Mamãe me ensinou a ser putinha

Eu era uma menina muito linda, branquinha com cabelos loiros bem clarinhos e olhos castanhos. Quando eu era bem pequena, acho que tinha 7 anos, minha mãe separou-se do meu pai e fiquei morando com ela. Mamãe era uma tarada, trazia quem ela quisesse para dentro de casa e não se importava de fazer sexo comigo por perto. Ela nem ligava para o que eu estava fazendo enquanto se satisfazia com algum homem por quem se sentisse atraída. A porta ficava aberta e eu espiava o que acontecia no quarto dela. Me lembro de várias vezes em que ela olhou para mim enquanto eu estava parada na porta, com meus olhinhos atentos a tudo o que acontecia. Um dia, depois de meter muito com um cara qualquer, ela me chamou para dentro do quarto e me disse para abrir a boca. Ela passou a mão no pinto do homem e lambuzou os dedos com uma gosma branca e me disse para provar. Mamãe me disse que ela cresceu e ficou forte e
bonita porque sempre comeu aquela gosma. Mesmo sem saber o que era aquilo, obedeci e chupei os dedos da mamãe, que começou a rir e o homem também achou graça de mim. Eu devo ter gostado de verdade, porque essa foi a primeira vez de muitas.

Depois desse dia, todas as vezes que mamãe levava um homem lá para casa, eu já ficava na porta esperando que ela me chamasse. Mamãe gemia alto e pedia para o homem não parar. Eu queria participar de alguma forma, aquilo tudo parecia tão gostoso. Depois de um tempo, ela me chamava para provar a tal gosma branca. Lambuzava os dedos e colocava na minha boquinha, eu chupava tudo e sorria. Ela me perguntava se eu queria mais, eu balançava a cabeça afirmativamente e ela me dava mais um pouco. Pouco depois de completar 8 anos eu já estava aprendendo a chupar pau de homem, com minha mãe me mostrando como fazer. Ela me incentivava, dizendo que se eu fizesse direitinho, o homem me daria aquela gosma branca bem na boquinha. Isso me animava, porque eu sentia que era capaz de fazer igual à minha mãe. Eu queria imitá-la, ser tão boa quanto ela. Quando o homem começou a gemer mais alto eu me assustei e parei de chupar, mas minha mãe me disse para continuar. Continuei chupando enquanto ela mexia no pau dele para cima e para baixo até que saiu um monte daquela gosma quente na minha boca. Mamãe me disse para não parar de chupar e comer tudo, para eu crescer forte e bonita. E assim foi meu primeiro boquete, aos 8 aninhos.

Meu interesse por sexo só aumentava a cada dia. Quando minha mãe não trazia algum homem para casa, nós duas brincávamos juntas na cama. Ela lambia meu bumbum e cuzinho, chupava meu grelinho enquanto eu gemia feito uma gatinha. Ela também me ensinou a lamber seu grelo e a enfiar objetos dentro de sua xereca e bumbum, como pintos de borracha, vibradores e até legumes. Eu já tinha desmamado, mas ela me fez chupar seus peitos novamente e voltei a gostar deles. Mamãe gozava muito brincando comigo, dizia que me amava muito e que eu era a putinha dela. Um dia ela me perguntou qual seria o tema da minha festinha de aniversário de 9 anos e eu respondi que seria de princesa. Ela me arrumou como uma princesinha e fomos passear. Chegamos à casa de um dos homens com quem ela fodia, entramos e fomos para a sala. Ela tirou a blusa e me disse para chupar seus peitos para o homem ver. Eu estava toda animada e comecei a mamar nos seios da mamãe. Ela fazia cócegas em mim, eu ria e me divertia. O homem era bem branco, como nós duas. Ficou excitado e tirou toda a roupa, chegou perto de nós e pôs o pinto enorme perto do meu rosto. Eu olhei para minha mãe e dei risada, pois já sabia o que ele queria. Eu me virei e segurei com as duas mãozinhas no pau enorme do homem, pus na boca e comecei a chupar. Tentei fazer o movimento para cima e para baixo, como minha mãe havia me ensinado.

