Meu sogro meteu em mim no dia do meu aniversário

Olá a todos os leitores deste site. Meu nome é Nayara e, depois de ler vários relatos eróticos escritos por outras pessoas, criei coragem e resolvi contar algo que me aconteceu há uns cinco anos, mas que teve um grande impacto na minha vida.

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Sou morena clara, 25 anos, alta, com as pernas bem finas mas bem modeladas, fruto das corridinhas diários que faço no condomínio. Me casei aos 18 anos e fui morar com o meu marido em uma das casas do meu sogro, já que ele é um homem muito rico e cheio de recursos.

Meu sogro nunca tinha me olhado com olhos gulosos, mesmo quando eu estava em minha casa com roupas curtas ou mais atrevidas e ele chegava de repente. E eu também nunca tinha imaginado que um dia ele pudesse dar em cima de mim, até porque ele era bem casado e não se ouvia falar nada dele em relação a traições ou coisas do tipo.

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Um dia meu esposo resolveu fazer uma festinha particular para comemorar os meus 20 aninhos. Nós estávamos casados há dois anos e ainda não tínhamos filhos. Ele convidou meus pais, minha irmã, seus pais e mais alguns amigos.

Começamos a festinha no sábado, às 14:00hs e fomos indo, comendo churrasco, nadando na piscina, ouvindo música e dançando e, claro, bebendo muito mesmo. Por volta da meia-noite todos resolveram ir embora, ficando apenas meu esposo, meu sogro e eu. Meu sogro se ofereceu para ajudar a limpar a bagunça e minha sogra foi embora com o meu cunhado.

Ficamos bebendo um pouco mais e conversando. Logo meu marido não aguentou mais e ficou tão bêbado que vomitou na sala. Meu sogro me ajudou a limpar a sujeira e então levamos meu esposo para o nosso quarto, onde ele praticamente desmaiou em cima da cama, um pouco sujo ainda.

– Filha, você me arruma uma toalha?… preciso tomar um banho também! – meu sogro pediu.
– Pode descer que eu levo para o senhor! – eu falei e ele desceu as escadas em direção ao banheiro do quarto de hóspedes.

Uns dez minutos depois eu desci as escadas para entregar a toalha a ele. Imaginando que meu sogro estivesse no banheiro, abri a porta do quarto de hóspedes sem bater.
– Seu Reinaldooooo?!?… ohhhhhhhh… meu deusssss!!… me d-d-d-desculpa!! – falei e fiquei muito sem graça.

Meu sogro estava completamente pelado ao lado da cama, com seu pau enorme balançando entre as pernas. Nosssaaaa!! Fiquei completamente paralisada, olhando para o pênis dele.

Acho que até babei, pois até aquele dia eu só tinha visto a rola do Rogério, meu marido, que não tem mais que uns 15cm. Eu era tão sonsa que pensava que picas grandes e grossas como a do meu sogro só existiam mesmo nos filmes pornôs e revistas de fotos atrevidas.

– Não precisa se desculpar, Nayara… essas coisas acontecem, filha… eu deveria ter fechado a porta! – meu sogro falou e me tirou do transe que eu me encontrava.
– Meu deusss… preciso ser mais atenta… me desculpa mesmo! – falei sem desviar os olhos da pirocona dele.

Minha vontade era subir em cima do meu sogro e foder gostoso no pau dele, até gozar como louca. Mas meu marido estava lá no nosso quarto, desmaiado de tanto beber e precisando da minha atenção. Com muito custo recuperei minha consciência e me virei para sair do quarto de hóspedes.

– Espera… não vá ainda! – o Seu Reinaldo falou e me segurou pela mão.
– Não! Não posso fazer isso… é errado… não posso… nunca traí o Rogério, seu Reinaldo!
– Mas você não vai fazer nada, filha… só pega aqui rapidinho… eu vi que você gostou, não foi?

Deus do céu! Que loucura! Nós mulheres não podemos mesmo ver rola. Meu sogro levou minha mão até o seu pau e me fez segurá-lo. A picona foi crescendo até alcançar um tamanho e grossura que assustava qualquer uma. Com 20 anos eu era toda magrinha e franzinha. De forma alguma eu conseguiria agasalhar o pau do meu sogro na minha buceta pequenina e apertada.

– Não posso… não posso… deixa eu ir, Seu Reinaldo! – falei desesperada e tirei minha mão da pica dele. Caminhei em direção à porta e ele me segurou por trás, me encoxando. Senti o pau duro dele encostar na minha bunda. Em seguida uma de suas mãos levantou minha saia por trás.

