Fazendeira Casada Trai o Marido Dando para o Capataz

Olá gente!

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Um sábado bem divertido para todos.

Amanhã participarei de uma comemoração do “ Grupo As Sensuais” será na casa de campo de uma das participantes. Esse previsto me trouxe lembranças de um. que aconteceu há mais ou menos uma década.

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Sabe de uma, estou com tempo vou contar. Eu ainda trabalhava no interior e ocorreu numa fazenda turística da família de uma amiga.

Então, Clara Angélica, empresaria e dona da fazenda, morena clara de cabelos ondulados, seios fartos, bunda grande, coxas e pernas grossas, enfim uma mulher bonita, deveria ter uns 45 anos, bem conservada.

Era uma periguete de primeira, roupas coladas, saltos altos e perfume inebriantes enfim, tinha ares de urbana. Casada com um engenheiro agrônomo, homem de boa índole.

Era o final da tarde, eu resolvi ir ao pomar pegar umas pinhas para levar para casa. Já estava no centro das plantações quando ouvi gemidos, fiquei curiosa, pensei que era algum coletor de frutas em serviço extra. Curiosa andei devagar para localizar os tais ruídos e encontrei.

Pasmem ! Abismem-se, é para ficarem estupefatos. Era Clara Angélica sendo devorada literalmente pelo capataz, o Vandinho que trabalhava na fazenda administrando os trabalhos Ele deveria ter uns 30 anos de etnia branca, porem bronzeado do sol, alto, corpulento, educado e muito prestativo.

Estava de bermuda, camisa de malha, e sandália de couro, cheirava a suor afrodisíaco. Era o início do encontro, por sorte vi desde o começo.

Clarinha vou chama-la com intimidade, estava com a blusa aberta e o soutien suspenso com Vandinho sugando os mamilos, hummm … sabe uma beliscada na xoxota? Eu senti na hora, gente ele mamando puxando os bicos com os lábios presos, diga-se de passagem é gostoso, ela com a cabeça suspensa ofertando os vastos seios para o vadio mamar, uma cena excitante.

Ele suspende a saia da escrota e alisa o bundão. Que loucura! Colocou uma mão dentro da calcinha, e continuou com os peitões na boca que de tanto “brigar ” os bicos ficaram vermelhos, ela gemendo vermelha de excitação tamanho era o tesão.

Pensem vocês! Clarinha gemia … que nem uma cadelinha safada, rameira, trepadeira, adultera e gozou … arquejando. Respirou e se afastou rápido tirando a boca do moleque as tetas.

– “Não posso demorar a casa está cheia.”
– “Mas, vou ficar assim?”

Falou ele mostrando a rola, ela não faz pouco caso, porém ele a segurou firme ela não teve como recuar. Vandinho se abaixou rápido suspendendo a saia colada e sem dá trégua, puxou a calcinha cheirando, ela do alto o olha e suspira, ele cheira a micro calcinha e abocanha a xota forte, acho que doeu pois a safada soltou um aí.

Clássica pergunta, qual mulher resiste a chupada na xota? Nenhuma … nenhuma, meus amigos, ela se rendeu abrindo as pernas, ele puxou o restante da calcinha e deixou-a no chão. Clara Angélica gemia aguardando o coito.

– “Quer que pare, não que uma chupada na boceta?”
– “Quero… quero tudo “

– “E pau não quer?”
– “Siiim quero tudinho.”

Ele passou a mão crespa na pele delicada de Clarinha que estremeceu, ele resolve ” adentrar” entre as pernas e colocou a boca na priquita, na boceta, na xoxota como vocês quiserem e chupooou … laaambeu toda a área da boceta, ela segurou os mamilos eriçados apertando-os e gemendo.

Vandinho chupou … mordicou e ela tem quase convulsões de tanto tesão, com uma das mãos apertou os fartos seios e com a outra se segurou num galho de uma árvore, ele chupando… ela gemendo… ele chupando e ela gemeu gozando.

Ele se levantou abriu a bermuda pula uma rola de tamanho médio para grande, ela olhava vidrada eu também, e segura-a com ” fome” ele se curvou ficando mais extensa, Clara Angélica não resistiu e punhetou … punhetou e o órgão reagiu ao ato. Mas o safado é esperto e certamente conhece a potranca madura e murmura.

– “Chupe chupe cadelinha.”

Ela se abaixou e chupou abocanhando o” pingolão” o pau, o cacete e pasmem caros leitores, ela era e deve ser ainda uma exímia boqueteira chupava com cara de cachorra loba no cio mamando no Vandinho vadio, enquanto o mesmo segurava sua cabeça. A safada dava um banho no instrumento sem pelos que entra em pré gozo. Ele murmurava entre os dentes.

– “Chega quero jorrar leitinho dentro da boceta, sua vaca, e tem mais vais ficar nua, no pasto”.

Ela sorriu e se levantou, ele tirou a blusa e o soutien, ela a saia, Clarinha ficou nua. O amante enlouqueceu passava a mão no corpão todo avaliando a fêmea como se estivesse a venda e ela amando com suas mãos calejadas.

Chegava a hora da verdade, ele voltou a chupa os peitões da cadelinha nua apertando a boceta, ou xibiu, ou xoxota e a safada segurava-se no galho da mangueira, ele a suspende e a colocou na cintura rente a rola.

