Sendo Prostituta por uma noite

Nos meus contos anteriores prometi que contar-vos a minha experiência do único dia em que o meu afilhado não me fodeu, antes do dia do seu casamento. Cá estou então para vos relatar essa experiência. Nunca contei esta experiência a ninguém… nem à minha melhor amiga, Cleide, mãe do meu afilhado, pois tenho a certeza que se lha contasse ela me chamaria maluca.
Faltavam poucos dias para o dia do casamento de Gustavo e ele levou os pais, a noiva e os futuros sogros a jantar no local onde se iria realizar a boda, aproveitando para tratar dos últimos pormenores. Ele queria que eu fosse também, mas eu preferi ir passear um pouco sozinha.


Jantei num restaurante português e depois deambulei um pouco pelas ruas da cidade, até que me deu vontade de tomar uma bebida. Procurei um bar que me agradasse e encontrei um barzinho com um ambiente muito acolhedor, onde se escutava música agradável. Entrei e pedi uma caipirinha.
Notei que o bar era frequentado maioritariamente por mulheres de média idade, todas elas muito bonitas que se vestiam de modo muito sexy e provocante. Algumas eram procuradas por homens de várias idades que, após uma pequena abordagem, acompanhavam-nas ao balcão, onde eram atendidos por um funcionário a quem pagavam uma quantia em dinheiro. Depois, passavam através de uma porta e deixava de os ver. Percebi então que me encontrava num local de engate de mulheres maduras.
Assim que me apercebi do ambiente que me rodeava preparei-me para me ir embora, mas, quando já me levantava para sair, dois homens aproximaram-se de mim e saudaram-me muito simpaticamente:
– Ei, lady… how do You do? Wood you like a drink?
Eram turistas ingleses. A minha vontade era ir embora dali mas não quis ser desagradável e aceitei a bebida. Vieram mais 3 caipirinhas para a mesa. Eles eram muito simpáticos. Iniciámos uma agradável conversa e o gelo foi-se quebrando, um pouco pela simpatia deles e também pelo efeito do álcool, que já se ia fazendo sentir.
À minha quarta caipirinha eu dava sonoras gargalhadas com as piadas deles e não me fiz rogada quando eles me pediram para lhes mostrar os meus seios… abri a minha blusa e baixei o soutien mostrando-lhes os meus seios fartos e perguntei-lhes:
– Here they are… do You like it?
Um deles acariciou-me os seios, lambeu e mordiscou-me suavemente os mamilos e respondeu:
– Huuuummm… they are so good!
O amigo olhou-me sedutoramente e perguntou-me:
– Do You wanna fuck? How much for a fuck with both of us?
Eles pensavam que eu era prostituta e percebi que estava vestida como elas, até mais provocante do que algumas. Senti-me perturbada e respondi gaguejando:
– I… I… I think not. I… I’m going home.
Ele respondeu:
– Well, well… honey, don’t be afraid. Please, don’t go. You are so sexy and we’d love to fuck You.
Ao dizer isto, tirou uma carteira do bolso do casaco, donde retirou 300 euros em notas e entregou-mos. Agradou-me o pensamento de aqueles desconhecidos estarem dispostos a pagar-me uma quantia tão avultada para me foderem e tive um pensamento um pouco depravado. Sorri-lhes maliciosamente e disse-lhes:
– If You pay more 300 euros, I’ll fuck You both all night.
A minha intenção era levá-los a desistirem da ideia mas eles pronunciaram um “wooowww…” e depois de trocarem algumas impressões, acabaram por responder:
– Ok… We’ll give You the others 300 euros in the room.
Eu acabara de conseguir ganhar a “módica” quantia de 600 euros somente numa noite. Apenas teria que fazer sexo com aqueles desconhecidos durante a noite inteira.
Eles pagaram todas as bebidas e também o aluguer do quarto onde me iriam foder e fomos para lá. Chegados ao quarto, conversámos um pouco para quebrar o gelo e para nos conhecermos melhor. Fiz questão de ver os seus pénis, pois, pelo valor que me estavam a pagar, certamente que iriam querer fazer de tudo, inclusive anal e até dupla penetração, o que viria a mesmo a acontecer. Eram médios e achei que aguentaria com ambos.
Eram empresários, sócios e gerentes duma empresa qualquer e estavam de férias. Vou chamar-lhes Harry e Will. Todos os anos passavam férias juntos num país diferente; uma semana apenas eles e na outra semana juntavam-se as suas esposas, que chegariam daí a 2 dias. Decidiram aproveitar aquele dia para se divertirem com garotas brasileiras e ficaram surpreendidos quando lhes disse que sou portuguesa.
Deram-me os restantes 300 euros e eu senti-me um pouco envergonhada. Harry perguntou-me porque estava assim:
– Why are You embarrassed?
Eu respondi que nunca ante tinha fodido por dinheiro:
– I never fucked for money.
