Dando de 4 pro Chefe roludo

Como já contei em “Dando pro Chefe!” , finalmente cedi à tentação e acabei me entregando ao tesão que João (o chefe) me provocava… Mas, o que não contei é que, apesar da foda ter sido muito boa, eu continuava me sentindo mal pelo fato dele ser casado. Esse sentimento continuou. Jurei pra mim mesma que não aconteceria de novo e que eu iria ser forte e resistiria ao gostoso do meu chefe. Depois da nossa primeira transa, João começou a me mandar mensagens no celular, elogiando meu corpo, minha boca, minha bucetinha, enfim… querendo dar continuidade ao que ele chamou de “União Perfeita”. Respondia as mensagens dizendo que havia sido um erro, que não se repetiria, e que eu tinha sido fraca e cedido ao momento, etc e que ninguém na empresa poderia saber do que havia acontecido… Como João é de outra cidade, não foi difícil deixar o assunto morrer. Mas, como eu estava desenvolvendo um trabalho que tinha prazo pra ser executado, João viria a Porto Alegre em pouco tempo. Concluí as tarefas, sempre o mantinha informado sobre tudo que fazia e os assuntos no skype eu terminava rapidamente, pois sabia que ele iria acabar falando no que havia ocorrido em São Paulo. Pois bem. João avisou que chegaria a Porto Alegre numa quarta-feira e que o plano inicial era retornar ao Rio na sexta à noite. Pensei: “Só preciso resistir às noites de quarta e quinta! Vou ser forte! Eu consigo!” Mas a verdade é que eu já fantasiava secretamente em ter aquele homem dentro de mim mais uma vez… Passei a lembrar do que já havíamos feito e a imaginar do que mais aquele negão seria capaz! (Mal sabia eu que o pior estava por vir! hehehehe) Amanheceu o dia em que João chegaria. Tomei banho, depilei a xaninha, passei um bom perfume, arrumei o cabelo, escolhi uma roupa bonita e caprichei na maquiagem. João chegaria próximo ao horário do almoço, talvez todos saíssemos para almoçar com ele, então escolhi uma saia soltinha, meia calça (era inverno), botas de salto, blusa de lã e casaco. Não queria que João achasse que eu estava “me enfeiando” pra ele não me querer. (Mas na verdade, no meu inconsciente estava era me enfeitando pra ele!). João chegou por volta das 11h30min à filial e foi uma festa! Todos muito animados com a presença dele, abraços, risos, alegria plena. Eu continuei no computador e quando ele veio até a minha sala me levantei. Quando vi tudo aquilo de negro, vestido em um terno bem cortado, cabelo raspadinho, sorrindo e com os braços abertos pra mim, me joguei! Sorrindo o abracei e em seguida quis sair, mas João me segurou, abraçou mais forte, desceu uma das mãos, apertou a minha bunda e sussurrou no meu ouvido com aquela voz rouca, mansa e hálito quente: “Hoje você vai ser minha! Reservei um quarto de casal no hotel!”. Amoleci, se não estivesse abraçada nele acho que eu teria caído no chão. Minhas pernas estavam moles, meu corpo tremeu e, claro, minha buceta encharcou! Saí do abraço e fiz que não com o dedo (ô voz da consciência… coisa chata, né? kkkkk). Logo em seguida, o gerente da filial entrou na sala e chamou João para o almoço. Não me convidaram para ir junto, então concluí que eles teriam assuntos a tratar. Quando João e Carlos (o gerente) voltaram do almoço eu já estava na minha sala, realizando as tarefas normais, ao computador. João logo pegou uma cadeira e sentou-se ao meu lado. Eu não trabalhava sozinha na sala, tinha mais uma menina que trabalhava ali, mas ela trabalhava quase de costas pra mim, ou seja, ela não via o que acontecia na minha mesa. Tentei agir o mais natural e profissionalmente possível, pois era a primeira vez que eu e João nos encontrávamos cara a cara depois do treinamento em SP. Tratei logo de mostrar os documentos que eu havia separado para que ele avaliasse, mostrar os avanços no projeto, mostrar as conclusões, etc… Procedimentos normais que já havíamos tratado por skype