Quando a piroca é boa, a bucetinha pede muito mais

Olá, me chamo Juliana tenho 26 anos, formada em arquitetura, boa de vida, independente e muito bem resolvida. Bom, sou uma negra dourada baixinha tenho 1,54 mas muito bem distribuídos, seios médios e duros acompanhados com dois pares de piercings douradinhos em cada um, bunda grande e coxas grossas, tudo adquirido com anos de academia.

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Com a minha separação com Marcelo, meu ex marido, minha vida se tornou incrível. Minha família me apoiou bastante e meu foco foi direto para o trabalho e graças à Deus hoje tenho uma ótima condição e diversas casas de auto padrão. Através de uma grande corretora de imóveis aqui do Rj tomei posse de uma casa em São Conrado, sala com teto alto, 4 suites com varandas, piscina, sauna, churrasqueira, adega, não muito longe das praias, um verdadeiro sonho realizado.

Quando os móveis estavam montados e minha casa decorada me mudei com Mariana. A primeira semana foi maravilhosa, meus vizinhos sempre educados e prestativos mas pela falta de tempo acabei esquecendo um pouco do sexo. Na segunda semana, mais precisamente numa sexta-feira, era o dia de Marcelo vir buscar Mariana para levá-la e passar o fim de semana na casa da avó paterna em Rio das Ostras.

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Arrumei minha princesinha, sua mala e fui fazer o almoço pois meu irmão viria passar o dia comigo. Estava simples, vestindo um shortinho de moletom apertado, blusa branca solta sem sutiã, pés descalços e um coque bem bagunçado rs. Deu a hora de Marcelo chegar e sempre pontual ele tocou a campainha, regulei a temperatura do forno, lavei minhas mãos e fui secando as mesmas até abrir a porta mas a sapeca abriu antes e pulava no colo do pai.

Marcelo sempre foi um cara legal e bonito, a família dele tem ótimas condições e foram eles que pagaram os estudos de advocacia do filho. Pelo excesso de ciúmes pedi divórcio, o que foi um choque para todo mundo mas nossa vida seguiu, hoje ele namora Alessandra uma universitária de 19 anos mas muito gente boa que trata Mariana como se fosse uma filha. Na nossa época de casados uma coisa eu não poderia negar, Marcelo sempre foi bom de cama e me fazia gozar como nenhum outro.

— Meu amor, vai lá pegar aquela boneca nova pra mostrar pro seu pai. – pedi para que ela me deixasse a sóis com ele.

— O que tá rolando ? – ele perguntou me seguindo até a cozinha.

— O que tá rolando ? Marcelo você sumiu a quase três meses, ela sentiu sua falta, o dinheiro desnecessário que você manda pra ela todo mês não substitui sua presença e agora só vai ficar dois dias com a menina ? Você é um pai e tanto!

— Aline, minha vida é corrida, eu tento mas as vezes não dá! No próximo mês eu entro de férias e vou levar ela pra Orlando comigo!

— Maldita hora que fui transar sem camisinha com você!

Praguejei baixinho mas ele acabou escutando e dando uma risada, me abaixei para tirar a travessa do forno e quando levantei ele disse o que me deixou encabulada.

— Vai me dizer que não gostou ? Toda vez que a gente fodia sem camisinha eu conseguia te levar nas alturas assim como você fazia comigo. Não gosta da lembrança ?

— Não e já tá na hora de você ir embora.

Ele ficou em silêncio, acompanhando como um ninfomaníaco cada movimento meu desde o balcão até a mesa. Conhecendo ele bem, estava na cara que queria uma foda comigo mas eu precisava resistir mesmo que minha buceta piscava com saudades do pau dele.

Mariana chegou com suas coisas e toda animada pediu para que o pai levasse ela logo, como estava des costas cortando uma carne ouvi nitidamente Marcelo pedir para ela esperar no carro que o mesmo queria falar algo sério comigo. Normalmente não tenho medo da pegada de macho mas naquela hora senti um frio na barriga forte e fiquei atenta a cada passo dele.

Ele me chamou e me assustei pela proximidade da sua voz, quando virei faltava pouquíssimos para nos beijarmos e tive que segurar firme a mármore mas fraquejei ao olhar perdidamente pra boca do desgraçado e todas as nossas noites e madrugadas de fodas vieram para ascender meu fogo.

