Suruba com a noiva

Naquela noite tinha sido a minha despedida de solteira. Tínhamos estado na boite a dançar até às 3 da manhã. Tínhamos bebido demais. Eu e as minhas amigas tínhamos conhecido uns caras bem divertidos. Quando souberam que era eu a noiva, todos quiseram dançar comigo. Alguns eram um pouco atrevidos e se roçavam no meu corpo. Eu de início tentava desviar-me, mas depois com a continuação fui deixando. Estava a ser gostoso demais. Eles eram um pouco ordinários. Podia ouvir eles falando uns com os outros que a noiva era muito gostosa, que tinha um grande rabo. Alguns a dançar comigo colocavam as mãos nas minhas ancas, para depois as deixar descair e apertarem a minha bunda, num sinal de deboche, de desrespeito. Acho que por ter bebido demais até estava a gostar e deixava os caras judiarem de mim.

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Já era tarde e as minhas amigas foram indo embora para casa. Fiquei só com a Ju e com os caras. A boite ia fechar e saímos. Eles vieram connosco. Um deles era alto e tinha o cabelo rapado, deu-me a mão e seguimos à frente do grupo. Atrás vinha a minha amiga Ju, com outro cara. Atrás de nós vinham mais dois rapazes. A minha visão estava turva da bebida. Acho que a Ju ainda estava pior que eu.

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Entrámos num beco escuro. O cara que vinha comigo, me colocou junto a uma parede e se colocou de frente para mim, começando a beijar-me. Nossa, como beijava bem. Enquanto me beijava, o cara passava a mão pelo meu corpo. Eu dizia para ele parar, porque estava noiva e ia casar. O cara nem me ouvia, e me apalpava os seios, me abrindo o soutien e os puxando para fora. A Ju estava na parede em frente sendo beijada e apalpada por outro cara. Os outros dois olhavam para nós, para ver o que acontecia. O cara que estava comigo depois de me lamber os seios e chupar os bicos duros, me levantou o vestido e me apalpou a buceta por cima das calcinhas. Depois virou-se para os amigos e riu-se dizendo que a noiva estava bem molhadinha. Afastou o elástico das minhas calcinhas e mostrou a minha buceta para os amigos. Depois com os dedos abriu-a e disse aos amigos quem a queria provar. Um deles avançou e abaixou-se para depois colocar a língua na minha buceta. Tremi de excitação. Gemi, contorci-me, enquanto o cara chupava o meu grelo e enfiava primeiro um dedo, depois dois na minha buceta. Os outros me observavam, com as rolas fora das calças se masturbado.

Aí o cara que parecia ser o líder, mandou o cara que me lambia a buceta se afastar e se aproximando de mim pegou na minha mão e a levou até à rola dele, percebi que não ia conseguir resistir. Estava dura e era enorme. A minha buceta piscava. Não me aguentei e me abaixei e abocanhei a rola do cara. Lambi-a primeiro, para depois começar a mamar com vigor. O cara por vezes segurava na minha cabeça e metia com mais força a rola dentro da minha boca me sufocando. Por fim outro cara empurrou-o, dizendo que agora era a vez dele e colocou a rola na minha boca. Excitada comecei a mamar a outra rola que nem uma puta. Ests rola era mais curta, mas bem mais grossa que a anterior. Mal cabia na minha boca. O cara disse para o amigo que a noiva mamava muito bem. A Ju na parede contrária mamava também noutro cara. Por fim os caras colocavam as rolas perto da minha boca e eu ora mamava uma, ora outra, ora outra. Quando me coloquei de pé, os caras começaram a levantar o meu vestido novamente. Sentia seis mãos a percorrer o meu corpo, a me apalparem os seios, a buceta, o rabo. Não aguentava mais. Os meus lábios vaginais estavam inchados, ansiava ser penetrada por aqueles caras, deixei eles tirarem-me as calcinhas primeiro e de seguida o vestido. Fiquei completamente nua, só com as sandálias de salto alto. Os caras me diziam que iam rebentar a buceta da noiva, que a iam alargar tanto, que na noite de núpcias o corninho ia desconfiar e ficavam rindo na minha cara. Eu nem queria saber, desejava ser penetrada, chamei-os de filhos da puta e incitei-os a me penetraram. Eles estavam sem camisinha, podiam-me engravidar. Um dos caras que se posicionou na frente, para me comer, disse mesmo aos amigos que ia engravidar a puta da noiva. Foi em pé, contra a parede, que o primeiro cara meteu em mim. O pau dele era tão grande que a minha buceta, parecia que se ia rasgar toda. Gritei de dor, mas o cara nem quis saber, enfiou tudo, mesmo tudo até ao talo e depois começou a socar forte. A minha buceta alargou tanto que primeiro foi uma dor enorme, mas depois me acostumei e começou a ser bom demais. Enquanto um me fodia, o outro cara me beijava na boca. Quase que parecia um estupro, mas eu estava gostando demais. Aí o cara começou a foder-me mais rápido e mais rápido ainda e a respirar mais depressa até se vir na minha buceta, enchendo-a de porra. Foi tanta porra, que começou a cair pelas minhas pernas. O outro cara, tomou a posição do amigo e me fodeu de seguida. Eu me segurava, ao pescoço do cara, que metia em mim com força. Me vim muito rapidamente. Não sei se pelo efeito da bebida, se pelo orgasmo ter sido tão intenso, quase desmaiei. Senti pouco tempo depois o cara me encher a buceta de porra de novo e ter depois limpado o pau ao meu vestido. Fui ainda fodida pelo terceiro cara, que se tinha masturbado enquanto assistia os amigos a me foderem. Por fim, o cara que estava com a Ju veio na minha direção e me pediu para me colocar de gatas. Eu obedeci sem perceber logo o que ele queria. Quando senti o cara por trás a roçar o pau na entrada do meu cuzinho, com medo de doer, disse para o cara parar. A Ju dizia para eu experimentar que ia ser super gostoso. Aí, fui enrabada pelo cara que tinha comido a Ju. O cara me fodeu o cuzinho, me dando tapas nas nádegas com uma das mãos e puxando o meu cabelo com a outra, me levantando a cara e deixando-a à mercê das rolas dos amigos, que duras novamente, ora as batiam contra a minha cara, ora as enfiavam na minha boca para eu as mamar.

No fim os caras puxaram as calças para cima e se foram embora se rindo de nós e comentando a sururuba com a puta da noiva. Eu e a Ju ficámos apanhando as nossas peças de roupa do chão e nos vestindo.

Felizmente, só me casei na semana seguinte, pois fiquei tão rebentada, que durante uns dias, nem me conseguia sentar.

Foi pouco tempo depois de me casar que soube que estava grávida. O pior é que não sei quem é o pai. Já pensei em contar tudo ao meu noivo, mas como tenho medo que ele se zangue, ainda não contei nada. Acham que não devo contar?

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