De menina recatada a puta

Quando comecei a fazer minha segunda faculdade, conheci muita gente nova. Na época eu tinha 30 anos e conheci muitas pessoas interessantes. Na minha sala tinha muitas gatinhas loucas com suas saias pequenas e blusinhas decotadas mostrando os peitinhos. Uma pessoa que realmente não me chamou a atenção foi Elisa. Elisa era religiosa, usava saias compridas e blusas sem decote. O cabelo preto e comprido estava sempre amarrado e os óculos davam a ela uma aparência sisuda. Quase nunca sorria e conversava pouco com os colegas. Era bem magra, mas tinha seios grandes. Eu assentava ao lado dela e com o tempo ela foi se soltando e até se arriscava a dar pequenos sorrisos. Descobri que ela morava só com a mãe, uma viúva e religiosa fervorosa que controlava os passos da filha, inclusive vindo buscá-la na faculdade depois da aula em alguns dias, mesmo ela já tendo 20 anos. Namorados ela tinha tido muito poucos, geralmente eram membros da sua igreja e o namoro se limitava a alguns beijos e abraços na sala enquanto sua mãe via televisão. Notei que ela era carente e que tinha muita curiosidade em relação ao sexo, ficava sempre muito atenta quando saia uma piada picante e mesmo se esforçando para não rir, gostava quando alguém falava algo mais erótico em tom de brincadeira.

Como eu já tinha feito faculdade, era dispensado de algumas matérias. Então eu aproveitava esse tempo para ir até a sala de informática, me sentava no último computador e muitas vezes ficava vendo sacanagens na internet, muitas vezes acompanhado de algum amigo. No fim do 1° período, quase toso mundo já tinha passado e iam poucas pessoas na aula, mas a mãe de Elisa não deixava ela faltar. Eu como já tinha passado também não ia, mas teve um dia que precisei devolver um livro na biblioteca e acabei ficando pra assistir a aula de um professor que eu gostava muito. Antes de começar a aula encontrei com Elisa no corredor, ela ficou surpresa de me ver e eu disse que ia assistir as aulas depois do intervalo. Aí em tom debrincadeira ela falou:

-Aposto que até lá vai ficar na internet vendo sacanagens – E riu com o rosto vermelho

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Eu inocente, pois nunca tinha cogitado ter nada com ela falei:

-Vai lá pra gente ver juntos.

-Ela riu e cada um foi pro seu lado. Na sala de internet, depois de uns 20 minutos, eu estava concentrado quando de repente para uma pessoa do meu lado. Ela Elisa. Olhei espantado e ela falou:

-Vc me chamou, eu vim.

-Ela se sentou do meu lado e eu notava que a cada visão da tela do computador ela se mexia, nervosa, excitada e sempre olhando pra ver se não vinha alguém. Como era final de período, a sala estava sempre vazia, e isso permitiu que ficássemos a vontade, apesar do nervosismo de Elaine.

Ficamos lá até o sinal tocar e depois fomos assistir a aula. No outro dia fui assistir aula só pra me encontrar com Elisa. Comecei a perceber que por baixo daquelas roupas ela era magra, mas bem gostosinha, e ainda tinhas uns peitos grandes e duros. Assim que cheguei, a chamei para irmos a sala de informática. Ela aceitou de imediato com o brilho nos olhos, foi aí que percebi que ela era carente de uma boa sacanagem. Na sala de informática, tentei excitar Elisa o máximo que eu pude, com varias cenas eróticas e ousadas, como a de um negão que comia cude uma loira. Ela ficou realmente perturbada e excitada com a cena.

Mais no fim da aula eu falei no seu ouvido.

-Quero te mostrar uma coisa legal.

-O que é? – Ela perguntou curiosa

-Sabe o banheiro feminino que fica no pátio? Vamos até lá que eu te mostro. Lá quase não vai ninguém, ainda mais nesse horário.

-Não você tá louco! – Ela disse, mas eu fui firme e falei

-Confia em mim, eu só quero te mostrar uma coisa.

-Ela fez cara de safada, se levantou e foi ao banheiro. Eu fui logo atrás. Quase ninguém usava o banheiro do pátio, ainda mais o feminino que estava sempre sujo. Vi que não tinha ninguém e entrei. Elisa me esperava lá dentro. Entramos em um dos reservados fechamos a porta e eu lhe dei um beijo, daqueles bem fortes. Enfiei minha língua no fundo da sua boca e fui retribuído. Então levantei a sua saia, afastei sua enorme calcinha e comecei a tocar sua bucetinha virgem. Ela gemia baixinho no meu ouvido enquanto eu lhe tocava um siririca bem gostosa. Com a outra mão, levantei sua blusa e seu sutiã, e dois belos par de seios, duros e firmes saltaram para fora. Comecei a chupar seus peitos com vontade, sem parar com a siririca, até que ela gozou e desfaleceu na minha mão. Nos ajeitamos a saímos do banheiro como se nada tivesse acontecido.

Faltava uma semana para o fim das aulas e eu queria aproveitar o máximo. Passei a ir a aula todos os dias, só para ver Elisa. No outro dia repetimos o mesmo trajeto. Fomos a sala de informática e depois ao banheiro, onde eu pude chupar novamente seus peitos e acariciar sua bucetinha peluda e intocada. No último dia, eu estava tocando a siririca pra ela, que gemia baixinho e chupando aqueles peitos, quando tive mais uma idéia. Abri minha calça, botei meu pau pra fora, peguei a sua mão e coloquei em cima dele. Ela arregalou os olhos, pois nunca tinha tocado num pau antes. Mostrei a ela como se tocava uma punheta. Ela começou meio em jeito, mas logo aprendeu. Em poucos minutos, gozamos um na mão do outro. Ela ficou com um pouco de nojo da porra, mas eu lhe expliquei que era normal. Saímos do banheiro e eu estava chateado, pois só veria Elisa de novo em agosto. Tentei combinar com ela alguma coisa fora da faculdade, mas ela me disse que sua mãe marcava em cima, e que não tinha como sair. Eu entendi e antes de ir embora, lhe dei um presente. Uma calcinha preta pequena para ela usar no primeiro dia de aula. Suas calcinhas eram muito grandes. Ela agradeceu e disse que usaria pra mim. Pedi a ela que raspasse um pouco a bucetinha do jeito que ela tinha visto nas fotos e vídeos da internet, pois sua buceta era muito cabeluda e atrapalhava quando eu lhe tocava. Ela me disse que faria isto, e nos despedimos com um longo beijo de língua

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