– Ohhhhhhhh… Seu Reinaldo… isso é errado… nossas famílias não vão nos perdoar nunca! – gemi e falei com a voz trêmula, enquanto ele me empurrava na parede, de costas pra ele. Acabei ficando quietinha, enquanto ele enfiava a mão por dentro da parte de trás da minha calcinha.

Senti o dedo atrevido dele se enfiar na racha da minha bunda e tocar minha buceta. Me tremi todinha e o empurrei, quase chorando, de tão nervosa que eu estava.
– Nãoooooooo… meu deusssss… não vou fazer isso!! – falei novamente, mas não fui em direção à porta.

– Então só chupa um pouquinho, filha! Eu sempre achei essa sua boquinha tão bonita!… vem… chupa um pouco e pode ir! – meu sogro falou muito decidido.
– Espera aqui então! – falei e saí do quarto de hóspedes. Subi correndo para o meu quarto e me certifiquei de que o meu marido ainda estava dormindo.

Mais tranquila eu voltei quase correndo para o quarto de hóspedes.
– Vamos… bem rápido… meu deussss… que loucura!! – falei e me ajoelhei entre as pernas do meu sogro, com ele sentado na cama. Peguei no pau dele e fiquei alisando e punhetando. Como era grosso e duro, e ficava pulsando entre os meus dedos.

– Uhhhhhhh… isso, filha… chupa… coloca ele na boca, vai…!! – o Seu Reinaldo falou e comecei a beijar a cabeça de sua pica. Depois fiz um esforço danado e consegui enfiar um pouco na minha boca. Fiquei chupando bem babado e punhetando, torcendo pra ele gozar logo. Eu sempre fazia isso com o meu marido quando ele queria meter e eu não estava com vontade.

– Ahhhhhh… caralho… como a minha nora chupa gostoso… meu filho é um homem de sorte… ohhhhhh…! – meu sogro gemia e falava. Eu nem preciso dizer que eu estava morrendo de medo de ser pega mamando na rola do meu sogro. Mas isso estava me excitando muito.

Senti minha buceta começar a ficar molhadinha, melando o fundo da minha calcinha. Se aquilo continuasse eu ia acabar dando para o meu sogro. Apressei os movimentos no pau dele pra ele gozar logo e a gente acabar com aquilo.
– Gozaaaaaa… goza, Seu Reinaldo… deixa eu ver o senhor gozar, deixa? – falei, pra ele ficar ainda mais tesudo.

– Eu vou gozar, filha… mas antes quero meter em você um pouquinho!
– De jeito nenhum! Nem pensar… eu já estou me arriscando demais aqui! Se o Rogério nos pegar aqui ele me mata…. o senhor sabe disso!
– Ele está roncando lá em cima, Nayara! Só vai acordar amanhã!

– Não… transar não, Seu Reinaldo… já estou fazendo muito… goza logo antes que eu mude de idéia!
– Então deixa só eu passar o pau na sua buceta… aí eu gozo e a gente pára!
– Meu deusssss!!… que coisa!!… tá bom… mas por cima da calcinha!

Meu sogro concordou e eu me deitei de costas na beirada da cama. Levantei minha saia e abri levemente minhas pernas. Ele veio e ficou passando a cabeça da rola bem em cima do meu grelo, por cima da minha calcinha já bastante úmida. Nossaaaa!!!! Ele ficava massageando minha xoxota com a cabeça do pau, e isso estava me deixando louca.

– Tira essa calcinha… vai… deixa eu enfiar um pouquinho!
– Não posso… ohhhhhhh… estou com tanta vontade… mas não posso!
– Eu tenho uma idéia! – meu sogro disse. – Vamos fazer lá atrás, perto da piscina! Se o Rogério acordar dá tempo de você disfarçar!

– Tá… que loucura, meu deussss!!… o que eu estou fazendo?!?… não sou mulher dessas coisas! – falei desesperada. Eu queria dar para o meu sogro mas estava com muito medo.

– Eu vou lá e te espero uns minutos… se você não chegar eu termino uma punheta e pronto! – meu sogro falou, deu um selinho nos meus lábios, vestiu a roupa, saiu do quarto calmamente e foi para um depósito que tínhamos bem atrás do jardim e da piscina.

