Santo brinquedo!

Sou Marcelo 38 anos, gosto de descobrir novas experiências e maneiras de apimentar a relação sexual entre minha esposa e eu. Acho muito pouco a vida sexual do casal resumir-se apenas a cama. Fantasias, jogos sexuais, fetiches… em fim ter uma relação em que se permita dialogar e viver novas aventuras sem pudores ou mentiras, é claro respeitando até onde é consenso entre os dois.

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Peço permissão ao leitor, para poder explicar o funcionamento do dito brinquedo, título deste verídico conto, faz-se necessário para entender o enredo e será apenas no próximo parágrafo.

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Navegando pela Net, vi uma reportagem que me chamou atenção de um pequeno vibrador feito para o casal chamado We-vibe. Não pensei duas vezes, fiz o pedido e comecei a planejar uma surpresa de como apresentar a encomenda a Débora, minha esposa. Você pode estar se perguntando o que tem demais esse dito brinquedo? Digo, achei interessante por ele ser em formato de um U, portanto, com duas extremidades onde uma entra na vagina e a outra no ânus, tem mais, por conta do seu tamanho a reportagem dizia que era possível a mulher caminhar com ele dentro do corpo sem ele ser percebido, pra completar o acessório vem com controle remoto de liga/desliga e é possível controlar a velocidade e a escolha de como quer as vibrações, se prolongadas, curtas ou mistas.

Alguns dias depois recebi minha encomenda e já tinha tudo planejado na minha cabeça, ela e eu gostamos de sair para barzinhos com música ao vivo, tomarmos umas bebidas e depois muito sexo. Dessa vez, a minha ideia foi de iniciar as preliminares no próprio bar, queria ver o comportamento de Débora sentindo prazer em meio a outras pessoas, no entanto, sem poder chamar a atenção. Tudo pronto para a noite, Débora é uma linda mulher, cabelos longos, peitões naturais e usa nesta noite um vestido longo daqueles que marcam todo o corpo com recortes e decotes, os seios parecem que vão saltar do longa, há cordões entrelaçando de um lado a outro, batom vermelho e uma maquiagem realçando ainda mais os olhos castanhos claros, isso tudo sobre um salto alto vermelho (mulher devia ser obrigada a usar saltos sempre, inclusive na cama, a única exceção seria na praia), elegantíssima e sensual.

Chegamos ao bar que escolhi por ter dois grandes ambientes, interno e externo, a acústica do local ajudar-me-ia no plano, sentamos em uma pequena mesa para duas pessoas um pouco mais reservada na área externa. Já havíamos frequentado aquele local meses atrás, porém, para nossa surpresa o público do bar mudou radicalmente, o que era um ambiente mais tranquilo de casais e amigos, virou praticamente uma república de estudantes, devido a abertura de uma faculdade nas proximidades do bar, Débora olhou pra mim antes de sentarmos como quem queria ir para outro lugar, só que para a minha ideia da certo achei por bem permanecer ali mesmo, nossas vestimentas eram totalmente contrárias do público presente, ela sentiu-se meio um peixe fora d’água. Só que ela não era o peixe e sim a sereia e mais ainda, única. O bar estava bem cheio, por volta de 150 pessoas.

Por ser uma noite quente resolvemos tomar Chope e alguns copos depois, Débora quer ir ao banheiro, levantei-me com ela e seguimos o caminho, ela a frente e eu mais atrás segurando uma de suas mãos sobre seu ombro, foi um zum zum zum, aliás tenho que admitir foi um show de Débora atravessando esse salão, nas mesas homens e mulheres olhando e comentando, retornamos ao nosso local e sorrimos. Claro que sinto ciúmes dela, contudo, mais do que ciúmes a vaidade de ter uma linda mulher, não posso impedir que a admirem, olhem mesmo mas sei que é minha, assim como sou dela.
Mais alguns Chopes, conversa vai, conversa vem… é chegada a hora! Digo que tenho um presente para ela, mas que tem que ser usado agora!

– Hum, e o que é?
Surpresa! vais usar? Ela concordou.
Em uma caixinha muito elegante está o brinquedo, cabe na palma da mão, ela pegou e me perguntou o que era, explico-lhe que deve ir ao banheiro passar um gel e introduzir na buceta e no cuzinho e voltar pra mesa (o interessante é que ela não sabia que tinha um controle, deixei programado e guardei no meu bolso).

Ficou vermelha (ela tem pele branquinha), envergonhada mas sorriu e pensou! Eu sabia que ela faria, é safada e estava curiosa com o que ia acontecer. Foi ao banheiro novamente dessa vez sozinha, e eu já de pau duro pensando em ver sua cara, não tinha condições de me levantar. Novamente a rainha da noite atravessava o salão, eu e todo mundo de olho, que mulher gostosa!

