Meu pai gozou na minha boca

Depois do que aconteceu naquele Sábado no banheiro, meu pai ficou meio estranho comigo. Ele tava parecia bravo, não sei. E eu fiquei tb bem quietinha no meu canto. O tesão continuava lá em cima e eu me masturbava várias vezes lembrando do cheiro dos pentelhos dele e da voz rouca de macho dele quando tava gozando. Naquela época eu ainda não tinha experiência nenhuma, meus peitos ainda eram bem pequenos e minha xaninha mal tinha pelos. E, apesar de eu me sentir muito safadinha, a minha ideia de safadeza era pôr um shortinho bem curto para provocar os meninos da rua quando a minha mãe me mandava buscar algo na padaria. Mas eu continuava mesmo era com tesão no meu pai. Com ele os pensamentos já eram hmmm…. digamos…mais libidinosos…rs..


Ele desde o episódio do banheiro, não me deixou sentar mais no colo dele para ver tv à noite. Eu sentava no sofá de frente, do outro lado da sala, e ficava sempre olhando para a barguilha do shorts de pijama dele, lembrando do que tava guardado lá dentro. Em uma dessas noites quentes de Verão, estávamos lá vendo televisão e minha mãe falou que ia dormir. Uma vez que meu pai não me deixava sentar mais no colo dele, como ele fazia antes, eu estava sem muitas expectativas. Mas aí sabe como é que é né… começa aquela coceirinha dentro da xaninha…rss. Eu uso só uma camisola de algodão e calcinha branca também de algodão para dormir. Disfarçadamente eu tochei ela um pouquinho na minha rachinha. E aí, bem distraidamente, sentei com os pés em cima do sofá, com os calcanhares bem junto ao corpo, abracei meus joelhos, como se estivesse prestando toda a atenção do mundo no filme da

televisão. Os sofás eram bem de frente um para o outro, não deu um minuto e eu já peguei ele olhando para a caneletinha que a minha rachinha marcava na calcinha. Resolvi ficar olhando na direção da televisão para ele poder olhar a vontade. Ele não parava de olhar e eu abri um pouco mais as pernas, ainda olhando prá televisão. Na hora que eu fiz isso, ele passou a mão no volume no shorts e falou – Eita Déia, vc não tem jeito heim. Ele falou isso bem baixinho, quase que sussurrando, para a minha mãe não ouvir lá do quarto. Eu fiquei um pouco sem graça de ter sido desmascarada tão rápido. Mas agora eu também estava hipnotizada olhando para o volume no shorts dele. Ele ficava apertando e soltando, apertando e soltando, sem tirar os olhos da minha calcinha. Na hora eu já senti um calor subindo pelas coxas e aquela umidade descendo dentro da minha xaninha. Ele levantou e foi fechar a porta do quarto. Pronto, ia acontecer de novo! Eu mal podia acreditar, eu ia ver o pau dele de novo. Comecei a tremer. Ele veio do quarto já na direção do sofá que eu estava e parou na minha frente. O volume no shorts dele estava bem na altura da minha cara e eu lá congelada de tesão e medo. Ele falou: Quer cheirar mais ele ?

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Tentei responder, mas a minha voz mal saiu, então só fiz que sim com a cabeça. Ele abriu os botões da barguilha e tirou o pau para fora. Pronto, já tava eu lá de novo com aquele negócio grande e roxo apontando para minha cara. Ele puxou a minha cabeça contra o pau dele e começou a esfregar os pentelhos de novo na minha cara, como tinha feito no banheiro. Meu coração tava acelerado e as pernas moles como da outra vez. E eu de novo lá tentando encaixar a boca ou passar a língua no pau dele, eu queria sentir o gosto. Mas ele só esfregava os pentelhos na minha cara e o pau só esbarrava na minha boquinha. Até que uma hora eu consegui encaixar a boca na cabeça e na hora que ele sentiu meus lábios no pau dele, acho que ele não conseguiu resistir mais e empurrou o quadril para frente. Eu quase engasguei com a estocada, mas aí ele tirou de novo, deixando praticamente só a cabeça na minha boca e começou a movimentar o quadril para frente e prá trás, bem devagar. Quando entrava, eu sentia meus lábios empurrarem a pelinha para trás, descobrindo a cabeça e, quando voltava, eu puxava ela de volta, era muito bom

aquilo. Ele meteu uma mão por dentro da minha camisola e começou a apertar meu peitinho. Aí eu senti aquelas cócegas dentro da xaninha, aquele calor dentro e mais líquido descendo… Ele continuou assim, movimentando o quadril, no mesmo ritmo, sem acelerar, meus lábios estavam quase adormecidos. Eu tentava olhar prá cima, para ver a cara dele, ver se ele estava gostando. Ele tava olhando prá frente de olhos fechados e gemendo um pouco. Eu mexia um pouco a linguinha na cabeça do pau e ele começou a gemer mais alto: Tá gostando Déia ?
hmmm…. aquela voz grossa e rouca de novo, minha xaninha contraiu de tesão e espremeu mais melzinho prá fora. Eu sabia o que estava para acontecer, ele ia gozar. Eu pensado já como é que ele ia fazer desta vez para não sujar o sofá ou o tapete.

– Tá gostando de chupar o papai hum? Quer engolir ?
Aqueles sussurros roucos me enchiam de tesão. Eu levantei os olhos para ele, sem parar os movimentos com a boca e fiz que sim com a cabeça
Aí ele falou bem grosso: Então engole!
Ffalando isso, ele deu uns apertões bem fortes no meu peitinho, aí pôs as duas mãos atrás na minha nuca, para apoiar a minha cabeça e começou a acelerar o movimento. Eu tava gostando, mas ele já não conseguia controlar tanto e já estava indo com quase metade do pau para dentro da minha boca. Eu já não conseguia sentir mais a cabeça com a minha língua. Na verdade eu estava só me concentrando em respirar e não engasgar e começar a tossir e acordar a minha mãe. Eu estava muito excitada com aquilo, doida para tocar na minha xaninha, mas eu estava com as mãos apoiadas nas coxas dele, tentando limitar um pouco o movimento.
A minha xaninha estava coceguenta e escorrendo muito, eu sentia as coxas molhadas e estava morrendo de medo de ter já molhado o sofá.

Daqui a pouco ele deu um gemido um pouco mais alto, puxou minha nuca e empurrou o quadril. Por um momento eu não senti nada, só o pau dele pulsando bem fundo na minha boca. E aí eu comecei a sentir as golfadas, bem na minha garganta, eu tentava engolir o mais rápido possível para não engasgar, mas ele gozou muito, meu olho encheu de lágrima, mas eu consegui engolir sem tossir. Depois que terminou de gozar, ele deu mais uma gemidinha e aí, exatamente como no banheiro, parecia que tinha saído de um transe de tesão, guardou o pinto no shorts de volta bem rápido e falou. Vai lá no banheiro lavar a boca.
Eu obedeci meio sem pensar, fui e comecei a lavar a boca. Mal podia acreditar que tinha acontecido de novo. Do banheiro eu já fui direto para o meu quarto, para me masturbar pensando no que tinha acontecido. Mas agora eu sabia que a coisa não ia parar por aí, a gente já tinha ido longe demais para parar.

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