Nossa, primo! Que pauzão é este??

Mais uma história de primos que se reencontram depois de muito tempo…
Os primos de hoje atendem pelos nomes de Gisela e Pedro, ambos com 23 anos. Quando crianças, moravam na mesma cidade, mas, quando tinham 12 anos, os pais de Gisela se mudaram para uma cidade próxima, por questões profissionais. Ele era bancário e aceitou uma promoção, o que implicava a mudança.
Então os primos se distanciaram e só foram se encontrar novamente 11 anos depois. E o reencontro foi possível porque, nas férias da faculdade naquele ano, ela, cansada de ficar o tempo todo na mesma cidade, perguntou aos pais se poderia passar alguns dias na casa dos tios. Eles telefonaram, os tios concordaram, então ela foi pra lá. Estava ansiosa por reencontrar o Pedro, com o qual havia brincado muito até a época da mudança deles.
Ambos se assustaram quando se viram. Aqueles dois moleques tinham virado dois adultos de bons e belos corpos. Ele estava careca, pois acabara de passar no vestibular e sofrera o trote alguns dias antes. Ela já havia passado por isso bem antes, pois passara no vestibular tão logo terminara o ensino médio daquele tempo. Ele, além de ter tomado uma bomba na 8ª série, precisou fazer um ano de cursinho antes de conseguir a aprovação.
Logo ela entrou no ritmo da casa. O primo, também de férias, levou-a a conhecer os principais locais da cidade, que não eram muitos, e como o pai era gerente do banco e a mãe tinha uma loja de roupas, os dois ficavam horas em casa, conversando sobre tudo.
E teve um dia em que ela foi procurá-lo no quarto para darem uma volta. A porta estava aberta e ela entrou. Viu o Pedro só de cueca, sentado na cama, lendo uma revista “masculina”. E ela arregalou os olhos quando viu o volume que estava dentro da cueca dele.
– Nossa, primo! Que pauzão é este?
Meio envergonhado, e sem ter como se cobrir para tampar o volume, ele tentou se explicar dizendo que se excitava com os contos da revista “Ele&Ela”.
– É mesmo? São excitantes assim?
– Quer ler?
Ela sentou-se na cama, ao lado dele e pegou a revista, começou a ler o conto que ele lia quando ela chegou. De fato, era um bom conto… nossa… que loucura… ela também se excitou, olhou pra ele e pediu para ver.
Ele abaixou a cueca e mostrou a ela um pau grande e grosso, duro como pedra.
Ela pegou nele. Nunca vira algo como o dele. O do namorado era menor e mais fino.
– Primo, não me leve a mal, mas eu não resisto…
Sem esperar resposta, lambeu a cabeçorra, o tronco, colocou o máximo que pôde dentro da boca e ficou chupando.
– Primo, me bateu uma vontade muito grande de transar com você. Mas tem um detalhe…
– Detalhe? Que detalhe?
– Eu tenho namorado, a gente transa, mas… só atrás! Quero chegar virgem ao casamento.
– Tudo bem, eu curto também anal.
Então eles se beijaram, se abraçaram, tiraram as roupas, rolaram na cama, com preliminares para deixá-la bem relaxada. Ela ficou com um certo receio, porque o pau que já tinha entrado em seu cuzinho não era do porte daquele do primo. Por isso, chupou, foi chupada, deixou o pau dele todo molhado e então ficou de quatro para ele penetrá-la.
Ele começou a colocar a cabeçorra na entrada, foi forçando e ela sentiu muita dor.
– Calma, Pedro, vai com calma que o trem tá feio, doendo muito…
Ele ficou pondo e tirando, pondo e tirando, ela foi relaxando e, quando menos esperava, ele enfiou a cabeça toda. Ela deu um grito. Ele ficou parado, esperando ela se acostumar e depois foi enfiando mais e mais. Aí doeu menos, ela reconhecia isso. O difícil tinha sido aquela chapeleta enorme do primo.
Ele bombou alguns minutos, até gozar. Ela nunca gozara com anal, não sabia o que era um bom orgasmo. Guardava isso para o casamento.
Transaram mais três vezes no período em que ela ficou lá. E quando voltou à sua cidade, falou com o Pedro que voltaria nas próximas férias…

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