Despedida de Solteiros entre Primos

Mostravam-se impacientes, sentados naquela sala em uma suite de hotel.

Cada um com um copo de whisky na mão.

Um medindo 1,78, corpo atlético, olhos verdes, moreno-claro e cabelos pretos antes compridos até os ombros, agora cortado mais curto.

O Outro, pele cor do bronze, cabelos dourados, olhos esverdeados.

– Será que ela vem? – O de cabelos dourados perguntou ao outro.

– Espero que sim. Ela é imprevisível.

– E como!

De repente escutaram um barulho na porta, Eduardo, o de cabelos pretos, apagou a única luz acesa e ele e o outro arrumaram um local estratégico para observarem.

Ela entrou.

Uma luz se acendeu e de onde estavam, viram a gartota de cabelos vermelho escuros, um terninho acinturado preto em risca de giz, a calça preta .

Os cabelos presos no alto com uma presilha em uma cor que realçava os cabelos brilhantes.

Os dois seguraram a respiração.

Ela não era o tipo de ambos, além de ser prima deles, mas tinha algo em volta de si, que os atraía .

Viram ela desabotoar o paletó do terninho e mostrar um corpete preto , que mostrava o colo branco, a meia-taça do corpete elevava os seios pequenos e redondos. Tirou a calça ficando apenas com uma calcinha no mesmo modelo do corpete, cinta-liga e meias 7/8 pretas de seda.

Os dois homens suspiraram ao mesmo tempo e decidiram através de um sinal, saírem do local onde a observavam desde sua entrada.

— Estamos observando você desde que chegou, prima. — Eduardo estava com uma calça jeans e camiseta preta enquanto Cabeto usava um terno.

Me movi em direção do meu primo Edu, ele se casaria dali 03 dias e tanto ele quanto meu primo Carlos Alberto ou Cabeto para os íntimos, haviam ido à minha casa no dia anterior e me feito uma proposta.

— Então você gosta de observar, não é?

— Observar é bom, — respondeu Cabeto, meu primo de cabelos dourados, enquanto se movia para trás de mim. — Mas participar é ainda melhor. — suas mãos se curvaram sobre meus ombros e, quando ele se aproximou ainda mais senti o comprimento pesado de sua ereção, tocando-me ao longo da minha espinha.

Meu primo Eduardo chegou mais perto e estendendo a mão começou a acariciar meus seios por cima do corpete.

— Ah, prima Ayeska, se veio é porque aceitou a proposta, se a aceitou é por que quer nós dois, não é?

– Sim.- Murmurei, sentindo seus lábios deslizarem pelo meu pescoço e colo, dando beijinhos. — Oh, Deus, sim…

Risadas masculinas roucas soaram e eram como preliminares ao longo de minha pele. Meu rosto ficou vermelho, meus seios formigavam, os mamilos enrugando ainda mais, e minha xoxota mais úmida, seu canal pulsando com uma necessidade de ser preenchido.

— Oh, sim, — murmurei novamente e deixei meu corpo relaxar de encontro ao meu primo Cabeto que por trás de mim se esfregava com sua ereção.

Empinei meu bumbum e me esfreguei de encontro ao seu volume ereto, ele gemeu e suas mãos flexionaram uma vez sobre meus ombros antes de descer para embalar meus quadris e puxar-me ainda mais.

— Você quer isso , Ayeska? Quer tanto quanto nós dois?Você nos quer os dois ao mesmo tempo?

Meu corpete foi puxado para baixo e meus seios se soltaram entumescidos , os mamilos ;dois botões vermelhinhos.

A voz do meu primo Eduardo, era um sopro de ar quente em minha pele e as juntas de seus dedos eram puro fogo enquanto ele alisava e beliscava meu mamilo.

Eu ofegava.

Eduardo, agarrou meus quadris e me senti presa entre os dois.

Minha boca se aproximou do seu ouvido e com um movimento lento de minha língua ao longo de seu lóbulo e logo em seguida belisquei suavemente com os meus dentes.