Will elogiou-me e disse que me pagavam com muito prazer:
– Don’t be like that. You are so sexy and we pay with much pleasure.
Senti-me lisonjeada com o elogio de Will e, com um sorriso provocante disse que eles dar a melhor foda da vida deles e Will respondeu-me que não tinha dúvidas disso:
– You will have the best fuck of your lives.
– I have no doubt that.
O quarto estava muito bem mobilado e decorado para a prática de sexo. Tinha uma cama enorme e existiam espelhos em todas as paredes e até no teto, de modo a poder-se apreciar todo o ato sexual de todos os ângulos. Sentámo-nos na cama e Will começou logo a tirar-me o soutien e acariciar-me as mamas, enquanto Harry se dedicava à minha xaninha: “What a big tits” – dizia Will; “What a nice pussy” – dizia Harry; “They’re all yours” – respondia eu.
Despiram-se e colocaram-se um de cada lado de mim, de pénis em riste para eu chupar. Fui sugando, ora um, ora outro, enquanto eles me acariciavam os seios e a minha ratinha. Comecei a sentir arrepios e tremores, a minha respiração ficou ofegante e comecei a soltar suaves e quase inaudíveis sussurros abafados de prazer:
– Huuuummmm… uuunnnffff…
Eu sentia os paus deles a inchar e a pulsar de tesão na minha boca e nas minhas mãos e pelos seus gemidos percebia-se que eles começavam a ficar doidos de tesão:
– Oh yes… what a beautiful mouth… – Gemia Will.
– Suck that cock… oooohhhh ya… do it… – Gemia Harry.
Senti o meu clitóris a latejar, sinal de que a minha cona estava a precisar de pau. Cavalguei Will, enquanto Harry me amassava as mamas. Comecei com movimentos lentos de vai-vem e fui aumentando o ritmo da cavalgada. Pouco tempo depois já gemia como louca:
– Oh yes… fuck me hard… that’s so good… oh yaaa…
Will pediu-me que gemesse em português e eu fiz-lhe a vontade:
– Honey… moan in portuguese… please…
– Oooohhh… fode-me… forçaaaa… siiiimmm… oooohhhh… que boooommmm…
Harry disse que também me queria foder e eu montei-o, mamando agora no pau de Will. As minhas mamas eram amassadas enquanto eu cavalgava. Harry bombeava o pau na minha cona a um ritmo frenético e eu comecei a chamar-lhe nomes insultuosos, libertando os meus instintos animalescos. Sentia-me como uma cadela com cio:
– Oooohhhh… filho da putaaa… cabrãããooo… fodes-me todaaaa… aaahhh…
Mudávamos de posição a um ritmo louco; num momento montava Harry de frente e no momento seguinte montava-o de costas, mamando sempre no pau de Will. Eu não podia gemer porque tinha sempre a boca ocupada com o pau de um ou do outro. Apenas se escutavam os gritos de Harry e de Will e os meus sussurros abafados que eu não conseguia suprimir, tal era o tesão que eu sentia:
– Huuuummmm… huuuummmm… huuuummmm…. – gemia eu.
– Oh yes… You fuck so good… – gemia Harry.
– Oooohhh… suck that cock You bitch… oooohhhh yes… – gemia Harry.
Senti que se aproximava o meu primeiro orgasmo. Will fez-me deitar de lado e, colocando-se por detrás de mim, levantou-me uma perna e penetrou-me enquanto eu chupava o pau de Harry. Ao fim de algumas bombadas, comecei a sentir contrações na minha vagina e tive o meu primeiro orgasmo da noite, gritando como doida:
– Aaaahhh… aaaahhhh… venhooooo… que boooommm… uuuuhhhh…
Harry e Will trocavam impressões sobre mim. Estavam encantados comigo e com a minha foda:
– What a great fuck, isn’t it? – Perguntava Harry.
– She’s amazing. – Respondia Will. – uuuuhhh… She’s so gooood…. oh ya…
Senti-me uma autêntica prostituta pela maneira como estava a ser usada por aqueles britânicos. Logo após o meu orgasmo, fizeram-me deitar de costas e Will começou a masturbar-se entre as minhas mamas enquanto Harry me fodia. Eu estava a ser um verdadeiro brinquedo sexual nas mãos deles. Agora que tinha a boca livre, não conseguia conter os meus gritos até então suprimidos:
– Aaaahhhh… selvagens… fodem-me todaaaa… seus filhos da putaaaa… cabrões… oooohhhh….
Will deitou-me de lado e, apontando a cabecinha do seu pénis ao meu orifício anal, enrabou-me sem dó, enquanto eu chupava e lambia o pau de Harry. Não tardou muito para que todo o meu corpo começasse a estremecer descontroladamente com a chegada do meu segundo orgasmo da noite, ainda mais explosivo do que o segundo. Os nossos gritos e gemidos eram escutados fora do nosso quarto:
– Aaaahhhh… venhoooo… esporro-me todaaa… meus cabrões… de merdaaaa… oooohhhh… – gritava eu.
