Minha cunhada carente

No último final de semana abrindo uma excepção viagei com meu marido até à nossa cidade, meu filho não podia ir e ia ficar em casa comigo. Seria um final de semana sem poder estar com minhas amigas. Então resolvi ir visitar meus pais. Já fazia um mês que os não via. E assim foi, sexta feira à noite seguimos viagem, são umas três horas o tempo que demora a chegarmos. Com meu marido mal falei durante esse tempo. Entre nós já não há nada para conversar, apenas manter um casamento de aparência pela família. Mas ele nem sonha que eu na sua ausência sou uma viciada em sexo com mulheres.
Quando chegamos fomos direto para casa de meus pais. Nos receberam como sempre em clima de festa, minha mãe principalmente se sentia muito feliz com nossa presença. Não sabia de como nosso casamento só existe ainda porque eu não lhe quero dar um desgosto, se ela soubesse como sua filha é uma depravada… nossa, nem quero pensar como se sentiria. Por isso minha vida é um segredo completo. E depois eu também só escolho pessoas que também não têm interesse que se saiba o que fazemos, assim consigo manter tudo no maior sigilo. Quando minha mãe falou que meus cunhados juntos com minha sobrinha estavam na cidade fiquei surpresa, meu marido nao me tinha contado nada. Mas minha sogra continua hospitalizada e está em fase terminal, e seus filhos querem passar o mais tempo possível junto dela, eu concordo mas faço questão de não a visitar, como vos contei num conto anterior minha sogra nunca gostou e falava muito mal mim quando casei com o seu filho, nunca lhe perdoei tudo o que ela falou de mim naquela época.
Meus cunhados tinham chegado na cidade no dia anterior, e se instalaram em casa de minha sogra como é normal. Eu fiquei um pouco excitada com a presença de minha sobrinha Filipa depois do que tinha acontecido uns tempos atrás lá em São Paulo, mas sem dar a entender nada. Com meu marido e seus pais presentes não podia acontecer nada entre nós de novo. Fiquei curiosa no entanto em rever minha cunhada Carla, eu tinha ideia que ela era uma mulher muito bonita quando a vi pela última vez, mas nesse tempo eu nem imaginava que me iria tornar uma mulher safada e comedora de outras mulheres. Sei que ela na sua cidade tinha um emprego de professora primária e que seu marido e meu cunhado trabalhava no duro na roça.
Naquele final de semana meu marido e seu irmão ficariam de noite com sua mãe no hospital, ficando eu com meus pais. Enquanto minha cunhada ficava com sua filha em casa da sogra. Não sei se Filipa estava tramando algo, mas veio me pedir que eu ficasse com elas duas, assim se sentiriam mais acompanhadas. Aceitei, até porque com sua mãe presente eu achava que não ia tentar alguma coisa. Chegou a noite os dois irmãos foram para o hospital, eu depois de jantar peguei no meu carro e me dirigi para casa delas, a casa fica um pouco longe do outro lado da cidade, e um pouco escondida. Não seria nada agradável ficarem ali as duas sozinhas, até porque os vizinhos mais perto ficam a uns 500 metros de distância.
Quando cheguei, bati na porta e Filipa vestida com um pijaminha veio abri e logo na entrada sem sua mãe ver me deu um beijo na boca, ” menina atrevida” falei baixinho, não fosse sua mãe perceber alguma coisa. Carla estava assistindo TV deitada no sofá da sala. Estava descontraída, como estava muito calor vestia apenas uma camisola bem comprida que chegava ao meio das coxas. Dava para entender agora que realmente ela era uma mulher linda, e que pernas lisinhas e gostosas ela tinha. Mas era minha cunhada e eu não podia dar a entender que fiquei fascinada com o jeito que ela estava vestida. Quando se levantou do sofá, sem querer a camisola subiu um pouco e deu para ver sua calcinha preta bem pequena.
