O namorado da minha filha

Casei-me muito cedo, e com 34 anos já tinha uma filha adolescente que começava a namorar. Lúcia era ainda muito bobinha e eu tinha receio dela não saber lidar com o sexo quando chegasse a hora. Tive que explicar tim-tim por tim-tim sobre o que era transar, e os cuidados que ela deveria ter. Tínhamos um sítio na área rural bem próximo à cidade, onde principalmente no verão passávamos mais tempo do que em nosso apartamento na cidade. Nelson, o namorado da nossa filha; que cursava faculdade de administração era de uma família conhecida e tínhamos boas referências sobre ele. Mas quando ele passou a ir ao sítio pra namorar, preocupada tive que limitar uma área onde eles podiam ficar: na frente da casa, ou no máximo na parte de trás onde tinha um pequeno pomar bastante arborizado… Era onde eles gostavam ficar namorando. Quando meu marido estava no trabalho e eu ia tirar um cochilo após o almoço, comecei a desconfiar dos dois pombinhos sozinhos na parte de trás da casa. Foi quando lembrei que no quarto dos fundos onde meu marido guardava suas tranqueiras de ferramentas e móveis velhos que ele gostava de reformar, tinha três pequeninas janelas de madeira e vidro transparente no alto, pra circulação de ar. Foi fácil pegar uma escada de abrir e subir pra ter a visão completa dos dois pombinhos sentados em um banco de madeira. Já de cara pude ver que Nelson além de beijar muito na boca de Lúcia, chupava seus peitinhos que ela deixava de fora descendo as alças da blusa. Sabia que não podia impedir os dois de fazerem sacanagens; após meia hora de pegação fiquei mais aliviada quando Nelson foi até o banheiro que ficava pelo lado de fora da casa… Provavelmente pra se masturbar. Vez ou outra, principalmente quando meu marido não estava eu ia espiar os dois namorando, e cada vez iam se arriscando mais. Além de chupar os peitinhos da minha filha, o safadinho já acariciava a xoxotinha que ela deixava à mostra levantando a saia e sem calcinha… Mas não passou de apenas carinhos até ele ir novamente ao banheiro. Desci da escada sentindo minha vagina bastante úmida. Eu já nem tirava mais o cochilo da tarde… Apenas dizia que ia, só pra deixar os dois mais a vontade. Mesmo na minha idade, ficava sem calcinha em cima da escada só pra ficar me tocando enquanto espiava os dois fazendo suas sacanagens… Cheguei a ter um orgasmo quando vi Nelson tirando seu pinto duro pra fora das calças e Lúcia começando (ainda muito sem jeito) a lhe fazer carinhos até ele gozar… O filho da puta tinha uma pica bem maior do que do meu marido. Sabia que se Lúcia ainda fosse virgem (era o que parecia), não ia demorar muito pra ela se entregar pro namorado… Eu ficava excitadíssima só de imaginar minha filha transando com seu namorado pirocudo… Mas eles continuavam só na sacanagem de um masturbar o outro. No dia que ele a agarrou com a intenção de lhe dar uma trepada, vi que Lúcia ficou furiosa dando-lhe um empurrão, desceu a saia e se afastou dele… Desci rapidamente da escada e corri pro meu quarto pra fingir que dormia. Depois de quase um mês sem que Nelson aparecesse no sítio, resolvi ter uma conversa com minha filha.
– Por que vocês brigaram?
– Ah mãe… Prefiro não falar!…
– Ele tentou fazer alguma coisa com você, não foi?
– Foi sim!…
– Ele quis transar?…
– É mãe!…
– E porque você não quis?…
– Acho que ainda não é hora!…
Achei até razoável ela pensar daquela maneira, devido sua idade. Mas lhe falei que se ela aceitasse, era apenas pra tomar cuidado em o fazer usar camisinha.
Estava em casa quando Nelson ligou pra falar com Lúcia que tinha saído com uma amiga. Conversando foi me falando que pretendia pedir pra que ela voltasse a namorar com ele. Aproveitei e falei claramente que sabia que eles tinham brigado por ele querer transar com ela. Nelson gaguejou, mas logo confirmou que realmente tinha tentado. Falei que era normal ele ficar excitado e até tentar transar com minha filha, mas, que ele tinha que respeitar a vontade dela, até que ela aceitasse ceder.
– Mas dona Lourdes, eu sou apaixonado pela Lúcia.
– Então!… Se ela aceitar voltar, vê se procura controlar sua vontade de fazer sexo com ela.
– Tá bom dona Lourdes… Vou me controlar sim.
Eu que, com menos idade que minha filha tinha transado desde o meu primeiro namorado, lembrando do tamanho da pica do Nelson, tinha vontade de falar pra minha filha aproveitar e dar logo pra ele, antes que ele procurasse outra menina.