– Oh yes… what a wonderful ass… you fuck so good… oh yaaa… – gritava Will enquanto me enrabava.
– Ooohhh… suck that cock you bitch… do it… uuuhhh it’s so good. – gritava Harry.
Finalmente aconteceu o que eu calculara que aconteceria mais tarde ou mais cedo… fui duplamente penetrada. Will deitou-se de costas e, puxando-me, enterrou-me o seu pau todo no meu rabo e Harry penetrou-me a vagina. A partir daqui, os meus orgasmos foram-se sucedendo, uns atrás de outros e os meus gritos de prazer eram ouvidos em todos os quartos:
– Oooohhh… fodam-me todaaaa… rasga-me esse cuuuu… fode essa conaaaa… aaaahhhh… não… aguentoooo… vocês matam-me… oooohhhh…
Eu ainda estava um pouco dorida da dupla penetração do dia anterior, com Gustavo, meu afilhado e com Luís, seu patrão, no meu conto “Swing em alto mar”, mas estava tão excitada que já não sentia qualquer dor; apenas prazer… puro prazer. Que loucura! Mais um orgasmo violento e mais gritos que se ouviam em toda a casa:
– Aaaahhhh… vocês matam-me… de prazer… malditos… ingleses… venhoooo… oooohhhh…
Eu estava a ser um objeto de prazer daqueles dois e eles faziam de mim “gato sapato” a seu bel-prazer. Harry deitou-se de costas e puxou-me fazendo-me montá-lo de frente. Nesta posição, fiquei com o rabo empinado e totalmente exposto. Will não se fez rogado e enrabou-me enquanto me insultava com impropérios:
– Take my cock in your ass, you hooker… what a great ass… oh yaaaa…
Os meus orgasmos sucediam-se. O meu cérebro estava vazio de pensamentos e já não sentia rigorosamente nada no meu corpo, a não ser prazer… eu era uma massa informe de puro prazer. Da minha boca já não saíam palavras, mas somente gritos e gemidos provenientes do mais profundo meu ser:
– Aaaahhh… huuuummmm… oooohhhh… uuuuhhhh…
Eu já nem esboçava qualquer reação quando eles me davam ordens. Era uma verdadeira escrava sexual. Eles ordenavam e eu simplesmente obedecia. Harry fez-me deitar de costas e penetrou-me a vagina e Will ofereceu-me o seu pau para eu chupar.
Eu estava em êxtase completo e já nem me apercebia de quando eles trocavam. Quando voltei a abrir os olhos, já era Will quem me fodia, enquanto Harry me fodia a boca. Pelos seus gritos selvagens percebia-se que ambos estavam prestes a virem-se:
– Oh yes… you fuck so good… you mother fucker… I’m cumming… Oh yaaa… – gritava Will.
– Suck my dick, you bitch… do it… I’m cumming too… oooohhhhh… yaaaaa…
De imediato me fizeram sentar e colocaram-se um de cada lado, masturbando-se freneticamente e preparando-se para despejarem todo o seu esperma sobre o meu corpo e eu gritei-lhes e insultei-os, estimulando-os a esporrarem-se nas minhas mamas:
– Seus filhos da puta… estupores… cabrões de merda… foderam-me toda… deêm-me os vossos leites todos… esporrem-se aqui… issoooo…
Não tardou muito para que uma série de jatos de esperma inundassem as minhas mamas, acompanhados de autênticos urros selvagens de prazer que ambos gritavam, enquanto eu continuava a insultá-los:
– Oooohhhh… yessss… uuuuhhhh… yaaaa… take it, you hooker… – gritavam eles.
– Seus cabrões… vocês estão cheios de leite… seus velhacos de merda… parecem toiros… selvagens.
Eles não percebiam nada do que eu dizia, mas ficavam vidrados de tesão com os meus gemidos e insultos. Perguntei-lhes se tinham gostado e eles responderam que apenas tinham começado e que me tinham pago para me foder toda a noite e que eu era deles. Esta foi apenas a primeira foda da noite, pois estivemos sempre a foder até às 4 horas da madrugada, até que caímos na cama e adormecemos instantaneamente, completamente esgotados e com os nossos corpos encharcados de suor e esperma.
Cheguei a casa de Cleide eram 6 horas da madrugada, estavam todos acordados e preocupados por não saberem onde eu estava. Não lhes disse onde tinha estado e fui imediatamente para a cama, pois estava esgotada.
O dia seguinte a esta aventura foi véspera do dia do casamento de Gustavo. Ele tinha programado uma festa de despedida de solteiro e será este o tema do meu próximo conto. Aguardem-me.
Espero que tenham gostado e, se gostarem, votem, por favor. Obrigada por lerem os meus contos.
Graça Garcia

Sexo por Telefone

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