que deveriam ter sido concluídos até aquela data. João repetiu as investidas feitas na visita anterior: roçada de pernas, toques sutis no meu corpo, instruções, elogios e críticas ao trabalho ao pé do ouvido e eu firme. Tentando me controlar ao máximo. João tem uma voz que é totalmente perceptível a quem está perto, mas inaudível a quem está um pouco distante, não entendo esse fenômeno, mas ele consegue fazer isso com maestria, então, minha colega de sala não ouvia nada do que ele dizia, mesmo não estando tão distante. Demos uma pausa no trabalho e fomos tomar um cafezinho. Ajeitei as coisas para um café com biscoitinhos (que eu havia comprado para receber João na padaria da esquina). Durante o café, João me olhava penetrantemente, olhou meu corpo, elogiou as minhas curvas, aproveitou e deu uma boa passada de mão nas minhas coxas e eu, tentando me comportar. Perguntou da minha vida pessoal, se eu estava com algum namorado, e eu respondi que não, que estava ainda solteira, mas que não estava a procura, estava feliz com a minha vida e tal. Perguntei sobre a esposa dele e ele fechou a cara e disse: “Não quero falar desse assunto com você! Quando estou fora do Rio eu sou solteiro!”. Balancei a cabeça afirmativamente, mas não falei nada. Voltamos ao trabalho e João puxou a cadeira dele mais próxima à minha. Tratamos dos assuntos que restavam para o dia e o horário de expediente ainda não havia chegado ao fim, João começou a me mostrar outros projetos que ainda estavam sendo planejados para a empresa inteira. Neste momento, as roçadas de perna e toques no corpo se intensificaram. Como ele estava mal posicionado para lidar no computador, seu braço passou a roçar meu peito, ao se aproximar da tela do computador, João passou a apoiar-se na minha perna e, aos poucos, ia levantando minha saia. Comecei a sentir meu corpo quente, respiração mais ofegante e os seios totalmente duros. Vi que João já mostrava sinais de empolgação sob a calça e, então, levantei para pegar um copo de água para nós dois. Quando voltei, ao sentar, João deixou sua mão sobre a minha cadeira, sem que eu notasse. Sentei na mão dele, que estava com a palma voltada para cima e um dos seus dedos ficou colocado bem no meu cuzinho! Olhei pra ele e imediatamente me levante, mas ele viu nos meus olhos o tesão que isso me provocou. Fiquei vermelha, de tesão e vergonha! João me olhou com uma cara de safado e quando sentei novamente ele disse: “Vou te comer hoje! Lembra que você disse que era minha? Seja mulher e assuma o que você prometeu!”. Fiquei totalmente sem reação e, por sorte, o Carlos entrou na sala nos avisando que o trabalho na filial já estava sendo encerrado e que iríamos todos direto dali para um bar, para um happy hour e que depois decidiríamos o que fazer. Levantei e fui ao banheiro. Não aguentava mais de dor na minha xoxota, de tão inchada e tesuda que estava. Me refiz, retoquei a maquiagem e o perfume e seguimos para o bar! Fomos a pé. No caminho para o bar, me afastei de João, segui com um outro grupo, enquanto João seguia mais à frente com o gerente e outros funcionários. Ao chegarmos ao bar também evitei de sentar ao lado dele, sabia que ele poderia tentar alguma coisa e eu queria preservar o segredo de ter tesão no chefe dos meus colegas. Apesar do frio, optamos por pedir cerveja. Tudo no bar transcorreu normalmente, exceto pelos olhares de João, me comendo, me desejando e com uma certa fúria por eu não ter sentado ao seu lado e por estar entre dois rapazes. Saímos do bar já levemente embriagados e seguimos para uma festa que tinha ali perto, alguns funcionários se despediram e seguiram para suas casas. Éramos um grupo de 8, agora. Ao chegar no local, providenciamos uma mesa perto da pista de dança. Os rapazes foram pegar mais bebida e eu e uma outra colega fomos ao banheiro. Eu precisava me livrar da blusa de lã que estava