Conheci o amor lésbico com uma amiga

Olá! Hoje irei contar algumas passagens eróticas de minha vida, compartilhando tudo o que gosto de fazer em termos de sexo. Sempre fui muito fogosa e meu marido no início até me acompanhava nas minhas loucuras sexuais. Adoro fuder e estou sempre em busca de prazer quando tenho alguma chance de fazer.
No início ele adorava que fosse assim, mas o tempo foi passando e aos poucos tudo foi mudando. Procurava-me pouco, gozava rápido, pensava só nele e aquilo me desgostava, pois quero sexo forte, cada vez mais. Isto ele não mais fazia. Não sabia o que poderia ter ocorrido!
Tinha uma amiga de infância, Da minha idade e que também tinha o mesmo problema. Ela não esperou muito e logo mandou o cara passear, pois descobriu que andava tendo um caso com sua secretária, que, por sinal era muito linda, mas também muito puta, pois vivia se oferecendo para o marido dela. Até que um dia ele foi com ela a um motel e adorou. No mínimo ficou encantado com a juventude da moça e passou a descarregar toda sua energia dentro dela.
Numa tarde resolvi ligar para ela e ver se podia ir à sua casa para conversarmos. Ela prontamente pediu que fosse, assim poderíamos conversar e recordar sobre os bons tempos que passamos juntas.
Essa amiga chamava-se CARLA e desde a época que passou no internato do colégio de irmãs havia conversas de que ela gostava de dar uns beijos nas meninas mais jovens da Turma. Havia uma freira muito linda que era sua amiga íntima. Certa vez a CARLA contou-me que num final de semana em que a maioria havia saído para viajar e ela, por morar longe, havia ficado no alojamento. À noite, como estava sozinha, a irmã Júlia convidou-a para ir até o seu quarto para poderem conversar e assistir TV. Não sei o que fizeram, mas ela falou-me que só foi de volta lá pelas duas da madrugada. Nunca consegui falar com ela sobre o que falaram durante todo esse tempo? Quem sabe qualquer hora ela me conte o que aconteceu lá naquele quarto!!!
Aproveitei que meu marido estava viajando e só voltaria dentro de três dias e naquele dia aproveitei para visitar a
CARLA. Tomei um banho demorado e perfumado. Escolhi uma tanguinha preta, ínfima que mal cobria minha buceta lisinha, sem pelos. Vesti uma blusa bem leve, sem soutien.
Fiquei gostosa. Modéstia à parte, sou bonita e meu corpo é de guriazinha, com seios pequeninos e bundinha redonda.
Ela mandou que ligasse quando estivesse próximo para abrir a garagem de sua casa. Abria da sacada.
Quando estacionei ela fechou a porta e antes de sair do carro ela apareceu. Abraçou-me, colando seu corpo de encontro ao meu, dando-me um beijo bem próximo de minha boca. Estremeci ao sentir seu corpo colado no meu!
– Que alegria poder te receber em minha casa! Sabes que estou sozinha? Então podemos ficar à vontade e falar bastante.
– Que bom que podemos ficar sem compromisso de horário. O Carlos também está fora. Só regressa no final de semana. Falei olhando com alegria para ela.
– Ai que bom Núbia. Vamos conversar até amanhã, sem parar! Temos muita coisa para falarmos sobre nossas vidas. Falou rindo minha amiga CARLA
Enlaçou-me pela cintura e fomos para dentro. Mostrou-me sua casa. Era linda e confortável.
– Meu lugar preferido é aqui no meu quarto, pois tenho tudo para o meu conforto e distração. Vamos ficar aqui? Vou ligar o ar condicionado, para que fique uma temperatura agradável para nós.
Contou-me sobre o que aconteceu com seu casamento e no final faou:
– Sabe Núbia, não me arrependo de ter me separado daquele FDP, pois estava me traindo com aquela secretária. Tá certo que ela é bonita, mas acontece que também não me acho feia. Tenho senso crítico e vejo que os homens e até muitas mulheres me confirmam isto que sinto sobre minha pessoa. Sou bonita e gostosa. Quem perdeu foi ele, pois agora nem coberto de ouro. SOU LIVRE e posso escolher com quem ficar, quando estou com muita vontade de ser acariciada. Posso até escolher uma mulher, pois não imaginas a quantidade que me dá bola. A maioria são novinhas. Será que tenho algo escrito na testa? Falou CARLA rindo.
– Mas que legal CARLA que estás com teu astral lá encima e que te achas linda e gostosa! Quer que te diga a verdade? Também te acho muito bonita e nem parece que já foste casada. Teu corpo continua sendo daquela guriazinha que conheci antes de casares.
– Mas tu também não mudaste nada! Estás linda e com um corpo de fazer os machos olharem para trás depois de passarem por ti. Sempre te achei linda e delicada. NÚBIA, já que estás sozinha em casa, bem que poderias ficar comigo hoje à noite! Dorme aqui. Tenho quartos sobrando. Aceitas?