Ela dizia palavras de incentivo ao ouvido, me chamava de princesa linda da mamãe e que eu era sua putinha gostosa. Me dizia que era para eu chupar bem o pinto do homem, para ele ficar feliz e me dar presentes de aniversário. Ouvir tudo aquilo com a voz suave e doce da minha própria mãe me deixava mais empolgada. Eu estava vestida de princesa, sentada no colo da mamãe, que acariciava seus seios nus enquanto me assistia chupar o pau daquele homem. Mamãe perguntava ao homem se ele estava gostando do boquete que sua filha putinha estava fazendo e ele respondia que sim, enquanto fazia carinhos na minha cabeça. Eu adorava receber elogios e me empenhava para agradar. Depois de um tempo, chegaram na sala mais dois homens e um rapaz mais novo. Eu parei para prestar atenção neles e olhei para mamãe. Ela me disse para continuar, porque depois de mamar no pinto daquele moço, seria a vez deles também. Os três tiraram as roupas e ficaram mexendo cada um em seu pinto, enquanto nos assistiam. Minha mãe chamou o rapaz para perto dela e fez carinho no pinto duro dele. Era menor e mais fino do que o pau do homem na minha boca, tinha poucos pelos.

O homem gemeu muito alto e despejou aquela gosma na minha boca. Muito esperta, eu comi tudo: sabia que se quisesse crescer como a mamãe, eu não poderia desperdiçar nada. O homem espremeu um pouco mais de gosma do pau e me mostrou, sem dizer uma palavra. Por conta própria, abri a boca e chupei todo o resto. O homem saiu e um segundo homem se aproximou, este tinha pele bem escura e o pinto dele era marrom. Ele ficou balançando o pau na minha frente me chamando de putinha, dizendo para pegar o pauzão dele e mamar igual a uma mamadeira. Eu achei engraçado e comecei a rir, ele também. Gostei dele na hora. Abri bem a boca e coloquei a cabeçona para dentro. Eu me esforcei para deixar o moço feliz, pois queria ganhar presentes no meu aniversário. Ele me mandou lamber o pau todo, de cima a baixo e eu obedeci como uma cadelinha. Fazia tudo o que me mandavam sem cara feia, era muito bom estar junto com minha mãe e fazer as coisas que ela fazia. O dono do pinto marrom me mandou ficar com a boca aberta esperando pelo leite da mamadeira. Abri a boca, pus minha língua para fora e fiquei olhando para ele. Ele ficou mexendo no pau para cima e para baixo com uma mão enquanto segurava minha cabecinha com a outra. Então ele pôs o pintão na minha boquinha e começou a gozar. Um monte de leite de pica entrou na minha boca, um bocado chegou a escorrer pelos cantos.

Minha mãe adorou assistir o homem gozando na minha boca e me abraçou forte, dizendo que me amava. Ela me deu muitos beijos, lambeu o leite que escorreu pelos cantos da minha boca e chamou o terceiro homem. Este era bem negro, o pinto dele era muito grande. Mamãe disse para ele abusar da neném dela, porque ela queria ver um negão ensinando uma criança branquela a gostar de pau preto. Ela lhe mostrou sua princesinha, dizendo como eu era linda, loirinha e bem branca, do jeito que ele gostava. Então ela tirou minhas roupinhas e me pegou no colo, me entregou nos braços do negão e disse que ele podia fazer comigo o que tivesse vontade. Ele sorriu, me levou para o sofá e me pôs sentada no colo, em cima de seu pauzão. Segurou meus quadris e ficou forçando meu corpinho para baixo, usando meu bumbum para massagear seu pau enorme. Enquanto acariciava meu corpinho com suas mãos grossas, me fez recostar em seu peito e me chamava de linda, gostosa, gatinha e mais um monte de elogios. Depois me pôs de quatro como uma cadelinha e esfregou seu pinto grosso na minha bundinha. De vez em quando eu olhava para minha mãe e a via se masturbando enquanto chupava um dos homens, depois o outro, depois o garoto. O negão me disse que estava na hora de tomar leite do pau dele, eu me virei e abri a boca. Ele gozou à beça, tentei comer tudo. Mamãe me disse que o menino também queria que eu chupasse o pinto dele. O garoto pôs o pinto todo na minha boquinha. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e ficou enfiando e tirando o pinto. Mamãe me disse para não reclamar e deixar o menino fazer o que ele quisesse. Eu fiquei quietinha tentando agradar, e recebi mais um bocado de leite. Depois que todos os machos já haviam gozado, fomos ao shopping comprar meus presentes. Ganhei tanta coisa!

