Sexo por Telefone

Gozei na Boca da Minha Chefe

Olá, meu nome é Diego, tenho 28 anos e sou contador. A história que conto agora é real e aconteceu no ano de 2015.
Em Junho de 2015 comecei a trabalhar em um pequeno escritório de contabilidade da minha cidade. No escritório haviam poucos funcionários, basicamente só a estagiária Diana, Helena a nossa chefe e eu. Desde que comecei a trabalhar no escritório notei que Helena me olhava de um jeito diferente, sempre que tinha uma oportunidade ela fazia uma piada de duplo sentido e se insinuava. Eu, que sempre gostei desse tipo de brincadeira, dava corda e deixava ela ir até onde queria. Numa dessa vezes dei tanta corda que acabamos fazendo sexo virtual pelo whatsapp, isso foi o estopim pra que nós começassemos a levar as coisas mais à sério.

 

Quando cheguei pra trabalhar no dia seguinte e entrei no escritório vi que helena estava vestida de um jeito diferente do normal. Ela, que sempre se vestia de uma maneira mais recatada, naquele dia estava com um decote grande e uma saia curtinha que não chegava no meio das coxas grossas daquela negra de 30 anos. Cumprimentei ela e comecei a trabalhar, percebia vez ou outra que ela me olhava com cara de safada mas não dizia nada. Uma hora ela me chamou pra tirar uma dúvida em um dos relatórios que eu tinha feito na semana anterior. Eu, com muita safadeza na cabeça, atendi o chamado e fui tirar as dúvidas dela. me abaixei por trás dela e comecei a explicar as coisas com a boca bem próxima do ouvido dela, notei que isso deixava ela arrepiada, isso me deixou excitado e então resolvi ver até onde ela aguentava. Sempre que tinha uma oportunidade eu fazia alguma coisa pra deixar ela louca, passava os dedos pela nuca dela, apertava as coxas, puxava os cabelos e apertava os peitos dela. Ela sempre resistia, se controlava e tentava focar no trabalho, afinal de contas, estávamos no horário e ambiente de trabalho.
Mais tarde, já no final da manhã, íamos sair para almoçar e decidi que agora era a hora de atacar mais pesado. Quando estávamos prestes a sair da sala que nos servia como escritório eu agarrei ela por trás e beijei o pescoço dela, essa foi a chave pra desmontar minha chefinha. Feito isso ela parou de resistir e se entregou nas minhas mãos que passearam pelo corpo dela até chegar na buceta. Quanto toquei, ainda por cima da calcinha, ela gemeu e disse que não aguentava mais esperar pra sentir meu pau. Eu tinha alcançado meu objetivo, tinha deixado minha chefe louca pra fuder, mas havia um problema, naquele dia que não havia saído de casa com camisinhas na carteira, ou seja, não poderia comê-la, e agora? Pensei rápido e decidi que iria brincar mais um pouco com ela e que a deixaria sentir meu pau. Peguei-a pela mão e fomos até o estacionamento que fica no subsolo do prédio. Naquele horário as pessoas já haviam saído para almoçar e quase não restavam carros, escolhi um desses que sobrava e encostei ela nele, ela respondeu me beijando com força e desejo, ela queria transar, isso era mais do que claro. Coloquei meu pau pra fora e ela imediatamente o agarrou, me masturbava e me beijava de um jeito que eu nunca tinha visto alguém fazer. ela ajoelhou e começou a me chupar, e como chupava bem aquela safada, engolia meu pau inteiro, engasgava mas não parava de me olhar nos olhos. Ela vhupava, engolia, e lambia sem se preocupar em ser flagrada. Numa determinada hora ela começou a me pedir que lhe desse tapas, eu prontamente atendi, ela recebia todos os tapas com um sorriso satisfeito no rosto, ela adorava aquilo.
Quando senti que o gozo já estava próximo, assumi a punheta com uma das mãos e com a outra eu continuava a bater no rosto dela. Quando vi que não dava mais pra segurar, mandei que ela abrisse a boca e a putinha obedeceu imediatamente, descarreguei um carga de porra enorme naquela boca e ela não deixou escapar nada, nem uma gota, abrigou tudo em sua boca e engoliu sem a menor cerimônia. Depois lambeu meu pau pra aproveitar ao máximo a gozada, deixou ele limpo, como novo.
A essa altura, já tínhamos usado metade da nossa hora de almoço, era hora de sair dali e arrumar alguma coisa pra comer. Ela se ajeitou olhando no retrovisor do carro, limpou a boca e sem me dizer uma palavra subiu. tinha muito trabalho a fazer resolvi comer um salgado na lanchonete ao lado mesmo e pronto. Helena almoçou no restaurante de sempre e demorou mais pra voltar ao serviço, ao voltar ela trouxe camisinhas, mas isso fica pra uma próxima

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