Disfarcei meu olhar e nos cumprimentamos com um beijo em cada face. Já nos tínhamos visto à tarde, mas mesmo assim voltamos a nos cumprimentar. Então perguntou o que eu queria tomar, falei que tomava um cafezinho se não fosse nenhum incomodo, ” claro que nao” respondeu ela enquanto se dirigia para a cozinha pegar o café, fiquei olhando o jeito de ela andar, muito elegante. Ela era uma senhora de verdade. Por instantes esqueci que minha sobrinha estava ali mesmo atrás de mim sentada no outro sofá me contemplando de costas. Filipa falou para mim assim sem mais nem menos: ” minha mãe é muito gostosa, a tia não acha”? Meio sem jeito respondi então: ” não falo que seja gostosa, mas é muito bonita, a sua mãe”. Mais uma vez ela me deixa sem jeito quando me pergunta junto ao ouvido: ” tia você seria capaz de transar com minha mãe”? ” Nossa menina, você está louca”? Não sei porquê, mas a garota estava muito afim de sacanagem naquela noite. Eu precisava ter cuidado, não sabia se sua mãe tinha conhecimento do que rolou entre nós em São Paulo, se calhar até sabia e também quereria expeeimentar. Mas na dúvida eu deixei passar algum tempo e tomamos nosso café enquanto conversávamos
Quando Carla se levantou do para para ir levar a louça à cozinha sua filha me falou que tinha reparado em mim olhando para as pernas de sua mãe, não pude negar que não reparei mesmo. Até porque sua mãe era muito bonita e atraente, mas que jamais iria transar com ela na sua frente. Ela então respondeu que dali a pouco se iria deitar e deixaria nós duas sozinhas, e esperava que eu desse um tratamento na mamãe como lhe tinha dado a ela lá em São Paulo. Ela sabia que sua mãe estava passando por uma fase de muita carência, e precisava de algo especial e de preferência diferente.
Depois de alguns minutos depois de Carla voltar para junto de nós, sua filha arrumou uma desculpa e falou que se iria deitar pois se encontrava cansada da viagem, sem antes falar que nós duas podíamos ficar à vontade. Assim foi ela foi dormir e nós duas ficámos conversando e assistindo TV. Carla me perguntou como estava meu casamento, deveria querer saber alguma coisa sobre o meu relacionamento com meu marido. Fui sincera com ela e falei que meu casamento só existe por causa de não dar nenhum desgosto a meus pais, porque relações com meu marido eu já não tenho faz muito tempo, e lhe expliquei que ele virou um alcoólatra, e só pensa na bebida. Ela não sabia nada disso é ficou surpreendida. Como mulher curiosa quis saber como eu conseguia aguentar sem ter ninguém todo esse tempo. Eu fingindo alguma tristeza falei que ia vivendo. Mas que não sabia até mais quando.
Quando Carla me falou que eu ainda era uma mulher nova e bonita, não podia perder o resto da vida presa a um casamento de fachada. Eu sabia dos problemas dela com o seu casamento e comecei também a querer saber coisas… ” e com você, como vai seu casamento?” Perguntei. Ela meio que a medo respondeu: ” olha querida cunhada, não faz tanto tempo como você, mas seu cunhado também está faltando muito com suas obrigações. Tem mais de um mês que ele não me procura, sempre com a desculpa de estar cansado, eu estou a desesperar”. Era isso que eu começava a gostar de ouvir. Perguntei se tinha vinho em casa, e se não gostava de tomar uma taça enquanto conversávamos. Falou que não costumava beber, mas como havia vinho na despensa ela falou que me acompanhava abrindo assim uma expressão. Estava no bom caminho, com certeza sua filha estaria nos observando lá da porta do quarto ou em qualquer outro lugar.
