Libidgel

Minha filha é uma puta safada

Eu tinha acabado de tomar um banho e fui à procura de um creme pra passar no meu corpo. Como não o encontrei, perguntei à minha filha Juliana se o tinha visto.
– Está no meu quarto, mãe! – ela gritou da sala.
Completamente nua, sem sequer uma toalha por cima do meu corpo, fui ao quarto dela e o creme estava lá, em cima da sua cama.
Minha boca se abriu de espanto e surpresa. Junto ao creme havia também um vibrador, de um tamanho relativamente grande. Nisso minha filha entrou no quarto correndo, de repente, como se tivesse se lembrado do que tinha deixado em cima da cama, mas já era tarde demais. O vibrador já estava na minha mão e eu o observava incrédula.

Eu sabia que minha filha, com seus 26 anos, já não era mais nenhuma inocente. Na verdade eu achava que ela estava até muito saidinha. Às vezes, lá em casa, eu via algumas esfregadas entre ela e os amigos que ela levava pra lá. Só que eu fingia nada reparar.
– Pra que é isso, Juliana? – eu perguntei, estupidamente, é claro.
– Ora, mãe! É um vibrador. Não me diga que você não sabe pra que serve um vibrador! – disse ela tentando disfarçar e começando a sorrir.
– Sim, Juliana! – disse eu mais envergonhada que ela – Eu sei o que é um vibrador!
– Você devia experimentar, mãe! – ela continuava rindo – Já faz um tempão que o pai faleceu e acho que você nunca mais experimentou nada. Deve estar com uma fogueira aí embaixo.
– Juliana!?!?!! – eu disse demonstrando uma certa irritação – Isso é jeito de falar com sua mãe??
– É verdade, mãe! Você acha que não vejo como você fica olhando para os meus amigos quando eu trago eles aqui em casa?
Ela estava certa. Eu andava mesmo com muita vontade de fazer sexo. Nua e com aquele vibrador nas mãos eu senti minha buceta ficar muito úmida e minha excitação foi às alturas. Tudo que eu queria era que minha filha saísse logo do quarto para que eu pudesse enfiar aquele negócio todinho na minha xoxota. Minha filha me olhou por alguns segundos e pareceu adivinhar o que eu queria.
– Me dá isso aqui!! – disse minha filha tirando o vibrador de minhas mãos – Vou enfiar ele na sua buceta e você vai ver como a sua vida nunca mais será a mesma.
Ela nem me deu tempo de reagir. Com um empurrão ela me encostou no seu guarda-roupas e veio com o vibrador em direção ao meio das minha coxas. Sem pensar, abri minhas pernas, fechei meus olhos e permiti que ela o enfiasse bem fundo em mim, até o fim.
– Ohhhhhhhh!!! – gemi baixinho quando o vibrador entrou deslizando na minha buceta molhadinha e escorregadia.
Senti um prazer enorme e repentino. A minha filha estava sendo muito ousada, mas eu não tinha forças para pará-la. Mas a maior surpresa veio a seguir. Depois de enfiar o vibrador bem fundo, ela ligou o botão. Meu corpo todo tremeu e não pude me conter, gemendo alto de prazer.
– Eu não disse que você ia gostar, mãe? – disse ela, tirando o vibrador quase todo pra fora e depois enfiando bem fundo novamente.
Minhas pernas tremiam de puro prazer quando ela deixou o vibrador funcionando bem enterrado na minha xoxota e começou a esfregar meu grelo com seus dedos. Pra mim foi o fim! Nessa hora eu percebi que esta completamente perdida. Me agarrei à minha filha e me abri toda, para que ela me desse o máximo prazer.
– Viu? Eu disse que você estava mesmo necessitada! – disse ela depois que me recuperei do orgasmo devastador que me atingiu.
– Juliana, não fale comigo assim! – pedi a ela – Estou me sentindo tão envergonhada.
– Envergonhada de quê, mãe? – ela disse – Olha, vou ligar pro Evandro pra ele vir pra cá. Esta experiência me deixou muito excitada também. Esta noite nós duas vamos gozar metendo com ele.
– Você ficou doida?!?!? – eu disse tentando escapar.
– Depois a gente vê se eu estou doida! – disse ela rindo e pegando o telefone.
