uma mulher virgem uma vez na vida, aos 17 anos, quando transei pela primeira vez. Então, não perdi tempo. Enfiei primeiro a cabeça do pau, que já é grande. Como era apertadinha…! Tive que fazer força pra entrar e ela gemia e gritava de dor e prazer. Acho que o parque inteiro podia ouvir. Fui enfiando o resto da geba enorme e ela foi gemendo e gritando cada vez mais. A bucetinha era muito apertada e eu tinha que fazer muita força e pressão pra enfiar. Enfiei até o fim da xana, mas ainda restava uns centímetros de pau. Ela gemia alto, dizendo que tava batendo no fundo. Insisti, e mesmo com ela gemendo muito alto, praticamente gritando, coloquei tudo. Eu bombava e ela berrava. Comecei o vai-e-vem e ela delirava de prazer. Nosso suor se misturava e o cheiro de sexo impregnava o ambiente. O pau entrava e saía cada vez mais rápido. Estocadas profundas faziam-nos perder a noção da realidade. Ela metia a unha nas minhas costas e bunda que sangravam, mas eu nem sentia dor, estava anestesiado de tanto prazer. Tinha atingido o nirvana! Pensava comigo: “Ah se o general visse isso… a filhinha dele, criada como uma princesa, com todo cuidado e proteção, com tudo de bom e do melhor, agora, com as pernas abertas, sendo arrombada, enxertada, comida, arregaçada, trepando e se esfregando na terra com um cavalo enorme como eu. Aquela bucetinha rosada, guardada a sete chaves sendo enxertada e esporrada por um cacete enorme como o meu. Ah se ele me visse grudado por cima da filhinha dele, transando adoidado com ela!! Ah!” Depois de quase uma hora fudendo, e ela quase desmaiando falei que ia gozar. Ela, praticamente inconsciente, contraiu a bucetinha, segurou forte o meu pau e sussurrou: – Ai! Tá doendo demais, mas vai fundo Carlão! Ah, uh, ai! – Uh, ah! Deixa comigo minha putinha! – Ai! Adoro quando me xinga, meu cavalão! – Ah, uh, ah, ah, tá quase, ah, aah, aaah, aaaah, aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhaaaaaaaaahhh….!!!!! (!) E como gozei… Jorrei esperma feito mangueira de bombeiro. Gemi alto de prazer e dor. Acho que se fosse punheta a porra atingiria vários metros. A menininha gritava e se contorcia toda, agüentando a pressão. – Putinha, safada. Gostou né sua pirainha? – Ai! Não agüento mais… Acho que vou… acho que vou… desm…desm… desmaiaaar… Eu ia coloca-la de quatro e meter o ferro na bunda dela, mas vi que ela desmaiou mesmo. Estava exausta! Me assustei muito na hora, pensei que ela tinha entrado em coma. Tirei meu cacete, que ainda tava super duro, e vi que a bucetinha dela tava inflamada, inchada, lambuzada e sangrando muito. Acho que exagerei. Tô acostumado a comer mulher da minha idade ou mais velhas. Ela ainda era virgem e muito novinha. Será que devia ter ido com mais calma? Ah, que nada! É melhor ela já ir se acostumando, pois a rapaziada não dá moleza não, e come meeeeeeesmo! Pensei em deixá-la lá, peladinha naquela poça de esperma, sangue e suor, para que pudesse se recuperar e acordar mais tarde, se lembrando de mim ao tocar na bucetinha e sentir uma dor enorme, mas tive uma idéia melhor. Vesti-a, e a carreguei até seu apartamento. Quando toquei a campainha, o general atendeu e soltou um urro de pavor ao ver a filha desmaiada nos meus braços. Disse a ele que a tinha encontrada desmaiada no parque e então a trouxe para casa. Ele quase beijou minhas mãos em agradecimento. Fui ao quarto dela e a estendi na cama. Tive que me conter para não pular em cima dela ali mesmo… O general deu um pouco de éter para ela cheirar e ela acordou na hora. Ficou assustada e desorientada quando viu seu pai apertando minha mão em agradecimento pelo que fiz e me dando carta branca pra vir à sua casa quando quisesse. Ah se ele soubesse o que realmente eu tinha feito. Que a filhinha dele não era mais virgem e estava desmaiada porque eu enfiei o cacete nela a manhã inteira! Aaaahhh! Depois disso eu passei a freqüentar sua casa, ganhei a confiança do general, e transei com Kátia várias e várias vezes em seu quarto, às escondidas. Passei a comê-la também em outros lugares, como uma vez em que carquei o ferro em sua bundinha no capô do meu carro! Mas essa… é uma outra história que contarei em breve! Se alguém quiser saber mais ou tiver vivido um caso semelhante, me escreva.

 
Sexo por Telefone

Add a Comment

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.