No Carnaval vale tudo

Carnaval é uma data em que normalmente as pessoas extravasam seus desejos e fantasias. E com minha esposa, Mariane, não é diferente. Em dias normais, ela já era uma libertina, mas no Carnaval ela se tornava uma verdadeira puta. E acompanha-la em suas aventuras sexuais me deixa muito excitado. Era sexta-feira de Carnaval, estávamos na frente de um bar onde tinha um grupinho tocando um samba, e vários casais dançavam. Entrei pra pegar uma bebida, e quando voltei, vi um rapaz conversando com minha esposa. Quando cheguei, o cara ficou sem graça, pois não sabia que ela estava acompanhada. Eu disse a ele pra ficar tranquilo, e que se quisesse dançar com ela, eu deixava, pois não era ciumento. Os dois começaram a dançar e fiquei observando de longe. Mariane estava completamente bêbada, e quando fica assim, a buceta dela chega a latejar de tanto tesão. Percebi logo que ela estava doida pra dar pro cara, e fiquei pensando num jeito de pedir a ele pra que comesse minha mulher. Nem precisou que eu dissesse nada! Pelo jeito que eles dançavam, Mariane já tinha ajeitado a coisa toda. Ele sarrava na minha mulher de tal maneira, que achei que ele fosse fodê-la ali mesmo. Ele apertava a bunda dela com vontade, enquanto ela fungava o pescoço dele. Nesse ponto, eu já estava com a cueca toda melada. Quando a música parou, eles vieram até mim. Mariane disse que queria ir pra casa, e que Marlon (esse era o nome do rapaz), iria conosco. Fomos até meu carro, entrei na frente, pois ia dirigir. Mariane entrou atrás, e Marlon sem entender nada, se dirigiu ao banco do carona. Eu disse que se ele quiser, podia se sentar atrás, ao lado dela. E ela com uma carinha de puta, disse que era pra ele ficar tranquilo pois ela não mordia. Eles sentaram no banco de trás, e comecei a dirigir. Ajeitei o retrovisor de maneira que eu pudesse ver o que eles faziam. Começamos a conversar, e perguntei a ele o que achou de minha mulher. Ele disse que gostou muito dela, que dançava muito bem, e que eu tinha sorte de tê-la como esposa. Mariane se achegou pra perto dele, colocou a mão no meio das pernas dele e disse “ele gostou de mim mesmo, tá com a rola durona”. Marlon disse “não faz isso, senão não me responsabilizo”. Mariane aperta ainda mais a piroca dele, e diz “o que vai fazer se eu continuar?”. Ele responde “vou ser obrigado a te colocar pra mamar”. Dei uma risada e disse a ele “isso não vai ser sacrifício nenhum pra ela”. Mariane puxa as calças de Marlon pra baixo, revelando o dote do rapaz. Era uma piroca pra ninguém colocar defeito. Mariane debruçou sobre Marlon e começou a mamar a rola do rapaz. Chupava com toda vontade, enfiava todo o volume da boca e tirava bem devagar. Do jeito que estava indo, Marlon logo ia gozar. Pedi que avisasse a ela quando fosse gozar, pra que não sujasse o estofamento do meu carro com porra. Mal terminei de falar e nosso amigo ejacula na boca de Mariane. Ela, como uma boa puta, engole todo o esperma do rapaz, lambendo os lábios pra não deixar resíduos de leite. Chegamos em casa, estacionei o carro na porta. Mal saímos do carro e Mariane vem me beijar. Um beijo de puta apaixonada com um leve sabor de porra de Ricardão. Entramos e logo fomos tomar banho, os 3. Enquanto me lavava, vi os dois se beijando loucamente. Marlon enfiava os dedos na buceta dela, enquanto ela punhetava sua piroca e a deixava rígida outra vez. Saímos direto do banheiro e fomos pra cama, ainda molhados. Marlon coloca o travesseiro atravessado na cama e pede pra Mariane deitar sobre ele, enpinando sua raba enorme. Ele enfia a piroca bem devagar, pra ela se acostumar com o volume, e começa a foder. Eu sento no chão, à beira da cama, seguro as mãos dela, tipo como se lhe desse forças pra aguentar uma tora tão grande. Ela gemia alto, quase como quem grita por socorro. Depois de uns minutos socando com toda força, Marlon pede pra comer o cuzinho dela. Ela refuga no início mas acaba aceitando. Eu e ela nos colocamos na posição de 69, enquanto Marlon se posiciona pra enrabar minha esposa. Ela chupa meu pau enquanto eu chupo a buceta dela, encharcada dos fluídos corporais dele e dela. Enquanto chupo a buceta dela, vejo o saco de Marlon balançando de um lado para o outro, enquanto sua anaconda entra e sai do cuzinho de Mariane. Marlon goza outra vez, logo em seguida ela goza. Saímos do 69, e eu resolvo colocar na bundinha dela também. Minha piroca entrou fácil, pois o cu dela já tinha sido alargado e encharcado pela tromba do Marlon. Gozei rapidamente. Tomamos banho, e íamos pra um segundo round, mas Marlon precisava ir embora. Levei-o pra casa, trocamos telefones, mas nunca mais nos vimos.

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