Entrei em desespero. Eu nunca tinha traído meu marido. Ele tinha sido o único homem da minha vida e fazia sexo bem gostoso comigo. Por que eu estava com vontade de meter com outro homem? E justamente com o meu sogro? Subi apressada para o meu quarto.

O Rogério estava roncando e babando em cima da cama, completamente bêbado. Olhei para ele. O homem da minha vida, o único a meter na minha xoxotinha até aquele dia, estava prestes a levar chifres.
– Amor… me perdoa… mas estou com tanta vontade! – falei mentalmente e dei um beijo no rosto dele.

Desci apressada e fui ao encontro do meu sogro na casinha atrás do jardim. Assim que entrei ele fechou a porta e já veio tentando tirar a minha roupa. Não deixei.
– Nãoooo… vamos de roupa mesmo… estou de saia… só levantar e puxar a calcinha!… e tem que ser rápido! – falei e fiquei de quatro em um sofá todo empoeirado que havia lá.

Meu sogro levantou minha saia e ficou dando beijinhos na minha bunda e na minha xoxota. Depois ele puxou minha calcinha todinha para o lado e começou a enfiar o dedo na minha entradinha. Logo ele começou a me chupar, passando a língua de leve no meu grelo. Meu deussss!! Nessa hora eu gemi como uma cadelinha.

– Quer dar essa buceta para o seu sogro, não quer, minha nora gostosa? – o safado falou no pé do meu ouvido e fiquei toda arrepiada.
– Quero, Seu Reinaldo… mas tem que ser rápido… o Rogério vai acordar!
Depois que falei isso ele encaixou a cabeça da rola na minha entradinha e ficou dando umas cutucadas bem leves, até que foi entrando bem devagar.

– Ahhhhhhhhhh… é grossa demais… faz com cuidado, tá?… ohhhh… calma… agora… mais um pouco… assimmmmm… ahhhhh… – fui falando e rebolando meu quadril, até conseguir engolir um bom pedaço da rola do meu sogro.

– Ohhhhhh… filha… que bucetinha mais gostosa minha nora tem… isso, minha querida… deixa seu sogro te comer bem gostosoooo… deixa eu foder essa xoxotinha apertada…!! – o Seu Reinaldo falava e já começava a socar mais forte, aumentando cada vez mais o rítmo.

Empinei bem a minha bunda e deixei ele meter. Minha buceta estava toda preenchida, mas como eu estava bem lubrificada, a pica entrava e saia sem qualquer dificuldade, esticando a entrada da minha grutinha ao máximo. Fiquei gemendo baixinho e meu calor foi aumentando.

– Ahhhhh… deusssssss… eu não posso fazer issooooo… não possssooo… aiiiiiii… que gostosoooooo… não faz isso comigo, Seu Reinaldo… não faz…!! – eu ficava gemendo e falando, até que ele me deu um aperto mais forte e mordeu minha orelha. Sem querer eu comecei a gozar, bem quietinha, sem ele saber.

– Agora vem por cima, de frente pra mim!! – ele falou e tirou a piroca toda melada de dentro da minha xoxota. Dei uma limpada no sofá e ele se sentou. Em seguida eu fui por cima.
– Nayaraaaaaaa!!! Nayaraaaaaaaa!!! – ouvi meu marido gritar no momento que eu já ia descer na pica do meu sogro.

– Xiiiiiiiiii… deu merda!! – o Seu Reinaldo falou e fiquei apavorada. – Vai lá, filha… vai lá ver o que ele quer… mas volta aqui pra gente terminar!
Por sorte eu não tinha tirado a minha roupa. Só puxei minha calcinha de volta, desci a saia e voltei correndo para dentro de casa.

Meu marido tinha se levantado e estava no banheiro, tentando ligar o chuveiro. Ajudei ele nessa tarefa e fiquei observando-o em sua tentativa de tomar um banho, sem nem mesmo tirar sua roupa. Como eu vi que ele não ia conseguir, eu o ajudei a tirar a roupa e o enfiei debaixo do chuveiro.

Depois do banho rápido eu o levei para o quarto, torcendo para ele pegar no sono novamente e eu descer e continuar a foda com o meu sogro.
– Nãoooooooo… não amor… não quero… agora não! – falei e tentei me soltar quando meu marido me segurou por trás e me empurrou contra a parede.

– Mas eu quero, Nayara!!… eu quero essa buceta agora…!! – ele falou com voz ainda de bêbado. Mas que atrevimento?!? Como pode um negócio desses?!? Meu sogro me esperando na casinha do jardim pra continuar me comendo e meu esposo querendo me comer também. Que merda! E o pior era que o pau do meu marido estava duro igual uma barra de ferro.