Ele tomou a ousadia de beijar sutilmente meu pescoço e segurar forte meu quadril, mesmo com a mente dizendo ” não ” eu simplesmente fechei os olhos e deixei que meu corpo tomasse as rédeas. Marcelo foi beijando minha curvatura inteira e descendo as alças da minha blusa, do jeitinho gostoso que sempre fez para me deixar louca. Por cima do short ele massageou meu clitóris devagarzinho e com a respiração já descontrolada joguei minha cabeça para trás e soltei o primeiro gemido.

Nessa hora ele parou com tudo e deu uma risadinha próximo aos meus peitos, fiquei sem entender e ele se afastou, me olhou nos olhos, apertou minha mandíbula com um sorriso sacada e sussurrou no meu ouvido:

— Ta vendo como você ainda me pertence ? Não tente me enganar Aline, seu corpo todo é meu, independentemente do babaca que você tá dando tu vai ser sempre minha e se prepara, porque eu vou voltar para te comer sua gostosa!

Me deu um selinho e um tapa forte na minha bunda, saiu mordendo o lábio e ainda teve a ousadia de pegar um brigadeiro que estava em cima da mesa. Fiquei ali, feito uma idiota tentando entender o que tinha acontecido e como eu pude ser tão fraca, só me toquei quando o forno apitou.

Passei o dia com meu irmão normalmente mas nada me fez tirar Marcelo da cabeça e ele sabia disso. No final da noite me toquei pensando nele e assim foi o fim de semana inteiro.

No domingo lá pelas quatro da tarde ele tocou a campainha, como estava no banho tive que me enrolar numa toalha e sair ainda com o cabelo molhado. Quando abri recebi seu olhar faminto mas o que me estranhou foi a falta de Mariana, olhei para os lado e nada de uma explicação dele.

— Onde está a minha filha Marcelo ? – perguntei pronta para arrumar um escândalo e ele simplesmente passou por mim e se jogou no sofá desfazendo a gravata.

— Deixei ela com a Alice ( minha irmã mais nova ).

— E por que você fez isso ?

— Tenho assuntos pendentes para tratar com você.

— Ah não Marcelo, se você tá pensando que eu vou dar pra você está muita enganado, seu tempo já passou.

Passei por ele e vi que ele se levantou, então subi as escadas correndo e fui para o meu quarto no final do corredor de cima mas quando fui fechar a porta ele entrou com tudo e trancou nós dois ali dentro, fui para um cantinho e fiquei ali. Sabia o que ia acontecer e por mais que sentia medo meu corpo não me obedecia e sentia tesão daquele jeito bruto do Marcelo.

Ele me agarrou pelo braço, me jogou na cama, arrancou a toalha, pertou minha nuca e se sentou por cima das minhas pernas, como um verdadeiro dominante. Cheirou meu cabelo e pele e urrou no meu ouvido.

— Você não pode me negar essa bucetinha, senti saudades do gosto dela e quão submissa você fica comigo, nunca que a Alessandra iria ser assim… Gostosa… Com esse rabo enorme e ainda chupar como você chupa.

— Foda-se Marcelo, sai de cima de mim ou então eu vou gritar! Sai!! – tentava me debater mas da forma que ele me segurava eu só conseguia mexer os dedos.

— Vai continuar me negando vagabunda ? Vai ?

A cada ” vai ? ” ele me dava um tapa dolorido na bunda e assim seguiu por diversas vezes até que senti ela arder de um jeito insuportável e pedi para ele me foder. Eu queria muito senti aquele pau dentro de mim mas o orgulho não deixava porém tive que renunciá-lo a força.

— Me fode, pode comer o que é seu e sempre foi mas me fode logo, por favor…

— Boa garota, nunca mais diga ” não ” pra mim!

Ele me virou e caiu de boca nos meus peitos, mamou feito uma criança e apertou como se não acreditasse que eles estavam de volta nas suas mãos. Só com aquele toque demorado eu tive o primeiro orgasmo mas ainda tinha muita coisa pela frente. Depois dali ele desceu com mordidas até minha bucetinha toda babada, quando encostou a língua quente ergui meu corpo num gemido alto mas ele agarrou firme minhas pernas e chupou, passou ela entre meus lábios, deu linguadinha do grelo com algumas mordidas deliciosas e depois chupou com força, sugando mesmo e ao mesmo tempo dando tapas no meu peito.