Eu já conhecia o Evandro. Ele era um dos amigos dela, com cerca de uns 40 anos e parecia ter bastante dinheiro, visto a quantidade de presentes que ele vivia trazendo pra minha filha. Eu sabia que ele estava comendo a Juliana. Nenhum homem fica dando presentes pra uma mulher sem levar nada em troca. O interessante é que muitas vezes eu já tinha surpreendido ele olhando para os meus seios. Se ele realmente viesse eu não sei se eu resistiria. Por isso, eu queria que ele não viesse.
Eu queria fazer minha filha mudar de idéia, e a única coisa que me lembrei na hora foi:
– Não chame ele, Juliana! Não tomo remédio há muito tempo e tenho medo de engravidar.
– Só usar camisinha, mãe!
– Mesmo assim! Quero não, por favor! – tentei de tudo pra fazer ela desistir.
– Tudo bem então! Ele me fode e você participa com a gente. Aí eu não deixo ele te penetrar – disse ela rindo.
Vi que não tinha mesmo como eu escapar e acabei concordando.
Não demorou muito para que o Evandro aparecesse. Eu estava sentada no sofá da sala, conforme minha filha tinha me pedido, usando uma camisola transparente que mostrava bem meus seios (não usava nenhum sutiã) e minha calcinha. A campanhia tocou e ela foi abrir e demoraram um pouco antes de virem para a sala.
Pelos sons de beijos e amassos eu pude imaginar que eles estavam se agarrando. Quando finalmente entraram na sala eu me levantei para cumprimentar o Evandro. Na hora percebi como ele ficou excitado ao me ver, correndo os olhos por todo o meu corpo, se deliciando com a visão das minhas pernas, coxas e barriga. Ele praticamente me comeu com seu olhar.
Ele nunca tinha me visto só de camisola, e ainda por cima bem transparente, expondo todo o meu corpo para os seus olhos gulosos. A única peça que minha filha tinha me permitido vestir, além da camisola, foi uma minúscula calcinha preta. Quando ele se aproximou para beijar meu rosto, como sempre fazia, fui surpreendida. Ele procurou os meus lábios e os beijou, me deixando toda arrepiada.
– Sua filha que disse que você está muito necessitada de sexo! – disse ele roçando seu corpo no meu e deixando eu sentir um enorme pau duro contra as minhas coxas.
Não tive muito tempo pra pensar. Ele me agarrou de imediato e enfiou uma de suas mãos por baixo da minha camisola, procurando minha buceta, a qual ele massageou levemente, por cima da minha calcinha. Em seguida o sujeito atrevido puxou minha calcinha de lado e enfiou dois dedos na minha xoxota, que já estava molhadinha. Quase desmaiei de tanto prazer.
– Hummmmmm! – ele gemeu no meu ouvido – É tão fogosa quanto a filha.
O Evandro não perdeu tempo. Em movimentos rápidos tirou minha camisola e minha calcinha e logo tirou sua roupa também, pedindo à minha filha que fizesse o mesmo.
– Vocês duas são muito gostosas mesmo!! – disse ele nos olhando, quando já estávamos todos nus.
Eu não estava à espera de ouvir um comentário daqueles naquela noite, mas confesso que gostei. Foi chulo mas gostei.
E gostei ainda mais quando senti as mãos dele nos meus seios, apalpando e apertando sem qualquer cerimônia. Ele apertava os meus seios e depois apertava os da minha filha. Ela parecia estar se deliciando com aquilo.
– Agora quero que vocês se abracem e se beijem! – disse ele me deixando completamente perturbada. Um click na minha cabeça quis me alertar que minha educação não permitia esse tipo de coisa. Mas já era tarde para lições de moral, e estávamos muito excitadas pra pensar nisso.
Obedecemos a ele de imediato. Comecei a beijar a boca da minha filha enquanto as mãos dele nos acariciava as costas e descia por elas, indo até as nossas bundas e depois pressionava as nossas púbis contra as pernas dele. Que loucura! Eu estava cheia de tesão e tinha a certeza que minha filha também estava.
– Fiquem de joelhos! – pediu ele quase sussurrando.
Ficamos de joelhos no carpete, uma ao lado da outra e esperamos. Acho que ambas já sabíamos o que ia acontecer em seguida.