– Então vem… mas rápido, tá? – levantei minha saia, puxei a calcinha de ladinho e deixei ele enfiar. O Rogério me segurou forte por trás e ficou bombando por uns três minutos, igual um cavalo quando pega uma égua. Não sei se era o efeito da bebida, mas ele nunca tinha feito aquilo antes.

Não demorou e ele gozou, enchendo minha perereca de porra. Que droga! Isso ia atrasar meu esquema com meu sogro. Mas eu também tinha que dar atenção ao meu marido.
– Gozou, meu gostoso?… gozou dentro da sua mulherzinha, foi? – falei e vi meu marido cambalear em direção à cama. Em segundos ele estava roncando de novo.

Fui ao banheiro, dei uma limpadinha básica na minha xoxota e desci ao encontro do meu sogro, torcendo pra ele ainda estar de pau duro.
– Eita, menina… demorou, heim? – meu sogro falou assim que eu entrei na casinha do jardim.

– Sim, Seu Reinaldo… o senhor não vai acreditar… o Rogério acordou pra tomar banho, eu o ajudei, o pau dele ficou duro e ele acabou me comendo lá no quarto… tem base um negócio desses? – eu falei e meu sogro caiu na risada.
– Sério?… ele conseguiu fazer isso?

– Sim… veja como estou cheia de porra! – falei e coloquei uma perna no sofá e fiquei com a outra no chão. Em seguida puxei a minha calcinha de lado, enfiei o dedo na buceta e mostrei o dedo todo lambuzado de esperma do meu marido.

– Caralho… então vou ter que comer essa bucetinha outra dia, filha… melada de porra assim eu não quero não! – meu sogro falou, fazendo cara de nojo.
– Então vem cá pra eu bater um punheta pro senhor… pode gozar nas minhas mãos!… aí outro dia a gente mete de novo, tá bom?

– Mas eu queria te comer mais um pouco era hoje, filha… olha o estado que estou! – meu sogro falou e me mostrou seu pau duro e grosso. Nossa!! Como era enorme. Eu sentia até um negócio ruim só de olhar.
– Mete assim mesmo… é porra do seu filho… o que tem de errado?

– Não… deixa eu comer seu cuzinho então… vem cá!
– De jeito nenhum! O senhor vai me rasgar todinha com essa pica! – falei e fiz uma carinha de assustada.
– Mas você já fez sexo anal antes, não?

– Sim… eu sempre faço com o Rogério… e até gosto… mas o pau dele é muito menor que o do senhor… não aguento não… vem cá… goza nas minhas mãos!
– Não… quero gozar no seu rabo… vamos… se doer a gente pára! – meu sogro falou com um brilho de tesão nos olhos.

Meu deusssss!!! Minha primeira traição, justamente com o meu sogro. E eu ia deixar ele comer o meu cú. Ele já tinha metido na minha buceta e agora ia meter no cuzinho também. Que situação! Era tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo que eu estava confusa. Em um único dia eu tinha dado para o pai e para o filho.

– Tá bom… mas eu deixo só um pouquinho… só pro senhor gozar! – falei e fiquei de quatro no sofá novamente. Ele veio, levantou minha saia até a minha cintura e puxou minha calcinha todinha para o lado, me deixando toda exposta.
– Que delícia de bunda, filha… que cuzinho mais lindo a minha nora querida tem!

– Ohhhhhhhhhh… faz cócegas… o Rogério nunca faz isso… ahhhh… mas é tão gostosooooooo…!! – falei ao sentir a boca do meu sogro no meu cuzinho, lambendo, chupando, enfiando a língua bem na minha rosquinha e deixando meu ânus todo babado. Eu nunca tinha sentido uma sensação tão gostosa em toda a minha vida.

– Pode enfiar agora?
– Sim… mas bem devagar… senão eu vou gritar e o Rogério acorda de novo! – falei e tentei me concentrar ao máximo, de forma a relaxar a músculatura do meu ânus e não sentir muita dor. Meu sogro encostou a cabeçona da rola no meu buraquinho e ficou esfregando, pra cima e para baixo, forçando um pouco.

– Aiiiiiiiiiiiiii… nossaaaaaaaa… aiiiiii… que dorrrrrr… devagarrrrr… por favor… aiiiiii…! – gemi e quase gritei quando a cabeça do pau dele entrou no meu cú, quase rasgando o meu anelzinho. Eu não tinha feito cocô o dia todo, e nessa hora senti uma vontade enorme de correr ao banheiro.