Estava no sítio junto com minha sogra quando Nelson apareceu pensando que Lúcia estava lá… Lúcia tinha ficado na casa de uma amiga e meu marido só chegaria no dia seguinte. Pra que minha sogra não se metesse na conversa, chamei Nelson pra ir comigo pra trás da casa e sentamos no mesmo banco em que os dois costumavam namorar. Ele estava desesperado pra voltar com Lúcia, e prometi que iria conversar pra que ela desse mais uma chance pra ele. Voltei a falar sobre ele querer transar com Lúcia, e ele novamente prometeu que ia esperar a vontade dela. Quando perguntei se ele também era virgem, Nelson ficou todo sem jeito, mas acabou respondendo que não. Pedindo que não contasse pra Lúcia, disse que teve uma namorada antes de Lúcia e eles transavam bastante.
– E você, quando conseguir transar com ela, não vai terminar?
– Não dona Lourdes, ao amo demais sua filha.
Lógico que não passava pela minha cabeça um casamento entre os dois, já que eram muito novos… Eu olhando pra ele, resolvi ser direta.
– Você tá excitado Nelson?…
Ele tentando esconder.
– Não… Não tô não!…
Levei a mão e segurando seu pinto por cima do tecido jeans.
– Não precisa querer esconder de mim… Eu sei que está excitado.
Nelson olhava pra mim com os olhos arregalados, enquanto eu apertava sentindo seu pau ir ficando mais duro.
– Perdão dona Lourdes, é que eu fico assim só de falar de sexo.
Eu estava na frente de um rapaz que além de ter um pau grande era meio tarado.
– Você teria coragem de me mostrar?
– Não… Isso seria falta de respeito.
– Bobo… Sou eu que estou pedindo pra me mostrar; não quer? Prometo que a Lúcia nunca vai ficar sabendo disso.
Ele olhando pra todos os lados.
– Não tem mais ninguém no sítio?
Lembrando que minha sogra não era nada discreta e poderia aparecer de repente, peguei a mão de Nelson e fui levando-o lá pro meio do mato. Sem esperar eu mesma fui abrindo sua calça até aparecer seu lindo pinto duro. Já sem a calça, o safado desceu meu short e minha calcinha tacando a mão na minha buceta.
– A senhora é linda dona Lourdes.
Com minha buceta latejando de vontade de dar pra aquele moleque, voltei a segurar seu pau e antes de lhe lascar um beijo na boca.
– Não precisa me chamar de dona… Pode me chamar só de Lourdes.
Em poucos segundos ficarmos completamente nús, e o tarado me fazendo encostar em uma árvore, agachou e foi com a boca na minha buceta, lambendo e cutucando com a ponta da língua.
– Uuuuiiiiii! Uuuuuiiiii! Safado… Assim você me deixar louca.
Ficando novamente em pé, foi a vez de me beijar na boca e comigo ainda encostada na arvore tive que levantar um pouco a perna pra ele chegar com seu pinto duro na minha buceta. Ele conseguiu enfiar só a metade, pois a posição não colaborava.
– Espera Nelson, deixa ficar de costas.
Quando fiquei de costas me apoiando na árvore, senti enfiando todo seu pinto na minha buceta iniciando um vai-e-vem cada vez mais rápido.
– Oooooh! Oooooh! Iiiiiissso… Meeeete… Meeeete… Uuuuummmmm que delíííííícia…
Não podia imaginar que aquele moleque tivesse tanta potência sexual. Fodeu minha buceta por mais de 10 minutos que consegui ter dois orgasmos… Quando percebi que ele ia gozar.
– Não tira Nelson… Não tira… Goza em mim, goza!…
E ele gozou tanto, que quando tirou seu pinto senti sua porra escorrendo pelas minhas pernas. Depois desse dia, pelo menos uma vez por mês, após combinar com Nelson, eu o pegava de carro e íamos motel. O moleque só faltava me virar do avesso: chupava minha buceta, me fazia chupar seu pau e me fodia com uma violência tão grande que eu urrava feito uma cadelinha tendo orgasmos longos que nunca tive na minha vida… E foi o tarado foi o primeiro homem a comer minha bunda, e me deixou viciada. Eles voltaram a namorar, e, cheguei a ficar com ciúmes quando vi minha filha, lá no sítio, cavalgando como uma louca na pica do Nelson. Enfim eles estavam transando… Mesmo assim eu e Nelson continuamos a transar, até que o pai dele foi transferido para outro estado. Eu e minha filha ficamos sem aquela deliciosa piroca. Lúcia logo arrumou outro namorado e dava pra perceber que eles trepavam direto. Eu, depois que traí meu marido pela primeira vez não consegui mais parar… Adoro um garotão safado

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