Meu primo Eduardo, fechou os olhos antes de abaixar seu rosto e fechar os lábios em torno de um mamilo túrgido e o sugou suavemente.

— Ah prima Ayeska… que bela despedida de solteiro voce vai me proporcionar.

Cabeto pegou meu paletó do terninho e deslizou lentamente abaixo dos meus braços. Eduardo massageava meu seio e sua outra mão ia soltando a cinta-liga e deslizando seus dedos pelas laterias da minha calcinha. Segundos depois, minha calcinha juntava em torno dos meus pés.

Meu primo Eduardo gemeu, ao enfiar sua mão entre minhas pernas e apertando minha xoxota sentiu a umidade quente em suas mão.

Cabeto, enterrou seu nariz na minha nuca e mordiscou meu pescoço, enquanto inalava o cheiro do hidratante perfumado em minha pele.

Eduardo, por sua vez, deslizou as mãos em meus quadris, ao longo do meu estômago e segurou meus seios em suas mãos dando aos dois uma completa pressão.

Meu grito encheu o ar à nossa volta sem deixar dúvidas do meu prazer em suas ações. Quando minha cabeça bateu no ombro dele, e a lisa coluna do meu pescoço ficou exposta a ele; não pôde resistir. Ele abaixou-se e enterrou seu rosto ali. Lambeu e chupou o caminho até minha orelha. antes de sussurrar para mim:.

— Eu quero foder você, prima. Você pode sentir o quão duro deixa meu pau? — ele encostou sua ereção contra mim.

Cabeto não ficou quieto vendo nós dois, por trás de mim ele me empurrou para frente , dobrando os joelhos para que seu pênis batesse direto entre as bochechas da minha bunda

— Eu quero foder seu traseiro, e essa pequena, doce linda boca, enquanto o Edu fode sua buceta.

Houve um som de algo rasgando e Eduardo sabia que Cabeto tinha rasgado meu corpete atirando-o para o chão.

Eduardo levantou minha perna direita para cima.

E Cabeto, sentiu minhas coxas tremerem, enquanto meu sexo inchava. Quase me cobrindo por trás , ele se inclinou e passou a língua no rego do meu bumbum, até posicionar a língua no orifício apertado do meu cuzinho. Se meu primo Eduardo não estivesse segurando minha perna, eu provavelmente teria caído, pela forma que estava tremendo.

Enquanto um me lambia e enfiava sua língua no meu cuzinho, o outro; meu primo Edu abaixou-se e com sua mão separou as dobras dos lábios,, de modo que pudesse passar a sua língua por toda parte. Na segunda vez que ele parou de leve por um momento para jogar a língua sobre e ao redor do meu clitóris, o viu inchar apertado e parecer crescer um pouco maior no seu toque.

Em seguida, ele dobrou a língua procurando fazê-la menor, mais firme para que pudesse me foder com ela. E com os dois primeiros golpes dentro de do meu canal, ela quebrou.

Meus lábios incharam maiores, o clitóris parecendo pulsar, e o líquido fluiu abaixo da língua e queixo do Edu, até que ele achatou sua língua para fora e tentou usá-la para lamber tudo que podia. Eu me movia contra ele agora pressionando meu sexo contra seu rosto, meus gritos e gemidos enchendo o local.

Edu tinha as mãos em meus seios, enquanto seus dedos belisacavam e puxavam meus mamilos.

— Nós precisamos ir para a cama, a menos que você esteja pronto para fode-la no chão. – disse para Cabeto.

Cabeto balançou a cabeça e levantou, mas antes que pudesse fazer mais do que chegar até mim, Edu me tinha já em seus braços e já estava indo para uma das camas queen size do quarto. Colocou-me em seus pés ao lado da cama e quando chegou a suas mãos para a cintura de uma de minhas ligas, Cabeto disse com a voz rouca.

— Deixe-os. — Cabeto ficou para trás e começou a se despir, enquanto assistia ao jogo paralelo entre Eduardo e Ayeska.

— Suba na cama e deite, — Edu ordenou enquanto pegou uma mochila e arrancou uma caixa fechada de preservativos.

— Eu quero suas mãos acima da cabeça, — Ele mandou, e quando eu consenti, ele acrescentou

— Mais alto. — Ele rasgou a caixa, espalhando embalagens de preservativo em todos os lugares que atirou por acaso, jogou alguns na cama antes de colocar um entre os lábios. Estendeu a mão e com um puxão estalou os botões do seu jeans. Seu pau saltou para fora e ele apanhou-o na palma, correndo a mão das bolas até a ponta antes de tirar fora a calça jeans e deixá-la cair ao chão.

Eles tinhasm todo a noite pela frente e queria devagar.

Mas ao ouvir um gemido e ao olhar para sua prima seu pau pulsou e sacudiu.

Ayeska olhava paralisada para seu pau e quando a língua rosada saiu para fora e molhou os lábios rosados, a sua única pergunta que restou era se ele conseguiria colocar o preservativo a tempo.

Cabeto gemeu e Eduardo olhou para ver seu primo totalmente nu, seu pau sendo trabalhado pelo lento deslizar de uma mão. Ele parecia que estava pronto para entrar em combustão.

Eduardo olhou para onde sua prima estava e a viu se contorcendo com antecipação sobre a cama.

— Sentindo fome, prima? — Ele murmurou enquanto continuava acariciando seu pau duro como pedra.

Meus olhos voaram de um para o outro.

Eu os queria e não importava mais nada.

Ambos eram meus primos, ambos já haviam me fodido.

Eu amava sexo, amava o duro pênis que poderia proporcionar prazer melhor do que qualquer brinquedo no mercado. Em minhaa vagina,em meu traseiro ou para baixo em minha garganta. Eu tomava tudo e exigia mais.

Inferno sim, eu estava com fome.

— Sim, —balançei a cabeça travando os olhos sobre a ereção do primo Cabeto.

Sim, eu queria aquela largura grossa esticando minha boca, queria sentir tudo isso ao longo de minha língua, mordiscar com os dentes.

Levantei os olhos para ele e perguntei tão sedutora quanto podia, — Quer me alimentar?

Cabeto gemeu e mais uma vez foi Eduardo quem deu as ordens.

— Levante-se em suas mãos, anjo. Olhe para o fim da cama. Quadris bem aqui para mim. — Ele me comia com os olhos velados quando eu obedeci.

E ele não conseguia deixar de pensar em como ela era perfeita para ele. Mas , não era para seu bico. Era sua prima sim e era louco com ela, mas sabia que ela tinha uma opinião formada e que não aceitaria algo permanente com um primo. Foda! Ele queria tanto aquilo que poderia passar a semana inteira trancado no quarto. Ah sim, e ele iria tomá-la de todas as maneiras imagináveis novamente, antes de casar-se. Ele não podia esperar para enterrar seu pau tão profundo dentro de sua boceta que ela pudesse senti-lo em seu ventre. E ele queria aquele traseiro também. Inferno.

Quanto mais ele olhava para seus quadris, a curva perfeita de suas nádegas, mais faminto ele ficava. Ela foi feita para ser montada dessa forma, era a perfeição em suas mãos. Ele não teve nem sequer que dizer para arquear as costas do jeito que ele queria. Ela já sabia do que ele gostava.

Ela fora sua por algum tempo e de seu primo Cabeto também.

Cabeto não a tivera tanto quanto ele, e Max.

Ah Max, seu irmão mais velho. Max, achava que ele não sabia, mas pegara várias vezes seu irmão comendo-a com os olhos.

Max era um tolo, só sabia brigar com ela e instiga-la até ela perder o controle e virar uma fera, xingando-o ou brigando com ele.

Cabeto tinha outros planos. Ele imediatamente se dirigiu perto da cama, mais perto da escorregadia língua e lábios da sua prima Ayeska. Seu pau pulsava com a necessidade de sentir sua língua e dentes. Quando ele se aproximou, ela molhou novamente seus lábios, o lento deslizar da língua rosa .. Ele queria fodê-la tanto quanto Edu, mas ele queria sentir aquela boca sobre todo o seu pau agora, mais do que qualquer outra coisa.

Ele parou diante dela e quase perdeu o controle quando ela inclinou-se apenas o suficiente para golpear sua língua sobre a cabeça, tomando uma gota de um pré-sêmen.. Seu gemido de prazer ao seu gosto era quase tão alto quanto o dele. Ele moveu-se para mais perto e pressionou a cabeça cheia de seu pênis contra os lábios procurando a entrada. Mas ela o surpreendeu ao deslocar para o lado e aninha-lo ao longo de sua bochecha, enquanto os lábios espalhavam beijos sobre sua virilha. Sua língua desviou para fora e acariciou sobre suas bolas, até que estavam tão apertadas com a necessidade que ele não ficaria surpreso se estourassem. Moveu-se debaixo de uma bola e chupou delicadamente em sua boca, trabalhando com a língua até que ele não soube se iria sentir sua boca antes de gozar sobre ambos. Mas ela conhecia o seu corpo bem e cada vez que se aproximava do orgasmo ela recuava.. Ele estava pronto para morrer quando o som de um tapa encheu o ar e a cabeça dela sacudiu com um grito.

Ele estava pronto para voltar atrás e bater em Edu, até que se concentrou no rosto dela e viu que ela sorria.

– Ciúmes, primo? Não se esqueça que vai se casar.

— Você quer esta boceta fodida, — Edu disse acariciando com os dedos ao longo dos lábios do seu sexo corado.

Cabeto percebeu que o tapa não tinha sido tão forte assim e notou que ela estava pingando de tão excitada, e aquilo subiu o desejo dentro dele também.

Eduardo mergulhou um dedo dentro e em seguida, dois cobrindo-os em seus sucos antes de socar a carne com eles, à direita sobre o pequeno botão.

Sim, ele queria chupar seu clitóris entre os lábios até que ela enchesse sua boca com uma fonte de doce creme.

— Oh, sim. Você quer meu pau enterrado nessa buceta apertada, não quer anjo? — ele sabia a resposta antes mesmo de seus gritos encherem a sala.

— Sim! Deus, sim! Por favor, foda-me. Foda-me… Primo… — empurrei meus quadris ainda mais, aprofundei o arco de minhas costas para que meu sexo ficasse ainda mais exposto a ele.

— Quer duro, prima?

— Sim.

— Rápido?

— Sim.

— Profundo?

— Sim! — Eu gritei neste momento olhando por cima do ombro para ele.-

Apenas me foda para e eu possa te sentir em toda parte. Apenas me foda. Por favor, me foda… duro, rápido e profundo…

Eduardo trouxe de volta o preservativo até os dentes e arrancou o pacote aberto, jogando o pacote no chão, então, facilmente rolou sobre seu eixo.

— Eu vou foder você, anjo. E vai ser mais duro, mais rápido e mais profundo do que você nunca teve antes. Eu prometo-lhe isso. Mas primeiro você vai olhá-lo e chupar esse grosso pau dele até sua garganta e vai continuar fazendo isso até que ele encha sua boca com satisfação. Tudo bem Ayeska?

” Inferno, alguma entidade estranha parecia estar dentro dele e queria perder o preservativo e tomá-la pele a pele, mas já estava encrecado e sua priminha não sabia o motivo de ter que se casar com alguém que não amava.”

Eu acenei com a cabeça, ondulando sobre a cama.

— Sim, eu adoro o sabor do seu pênis, — disse a Cabeto.Eu lambi os lábios e abri e fechei várias vezes. — Eu quero que você foda minha boca. Dê-me tudo desse pau. Bem aqui, — Eu gemi e lambi os lábios novamente. — Eu quero provar você quando gozar na minha língua.

— Porra, Ayeska… — Cabeto gritou e usou a mão para guiar a cabeça de volta para minha boca. Eu abri dessa vez, o máximo que pude e chupei-o profundamente. Ele ofegava. E quando só a cabeça em forma de cogumelo permaneceu na minha boca, eu trabalhei a língua no sulco logo abaixo e suguei duro nele. Ele não ia durar de jeito nenhum.