Ele se sentou no sofá, massageando e batendo uma punheta com seu pau duro como uma barra de ferro, e pediu que nos aproximássemos.
– Quero provar essas bocas gulosas agora! Venham! – disse ele.
De imediato começamos a beijar a boca do Evandro e sua pica. Enquanto uma beijava sua boca a outra mamava gostoso no seu cacete.
– Deixa um pouco pra mim também! – disse eu ao perceber que a Juliana estava chupando o pau dele com muita vontade mesmo. Eu também queria sentir aquele pênis bem fundo na minha garganta.
– Como são gostosas essas duas safadinhas! Chupem meu pau!!! Isso!! – ele falava enquanto eu e minha filha alternávamos nossas bocas em sua pica. Ele estava em um grau de excitação tão grande que não aguentou mais, me segurou firme pela cabeça e enfiou seu pau bem fundo na minha garganta. Senti as veias do seu pênis incharem e em segundos minha boca estava cheia de seu esperma, quentinho e gostoso. Eu tentei engolir tudo, mas um pouco saiu, escorrendo pelos meus lábios e descendo pelos meus seios.
Aquela cena mexeu com a minha filha e ela tomou o pau dele das minhas mãos e caiu de boca também, querendo engolir um pouco de sua pôrra. Ele estava em extâse, gemendo desesperado.
Depois que ele gozou, nós duas nos sentamos ao lado dele no sofá e beijamos sua boca novamente, alternando as duas. Por vezes eu beijava a boca dele e rapidamente passava para a boca da minha filha, beijando-a demoradamente. Enquanto fazíamos isso as mãos do Evandro passeavam pelos nossos corpos, nos apertando e massageando por completas.
– Agora fiquem de joelhos novamente e esfreguem seus seios na minha pica! – disse ele depois de alguns minutos. Olhamos uma para a outra e começamos a rir. Eu achei o pedido estranho, já que eu nunca tinha esfregado meus seios em um pênis antes. Mas, vendo que minha filha o obedeceu de imediato, resolvi fazer o mesmo. Eu fui a primeira a segurar meus seios generosamente grandes e passá-los gentilmente em sua pica, vendo-a reagir e ficar bem dura novamente. Em seguida minha filha fez o mesmo, com seus seios não tão grandes como os meus, mas, mesmo assim, bem volumosos.
Depois de minutos o Evandro pediu que eu me sentasse no sofá, o que eu fiz, me arreganhando toda. Em seguida ele ficou de joelhos entre minhas pernas e começou a chupar minha buceta lentamente. Quando sua lingua tocou meu clitóris eu fui às nuvens. Fazia tanto tempo que um homem não me chupava daquele jeito.
– Ohhhhhhh!! Que dedo gostoso!!! – soltei um gemido quando ele enfiou um de seus dedos na minha xoxota molhadinha e continuou lambendo meu grelhinho, enquanto seu dedo atrevido entrava e saia de mim praticamente deslizando.
Eu me rendi completamente. Se ele enfiasse o pau nesse momento em mim, eu não teria forças para evitá-lo. Mas ele não o fez e continuou me provocando. Um orgasmo bem gostoso estava se aproximando e comecei a gemer loucamente.
– Sua mãe está no ponto! Vamos ver se ela sabe gozar tão gostoso quanto você! – ele disse para a minha filha e os dois começaram a rir.
– Eu te garanto que ela vai gozar ainda mais gostoso! – minha filha respondeu.
Fiquei na expectativa pra ver o que ia acontecer em seguida. O Evandro se sentou no sofá novamente e me pediu para chupar seu pau. Sem achar nada especial naquilo, comecei a chupá-lo. Foi quando senti a minha filha se aproximar de mim por trás e passar seus dedos na minha xoxota, esfregando lentamente. Não acreditei no que estávamos fazendo. Era a primeira mulher que mexia na minha buceta em toda a minha vida. Mas minha excitação já estava alta novamente e não me importei.
