Passei de Ano Dando pro Professor

Olá, esse é meu primeiro conto, meu nome é Gaby, tenho 24 aninhos, sou loira (pinto o cabelo, na realidade meu cabelo é castanho claro), corpo e rosto muito lindos. Meu noivo se chama Beto e é um ano mais velho.

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O que vou contar aqui aconteceu no final de 2013, ano em que deveria me formar.

Eu estudava em uma faculdade particular aqui onde moro e naquele ano fiquei enrolada com uma série de coisas que me atrapalharam um pouco. Primeiro o término do meu namoro anterior, de longa data, com um rapaz mais velho (33 anos), que me deixou arrasada. Depois o reencontro com o grande amor da minha vida, o Beto, que havia ido estudar fora do país e acabou voltando justamente na mesma época em que terminei com meu namorado. Juntando isso ao fato de que eu participava da comissão de formatura e um outro problema pessoal que não vou relatar aqui, acabei indo mal em uma matéria em específico, faltou 0.8 pontos na média para que eu passasse direto. Nunca na minha vida eu havia pego um exame…

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O problema maior é que, pra ajudar, o Beto havia comprado passagens pra uma viagem que eu não queria perder de jeito nenhum, justamente na semana de exames.

Pedi ao professor se eu não poderia compensar a nota fazendo trabalhos, pedi revisão das provas que havia feito e nada! Não consegui atingir a média com as revisões e ele não me deixou complementar a nota com algum trabalho… Expliquei da viagem… Não adiantou…

Bom…

O professor, que vou chamar aqui de Carlos, tinha uma queda por mim desde o primeiro ano. Resolvi explorar esse ponto fraco dele, rs, como golpe final…

Fui com uma mini-saia, calcinha fio dental e com um decote sem sutien até a sala dele… Vi que ele ficou super-excitado, mas mesmo assim não rolou nota nenhuma…

Eu já estava desesperada…

Houve uma aula entre a última prova e o exame, onde a metade da sala já não compareceu… No meio dessa aula ele falou que quem precisasse de pouca nota, menos que 1 ponto na média, deveria pensar sobre o quanto realmente queria passar… Nesse ponto comecei a entendê-lo… Ele ‘maquiou’ o discurso dizendo que para o sonho de se formar não há limites e que deveríamos correr atrás de nossos sonhos.

Nessa época eu já estava com o Beto por 4 meses e, por causa do nosso tempo juntos antes e nossa química, ele já havia me pedido em casamento… Então eu já estava noiva. Jamais pensaria em trair o Beto.

Mesmo assim fui até a sala do professor depois da aula, algumas amigas me viram indo até lá, a roupa era um pouco mais ousada do que no dia anterior, então os comentários rolaram soltos…

Chegando lá, ele me perguntou onde estava meu celular, tirei da bolsa e mostrei pra ele, que pegou e o desligou. Ele disse:

– Você faria o que pra passar direto?

Respondi:

– Qualquer coisa professor, um trabalho, sei lá, tenho uma viagem marcada com meu noivo para as datas do exame e nessa altura fica impossível desmar…

– Certo, qualquer coisa… Tenho um trabalho pra você.

– Ah, que bom professor! Realmente agradeço muito.

– Vou ser bem sincero pra você, quero que você me faça gozar.

– O que?? Isso é um absurdo…

– Você se vestiu dessa forma em nossas duas últimas conversas. Você nunca vinha assim pra aula antes. Isso quer dizer que você também quer alguma coisa. Você já esperava uma proposta destas. Você é quem deveria estar envergonhada aqui.

Fiquei em silêncio, não sabia o que fazer, não conseguia olhar pra ele… Ele continuou:

– Olha, você não precisa transar comigo… A gente vai até o estacionamento, você me bate uma punheta, pode fazer um boquete se quiser que aconteça mais rápido… Ou podemos transar… Depende de você. São essas 3 opções ou o exame final.

– Professor… Eu não…

– Não sabe fazer boquete? Com essa boca linda? É isso o que você tem pra me dizer?

Eu já estava abalada…

– Sei, sei sim… Claro.

– Claro que sabe. Lembro de você no seu primeiro ano. Vi você pagando um boquete pro seu namorado no estacionamento da faculdade… Nunca comentei, claro, mas sempre soube que esse dia iria chegar…

Minha nossa, quando ele disse isso meu coração gelou… Meu ex, o Thiago, fazia faculdade na mesma instituição que eu. Era normal antes ou depois da aula eu saciar ele no estacionamento. Sempre fazia um boquete, pelo menos uma vez por semana acho. As vezes, quando sentíamos que dava, até transávamos dentro do carro. O estacionamento é muito, muito grande. Nunca imaginei que alguém tivesse visto algo, muito menos um professor, ainda mais me reconhecido…

– Bom, você tem até sexta-feira pra me dar uma resposta.