Eu delirava, pedia mais, gemia, falava palavrões, segurava com força seu cabelo e esfregava meu mel na cara dele e sem frescuras ele não perdia nada. Fui me sentindo mais quente e sensível até que gozei gostoso, Marcelo fissurado no meu suco bebeu tudinho e veio me beijar, sedento e sem censuras ele enfiava a língua no fundo da minha boca trocando nossos gostos e lá embaixo fazia uma pressão torturando do seu pau extremo duro ainda dentro daquela calça contra minha pele ainda sensível dos orgasmos.

Sem partir o beijo, enlaçei as pernas no seu quadril e fui abrindo cada botão da camisa social sem pressa. Quando estavamos completamente sem nenhuma peça me impedindo invertemos as posições e como toda mulher também sei ser dominante.

— Eu vou te chupar e se você me tocar vai sofrer as consequências aqui mesmo.

Ele sorriu e deu sinal de rendição. Peguei seu mastro e lambi desde das bolas até a cabeça onde cuspi sem tirar os olhos dos seus, ele gemeu e fechou as mãos para não me forçar a engolir. Fiquei naquela provocação por alguns minutos e ele se segurando, se contendo só com os gemidos. Lentamente fui engolindo tudo até parar na minha garganta, comecei um vai e vem lento, torturante e profundo, aumentava a velocidade e quando ele ameaçava gozar eu diminuía, ganhando um xingamento em provocação mas não um tapa.

Me acabei na chupada e quando quis deixei ele gozar na minha boquinha, foi tanta porra que chegou a escorrer pelo meu queixo. Aos risos de puta fui lambendo tudo e ainda passei nos peitos, ele gostou e veio pra cima de mim, me beijou e colocou de quatro. A gravata azul-marinho que antes ele usava virou uma coleira bem firme pra mim.

— Hoje você vai ser minha cachorra, vou comer teu cu e sua buceta!

Do bolso da calça ele tirou um pequeno chicote, olhei pra aquilo com um sorriso possivelmente bem devasso porque pela sua cara ele também adorou. Marcelo se posicionou atrás de mim e deu a primeira chicotada, ardente, gemi de dor e tesão.

— Você vai contar comigo, certo ?

Concordei e ele penetrou somente a cabeça, e deu a primeira chicotada a brincadeira e assim fui contando até o dezoito pois naquele número não resisti e gozei no pedacinho do seu pau. Ele largou o chicote no chão e veio me foder a altura, forte e com bombadas profundas, eu sentia o frio e a dor em alguns cortes fino na minha bunda. Ele socava forte do jeito que sempre gostei, agarrou a gravata e me puxou pelo pescoço tive um pouco de faltar de ar mas continuei gemendo, a sensação gostosa de ser fodida pelo seu verdadeiro macho era inigualável.

Gozei mais uma vez mas ele não se cansou, continuou me fodendo até encher minha entradinha de porra. Saiu de dentro e ficou de pé, pediu pra mim ficar na frente da janela.

— Eu vou comer seu cu ali, quem quiser ver a puta que eu tenho que veja!

Não tive tempo de contrariar, ele me arrastou e me deixou de pé na frente da grande janela, coloquei uma perna na mesinha que tinha do lado e me empinei bastante, deixando minha grutinha toda exposta pra ele, quem passasse ali iria me ver naquela situação mas o perigo só aumenta o tesão.

Marcelo abriu mais minha bunda e foi com boca no meu cu, chupo bastante até deixá-lo bem lubrificado pra receber seu pau e assim foi, entrou devagar e saltou um urro tesudo junto comigo quando foi tudo. Puxou meu cabelo me fazendo levantar a cabeça e começou a me foder estava tão envolvida que só fui perceber a nossa espectadora minutos depois. Dona Andreia, uma senhora de uns 42 anos, loira, nos olhava pela janela do outro lado da rua e se tocava discretamente, Marcelo deveria ter percebido e meteu como um louco, me fazendo aumentar os gemidos assim como os deles.

Gozamos juntos e Dona Andreia aparentemente também. Sem comentar nada um com o outro fomos tomar banho, logo após vesti sua camisa e prendi o cabelo, Alessandra ligou mas ele não atendeu, um café para nós e começamos a conversar normalmente mas até hoje tenho vontade de chamar aquela mulher para participar das nossas fodas.

Beijo a todos.
Me escrevam: [email protected]

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