Gente da terra, estremeci na hora, imaginem uma mulher nua num pasto sendo introduzindo, por um grosso calibre de pica na ” posição cadeirinha” ! Ela se abre e ele introooduz e geme … geme … a cadela é escandalosa acho que tinha muita tesão e ele enfiiiando.

Nossa! Só fôlego para escrever! Então foi só um aperitivo, ela recebe as estocadas do amante e goza. Depois pasmem ele se senta e ela vai para seu colo de costas, senta.

Hummm … levantou o cuzão e foi posicionando o mesmo ele conduzindo e entrou o pau no cu da madame. Sim “entrou”, ela chorava de verdade com a dor do cuzinho, depois se acostuma. Clarinha cola nele vai vai sacolejando … urrando, ele introduzindo … metendo no rabão… mete no cuzão … e meeete com cadencia..

A gazela de ancas fartas vai se satisfazendo com o moleque corpulento safado, mas com um instrumento de satisfação imenso e vai vai sendo surrada.

Distante confesso é doce e ao mesmo tempo agressivo de ver uma mulher casada dando para um capataz o traseiro no mato com o marido tão perto.

– “Mete mete, mate meu tesão, meu comandante.”

– “Gostosa, potranca putinha sem marido.”

– “Coma que você está aqui para isso, me satisfazer.”

Esteticamente é um contraste delirante ela uma madame corpulenta ele machão, alto e viril. O corpo da safada se sacudia todo pois o ato era forte e abrasivo, suaram e ela abriu mais as pernas e gritava ele suspirou e seguem.

Eles urram no pasto ele no ataque meteu e Clarinha sofrendo com a rolana “chibatando” e gozou a safada. Vandinho moleque novo seguiu e gozou. Mas ele mexeu com vespeiro e a safada ainda queria mais e murmurou.

– “Vive dizendo que dá duas, então quero outra na xota.”
.
– “De uma chupadinha que como sua boceta e o cuzinho.”

– “Não, o cuzinho não.”

Sem conversar muito, ela nua se abaixa deixando o bundão arrebitado e mais exposto, segura a rola e coloca a boca na cabeçorra, com extremo agrado e segura a rola e lambe, e ele manda ela chupar, como se fosse uma rameira ou fosse sua amante. Clarinha chupava com os olhos fixo nele, e a rola entrou em ereção.

– “Levanta que vou comer seu cuzinho.”
-“Não”.

Ela se ergueu e se segurou-se num tronco de arvore e se virou com o bundão arrebitado, ele alisou e se preparou. Vandinho levanta a saia e se encaixou no traseiro enfiou na xota e meteu meteu … meteu com ela delirando de prazer, tirou cuspiu e enfiiiou no cuzinho murmura.

-“ Se abra mais.”

Gente a safada obedeceu e “entra” escuto um aí, e ele inicia a cadência do ato, deixou dentro bombando e vai … vai e ela gritava que doía ele fala.

– “Aguentar, cuzinho apertado puta que pariu, gostoso.”

E vai bombando bombando e ela goza choramingando, ele deu palmadas na bunda fazendo a madame choramingar e ele urrando gozaou vai tirando devagar e sai, ela está brava e brigou com ele.

Mas e fim de tarde, o sol por testemunha vai se pondo e eles também estão exausto. Ela se vestiu e ele apenas, suspendeu a bermuda.

Clara Angélica seguiu para casa e ele foi por outro lado, eu sigi também para a casa sem as frutas, mas, surpresa. Lá dentro a encontrei indo ao banheiro. Jantamos e ficamos na varanda grande da frente da casa, tinha mais ou menos 25 jovens e adultos conversando animadamente, música e piadas e a noite vai passando.

Um determinado momento Vandinho apareceu, tomado banho e eles trocam olhares, ele faz sinal e ela entendeu. Ele diz que vai ver a área dos Cavalos do fundo para revisar as instalações para receber as visitas. Ela concorda e o segue eu também.

Foram para o estábulo eu atrás mantendo distância. Chegando no local meio claro, eles entraram num baia e se pegam. Ele se abaixa e suspende o vestido dela estava sem calcinha e chupou a xoxota dela que logo estava excitada.

Clarinha abriu o zíper do vestido e ele se levantou e chupou as tetonas da “vaca”, que se contorce toda com a mão dele na boceta. Acho que ele meteu o dedo pois ela remexe como um ato sexual o braço do moleque treme, acho que movimentando dentro e ela dando pulinhos.

Apressada ela tirou a rola e punhetou, a cena me excitava pois é erótica de se ver, ficaram … ficaram ela gemendo … morde o braço dele, acho que o engenheiro não a satisfaz, ele tira a mão da priquita e cheirou lambeu, ela lívida e ele volta a meter e se satisfazem parcialmente.

Já estavam voltando quando ela, o arrasta para um local mais afastada e pede.
– “Coma, minha boceta, estou com fogo.”

Parece que a palavra é mágica, pois o novinho tirou a rola da bermuda e ela se abriu toda se encostando na parede do galpão e ele meteu … meteu … meteu ela geme baixinho.

– “Tenha calma esta dolorida.”
– “Vi que esta inchadinha .”

– “Foi você a tarde seu tarado.
– “Sem uso.”

Pensa que ele maneirou! Que nada meteu e ela gozou chorando se segurando nos braços dele, e ele continuou e depois gozou fortemente.

Se soltam e veem apressados, ela se arrumou e ele guardou a rola e retornaram.

Segunda-feira conto o restante, é logico que provei do tal capataz rsrsrs… imperdível o homem.

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