Libidgel

A minha primeira vez

A pequena cidade estava em festa. Era carnaval. Época em que os hormônios se misturam com uma espécie de liberdade sexual. Era como se Baco, o antigo deus romano, ressurgisse a cada ano e embebedasse os meros mortais com o seu veneno lascivo.
Ricardo só tinha 15 anos. Tá certo que o aniversário era no mês seguinte, mas ainda era um menino. E aquele carnaval teria um gosto especial. E a responsável por isso era a empregada da família: Núbia. Sua idade ultrapassava o dobro do menino, podia ser sua mãe. Mas isso não foi empecilho, pelo contrário, foi exatamente isso que os excitavam.
Ele procurava uma mulher experiente pra descobrir os prazeres do sexo. Ela, um jovem que a fizesse apagar o fogo que a consumia por dentro. Tudo se encaixava perfeitamente naquele cenário afrodisíaco. Mas quem tomaria a iniciativa?
Núbia começou com os olhares. Um homem experiente logo perceberia aquela boca entreaberta, clamando por algo que a preenchesse. Foi preciso mais do que isso para Ricardo perceber. Então a mulher acrescentou carinhos, que sempre ocorriam distantes dos olhares da família. As mãos passeavam pelo corpo de Eduardo, que sentia um arrepio diferente. Era o homem pedindo pra ser liberado.