Em uma noite de experiências novas, eu estava disposta a tudo. Mas a surpresa veio a seguir. Pela segunda vez naquele dia, minha filha enfiava o vibrador em mim enquanto esfregava meu clitóris, me dando um intenso prazer enquanto eu continuava a mamar na pica do Evandro. Logo ele se levantou e pediu que eu ficasse com a cabeça apoiada no sofá. De quatro e com a bunda bem empinada eu o senti atrás de mim e a minha filha se afastando um pouco. Pensei de imediato que ele fosse me foder, o que não estava combinado.
Senti o Evandro segurar o vibrador e rodar ele dentro da minha buceta, sem tirar. A Juliana mudou de posição e segurou o vibrador novamente, enfiando e tirando ele de dentro de mim bem rápido, enquanto o Evandro esfregava meu clitóris com um de seus dedos.
– Ohhhhhhhh!!! Estou gozandoooooooo!!! – soltei um grito e uma onda de prazer me atingiu. Meus pêlos se arrepiaram todos e gozei como uma louca. Minha filha e o Evandro apenas sorriam, satisfeitos. Eu estava mesmo perdida nas mãos dos dois.
Depois que eu gozei eles continuaram brincando comigo. Minha filha enfiava o vibrador bem fundo enquanto o Evandro começava a beijar minha bunda e logo passou a lingua no meu cú, o que me fez soltar um gemido de prazer. De repente senti o dedo dele fazer movimentos circulares no meu ânus. Me tremi toda, adivinhando as intenções dele. E não me enganei. Enquanto minha filha enfiava o vibrador na minha xoxota, o Evandro não pensou duas vezes.
– Aiiiiiiii!!! Devagar!!! – gemi e soltei um gritinho quando ele forçou a cabeça de sua rôla e meu cuzinho cedeu, permitindo que ela passasse.
Respirei fundo e me preparei para o pior. O Evandro segurou firme na minha cintura e empurrou, bem devagar. Senti sua pica ir abrindo meu rabo lentamente, até chegar bem fundo. Minha cabeça rodava por causa do tesão que eu estava sentindo. Enquanto a Juliana me penetrava com o vibrador e massageava meu grelo, o Evandro estava montado em mim, deslizando seu pênis no meu rabo, alternando entre metidas lentas e fortes e fundas.
– Meu deus!!! Que delícia!!! – eu disse entre os dentes, tamanha era a minha excitação. Eu nunca tinha levado no rabo e na boceta ao mesmo tempo, ainda que fosse com um vibrador.
– Ohhhhhh!! Vou gozarrrr!! Vou gozarrrr!!! – avisei os dois quando senti que um orgasmo me atingia. E foi tão intenso que não me aguentei mais em cima do sofá e escorreguei para o carpete, com o Evandro sempre em cima de mim, bombando meu rabo cada vez mais fundo, curtindo os meus gemidos de prazer.
– Seu cuzinho é muito mais gostoso que o da sua filha!! – disse o Evandro enquanto eu me contorcia de prazer. Embora eu tenha considerado o comentário dele muito obsceno, eu fiquei cheia de vaidade e muito mais excitada.
O Evandro não dava descanso ao meu cú e bombava com muita vontade. Já pronta pra ter meu próximo orgasmo eu olhei para a minha filha, com receio que ela estivesse com ciúmes, mas ela estava era rindo, parecendo estar se divertindo muito.
– Fique embaixo da sua mãe, Juliana! Deixa ela chupar sua buceta enquanto eu estou comendo esse rabo gostoso! – disse o Evandro para a minha filha.
A Juliana não pensou duas vezes e enfiou uma perna de cada lado dos nossos corpos até que sua bucetinha ficou bem embaixo da minha boca.
Quando comecei a lamber a xoxotinha da Juliana eu tomei consciência do quanto eu estava pervertida. Culpa dos dois! Eu estava chupando o grelhinho da minha própria filha. Que loucura! Mas não me importei, meu tesão estava falando mais forte.
– Ohhhhhhh!!! Que rabo gostosooooo!! Estou gozandoooo!! – o Evandro gemeu como um a****l e senti seus jatos de esperma bem quentinho no fundo do meu rabo. Fiquei inundada com sua pôrra gostosa.
Naquela noite nós dormimos todos junto. Repetimos a experiências por várias vezes e algum tempo depois o Evandro veio morar definitivamente em nossa casa. Oficialmente, ele era o meu marido. Mas na realidade…

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