Sexo no escurinho do cinema

Meu nome é Jorge, sou casado, moro em Brasília, tenho 41 anos e sou bem abastecido, especialmente na consistência. Tenho a maior tara em casais. Em março ultimo conheci um casal num chat e quero associar a experiência que tive, uma vez que foi bastante gostosa. Conheci o companheiro no chat e ele me disse que eram inexperientes, porém já tinham adotado a decisão de fazer sexo com outro homem. Trocamos diversos emails e o primeiro abalroamento foi combinado num casa de um centro comercial daqui e seria uma abalo para a mulher. Eles tinham essa imaginação de acalmar alguns toques íntimos num casa com outro homem, e combinamos começar nossa afeição dessa maneira. Demos nossas qualidades físicas e fiquei esperando por eles, no antessala de chegada. Eles chegaram com uns 10 minutos de adiamento e o filme já havia aberto. Eles tinham 37/35 anos, casados a 13. Borras é morena clara, bonita, corpo estilo adulterada magra, trajava um abafado um pouquinho acima dos joelhos e blusa. Mario é alto, acolhedor e aparecia vestindo acarneirado e gravata. Eles entraram e fui atrás, sentando ao lado da mulher, com uma cátedra nos separando. Logo comecei a abrigar-se nas pernas dela, o que me deixou excitado e, de acordo com combinado com o companheiro, comecei a abrandar meu pau e logo o coloquei para fora da calça, me masturbando aos poucos. Ela no inicio ficou meio encabulada, uma vez que não sabia da abalo. Como o casa aparecia abarrotado e com um filme barulhento, o companheiro me chamou e combinamos ir até um barzinho. Fomos, cada um no seu automóvel, para um aparador do Alameda da Município. Como eles eram iniciantes e estavam meio receiosos, para não se exporem, não quizeram entrar no barzinho e ficamos conversando no estacionamento. Logo o companheiro me convidou para entrar no seu automóvel. Ficamos conversando e logo comecei a aplaudir a mulher dele, e ele sugeriu para a mulher abancar comigo atrás. Ela se acomodou e logo a abracei e, elogiando-a, comecei a mudar a outra mão nas pernas dela, subindo aos poucos até alcançar próximo da calcinha. Entao perguntei que coloração era a calcinha dela… e o Mario disse: Amor, mostre para ele. Entao ela levantou mais o abafado e pude analisar que era de coloração branco. Aí eu disse: Borras, visto que vc não atilho essa calcinha… O companheiro prontamente concordou comigo… Ela entao tirou e pude analisar uma buceta atraente, sem pelos, inteiramente raspadinha… Eu a beijava e tocava carinhosamente na bucetinha da Borras, que já aparecia bem úmida e quente. Tirei meu pau para fora e ela viu e logo disse: Hummmm… que pau grande e abundante… e ficou acariciando… Estávamos bastante excitados e a Borras perguntou ao Mario: Amor é isto que vc queria não é? Analisar outro homem tocando em minha buceta… Ele, já com o pau para fora, disse: Quero isto e bastante mais amor… Ela continuava alisando meu pau… e em seguida disse para o companheiro: Amor, pegue no pau dele e veja como é bom. O Mario de imediato se virou mais também e pegou no meu pau o que me deu uma percepção bastante gostosa, embora de ter sido a 1a. vez que outro homem pegou nele. Ficaram os 2 alisando meu pau… e logo o companheiro pediu para ela chupar ele um pouquinho. Ficamos dessa maneira trocando caricias por uns 30 minutos. Como aparecia um tanto tarde e não tinha aconselhável em casa que iria demorar, combinamos de nos obter para irmos para um local apropriado.

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Qualquer casal ou mulher de Brasilia e redondeza que queira preservar contato comigo, é apenas acoimar para Qualquer casal ou mulher de Brasilia e redondeza que queira preservar contato comigo, é apenas acoimar.

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