– Já que estou sozinha e mesmo que o Carlos estivesse aqui, não mudaria nada, pois o cara não quer mais nada. Depois que falaste do teu marido, não sei se não estou sofrendo uma traição. Ele mudou muito. Chegamos ficar uma semana sem transarmos. Sabes que sou muito fogosa e sofro por ficar sem os carinhos daquele que é o responsável por eles.
– Mas minha amiga querida, hoje irás esquecer desse cara. Onde já se viu deixar um mulherão desses sem amor, sem comparecer! Está pedindo para levar. Falou CARLA rindo.
– Obrigada amiga pela ajuda! Ficarei aqui sim, para podermos falar tudo o que quisermos.
– Olha quem sabe a gente fica mais à vontade, deitada na cama, conversando e assistindo TV? Vais dormir aqui na minha cama. Olha só como é grande. Não te preocupa com roupa. Olha aqui está teu baby doll. O teu é branco e o meu é preto. Viu como sou precavida. Já estás de banho tomado. Basta vesti-lo. Vou tirar meu vestido e vestir o meu. Não repares, mas estou nuazinha por baixo dele.
Dizendo isto, puxou seu vestido para cima e seu corpo lindo, barriga tanquinho, bucetinha lisinha, sem nenhum pelo e seios pequeninos apareceram ante meus olhos. Não me contive e fiquei com os olhos cravados naquela buceta gordinha, com seu clitóris aparecendo para fora de seus lábios vaginais… Será que está excitada?
– Vamos Núbia, tire essa roupa!
– Tenho vergonha de ficar sem roupa na tua frente!
– Ora meu amor, deixe de frescura! Estamos só nós duas aqui. Acho que vou gostar de ver teu corpo de guriazinha!Gostas do meu? Vou ficar nua esperando que também fiques, para te dar coragem! Falou Carla com os olhos brilhantes…
Tirei minha blusa e meus seios pequeninos apareceram com os biquinhos durinhos para deleite de seu olhar. Ela sorriu quando viu. A seguir, deixei cair a saia e fiquei só de tanguinha… Seus olhos foram diretos para minha bucetinha. Bem devagar e olhando para ela, baixei minha tanga… Agora estávamos nuas, frente à frente!
– Minha nossa Núbia, que linda! Que corpinho delicioso! És uma boazuda. Teu marido é um burro!
– Mas tu és também muito linda! Tens um corpinho de fazer parar o trânsito!
– Obrigada! Olha só nossas bucetinhas são até parecidas. Bem fofinhas, lisinhas e ambas com essa pontinha para fora, mostrando que estamos excitadas. Que bom que somos assim! Esse baby é somente para enfeite, pois não irá esconder nada de nossos corpos. Mas também, esconder para que? Somos tão lindas que merecemos mostrar tudo. Venha para a cama. O lado esquerdo é teu.
– CARLA, é verdade que gostavas de beijar as meninas lá no internato? Falei de sopetão.
– AH, também sabes de minhas histórias!!! Olha, vou te confessar uma coisa muito linda e que acho muito gostoso. Adoro falar sobre isto. Como falaste, sempre que tinha oportunidade, beijava minhas amigas. Gostava de bancar ser seus namorados. Elas adoravam, pois lá dentro temos muita falta de carinho. Eu adorava beijar aquelas virgenzinhas… Elas ficavam louquinhas quando as abraçava e colava minha boca nas delas, deixando-as molhadinhas…
– E aquela história da Irmã Salete que te levou para o quarto dela num final de semana que ficaste sozinha no alojamento, é verdade? O que aconteceu lá? Perguntei curiosa.
– Nossa Núbia, foi uma coisa inesquecível e que vou te contar agora:
– Passei parte de minha vida, em um internato religioso para garotas. Essa escola ficava completamente isolada, no interior e era comandado por freiras.
Cheguei no internato com 13 anos, só saindo de lá com 18 anos, após terminar os estudos secundários. O internato era dirigido por uma madre superiora que tinha cerca de 50 anos, uma mulher muito conservadora e chegava a ser extremamente severa e autoritária com as alunas, impondo castigos para que tinham baixo aproveitamento das aulas. Um desses castigos era mandar a aluna passar a noite inteira em seu quarto aprendendo a disciplina com ela. Numa dessas noites a escolhida para ir para o “quarto do castigo” foi minha colega de quarto, Irene de 16 anos que ficou bastante assustada, principalmente porque corria o boato que a madre gostava de bater com uma palmatoria quando a aluna não correspondia aos seus ensinamentos. Tentei tranquiliza-la dizendo que tentaria entrar no quarto antes para observar e dar alarme se algo desse errado. Nesta noite resolvi entrar escondida no quarto da madre antes de servirem o jantar, me escondi debaixo da escrivaninha, entre a cadeira, ali permaneci com o coração na mão aflita com medo de ser descoberta, Aproximadamente às 21 horas escutei barulho de chaves na porta. Fiquei apavorada. Agora não posso mais voltar atrás. A madre entra primeiro sendo seguida por Irene. Logo que fechou a porta falou para ela relaxar e sentar na cama. A madre sentou também e pegou na mão de Irene dizendo que suas mãos estavam geladas e que era para não ficar nervosa, pois “não iria doer”. Em seguida falou que o principal motivo dela estar ali seria para ter aulas de pudor e higiene pessoal… Perguntou-lhe se já tinha tomado banho? Irene respondeu que sim.