vestindo. Já prevendo que eu não teria tempo de voltar em casa antes dos eventos sociais (que eram praxe na empresa para recepcionar os visitantes), eu havia vestido em baixo da blusa de lã uma blusinha, com um decote generoso e que mostrava minha cintura marcada. Me ajeitei, retoquei o batom, deixei o casaco e a blusa de lã na chapelaria e voltei para a mesa. Todos os rapazes elogiaram muito o novo modelito (eles não eram acostumados a me ver usando decotes tão grandes… sou safadinha, mas só na cama! hehehehe). Quando olhei para João, pude ver que ele aprovava minha nova aparência e não tirava os olhos nos meus seios, que imediatamente ficaram duros e arrepiados. Parti para a pista de dança com as meninas da turma, carregando uma caneca de chopp. Dançávamos animadas, quando olhei na direção da mesa e vi que João, entre conversas com os rapazes, me comia com os olhos. Me senti nua, exposta e passei a fazer passos mais sensuais, levantando os cabelos e olhando para ele. Não demorou muito e João juntou-se a nós. João dança muito bem qualquer tipo de música e gosta de dançar coladinho. Começou a dançar bem junto de cada uma das meninas e a última fui eu, e ele colou, realmente no meu corpo. A cada movimento mais intenso ele respirava no meu ouvido e uma hora me disse: “Relaxa! Não vou deixar que ninguém saiba da gente! Pode se soltar!”. Mais tranquila, comecei a corresponder as roçadinhas dele, sabendo que ele faria o possível para disfarçar e dançaria com as meninas, também. Não demorou muito e eu tive que ir ao banheiro novamente, estávamos bebendo muito chopp. Milagrosamente o banheiro das meninas não tinha fila, então, entrei direto e fechei a porta. Antes que eu pudesse terminar de fechar a porta, João a empurrou e rapidamente entrou e fechou a porta atrás dele! Levei um susto! Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, João me pegou nos seus braços e me beijou! Um beijo de carinho, saudade, mas ao mesmo tempo desejo e propriedade. Não resisti e retribuí aquele beijo maravilhoso. Enquanto me beijava, João gemia e pude sentir o pau dele extremamente duro. Meus braços estavam acima dos ombros dele, como ele é muito alto (2m), meus pés mal tocavam o chão, e João aproveitou para levantar uma das minhas pernas até a cintura dele. Sua mão entrou pela minha minha bunda por dentro da meia calça e calcinha e chegou até a minha bucetinha, que já estava muito molhada e ele disse: “Você está uma delícia com esse decote e essa buceta molhada! De quem é essa xaninha?”. E eu respondi: “Tua!”. João gemeu e meteu dois dedos buceta adentro, me arrancando um gemido alto, gostoso, liberando a minha consciência e me fazendo aproveitar aquele macho! Sem nada dizer, João me soltou e saiu do banheiro. Fiquei atordoada. Aquele homem tinha me provocado e agora tinha me deixado na mão? Mal sabia ele que eu estava quase gozando! (Ou será que sabia? Safado!) Fiz o que tinha que fazer no banheiro e voltei à mesa. João estava lá, como se nada tivesse acontecido! Mas quando me viu chegar, me olhou e cheirou os dedos que há minutos haviam estado dentro de mim! Que homem tesudo! O poder de sedução que ele exercia sobre mim me faziam passar por cima dos meus princípios morais. Eu só pensava em dar pra ele! Ser dele! Sem que nada mais importasse! Dançamos mais um pouco juntos e com as outras pessoas e não demorou muito para que o grupo decidisse por ir embora. Como o hotel de João (estrategicamente) era no caminho da minha casa, me prontifiquei a dar carona ao chefe, e todos concordaram com a idéia! Fomos todos caminhando até nossos carros e João pediu para que eu fosse mais atrás do grupo com ele. Estavam todos embriagados e não notariam nosso afastamento. Aceitei o convite e andei ao lado dele um pouco mais atrás do grupo. Logo entendi porque João queria que eu seguisse com ele dessa forma. Por todo o caminho João foi