Minutos depois está de volta sentada a minha frente, falou que cumpriu minhas ordens direitinho, mais sorrisos e… pronto! Acionei o controle, ela se contorceu toda sentada na cadeira, tomou um susto mas tinha que disfarçar, pois havia muita gente em volta, o Wibe faz um barulhinho semelhante a uma bateria de celular vibrando em proporção um pouco menor, por isso na preocupação de alguém escutar e suspeitar de algo procurei um ambiente com música ao vivo, como também o fato de ser um ambiente aberto, isto ajudava ainda mais. Comecei com a programação em baixas vibrações só pra ela sentir como seria, depois lentamente fui aumentando. Ela olhava-me, baixava a cabeça e cobria o rosto com as mãos e o cabelo, pedia:

– Para!
Eu diminua, parar não! Agora que estava começando a diversão, aos poucos foi relaxando e se entregando, dava pra ver os bicos daqueles peitões arrepiados. Eu havia pedido mais chope e com colarinho, ela deu um gole e deixando um pouco de espuma naquela boca vermelha que eu imaginava como uma gozada minha, deixei em vibrações mais lentas, acendi um cigarro e dei pra ela junto com chicletes, ela tragava, mascava e lentamente soltava a fumaça do jeito que gosto de vê-la, de vez em quando alguns goles no Chope. Até que fui aumentando as vibrações, Débora escondeu seu rosto nos meus ombros e disse;

– Chega! não aguento mais assim vou gozar!
Tive que desligar, em uma mesa ao lado percebi uma mulher desconfiada e aparentemente se perguntando o que estaria acontecendo. Instantes depois por baixo da mesa Débora rapidamente levou os dedos na sua xana toda molhadinha e discretamente depois passou em meus lábios.

– Tá bom pra você?
Imediatamente pedi a conta, estávamos loucos de tesão. Saindo em direção ao estacionamento agora, mais olhares. Já dentro do carro, Débora diz;

-Agora você me paga!
Lá estava eu já de pau duro outra vez, desse tipo de pagamento estou pronto sempre. Débora nem esperou sairmos do estacionamento, caiu de boca no meu cassete e começou a mamar, um minuto depois pulou no meu colo enquanto eu já dirigia em direção ao motel, cheguei o banco um pouco mais pra trás, ela sentou na minha pica de frente pra mim e deixou a mostra aqueles melões tocando meu peito, eu conduzia lentamente olhando por cima dos ombros dela, ela rebolava como podia. É início de madrugada, a cidade está calma, sinal fechado parei em uma rua de sentido único que só cabe um veículo, eis que vejo um farol pelo o retrovisor, era uma moto com um casal que encosta justamente do nosso lado, o vidro está fechado e tem revestimento fumê, mas Débora cavalga tanto que o carro balança, o casal percebe e observa, ainda bem que o farol abriu logo e eu arranco chegando finalmente no motel, na portaria chegamos de um jeito não convencional, pedi a primeira suíte que consegui ler sem nem escolher, Débora não sai de cima apenas relaxa um pouco o corpo, vira a cabeça do lado oposto e cobre os seios, a atendente nada fala. Quando finalmente estaciono e abro a suíte, ela me pega pelo o colarinho da camisa e diz;

– Aí agora não!
Saiu me puxando, abriu o porta malas da caminhonete, subiu e ficou de quatro;

-Vem me fode!!!
Que surra de pica! Quando senti que estava perto de gozar, parei e arrastei ela para o sofá no hall de entrada da suíte, uma boa chupada naquela buceta, passando a língua ao redor do cuzinho, peguei o santo vibrador outra vez e agora foi eu que introduzi nos seus dois buraquinhos, dessa vez sem perdão velocidade máxima! Meti minha pica na sua buceta junto com o vibra, que sensação maravilhosa! Meter e ao mesmo tempo aquele negócio massageando, ela gritava e se contorcia, até que gozou! Senti seu corpo tremer, tirei meu pau e gozei em sua cara escorrendo naqueles peitões.

Descansamos algum tempo, depois iniciamos mais uma vez para coroar a noite que descobrimos como uma brincadeira pode apimentar tanto uma relação. Débora continua sendo fogo e eu lenha, ou seria o contrário? Depende do dia, o que importa é que o incêndio sempre vem!

Se vocês também tem alguma brincadeira, fantasias.. que possam interagir, comentem, quem sabe não descobrimos mais uma e depois conto como foi. E se quiserem conhecer mais uma história nossa, é só pesquisar em contos SERÁ QUE TINHA ALGUÉM NOS OBSERVANDO?

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