Continuamos falando de nossas vidas durante largos minutos, a garrafa do vinho estava já bem perto do fim. Então me levantei e peguei outra, ela não queria. Mas quando lhe falei que dali a pouco nos iríamos deitar e dormir ela bebeu mais um pouco. Comecei então a reparar que ela começava a sentir um pouco de calor e se mexia no sofá tentando dar um pouco de ar ao seu corpo. Foi quando eu lhe perguntei se alguma vez pensou traír seu marido. Respondeu: ” nossaaaaaaaa, não… nunca na vida”. Eu falei que já pensei nisso muita vez, só nunca havia ganho coragem. Que até já tinha pensado em o traír nem que fosse com outra mulher mesmo. Ficou atónita com o que eu falei, mas completei falando que lá em São Paulo tenho amigas que o fizeram e adoraram, e mesmo casadas continuam-no fazendo sem os maridos saberem. Ela estava sem palavras, da sua boca nada saía. Eu insistia no assunto e falava que até tinha alguma curiosidade em experimentar. Quando perguntei para ela se nunca na vida sentiu curiosidade ou vontade de ficar com uma mulher? Respondeu que do jeito que está com seu marido se rolasse um dia essa oportunidade e do jeito que se encontra carente se não cederia. Como ela estava muito carente mesmo eu sentada no sofá me levantei e peguei mais uma taça de vinho, ela bebeu mais um pouco, começou se sentindo tonta, eu mandei ela então se deitar sobre meu colo. Aquela minha cunhada linda e gostosa estava quase conquistada, faltava muito pouco. Que estaria Filipa fazendo naquele momento, com certeza não estava dormindo. Ela estaria com certeza nos observando, isso me deixava excitada, até porque estava quase comendo minha cunhadinha que eu pensava ser completamente inacessível e também sua filhinha. Com sua cabeça em meu colo eu comecei a acariciar seus cabelos, seu rosto…. deu para entender que ela estava gostando do meu carinho e eu continuava falando coisas bonitas para ela, e como nossos maridos tiveram a sorte de ter mulheres gostosas e não souberam aproveitar. Continuava alisando seus cabelos, ela fechava os olhos sempre que passava minha mão no seu rosto e muito ao de leve no seu pescoço e suas orelhas, aí ela se contorcia um pouco com minhas carícias. Começava a sentir em seu corpo alguma vontade de se libertar. Agora eu tinha de continuar e ser eu mesma, já não tinha mais volta, minha sobrinha não seria problema. Se ela resolvesse aparecer só tinha uma alternativa: entrar na festa comigo e com sua mãezinha.
Depois de algum tempo, acariciei seus ombros e seus braços. Carla ficou toda arrepiada com isso, pude sentir os pelinhos do braço todos ouriçados. Ao perceber que minha cunhada maravilhosa estava gostando dos meus carinhos, delicadamente passei a mão sobre seus seios. Carla gemeu baixinho. Continuei a passar as mãos nos peitinhos dela, agora já beliscava levemente seus mamilos e Carla gemeu mais alto. Então, já doida de tesão, aproximei meu rosto dos seus seios e beijei-os gostosamente. Talvez devido à carência e fundamentalmente ao vinho que bebera Carla já começava a delirar de tesão, começava a gemer mais alto. Não sei por quanto tempo fiquei ali, chupando os peitinhos dela. Eu lambia os mamilos, chupava os seios todinhos, fazia da minha língua um chicote e batia em seus mamilos durinhos. Só uma mulher para conhecer tão bem os desejos de outra mulher. Com minha língua em seu mamilo eu simulava que estava chupando seu clitóris. Carla acabou me dizendo que não aguentava mais. Deixei-a maluca de tesão só nos peitinhos. Então deitei-a no sofá e tirei sua calcinha. A bucetinha dela estava molhadinha, com aquele muco transparente que toda mulher tem quando fica excitada. Abri suas pernas e me aproximei de sua grutinha, apenas para realizar um sonho: sentir o cheiro do sexo de Carla . E que