Sexo por Telefone

O meu primeiro encontro com um casal

Sou um homem casado com 40 anos, na altura que ocorreram estes fatos teria 34 anos. Sou Português de Coimbra, 1,70m, moreno, olhos verdes. A alguns anos atrás meti um anúncio num jornal de sexo a procura de casais, pois era uma fantasia que tinha já há algum tempo estar com um casal em que o marido gostasse de ver a esposa a ter sexo com outro homem.
Responderam alguns casais, mas por um motivo ou outro acabei por responder a um, que era da minha cidade. Entrei em contacto telefónico e combinamos um encontro a uma sexta -feira a noite na porta do shopping Avenida. Fui um pouco antes da hora combinada e fiquei dentro do carro a espera, confesso que estava um pouco nervoso, pois era a minha primeira vez e não tinha experiencia nenhuma neste tipo de encontros.

 


Passados uns 15 minutos liga-me o casal a dizer que se encontrava a porta do edifício , de onde eu estava dava para ver o local e vi um casal que aparentava ser muito jovem, aproximei-me e reparei com agrado que a esposa além de jovem era uma bela mulher, não muito alta, mas com um corpo muito bem torneado, vestia uma calça de ganga justa com um sapatinho de salto alto que lhe empinava um rabinho não muito grande e uma blusa branca justa que lhe moldava um belo par de mamas, cabelos longos pretos. Chamava-se Paula.
O Artur (era o nome do marido), um pouco mais alto do que eu também elegante.
Depois das apresentações estivemos a conversa por breves minutos para perceber-mos se havia empatia entre todos e decidimos avançar, como era a primeira vez de todos (eles também nunca tinham tido qualquer experiencia deste tipo), não sabíamos onde ir, e o Artur disse que a fantasia dele era ver a esposa ser comida dentro do carro.
Partimos dali e fomos para o miradoiro da cidade eu no meu carro e eles no deles. Estacionei o carro e fui ter com eles, quando cheguei eles estavam a beijar-se em grande intimidade, percebi que não era aquele o momento para interromper e deixei-me estar de pé encostado ao carro, o Artur passado dois ou três minutos abre a janela e diz-me para entrar para o banco de traz, assim fiz, a Paula que estava no da frente também veio para traz e ficou a meu lado com o Artur do lado de fora, ainda um pouco nervosos com esta situação la começamos a nos tocar enquanto falávamos íamos nos tocando meti-lhe a mão numa perna e fui acariciando e aproximando o rosto do dela, já com o tesão a flor da pele dei-lhe um beijo que foi correspondido por ela um pouco a tremer, não sei se de tesão ou de nervosismo, passados uns minutos já estávamos completamente a vontade e cheios de tesão, já nos apalpávamos por todo lado, desapertei-lhe a blusa e ataquei aquelas belas mamas levantando o soutien e expondo-lhe um belo par de mamas com os biquinhos muito rijos, beijei, lambi, mordi, com a Paula já cheia de tesão mexia-se e revirava os olhos , meteu a mão no meu caralho por cima das calças e esfrega-mo . O marido da parte de fora do carro abre a porta e entra para a frente, fica por ai a observar e a esfregar o caralho. Paula abre a minhas calças e tira-me a piça já completamente rija(tenho um caralho de 17cm mas com uma grossura considerável e veias salientes) para fora e começa a tocar-me uma punheta a olhar para o marido, beija-me com tesão chupando a minha língua, foi descendo e começa um broche magistral, lambe a cabecinha, mete-o todo na boca para voltar lamber só a cabeça agarra-me nos colhões e puxa-mos com alguma força.
Descalcei-lhe os sapatos, tirei-lhe as calças e as cuecas deixando-a nua da cintura para baixo e expondo-lhe uma cona já completamente encharcada e com ausência de pelos nos lábios só com um tufo bem aparado por cima do grelo. Enfio-lhe dois dedos pela cona dentro e com o polegar esfrego-lhe o grelo levando-a ao primeiro orgasmo, o marido no banco da frente a tudo assistia e batia punheta desenfreadamente. Coloco a Paula de quatro e por trás arreganho-lhe as nádegas e lambo-lhe a cona deliciando-me com o caldo que dela saía, passo-lhe também a língua no cu, saboreando aquele botão maravilhoso que me deixa num estado de excitação de tal maneira que tenho dificuldade em me controlar para não me esporrar. Ponho-me atrás da Paula de joelhos, agarro no meu caralho pela base e pincelo-lhe a cona várias vezes sempre forçando na entrada da rata e por vezes metendo só a cabecinha deixando-a doida de tesão, levando-a a pedir para enfiar tudo de uma vez só. O Artur estende a mão e entrega-me uma camisinha, diz-me que tem de ser com camisa, eu assim faço a muito custo coloco a camisa enquanto a Paula de cu para o ar se masturba, volto a pincelar o caralho pela cona e enfio –o com alguma resistência porque ela era um pouco estreita, quando esta todo la dentro ela começa a rebolar e a pedir para a foder com força, coisa que faço dando-lhe umas palmadinha nas nádegas de vez em quando. O marido já não aguenta mais estar sentado a sai do carro ficando na janela da porta de traz que se encontrava aberta a masturbar-se, abre a porta dá-lhe a piça para ela chupar e vem-se logo na boca da esposa enchendo-lhe a cara também de esporra. Digo-lhe que a quero foder na rua, saímos encostando-nos ao carro ela levanta uma perna e eu cravo-lhe o piço na cona por traz agarrado as mamas, dando-lhe estocadas fortes que a fazem vir-se outra vez. Pergunto há Paula onde ela quer que me esporre e ela pede na boca e nas maminhas, ao ouvir isto não consigo controlar mais a imensa esporra que me enche os colhões, saio de dentro dela, Paula baixa-se a minha frente e fica com a língua de fora a espera do petisco que ai vem, tiro a camisinha e esporro-me, em jatos fortes e fartos na sua cara, molhando-lhe também o cabelo e as maravilhosas mamas. Artur dá-lhe uns lenços de papel para ela se limpar. Depois de limpa e se vestir, abraça e beija o seu marido dizendo-lhe qualquer coisa ao ouvido que me foi impossível ouvir (talvez um agradecimento). Veio até mim, deu-me um beijo e diz-me que adorou a experiencia. Saímos dali e fomos beber uma cerveja há Praxis como três bons amigos.
Dias depois liga-me o Artur a dizer que a Paula queria repetir, mas desta vez teria de ser num local onde estivéssemos mais descontraídos.
Mas isso fica para narrar em outra ocasião.
Mando um beijo grande para a Paula e um abraço para o seu marido Artur, se leram este conto.

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