alisando meu bundão duro, subindo minha saia e metendo o dedo por dentro da meia calça. De quando em quando ele arriscava beliscar meus peitos e aquilo foi me dando um tesão enorme! Chegamos ao carro, todos se despediram normal e animadamente já combinando a mesma rotina para a noite seguinte. Entramos no carro e assim que arranquei e que João viu que os outros já haviam saído, me pediu para parar o carro e tirar meia calça e calcinha. Falei que não, que estava frio e que não ia tirar nenhuma peça de roupa na rua. “Tira, vai? Você vai gostar!” Quem resiste àquela voz rouca ao pé do ouvido? Obedeci! Tirei meia calça, calcinha (ajudada por ele) e voltei a calçar as botas. Durante o caminho até o hotel, João foi me tocando, apertando minhas coxas, metendo os dedos na minha bucetinha molhada e eu gemia muito. Nas paradas nos faróis nós nos beijávamos eu pegava aquele pau enorme, que ele já tinha tirado pra fora da calça! Que delícia aquele pau! Não via a hora de mamar naquele nêgo de novo! Chegamos ao hotel e ele perguntou se eu havia levado uma mala para ficar com ele no hotel. Nem havia cogitado essa hipótese e ele me disse: “Agora você já sabe! Toda vez que eu vier, você tem que ficar comigo no hotel!”. Me assustei. Não era isso que eu queria. Mas ok, não respondi e entramos no hotel. Na recepção do hotel ele fez questão de meter a mão debaixo da minha saia e acariciar a minha bunda enquanto fazia o check-in. Quando nos encaminhamos para o elevador ele levantou a minha saia, expondo minha bunda quase toda ao recepcionista, como se eu fosse um troféu que ele havia ganhado naquela noite. Pude ver com o canto dos olhos que o recepcionista ficou vidrado no meu rabo. Enquanto esperávamos o elevador ele levantou toda a minha saia enquanto nos beijávamos e eu dei uma espiada no recepcionista. Sim! Ele estava olhando, então levantei uma perna, coloquei na cintura de João, que aproveitou pra meter o dedo na minha buceta e gemi alto. Com certeza demos uma noite de punheta àquele solitário recepcionista! Durante todo o percurso do elevador já começamos a pegação. João me apertou no canto do elevador, passou as mãos pelas minhas coxas, me levantou e fiquei sentada na altura do pau dele, ele meteu os dedos na minha xoxotinha e eu comecei a rebolar no pau dele que estava dento da calça. Ao chegarmos no andar, fomos aos beijos, agarramentos, risos em direção ao quarto dele e entramos. Entrei e me joguei de costas na cama, enquanto João fechava a porta e já vinha na minha direção retirando o terno, a camisa e desabotoando as calças. Comecei a tirar as minhas roupas, mas fui interrompida. João queria ele mesmo me despir aos poucos. De um só golpe, João levantou minhas pernas e começou a chupar deliciosamente a minha xana molhada! Que delícia de língua! Ele chupava e lambia o meu clitóris hora delicadamente e hora com força, me arrancando gemidos altos e arrepios pelo corpo todo! Como é delicioso um homem que faz uma mulher delirar com a sua língua! As mãos de João tocavam meu corpo todo e seus dedos entravam boceta a dentro e massageavam o meu cuzinho! Não demorei muito para gozar. Já havia passado a noite toda esperando para ter João de novo! Depois que gozei, João se aproximou, me beijou demoradamente e começou a lentamente tirar minha roupa. Quando tirou a blusa de lã, viu novamente a blusa de baixo com aquele decote safadinho. Soltou um suspiro e meteu a cara entre os meus peitos, apertando eles com as suas mãos! “Ah! Passei a noite querendo mamar nessas tetas!”