Titia safada adorava o sobrinho que a comia gostoso

Ah, tia Nair… encantou-se com o sobrinho Tomé e daí em diante foi só festa! Ela era uma mulher madura, solteira, nunca quis se casar. Tinha um belo corpo, que era cuidado com massagens e muita academia. 52 anos? Não parecia…
Ele, o sobrinho preferido, já tinha seus 26 anos, namorava, mas como segredou a ela um dia, as novinhas não faziam nem a metade do que ela conseguia fazer!
Como é que começou essa relação dos dois? Tomé não era de guardar segredos e me contou um dia.
– Olha, eu ia muito na casa dela, gostava um bocado de ir lá. Batíamos ótimos papos. Desde menino que eu achava ela a melhor tia do mundo. E ela me adorava também. A primeira vez que rolou alguma coisa eu me lembro direitinho, parece que foi ontem, mas foi quando eu já tinha 19 anos.
Estava na casa dela, a gente sempre via televisão deitado na cama, porque na casa dela só tinha televisão no quarto. Em um certo momento, ela se levantou, falou que tinha comprado uma coisa e queria minha opinião. Fiquei esperando, ela pegou no guarda-roupa e entrou no banheiro. Quando voltou, estava só de saia e com um sutiã preto, muito bonito.
– Gostou? Ela me perguntou. Era do sutiã que ela perguntava. Subiu na cama, ficou de joelhos, eu também me ajoelhei e, de frente para ela, examinei o sutiã. Era bonito e um bocado transparente…
E ela me deixou mais doido ainda, porque pegou minhas mãos e fez eu pegar nele, ou seja, nos seios dela!
– Sente a maciez, não é maravilhoso?
Comeceu a gaguejar, fiquei muito excitado e ela notou. E aí fez uma coisa que depois ela me disse que não entendeu como nem por quê. Tirou o sutiã e ficou me mostrando os seios. E sem mais nem menos, apalpou meu pau, viu que estava duro e abriu minha calça e me fez um boquete melhor que todos os boquetes que eu já tinha recebido. Que que era aquilo! Fantástico!
Esqueci que ela era minha tia. Peguei nos peitinhos, é isso mesmo, bem pequenos!, mamei neles e depois ela quis que eu a comesse. Não resisti, deitei em cima dela e foi no papai e mamãe mesmo. E depois ela me cavalgou e voltamos, em seguida, ao papai e mamãe, ela gozou e eu continuei metendo e quando vi que ia acontecer, tirei o pau e gozei na barriguinha dela.
Foi ótimo, não deu traumas, e resolvemos que iríamos continuar.
Em outro dia, eu parei na casa dela depois de jogar uma pelada com amigos.
– Ei, tia Nair, posso tomar um banho aqui? Estou fedendo de suor por causa do jogo!
– Claro que pode, Tomé. Entra lá, vou pegar uma toalha pra você!
Quando ela entrou no banheiro, eu ainda estava tirando a camisa. A bermuda já tinha tirado e ela viu aquela cena que achou bonitinha, eu pelado, tirando a camisa e o meu pinto soltinho, soltinho… ela não conseguiu resistir, pegou nele e me fez um boquete. Então eu tirei a roupa dela, puxei-a para dentro do boxe e ela me deu banho… um tesão de banho, com um boquete ótimo, e uma chupada que dei na bucetinha dela que ela quase caiu.
Sentei no chão, e ela sentou em cima e ali transamos.
– Tomé, a cada dia que passa isso fica melhor!
– Também acho… e precisamos continuar, para ficar melhor ainda!
Outro dia eu já estava lá, fazia um calor infernal, eu estava estudando. Ia pra lá por conta do sossego, em minha casa há tanto barulho que não dá pra ler nada. Mas com o calor, eu acabei ficando com sono. Fui pro quarto, tirei a roupa, fiquei só de cueca e deitei. Cochilei, não cheguei a dormir profundamente porque percebi que ela entrava no quarto e sentava-se na cama ao meu lado.
Pensei: não vou fazer nada, vou fingir que durmo, quero ver o que ela vai aprontar.
E vi!
Acredita que ela enfiou a mão dentro da minha cueca, pegou meu pau e ficou bricando com ele? Como é que se pode fingir que estamos dormindo com uma situação dessas? Mostrei que estava acordado! Ela me sorriu e falou que era irresistível… tinha de pegar!
E depois de pegar… chupou, claro! Me deixou com o pau duríssimo, tirou a roupa, deitou-se na cama e lá fui eu usufruir de novo daquela bucetinha linda. Comi de frente, de lado, de quatro e ela ainda fez questão de beber meu leite, que não estava quente, mas é muito vitaminado!
– É cara, você tirou a sorte grande!
– Se tirei, Kaplan… ela transa muito melhor que qualquer namorada que já tive. Tem experiência, pois já fiquei sabendo que mesmo não tendo casado, ela aproveitou muito bem a vida!
E nem te conto, cara… semana passada consegui algo que parecia impossível, já tinha pedido mas ela não deixava. Mas finalmente concordou e consegui um anal jóia com ela.
Eu estava acordado desde cedo e resolvi ir tomar café da manhã com ela. Passei na padaria, comprei uns brioches e bati lá. Ela veio atender, ainda de camisola, branca, de seda, de alcinha, coisa fina.
Me levou direto pra cama. O café teria de esperar! Me deixou só de cueca, beijou meu peito todo, e a mão chegou lá e endureceu o bicho… ai tirou minha cueca, me chupou, sentou em meu pau e me cavalgou até dizer chega e aí, pra minha surpresa, ficou de quatro e falou que podíamos tentar.
Eu tentei, passei óleo no cuzinho dela, em meu pau, fui enfiando bem devagar, ela reclamou um pouco, mas depois que a cabeça entrou ficou mais fácil e conseguimos uma transa bem legal.
Depois que terminamos, ela me falou que sempre tivera vontade, mas coragem… nunca! E resolveu tentar, pois nunca tinha tentado.
– E gostou, tia?
– Olha, Tomé, ainda prefiro as coisas mais tradicionais, mas não é ruim não. Podemos voltar a fazer de vez em quando!

(escrito por Kaplan)

Sexo por Telefone

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