– Sexta-feira? Amanhã?

– Isso…

Sai de lá transtornada. Liguei meu celular. Mandei uma mensagem para o Beto e falei que queria conversar com ele.

Estávamos juntos a pouco tempo e ele era muito, mas muito sincero comigo, éramos muito abertos um com o outro, sempre contamos tudo, experiências anteriores, fantasias, qualquer coisa de caráter não sexual… Tudo.

Cheguei em frente a casa dele (que estava morando temporariamente com os pais nessa época).

Conversamos um pouco, disse que os resultados das outras disciplinas tinham sido bons, só estava com um exame e tal. E ele me apoiando, dizendo que não tinha problema, cancelaríamos a viagem e etc.

Até que abri o jogo:

– O professor Carlos me pediu um favor, Beto… Ele me aprova direto se eu fizer algo pra ele.

– Poxa! Que bom Gaby, qual o prazo?

– Amanhã…

– Nossa, já? Vamos começar, é um trabalho? Posso te ajudar, não manjo desses assuntos mas se você escrever eu reviso o texto e a formatação e…

– Beto… Ele me pediu outro tipo de favor.

Nisso o Beto ficou vermelho.

– Como assim Gaby?

– Ele quer que eu bata uma pra ele, no estacionamento…

– Bata uma?

– É amor, ele quer que eu faça ele gozar. Ele falou que posso fazer isso batendo uma punheta pra ele, fazendo um boquete ou transando com ele.

Nesse ponto comecei a chorar. Não queria perder a viagem, falei isso pra ele… Que não queria fazer nada disso, mas não queria perder a viagem, não haveria outra oportunidade tão cedo… Seria nossas únicas férias em algum tempo e nesse momento tínhamos comprado as passagens, com um dinheiro que perderíamos boa parte caso não fossemos. Chorei muito. Falei que iria fazer o exame, que pra considerar essa ideia eu estava ficando louca, que não faria isso.

Ele ficou em silêncio durante um bom tempo e depois me acalmou, disse que ia dar tudo certo. Nos despedimos e ele entrou.

Cheguei em casa e o whats indicou uma mensagem do Beto, pedindo se poderia me ligar. Respondi que sim.

Ele me ligou e disse que havia pensado e topava que eu fizesse o que fosse necessário pra evitar o exame. Mas que era pra eu ter certeza de que o professor Carlos não me forçaria a nada além da punheta e que eu tivesse certeza que ele me aprovaria após isso.

Conversamos um pouco, eu estava relutante, mas ele me acalmou.

Ele falou que tinha uma condição: Que eu fosse com o carro dele no dia seguinte, uma minivan Spin, e que ele pudesse ficar na última fileira de bancos, ouvindo, caso o professor resolvesse tentar alguma gracinha ele interromperia.

Achei a ideia meio louca, mas topei.

No dia seguinte escolhi um lugar estratégico no estacionamento, o Beto ficou no carro. Eu fui até a sala do professor, outras pessoas da minha turma estava ‘chorando nota’, não pareciam ter recebido a mesma proposta que eu.

Fui atendida preferencialmente, o que deixou alguns colegas furiosos, entre eles algumas amigas…

Entrei na sala do Carlos e falei que topava. Ele disse que tinha certeza que eu toparia. Para me aprovar, lançaria uma nota como correção de nota anterior na minha primeira prova, de modo a completar a média 7. Falei que eu precisava de uma garantia que ele faria isso e ele, pra minha surpresa, lançou a nota no sistema ali mesmo. Dizendo que confiava que eu fosse fazer o serviço direito.

Saímos da sala sentido ao estacionamento, as pessoas que aguardavam ficaram observando. No caminho pro estacionamento mandei uma mensagem avisando o Beto e recebi uma da minha melhor amiga, simplesmente um “Sua puta.”

Confesso que ser chamada de puta, numa situação daquelas, me deixou molhada.

Logo estávamos no carro, entramos e ele olhou sob o painel, espelho e etc, provavelmente procurando se não haviam câmeras. Me pediu o celular e desligou. Me perguntou se eu estava bem, eu disse que estava nervosa.

– Se acalma Gaby, você é uma excelente aluna, tenho certeza que não terá problema com essa tarefa.

Abriu as calças e tirou o pau. Era grande, não muito grosso, mas bem grande.

Tentei tirar minha aliança, ele me impediu, disse que queria que eu pegasse no pau dele com a aliança no dedo, que dava tesão saber que eu o masturbava com a aliança do meu noivo no dedo e depois chegaria em casa, pro meu noivo, usando ela.