. As coisas que ele me dizia me faziam estremecer, quase gozar só com as palavras! Lentamente ele tirou a blusa, soltou o sutien e passou a chupar meus seios com uma vontade louca. Apertava e mordia os bicos que por vezes até doía. Eu gemia de dor e tesão. João ainda estava de cueca e eu sem calcinha e com a saia levantada. Enquanto ele mamava nas minhas tetas, ele se posicionou entre as minhas pernas e roçava aquele volume do pau na minha xoxotinha. Aquela tora, dura, roçava meu clitoris e junto com a mamada nos seios me fazia gemer alto e muito gostoso! Eu acariciava a cabeça dele e as costas. Minhas pernas abraçavam aquele corpo delicioso e puxavam ele pra mais junto de mim! Rebolei naquele pau gostoso melando a cueca dele, não vendo a hora de sentir todinho dentro de mim! João se afastou, tirou minha saia e minhas botas, me deixando peladinha em cima da cama. Me puxou, me colocou ajoelhada no chão e tirou a cueca. Assim que vi aquela pica toda, dura, meladinha já, salivei! Cheguei a babar de vontade de chupar. Vendo que eu havia me empolgado, João pegou o pau e deu com ele na minha cara! Que delícia! Mandou eu botar a língua pra fora e batia aquela cabeçorra na língua. Levantei as mãos pra tomar posse daquele pau e fui advertida pra não tocar, somente chuparia quando ele metesse o pau na minha boca! hummm, delícia… Fique querendo, abria a boca, botava a língua pra fora, olhava com os “olhinhos do gato de botas” pedindo pra ele me dar pra mamar! João me levantou do chão, me colocou deitada de costas na cama, com a cabeça pendida pra fora da cama. Se posicionou e começou a meter o pau na minha boca. Metia e tirava. Quando eu conseguia dar uma chupada, ele tirava o pau e socava todo até a minha garganta, me fazendo quase vomitar! Ficou assim mais um tempo até que meteu quase todo o pau na minha boca, me fazendo sufocar. Quando eu já estava vermelha e empurrando ele, sem ar, veias do pescoço saltadas ele tirou. Esperou que eu respirasse e tossisse e começou a foder gostoso a minha boca. Não resisti, levei minhas mãos até as bolas dele. Massageei, apertei a bunda redonda e dura dele. João me levantou dali e me colocou de quatro na cama, virada com o rosto pra ele. Começou a meter na minha boca de novo, se curvou em direção à minha bunda e ficou acariciando meu cuzinho. Dessa vez ele não meteu o dedo, só ficou acariciando e de vez em quando dava palmadas na minha bunda! “Hoje vou te meter de quatro!”. Ai que delícia, gemi no pau dele. Babei, rebolei o rabinho pra ele e empinei a bundinha. João notou o meu “assanhamento” e disse: “Mas não vai ser agora… Vou meter gostoso antes de te por de quatro!”. Não pude resistir e ri! Ri alto! Ele é muito safado e não faz nada que eu quero na hora que eu quero, só na hora que ELE quer! Senti que ele estava quase gozando, porque o pau dele deu uma inchada dentro da minha boca. Imediatamente ele tirou e me colocou de ladinho na cama. Fechou as minhas pernas, acomodou o pau nas minhas coxas e começou a me beijar nas costas, na nuca e a apalpar meus seios. Voltou a ser carinhoso, a me dizer que como eu era linda, passava a mão pelo meu corpo todo, me deixando arrepiada, enquanto fodia minhas coxas. Me abraçou forte, abriu um pouco as minhas pernas, passou a mão pela frente do meu corpo e começou a massagear meu clitóris. Notando que eu já estava molhadinha o suficiente, abriu mais as minhas pernas, posicionou a cabeça da pica na entrada da minha bucetinha e sussurrou: “Tá pronta pra receber teu macho?” e eu respondi que sim! Entre um gemido e uma empinadinha na bunda. Aos poucos a minha boceta foi engolindo tudo, eu podia sentir cada centímetro dele alargando minha xaninha apertadinha. Com a mão ele segurava minha perna pra cima, beijava meu pescoço, me chamava de delícia e de minha putinha até que meteu tudinho dentro de mim e gemeu gostoso! O carinho parou por aí, porque ele começo a bombar tudo aquilo pra dentro de mim, segurava minha perna, me arreganhava toda e metia sem dó, o que me fazia gritar alto. Com a outra mão ele agarrou meu pescoço e apertava, não o suficiente pra me deixar sem ar, mas mostrava que ele era o dono. Ele, então falou: “Goza, vagabunda! Goza na pica do teu macho!!”