A família decidiu sair pra curtir as festas na cidade. Núbia fingiu estar com dor de cabeça e pediu pra que Ricardo ficasse com ela. Havia algo diferente naquele pedido. Finalmente o menino percebeu. Não era nenhum sacrifício ter que ficar em casa. Pular carnaval não era um dos programas preferidos dele. E além do mais, ele sabia que aquele era o seu dia de sorte.
Alguns minutos após o portão se fechar, Núbia dá um grito chamando Ricardo para o quarto. Quando o menino chegou, parou por um instante o passo ao ver a mulher deitada em sua cama, só com um baby doll. O tecido branco revelava um mamilo eriçado, o que já foi suficiente para o menino sentir o primeiro pulsar do seu membro.
A mulher apenas pediu pra que Ricardo lhe desse a mão. Logo que ele o fez, colocou com toda a força em seus grandes seios. Ela ansiava por aquele momento. O tesão fez ela esquecer de todas as conseqüências daquele ato. Ela só queria aquele menino.
Ricardo não tinha a prática, mas já tinha um grande conhecimento “teórico” de inúmeros filmes pornôs que havia assistido. Sabia como dar cada passo. E o primeiro foi tira a parte de cima da roupa de Núbia e tacar a boca naquele mamilo delicioso. Ele oscilava entre morder, chupar, lamber… Queria fazer tudo ao mesmo tempo.
As mãos de Núbia logo acharam o caminho da cueca do menino. Seu pau já estava incrivelmente duro. Ela fechou os olhos e parecia agradecer por sentir de novo aquela sensação gostosa de ter uma pica em suas mãos. Ela o tirou da cueca e começou a masturbá-lo, enquanto Ricardo a beijava inteira.
Era incrível como aquela cama fervia. Ricardo subiu sua boca para beijar sua empregada, enquanto sua mão descia pra encontrar a buceta molhada da mulher. A quentura daquela empregada era enorme. A mão do menino entrou por dentro da calcinha e encontrou aquele clitóris inchado. Ele a massageava lentamente, enquanto os dedos escorregavam cada vez mais para dentro daquela buceta sedenta.
Núbia já não agüentava só segurar aquele pau. Se mexeu um pouco e logo estava com a boca no membro. Não era qualquer pica. A cabeça do pau era saliente, e foi por ela que a empregada começou a passar a língua. Era uma delícia e por isso ela não se conteve em mergulhar sua boca inteira. Ela podia sentir aquela pica pulsando enquanto colocava e tirava tudo, sem parar. Enquanto isso, ela tirou a calcinha e montou em cima da cabeça de Ricardo. Era um 69 do jeito que ela adorava.
O menino não conseguia pensar em nada, apenas aproveitava cada segundo daquele momento. Sua boca sugava o clitóris de Núbia. Suas mãos davam pequenos tapas em sua bunda, o que provocava gemidos da mulher, que nem por isso deixava aquele boquete avassalador. De vez em quando ela parava um pouco e os movimentos ficavam bem lentos. Isso deixava Ricardo com um tesão incrível.
Aquela empregada não recebia ordens na cama. Era ela que comandava tudo. Quando começou a sentir que podia gozar com aquela chupada deliciosa do rapaz, virou-se, mantendo Ricardo embaixo dela. Era preciso sentir aquela pica grande dentro dela. Seus seios ficaram na altura da boca do menino, que aproveitou para voltar a chupá-los. Já Núbia, encaixava aquele pau, que deslizou com facilidade pra dentro da buceta enxarcada da mulher. Seus olhos reviraram, Ricardo parecia não acreditar no que estava acontecendo. Tudo que ele via nos filmes enquanto se masturbava estava ali, tudo pra ele aproveitar. E como era gostoso sentir aquela buceta. Era quente demais. Núbia a apertava enquanto rebolava em cima do pau do rapaz.
Os movimentos foram ficando cada vez mais rápidos. A mulher adorava aquela posição. Seu clitóris ficava roçando no corpo do menino. Ela podia controlar tudo com o seu rebolado. Seu tesão estava a mil, fazia anos que ela não sentia uma pica dentro dela. Núbia não agüentava mais, acelerou os movimentos e depois de alguns instantes gritou como uma gata no cio. Aquilo deixou Ricardo ainda mais louco. Era maravilhoso saber que estava fazendo uma mulher gozar. Agora era a sua vez.
Núbia demorou alguns segundos pra se recuperar, mas logo ficou de quatro e ofereceu aquela bunda deliciosa empinada para o rapaz. Ele ainda estava com o pau duro e latejando quando o enfiou com cuidado na mulher, seguido de um gemido de prazer da empregadinha. Era uma visão incrível. Ver sua pica deslizando, entrando e saindo daquela buceta gostosa… E ainda tinha aquele cuzinho lisinho. Ahhh, ele queria tanto aquele cuzinho. Sempre via as cenas de anal dos filmes, mas não teve coragem pra pedir. Apenas passava seus dedos de uma mão nele, enquanto a outra dava uns tapinhas na bunda de Núbia, o que dava um estalo excitante.
Aquela era a empregada que todo rapaz queria. Safada, empinava sua bunda pra traz com força, como quem quer sentir cada centímetro de pica dentro dela. De vez em quando ela virava pra trás e olhava bem nos olhos do menino. Via como ele delirava de prazer. Aquilo a deixava ainda mais safada. Na última olhada ela pediu pra ele gozar na boca dela. O rapaz abriu um sorriso. Era outra coisa que adorava ver nos filmes e não tinha coragem de pedir. A realização estava próximo.
Era impressionante como aquele menino conseguia ter total controle de quando gozar. Muitos meninos sofrem com a ejaculação precoce. Parece que os anos de masturbação o deixaram com conhecimento do seu corpo e das suas sensações. Como Núbia pediu, ele acelerou as socadas. Mas podia manter aquela foda por quanto tempo fosse necessário. Quando sentiu que o gozo estava perto, Ricardo tirou o pau da buceta de Núbia, puxou seus cabelos e posicionou seu rosto de frente pra ele.
A mulher abria a boca com vontade, queria sentir aquele jato de porra deslizando em sua língua. E não demorou muito. Ricardo botou a cabeça da sua pica bem na entrada da boca da mulher. E quando o gozo veio, sentiu que era mil vezes mais gostoso que nas vezes que se masturbava sozinho. Sua porra enchia a boca de Núbia, que aproveitou cada gota até o final, dando mais algumas engolidas naquele pau. O gosto não era dos melhores, mas na hora do tesão nada disso é lembrado. Ela engoliu todo aquele gozo enquanto sorria para o menino que ela tornou homem.
Os dois ainda ficaram ali, nus, deitados e se acariciando. Passados poucos minutos, Ricardo podia sentir sua pica voltando a ficar dura como uma pedra. Núbia o olhou com aquela cara de safada que só ela sabia fazer. E já se preparava pra montar nele de novo quando ouviram o barulho do portão. Os olhos se arregalaram e nada foi falado. Só houve tempo pra ela correr para o banheiro segurando as peças de roupa que estavam jogadas no chão. O menino trancou o quarto e por mais alguns minutos continuou deitado, de pau duro. Ele o acariciava e lembrava de cada instante daquela foda. Mas por um instante ele parou. Agora não seria mais preciso usar suas mãos. Ainda era sábado de carnaval. Muita festa ainda estava por vir.

Aumento Peniano

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