Em seguida deu ordens para que tirasse toda a roupa e ficasse somente de calcinha. A menina obedeceu. Vi os olhos da madre refletidos pela luz do abajur da escrivaninha. Eram olhos de satisfação, tipo os de uma pessoa que consegue algo muito difícil. E percorreu todo o corpo de Irene que estava de joelhos na cama. Ela realmente tinha um corpo muito lindo, a chamada falsa magra, pele muito alva e seios pequeninos, com os biquinhos endurecidos. A madre começou a cariciar os seios de Irene. Ela recuou na hora, horrorizada. A freira disse, em tom autoritário:
– Se você gritar ou esboçar qualquer reação contrária eu lhe darei uma surra de palmatória, além de lhe devolver para sua família. Contarei para seus pais que você fugia toda noite e fornicava com os meninos na rua. Portanto é melhor fazer tudo que eu mandar!
Em seguida investiu pra cima dela como um animal lambendo e mordendo os seus seios, lambendo sua bucetinha por cima da calcinha, hurrando e dizendo palavras inteligíveis. A seguir ela arrancou a calcinha de deixando-a nua, passando a chupar sua buceta… Irene permanecia estática na cama, não dava para ver se estava gostando ou não, pois não era possível ver seu rosto. Logo tirou o hábito ficando completamente nua. Tive uma sensação estranha pois nunca tinha visto uma freira nua, sempre com aquela túnica cobrindo o corpo todo. Dali há pouco comecei a ouvir os gemidos de Irene que pelo jeito estava gostando.
– Vou fazer esse fofinha gozar com minha língua… Aiii que coisa boa… Adoro beijar e chupar uma bucetinha virgem… Goza minha querida… goza!!!!!
Ouvi Irene gritar:
– Aiiii que bom… faz mais forte!!! Asssiimmm…aiiii… Huummm.
Irene espichou-se na cama e gozou forte.
A madre ficou abraçada nela por alguns minutos e disse-lhe:
– Não conta para ninguém o que aconteceu aqui. Veste tua roupa que irei te levar para o alojamento.
Ambas se vestiram e saíram. Aproveitei para me mandar.
– Assim fiquei sabendo que duas mulheres também podem fuder e pelos gritos de Irene, era muito gostoso.
– Nossa CARLA, coitadinha da Irene! Tão inocente e quietinha passar por uma aventura dessas! Mas ainda não me contastes o que aconteceu lá no quarto da irmã Salete.
– Bem, o que aconteceu lá foi praticamente o mesmo que a Irene fez, com uma diferença. Nós fizemos amor uma na outra. Ou seja, ela beijou minha bucetinha e todo meu corpo, fazendo-me gozar igual a uma putinha e eu devolvi na mesma moeda, deixando-a nocaute na cama, de tanto gozo que teve. Falou que nunca tivera uma noite tão gostosa como a que passara comigo. Voltei para o alojamento às 02:00 h.
– Mas que guriazinha fogosa! Por isso é que as garotas ficavam louquinhas que as beijasse. Garanto que pegaste várias daquelas ninfetas, apesar de serem da mesma idade. Falei olhando nos seus olhos brilhantes. Nessas alturas minha bucetinha estava molhadinha…
– Pois vou te dizer que peguei muitas delas, inclusive algumas da série abaixo da nossa. Essas ainda eram as mais putinhas… Adoravam ser beijadas na boca e em suas bucetinhas… E tu Núbia, nunca tiveste alguma aventura com mulher? Garanto que tens história para contar! Linda como és e com esse corpinho de deixar qualquer um louco para te acariciar, deves ter história. Conte-me se já estiveste com outra mulher?
– Bem, tenho uma história que me marcou muito. Tinha uma Tia que era 11 anos mais velha do que eu. Seguidamente ela vinha visitar minha mãe, sua irmã e me levava para passear, ir ao cinema e a todos os lugares que pedia para irmos. Ela adorava sair comigo. Tinha 17 para 18 anos e ela beirando os 30. Era linda e muito bem feita de corpo. Sempre a admirei e ficava encantada com a total liberdade dela. Dormia no meu quarto, pois era uma suíte de casal e dormíamos na mesma cama. No verão dormia nuazinha e fazia eu dormir assim. Na primeira vez fiquei com vergonha, mas depois ficamos íntimas e não sentia mais vergonha de andar pelo quarto sem roupa. Notava que ela me olhava sempre com os olhos brilhantes, elogiando muito meu corpo, meus seios pequeninos.
– Adoro seios pequeninos. Ainda bem que os meus são pequenos como os teus. Teus biquinhos são mais durinhos…
Certo dia saímos pela cidade e perguntou-me onde queria ir? