Depilando a minha irmã grávida

Meu nome é Raffaela, tenho 21 anos, sou casada e tenho dois filhos. Sempre gostei de uma bela pica, de preferência grande e grossa, daquelas que faz a gente se sentir com a buceta completamente preenchida.

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Mas o que eu nunca imaginava é que um dia eu iria experimentar o delicioso sabor de uma bucetinha. Mas foi o que aconteceu. Minha irmã Renata, 2 anos mais nova que eu, estava toda feliz pela sua gravidez, descoberta há poucos dias, e por isso ficamos todos muito felizes.

Os meses foram passando e a barriga de minha irmã Renata ia crescendo, tomando forma, seus seios iam inchando, e a cada mês que passava ela ficava mais linda.

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Quando chegou no oitavo mês, sua barriga já estava enorme, e como morávamos no mesmo bairro, Renata veio até minha casa para que eu fosse com ela ao médico. Era uma consulta de rotina pra ver se estava tudo bem.

Meio sem jeito ela perguntou se eu faria um favor a ela.
– Claro que sim, mana! Pode falar! – respondi de imediato.

Ela, ainda meio encabulada, falou:
– Sabe o que é, Raffaela, com o tamanho da minha barriga eu não consigo mais me depilar sozinha. Não enxergo minha xota! – ela falou e começamos a rir.

– Será que você me ajudaria? Não quero chegar no médico com minha xota peluda. – ela me perguntou.
– Claro, mana! Eu depilo pra você! – falei e fomos pro quarto.
Já no quarto eu mandei ela tirar a roupa e deitar na cama, pois seria mais cômodo.

Forrei um plástico pra não molhar o lençol e, quando vi minha irmã sem roupa, completamente nua, linda, com aquele barrigão de grávida tão sensual, senti algo estranho dentro de mim. Minha bucetinha ficou piscando, contraindo, e eu não podia acreditar que estava sentindo desejo por outra mulher, por minha irmã grávida.

Meio sem graça pelo que eu estava sentindo, mas com muito tesão, peguei a espuma de barbear do meu marido, coisa que eu também uso e passei na sua xota, deixando ela branquinha como a barba do Papai Noel.

Comecei o serviço de raspagem com o aparelho de barbear, e à medida que eu ia raspando seus pelos, meus dedos iam tocando seus lábios vaginais e seu grelinho. Quando terminei percebi que a Renata já estava com a bucetinha muito molhada, de olhos fechados e mordendo os lábios.

Notei que minha buceta também estava quente, e encharcada. Minha boca estava seca e eu fiquei doida de vontade de cair de boca naquela racha suculenta. Vendo seu estado, pressionei com meu polegar seu clitóris.

Nossaaaaa!! Foi como dar um choque na Renata, que fechou as pernas e começou a tremer, se contorcer e ter muitos espasmos. Enfiei meu dedo na sua buceta e fodi ela bem gostoso.

Quando ela relaxou um pouquinho, abri suas pernas e sem pedir licença invadi sua buceta com minha língua voraz, que percorria toda a extensão da sua racha e sugando todo o seu liquido vaginal, tudo produto do seu gozo, levando ela mais uma vez a fechar as pernas e prender minha cabeça, quase me sufocando em sua buceta lisinha, cheirosa e molhadinha.

Que loucura!!!! A Renata se contorcia mais uma vez gozando com minha língua em sua xota, e eu que nunca havia sentido o gostinho de uma buceta em meus lábios, estava me sentindo nas nuvens. Ela estava me levando à loucura e eu fazendo ela delirar de prazer.

Mas a Renata ainda não estava satisfeita, e parecia ter gostado da experiência com outra mulher. Logo ela me pediu para eu me deitar na cama. Então ela se ajoelhou e, se apoiando na cabeceira da cama, colocou sua buceta na minha cara.

– Ohhhhhhhhhh, mana!! Que delíciaaaaaa… chupa mais… chupa… chupa até eu gozar na sua boquinha… Ahhhhhhhhhhh!! – minha irmã gemia bem gostoso, rebolando seu corpo na minha boca como uma desesperada.

Eu chupava sua buceta, seu clitóris e me deliciava com seu suco. A Renata gemia, seu corpo tremia e ela se contorcia em mais um delicioso orgasmo.

Depois de ficar com seu corpo todo mole ela me beijou na boca. Foi um beijo delicioso e demorado. E ela podia sentir o gostinho da sua buceta em minha boca. Em seguida ela me pediu para eu me deitar na cama, e quis me retribuir a maravilhosa chupada que dei em sua buceta.

– Posso te chupar também, Raffaela? Quero tanto experimentar o sabor da sua buceta… essa é minha primeira vez com uma mulher!! – minha irmã pediu e eu não ia conseguir dizer “não” a ela.

Como meu tesão estava a mil, minha buceta já estava encharcada, escorrendo, toda meladinha. Fiquei na posição de frango assado e ela sentada atrás de mim, começou uma deliciosa chupada na minha xota, no meu clitóris e por último meteu sua língua no meu cuzinho, me surpreendendo, pois ela não quis nem saber se ele estava limpo ou não.

Que delicia sentir sua língua quentinha penetrando meu cuzinho!! E só de pensar que era a língua da minha irmã grávida naquele lugar eu gozei deliciosamente.

Depois nos abraçamos e nos beijamos de novo e ela, com lágrimas nos olhos, me disse ter sido uma experiência maravilhosa e que se eu quisesse poderíamos repetir tudo de novo outro dia. Claro que aceitei.

Tomamos banho juntas, nos arrumamos e nos dirigimos ao consultório médico para a consulta de rotina. Com certeza vamos ficar muito mais unidas daqui pra frente.

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