. Fiz o que ele mandava! Gozei! Gozei alto e alcancei a coxa dele apertando, com as unhas. Meu corpo tremia e eu gritava de prazer! Nos levantamos e fomos tomar um banho. Apesar do frio que fazia na rua, nossos corpos estavam banhados de suor. Ele me lavou direitinho, e não esqueceu de nenhum lugarzinho, dando atenção especial ao meu cuzinho e xoxotinha. Retribui lavando o pau dele e dando beijocas na cabeça, acariciando o saco. Terminamos o banho e voltamos para a cama. Deitei e ele veio por cima de mim. Começamos a nos beijar, os dedos dele começaram a percorrer meu corpo novamente até chegar à bucetinha. Recebi a melhor siririca da minha vida. Enquanto ele me tocava, bati uma punhetinha gostosa pra ele. João colocou uma das minhas pernas entre as pernas dele e começou a me tocar, me deixou louca e dizia: “Geme, minha putinha! Geme do jeito que eu gosto!” Não precisava mandar duas vezes, Desde o início eu gemia como uma cadela. A cadelinha do João. Assim que João notou que eu estava prestes a gozar no dedo dele, ele me acomodou de quatro! Delícia! Era agora que ele ia meter gostoso em mim na minha posição preferida! Resolvi ficar quieta, pra não correr o risco dele desistir da idéia e simplesmente segui como ele coordenava. Fiquei aguardando ali, bundão pra cima, pernas abertas, esperando aquela pica grande e gostosa. João se posicionou atrás de mim com o pau em uma das mãos e com a outra deu uma bela bofetada seguida de apertão na minha bundona. Gemi! “Delícia”, falei pra ele e dei uma espiadinha safada. “Agora vou arregaçar essa buceta!”. O macho tinha voltado, com força total. Pincelou na bucetinha , molhando o pau no mel que escorria de mim e posicionou bem na entradinha, empinei bem a bunda, deixando o cuzinho bem a mostra e a xaninha bem aberta, mas não estava esperando pelo que vinha em seguida. João meteu todo o pau, inteirinho, de uma vez só enquanto suas mãozonas puxavam meus quadris pra trás com a maior violência do mundo! Não segurei e gritei. Urrei! Gemi! E João começou a bombar na minha boceta. Tirava quase todo o pau e metia forte e fundo. Começou a aumentar o ritmo, socando a pica sem dó! “Filho da puta!” eu disse. “Aguenta, vagabunda… Eu sei que você queria de quatrinho! Agora toma, vadia!”. E dá-lhe tapa na bunda, e dedo no cu, e metia na buceta! Meteu tanto, tão rápido, tão forte, o pau na buceta e o dedo no cu que eu achei que fosse desmaiar! Eu gritava, gemia, enlouquecia e ele gemia, urrava e só me chamava de vagabunda, vaca, vadia e puta… “Goza, putinha! Goza na minha pica!”. Gozei!!! Gozei tanto que meu corpo contraiu todo e eu caí na cama, não tinha mais forças. Eu tremia tanto, meu corpo se contorcia em espasmos e João ficou assistindo, punhetando o pau dele! Quando eu achei que tinha terminado ele disse: “Volta aqui que eu quero encher essa xana de leite!”. Me colocou de novo de quatro e bombou, agora só pensando nele, no pau dele e na satisfação dele! Me senti uma puta, mesmo. Esperando o cliente gozar pra finalmente ser libertada. Gritei mais enquanto ele bombava, gemia alto, minha xaninha estava pegando fogo e eu gritei: “Goza, filho da puta! Eu já tô arregaçada!”. João então emitiu um som gutural, meteu o pau fundo, estocou a pica fundo, tão fundo que achei que ia me arrebentar e gozou! Gozou tanto que a porra não demorou a escorrer entre as minhas pernas e jogou o corpo em cima de mim ainda com o pau lá dentro. Caí na cama e ele metia ainda e gozava. Apertava minha bunda, metia, gozava e urrava. “Que delícia de bunda! Que delícia de bunda!”. Deu mais umas palmadas e apertadas e levantou, me deixando ali, arrombada, arregaçada, acabada. Delícia recordar essas histórias e contar a vocês! Espero que tenham gostado e que comentem tão deliciosamente quanto comentaram antes! Se tiverem gostado conto mais! Beijocas e boas punhetas! (Adoro)

LibidGel

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