Cabeto olhou para seu primo Eduardo, e ele confessou isso.

— Eu não vou durar muito Du. Porra, nossa prima está a cada dia mais gostosa! — Ele gritou quando eu o suguei-o uma vez mais profundo.

” Não, ele não iria durar de maneira nenhuma.”

Eduardo se aproximou da cama e moveu-se de joelhos sobre o colchão na minha frente.

Ela era pura sedução e ele ainda tinha de sentir mais uma vez suas paredes escorregar apertadas em torno dele. Ela estava ruborizada, os lábios abertos, a abertura de sua vagina molhada e pronta para ser preenchida por ele.

Ele nunca tinha estado tão feliz.

Ele aproximou seu pênis duro na entrada da gruta rosa e com um impulso rígido de seu quadril contra o dela, a penetrou profundamente. Ela gritou ao redor do pênis em sua boca, mas não o soltou. Eduardo puxou, saindo todo, amando a sensação da vagina dela agarrando-o como se não quisesse perdê-lo. Com um gemido áspero ele mergulhou fundo novamente e ela o tomou se movendo contra seu impulso com seu corpo. E aquele pequeno movimento quebrou o resto de seu controle. Ele agarrou seus quadris firmemente entre suas mãos e a cavalgou como uma britadeira. Ele queria desacelerar, queria saboreá-la, queria fazer tantas outras coisas com ela, mas agora não era o momento.

Não saberia se teria outra vez, mas tinha que aproveitar a generosidade do presente de despedida de solteiro que ela estava lhe dando.

Desta vez, ele a tomou como um animal e ela o assombrou exigindo mais e mais. Os quadris dela batendo contra o seu, enquanto ela se esticava mais perto dele, suas costas arqueando tão alto e o tempo todo, ela nunca soltou o pau que enchia sua boca, e pelo olhar vidrado no rosto de Cabeto ela não estava relaxando sobre a chupada que estava dando a ele.

O grito de Cabeto encheu o quarto e seus quadris penderam em uma posição para frente, e Edu podia dizer pela expressão no rosto de seu primo, de que era um tremendo orgasmo.

Sem saber,o rosto de Eduardo teria uma expressão semelhante em apenas alguns minutos. Ele viu seu primo Cabeto dar um passo atrás, a respiração entrecortada.

E com Cabeto fora do jogo agora, Ayeska se transformou em uma gata selvagem embaixo dele, sacudindo e empurrando de volta para ele. Ele aumentou seu aperto na esperança de não deixar hematomas em sua pele branca, mas com medo de que iria de qualquer maneira. Ela baixou os braços na cama e enterrou os dedos sobre o lençol e um grito de lamento encheu o ar dizendo o quão perto ela estava do orgasmo. Ela virou a cabeça e olhou para ele. Seus olhos estavam vidrados e havia uma mancha branca em seu lábio inferior que ele viu ser um resto do esperma de Cabeto.

— Foda-me — Ela demandou com uma voz gutural arrastada pela intensidade de seu desejo.

Edu apertou forte, e bombeou mais rápido entre as coxas erguendo os quadris um pouco fora do colchão a cada impulso. Três estocadas profundas, quatro bombadas, e na quinta ela gozou.

As paredes de sua vagina fecharam sobre ele prendendo e ordenhando sobre seu pau, seus gritos e gemidos um afrodisíaco para ele. Na oitava estocada, ele se juntou a ela com um orgasmo tão intenso que ele viu pontos pretos que o fizeram temer por sua visão. A pessoa que disse que a masturbação pode fazer você ficar cego, obviamente, nunca tinha conhecido uma mulher como sua prima. Ele gritou quando o pensamento encheu sua cabeça.

“Sua prima. Porra, por que sua futura mulher não era como ela?”

Continua…

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Nota Da Autora:
– Amiga Alicinhabh, decidi fazer em duas partes, espero que goste.
O fiz com carinho, afinal foi um pedido seu e não pude recusar.

Bjs doces carinhosos no seu coração.

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