cheiro maravilhoso exalava de sua xoxotinha! Carla , a essa altura, implorava para que eu a chupasse, mas eu não cedi imediatamente. Comecei a beijar a parte interna de suas coxas e ia subindo até chegar bem perto de sua grutinha, mas não continuava, e retornava para as coxas… Carla ficou maluca com isso. A virei de bruços e me deliciei com a visão de sua bundinha toda aberta para mim. Era um sonho aquela bundinha de minha cunhada. Naquele momento Imaginava-me em minha cama e com meus brinquedos comendo sua bundinha, beijando, lambendo. E agora era exatamente o que fazia. Lambi tanto aquela bundinha, só na parte externa, diga-se, e Carla não aguentava mais de tanto tesão. Então, percebendo a crueldade que fazia com minha cunhada, abri bem sua bundinha e enfiei a língua no seu cuzinho apertado. Carla quase gozou só com isso. Ela rebolava aquela bunda maravilhosa na minha cara e eu chupava, lambia, forçava a língua na entrada de seu cuzinho, enfim, fazia loucuras na bundinha dela . Ela não aguentou mais e gozou. Gozou como gente grande. Deu um grito alto e depois gemeu por quase 5 minutos. Minha incrível cunhada estava com o corpo amolecido, mas eu não estava satisfeita. Queria sentir o gosto de sua bucetinha . Virei-a de frente e meti a língua na sua xoxotinha. Lambi e engoli todo o mel que escorria de sua fenda, seu gozo tinha um gosto maravilhoso e eu engolia tudo, não queria perder uma gotinha só de seu suco de amor. Carla estava cheia de tesão novamente. Seu grelo havia crescido com o tesão, estava vermelho, lindo demais. Afastei suavente os grandes lábios, e cheguei mansamente com minha língua dura no seu grelinho inchado. Comecei com aquele movimento de vaivém que todo homem tenta, mas poucos conseguem fazer, e que deixa as mulheres malucas. Masturbei-lhe o grelinho com a língua, não dei atenção à mais nada a não ser o grelo. Minha cunhada arfava e gemia. Dizia que nunca tinha sido chupada dessa forma, que eu era maravilhosa, que ela ia gozar na minha boca. Quando percebia estava prestes a gozar, afastava a língua. Nessa hora era ela que procurava minha língua com a bucetinha. E eu afastava, depois me aproximava e recomeçava. Uma loucura! Não a deixava gozar, queria que ela sentisse um gozo como nunca havia sentido, o gozo proporcionado por uma mulher. Em dado momento, enfiei o polegar na sua bucetinha e senti que Carla urrou de prazer. Aproveitei e enfiei o indicador no seu cuzinho e permaneci assim, “comendo” minha cunhada na frente e atrás, enquanto com a língua, proporcionava o maior prazer que alguém pode proporcionar a uma mulher. Então não aguentou mais e gozou violentamente. Enfiei mais os dedos em seus buraquinhos e pude sentir as contrações de seu gozo. Ela não parava de gozar e eu não parava de chupá-la. Minha vontade era engolir todo o seu clitóris, tamanho era o meu tesão. Carla chorava de tanto gozar. E foi, aos poucos, relaxando, até que adormeceu ali ao meu lado. Foi então que me dei conta que Filipa estava encostada na ombreira da porta se masturbando. Era uma visão incrível, depois de comer sua mãezinha à sua frente ela também gozava com isso. Já era bem tarde e precisávamos ir dormir, porque seu pai voltaria de manhã cedo do hospital. Mas como ainda tínhamos a noite de sábado para domingo elas ficariam em minha casa, lá tinha mais coisas para fazer gozar sua mamãe e a ela, adorou ideia é ficou ansiosa pela chegada da noite seguinte. Ali também deu para entender que também elas não queriam saber da velha morrendo no hospital. Nossos maridos estavam pagando pela sua impotência, e nossa intenção era continuar a gozar muito sem eles saberem.
Espero que tenham gostado e gozado muito …. até breve

LibidGel

Andréia Felina

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