O dia em que coloquei piercing no clítoris

Quando completei 18 anos, decidi que colocaria um piercing no clítoris. Achava sexy, e sempre imaginava como seria alguém furando. Uma manhã então, fui à um tatuador profissional, que também coloca piercing. Confesso que a situação desde o início me excitava. Cheguei la, fui fazer minha ficha, quando o recepcionista, um cara novo, todo tatuado, cheio de piercings pergunta:
– E ai? É um piercing só?
– No clítoris – respondi olhando para ele para ver como ele reagiria. Ele me olhou de corpo inteiro, e concluiu:
– Aguarda sentada que eu ja te chamo.
Eu sentei. Usava uma saia, para facilitar. Aguardei.
– Maria Eduarda, vem comigo, por favor.
Eu o segui por um corredor, ele me indicou uma sala, a minha direita, e eu entrei. Fiquei parada logo depois da porta, vendo que alí estava um homem ja velho, mas todo tatuado, fazendo o estilo motociclista, todo de preto, bota, barba, bigode. Ele me olhou também de corpo inteiro e se apresentou:
– Eu sou o Panda. Esse aqui é meu assistente, ele vai acompanhar tudo, ok?
Fiz que sim com a cabeça.
– Você tem certeza que vai furar? Vou te explicar tudinho depois de furar. Mas olha, o prazer na região aumenta, viu.
Ele riu alto, e o assistente me mostrou uma cadeira. Parecia uma cadeira erótica.
– Ah, tem que tirar a sainha, e a calçinha também.
Eu abaixei a saia, dobrei e coloquei em uma mesinha. O mais novo não desgrudava os olhos. Então fiquei de frente pra ele, e fui tirando a calçinha. Quando Panda se virou, me mandou sentar. Ajustou a altura, e eu apoiei as pernas na cadeira, ficando completamente aberta. Panda chegou com a cadeira bem próximo, com uma canetinha, me mostrou o piercing que eu ja havia escolhido.
– Vou marcar onde eu vou furar.
Ele aproximou a ponta da canetinha, marcou, e com esse contato, meu clítoris ficou durinho, e eu gemi levemente. Ambos perceberam. Para furar, foi utilizado uma especie de pinça, que deixa o grelo saltadinho, para colocar a agulha. Ele encaixou a tal pinça de novo. Gemi mais forte. Eu estava ficando molhada. Tentei me conter, me distrair olhando para o assistente. Mas sei que olhava a ele, com olhar de piedade. A situação era diferente de tudo, e estar abertinha daquele jeito, um homem me olhando de frente, e o outro nos olhos. Molhei, fiquei visivelmente molhada.
– Parece que você está excitada – Panda disse rindo.
Olhei pra ele, fiz sinal com a cabeça que realmente estava.
– Panda nunca fez nada com nenhuma cliente, ele é bem profissional.
O assistente falava, mas sem tirar os olhos da minha buceta melada.
– Realmente. Mas é melhor ela aliviar esse tesão pra furar.
Quanto mais eles me olhavam, mais eu ia me melando alí, toda aberta. Panda aproximou o rosto da minha buceta. Passou a língua em minha virilha. E foi direto em meu clítoris.
– Buceta novinha, depiladinha.
Sorri, e permaneci olhando para ele enquanto me chupava. Me chupava num ritmo devagar, circulando a lingua, encaixando, beijando. Os olhos nos meus, sugava mais forte. Eu gemia baixo, ele esfregava os labios. Olhava para o assistente, meio sem graça, mas com ereção que dava pra ver, pedi pra ele se aproximar. Ele abaixou a calça. Masturbava no mesmo ritmo em que era chupada. Panda ia lambendo, eu sentia que chegaria ao orgasmo e batia a punheta mais rapida também. O assistente gemia. Revirava os olhos. Eu sentia que ele gozaria e parava, estimulava somente a cabeçinha. Panda mamava meu grelo, segurei firme a rola do outro. Gemia, gemia, comecei a ter espasmos, ele enfiou dois dedos e continuava a chupar, sugava tudo. Gozei. Tive orgamos multiplos, deliciosos. Olhei para o assistente, que se masturbava ao me ver gozando.
– Poe na minha boca, quero que voce goze assim.
Ele pois imediatamente, nem precisei masturbar. Só com a boca num vai e vem, brincando com a cabeçinha pude me lambuzar com su porra quente. Ele então foi a minha buceta.
– Precisa estar seca para perfurar.
Começou esfregar os dedos, roçando, e sugar. Sugou toda, bebendo todo meu gozo.
Assim então perfurei. Nada sangrou, só um desconforto.
Panda então me olhou.
– A cabeça do meu pau ta babada.
Eu me abaixei, ajoelhei. Chupei até que ele gozasse na minha boca. Fui embora, e posso afirmar que a sensibilidade que o clítoris fica é ótima. Muito mais orgasmos, muito mais prazer.

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