Exitei um pouco mas comecei uma punheta. Ritmo lento, depois acelerado. O pau do Carlos pulsava na minha mão. Vi um pouquinho de porra começando a aparecer, passei o dedo, reduzi o ritmo, a posição não ajudava muito.

– Vamos ficar a noite toda nisso se continuar assim Gaby…

Tirei minha blusinha, estava sem sutien. Falei que ele poderia pegar nos meus peitos.

Continuei a punheta, 5 minutos e nada… Ele suspirava, o pau pulsava, mas nada de gozar

– Gaby… Tenho que voltar pra minha sala daqui a pouco, estão me esperando e isso pode dar rolo… Se eu não gozar vou entrar com pedido pra corrigir sua nota…

Lembrei da mensagem no celular, a Claudia havia me mandado “Sua puta”… Por algum motivo me esqueci do Beto na última fileira de bancos.

Desci minha cabeça, comecei a beijar a cabeça do pau do professor. Lambia, beijava, mas não chupava. Continuava a punheta enquanto fazia isso.

– Isso sua puta, beija a cabecinha beija…

Não aguentava mais, não era mais uma questão de fazê-lo gozar rápido, era tesão. Comecei a chupar a cabecinha, logo estava chupando o pau do Carlos em toda sua extensão, batia em meu rosto, mamava a rola com vontade.

Abri a porta, desci do carro e dei a volta pela frente, abri a porta dele e comecei a mamá-lo ali, olhando em seus olhos, ele suspirava e ia a loucura, eu lambia e sugava as bolas.

Eu fazia movimentos circulares com a lingua na cabeça daquele pau enorme, enquanto ajoelhada me masturbava com a calcinha pro lado.

O Carlos me pediu pra entrar no carro novamente, que alguém podia ver a gente… Nesse momento lembrei do Beto… Ali atrás, ouvindo tudo… Fiquei congelada… Mas sabia que não poderia parar agora.

Entrei novamente no carro e continuei sugando aquele pau. Descia tudo o que conseguia naquele pau, tentava sugá-lo com a garganta, sempre fui boa em engolir um pau, mas aquele era maior do que os que já havia chupado, e a posição não ajudava, mas ainda assim, foi quase tudo.

Punhetava o mastro enquanto mamava na cabecinha, de repente ele anunciou que gozaria. Aparentemente ele não sabia se poderia ou não gozar na minha boca. Ficou um pouco desesperado do que fazer. Eu continuei mamando, acelerei os movimentos e recebi todos os jatos de porra quente em minha boca. Ele gemia, urrava e inundava minha boca. Sua porra tinha um gosto bom, levemente adocicado. Engoli um bom tanto e quando levantei a cabeça deixei um pouco de porra cair em meus seios, pra deixar ele maluco.

Ele disse que havia sido sensacional… A melhor mamada da vida dele.

Fechou as calças e se levantou, comentou que suas pernas tremiam e foi embora.

Fiquei ali, sentada, pensando na loucura que havia feito…

Ouvi a porta de trás abrir e vi o Beto, que veio e sentou do meu lado. Ficou me olhando ali, com os peitos escorrendo porra, assim como minha boca.

Ele colocou a mão na minha perna e disse que me amava.

Eu pedi desculpas pelo que havia feito e ele me disse que, não era necessário pedir desculpas e confessou que estava com tesão.

Olhei pra calça dele, o pau dele marcava a calça, querendo saltar. Não perdi tempo e tirei ele pra fora e comecei a chupá-lo. Ele começou a forçar minha cabeça contra o pau em movimentos muito rápidos, como se estivesse realmente fodendo minha boca.

Mamei um pouco e logo ele gozou, era muita porra, acho que ele realmente estava explodindo de tesão…

Fomos embora, ele me deixou em casa e deu um beijo de boa noite, mesmo sem eu ter ido no banheiro após chupar o Carlos…

Beto disse que me amava e que não era pra eu me preocupar com o que havia acontecido…

Minhas amigas demoraram a voltar a falar comigo, pra elas eu estava traindo o grande amor da minha vida sem que ele soubesse… De qualquer forma, elas não entenderiam.

Enfim… Assim termina esse relato… Espero que tenham gostado. Esse conto marca o início das nossas aventuras. Fizemos mais algumas coisinhas de lá pra cá, sempre com muito amor, carinho e cumplicidade.

Aliás, nossa viagem foi excelente e aproveitamos cada segundo!

Sobre as fotos: a primeira foi tirada pelo meu ex namorado, quando eu era mais novinha.
A segunda é mais atual e foi tirada pelo Beto.

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