– Shhhhhhhhhh… fica quietinha que não vai doer mais, tá?… assimmmm… minha querida… que cuzinho mais apertado! – o Seu Reinaldo falou e ficou massageando meus ombros, enquanto movimentava seu quadril lentamente, enfiando mais um pouquinho. Eu via estrelas e abafava meus gritos com minha mão.

– Uhhhhhhhh… Seu Reinaldo… já tá bom… não enfia mais não… goza desse jeito… goza que estou passando mal… por favor… ahhhhhhh!!!!
– Que delícia, minha nora linda… você é magrinha mas aguenta bem uma tora nesse seu rabo… rebola na pica do seu sogro, rebola… rebola esse cú quentinho no meu pau, sua safadinha!!

Meu deusssss!! O Seu Reinaldo começou a falar essas coisas e eu fui ficando louca. Comecei a gemer mais alto, sem me preocupar com o meu marido. Na verdade, se o meu esposo aparecesse ali naquela hora eu mandava ele ir para o quinto dos infernos. Que rola mais gostosa no meu cú, me abrindo todinha por dentro.

Minha vontade era relinchar igual uma égua. Me senti como uma cachorrinha presa no pau de uma cachorrão três vezes maior que ela. Quase chorei de dor e tesão.

– Meteeeeee… Seu Reinaldo… mete nesse cuzinho, mete… come o cú da sua nora… me arregaça todinha… vai… vou gozarrrrr… vou gozarrrr pro senhor ver… meu deussssss… estouuuuu… estou… – tentei falar mas minha voz sumiu. Gozei deliciosamente, esfregando os dedos no meu clitóris.

Ao me ver gozando daquele jeito, o meu sogro perdeu o controle e começou a gozar também. Ele me abraçou bem forte, me apertando, e deu umas três ferradas bem no fundo. Senti os jatos de porra quente bem no fundo do meu intestino. Senti gosto de vômito na minha boca, tamanho foi o arrepio que percorreu o meu corpo.

Ficamos os dois engatados durante vários minutos, em total silêncio, ouvindo as nossas respirações ofegantes.
– Nayara… você tem a bunda mais gostosa que já comi em toda a minha vida! – meu sogro falou com a boca na minha nuca.

– Mentiroso… essa bunda magra… nem tenho bunda! – falei e rimos um pouco.
– Eu adoro meninas magras como você… fica mais fácil para o pau entrar, não fica?

– Sei lá… entendo dessas coisas não, Seu Reinaldo… na verdade… há tantas coisas que eu não entendo sobre sexo, e gostaria de aprender… o senhor quer me ensinar? – falei e fui afastando meu corpo lentamente. O pau do meu sogro foi saindo do meu cú, ainda meio duro.

– Nosssaaaaa!!! Que vergonhaaaaa!! Deixa eu limpar! – falei e fiquei muito sem graça. A pica do meu sogro estava toda suja. Minha cara quase rachou. Depois desse dia eu nunca mais fiz sexo anal sem ir ao banheiro algumas horas antes. Corri ao banheiro perto da piscina, peguei papel higiênico e voltei para limpar o pênis dele.

Meu sogro não se importou com isso. Parecia que ele já tinha feito aquilo um milhão de vezes. Voltamos para a casa, tomamos um banho e preparei um lanche. Um tempão depois meu marido acordou e meu sogro já tinha ido embora. Alguns dias depois ele voltou à minha casa e me tratou normalmente, como se nada tivesse acontecido. Até que ficamos sozinhos.

– Você sabe que quero de novo, não sabe? – ele falou baixinho enquanto meu marido foi à cozinha.
– Sim, e eu também quero… mas aqui em casa não… nunca mais, tá? – falei preocupada, pois eu não queria de forma alguma prejudicar o meu casamento.

– Ótimo… eu te procuro então e a gente vai combinando… será nosso segredo, minha norinha linda! – o Seu Reinaldo disse eu deu uma dedada no meu cú, enfiando minha calcinha na rachinha da minha bunda.

E assim foi. Sempre que meu marido viajava, meu sogro dava um jeito de me levar para algum lugar e me comer. E isso acontece até hoje. Nunca vi gostar de comer a nora igual meu sogro. Houve até um dia que ele meteu tanto no meu cú que fui parar no hospital, com hemorragia interna. Mas isso eu volto para contar pra vocês depois.

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