Antes de completar 9 anos eu já era uma chupadora de picas experiente, porque comecei bem cedo e aprendi imitando uma mulher que entendia muito do assunto: minha mamãe. Meu nono aniversário foi muito excitante! Mamãe convidou quatro amigos e uma amiga, cada um trouxe uma criança. Vieram três meninos com idades entre 10 e 12 anos e duas meninas, uma com 6 e outra com 9 anos. Todos foram chegando e logo tirando as roupas: foi meu primeiro “aniversário pelado”. Comemos salgadinhos e bebemos refrigerante, depois os adultos mandaram as crianças para o meu quarto e nos disseram para brincar de sexo. Era a brincadeira que eu mais gostava… As outras crianças também já estavam acostumadas, então começamos nossa pequena orgia. A menina mais velha perguntou quem queria lamber a pepeca dela e na hora os meninos se ofereceram. Eu e a outra menina começamos a rir, era divertido ficar olhando os garotos se empurrando para lamber uma xerequinha. A menina mais nova chegou perto de mim e fez carinho na minha pepeca, disse que ela era fofinha e pediu para me lamber. Claro que eu deixei! Eu também fiz carinho e provei a xotinha da menina, foi meu primeiro 69. Um dos meninos veio em nossa direção e ficou apertando nossos bumbuns, enquanto mexia no pinto. Ele disse que estava quase gozando e perguntou quem queria tomar leite do pinto dele. A menina que estava comigo respondeu antes de mim e ganhou leite primeiro. Fiz ele prometer que a próxima seria eu. Depois de gozar, o pinto dele nem amoleceu: não demorou muito e ficou pronto para me dar leitinho. Que delicioso foi sentir um pauzinho de menino pulsando na minha boca! Ele gemia e soltava aquela gosminha quente e gostosa.

Os outros dois meninos se revezavam na menina mais velha chupando os mamilos, a xereca e lambendo o cuzinho dela. Dava para ver que ela estava adorando toda aquela atenção que os garotos lhe davam. Ela gemia e falava que estava muito gostoso, que ia gozar outra vez… O menino mais velho meteu o pau na boca da menina e mandou que ela chupasse até ele gozar. Ela mamou no pinto dele igual a minha mãe fazia com os homens! Aquela garota sabia mesmo como chupar um pinto. Ainda com gosto de gozo na boca, chamei o outro menino e pedi para mamar no pau dele. Ele me ofereceu seu lindo pinto duro, me disse para mamar igual neném. Mesmo ainda sendo bem pequena, consegui colocar seu pirulito todo na minha boca. O garoto era bonito e eu não conseguia tirar os olhos dele… Fiquei o tempo todo chupando seu pinto e vidrada no rosto daquele gatinho. Até que ele não aguentou e gozou na minha boca, foi demais. O menino mais novo ficou massageando meu bumbum e perguntou se eu deixava enfiar o dedo. Ele disse que sempre brinca assim com as outras meninas. Consultei a mais nova e ela respondeu que dedo no bumbum é muito gostoso. Então concordei que ele explorasse meu cuzinho com o dedo, desde que fosse bem devagar.

O menino cuspiu no dedo e foi enfiando dentro do meu bumbunzinho. Ele foi bem cuidadoso, para não me machucar. Era uma sensação estranha e diferente sentir meu cuzinho sendo invadido pelo dedo dele. A menina mais velha estava igual uma cachorrinha, com as mãos e joelhos no chão. O menino mais velho estava por trás, com o pau enfiado no bumbum dela. A menina gemia e dizia para ele meter mais forte, que ela estava adorando dar a bundinha para ele. Chamava o garoto de macho gostoso e dizia que ele sabia como foder uma putinha. O garoto ficava muito doido e metia com força no cuzinho dela, que pedia para ele não parar. Eu e a menina mais nova pedimos para os outros dois meninos fazerem o mesmo com a gente. Eles disseram que não ia dar certo, que nós éramos muito pequenas e que os pintos deles nos machucariam. Nós duas sentimos uma vontade doida de dar nossos cuzinhos para os dois gatinhos foderem e ficamos insistindo até que eles concordassem. Imitamos a menina mais velha e ficamos de quatro, enquanto os garotos tiraram par ou ímpar para ver qual deles ia meter primeiro no bumbum da aniversariante. Para minha sorte, foi o mais bonitinho que ganhou! Então, passaram cuspe nas pirocas e foram enfiando. Eu e a menina mais nova ficamos lado a lado, conversando sobre o que estávamos sentindo. Às vezes doía um pouco, mas nós éramos putinhas corajosas e aguentamos firme. A sensação de fazer sexo como gente grande era boa demais! Depois de algum tempo metendo, os meninos trocaram de lugar e eu ganhei um pinto maior no cuzinho.

O garoto que estava comendo a menina mais velha avisou que estava quase gozando e ela pediu para encher seu cuzinho de porra. Ele gozou dentro dela e falou um monte de sacanagens, que ela era uma vadiazinha deliciosa e que ele adorava foder com ela. A garota era insaciável, queria mais pau no bumbum e pediu para outro continuar a fodê-la. A menina mais nova lembrou-se de um filme pornô que assistiu com seus pais e sugeriu que nós colocássemos um pano sobre os olhos da menina mais velha, para que ela não soubesse quem estava metendo em seu cuzinho. Amarramos uma fronha de travesseiro na cabeça da menina mais velha e ela ficou incapaz de enxergar. Ela começou a dizer que queria pau no cuzinho, que não se importava de quem era o pau, só queria ser fodida sem parar. Os meninos ficaram agoniados para meter nela! Enquanto um fodia essa menina, os outros dois eram chupados por nós duas, para deixar suas picas bem duras e prontas para comer o bumbum da menina tarada. Ela gozou muitas vezes dando o cuzinho para os três meninos, que se revezavam atrás dela. A menina mais nova deitou-se na frente da mais velha e arreganhou as pernas, depois baixou a cabeça da tarada para que ela lhe chupasse a xerequinha. Foi demais assistir aquela menina safada dando para três moleques, tomando no cu e chupando a amiguinha. Depois a tarada disse que ela queria chupar a bocetinha da aniversariante, então lá fui eu ficar no mesmo lugar e posição da outra menina. Adorei sentir a língua daquela menina no meu grelinho, perdi o fôlego.

Os meninos se cansaram, o leitinho deles acabou e todos nós saímos do meu quarto. Na sala, os adultos também estavam numa orgia, enquanto assistiam na TV a tudo o que acontecia no meu quarto. Mamãe havia colocado câmeras escondidas, nós fizemos um show para os adultos. Enquanto minha mãe chupava uma mulher, um homem metia nela por trás. Ao nos verem, eles nos chamaram para participar e a festinha continuou: os meninos foram chupar bocetas e as meninas foram mamar picas. Um dos meninos também gostava de piroca: enquanto ele mamava e punhetava um pau bem grande, outro homem acariciava o bumbum dele e perguntou se podia meter. O menino disse que sim e foi enrabado por um homem que tinha idade para ser avô dele. Eu nunca havia visto um menino sendo tratado como putinha: fiquei boba enquanto assistia os dois homens chamando o menino de veadinho gostoso. Ele rebolava no pau de um, pedia para ele meter mais forte e para o outro gozar em sua boca. Depois fiquei sabendo que um deles era tio do menino. Os homens tiravam a sorte para meter pica no bumbum do garotinho, todos queriam comer o cuzinho dele. As duas meninas sentaram nos colos dos outros homens que esperavam a vez de comer o menino, ficaram rebolando nas picas e beijando de língua. Os outros dois meninos recebiam chupadas da minha mãe e da amiga dela. Eu variava meu cardápio: às vezes me juntava às mulheres e mamava piroquinhas, depois ia para junto das amiguinhas e mamava piroconas. Todo mundo queria chupar minha xotinha de aniversariante e dedar meu cuzinho.

A menina mais velha repetiu na sala a brincadeira de tapar os olhos para não saber com quem ela transava. Minha mãe adorou a ideia e sugeriu que eu e a outra menina fizéssemos o mesmo. Nós três ficamos de quatro no meio da sala, com os olhos vendados e sendo deliciosamente abusadas pelos três meninos e seis adultos, que nos beijavam, lambiam, chupavam, dedavam e nos colocavam para mamar peitos, xerecas, pintinhos e pintões. Vendo como aquilo era divertido, o menino que gostava de pica também se juntou a nós. Adorei minha festinha de 9 anos e desejei que os meus próximos aniversários fossem iguais! De preferência, com mais homens…

Hoje sou casada, meu marido também adora ler histórias assim e fantasiamos muito com o que lemos. Nós ainda não temos filhos, mas já estamos planejando um casal. Eu adoraria conversar com outras mulheres que tiveram experiências parecidas como a minha na infância, ou atualmente com meninas pequenas como eu era. Não ofereço fotos minhas para nenhum homem, também não quero ofertas para dividir nossa cama. Somente mulheres que gostem de ensinar o prazer a meninas, com carinho e sedução. Meu nome é Andressa e somos da Zona Norte do RJ. Vou deixar nosso contato de WhatsApp nos comentários.

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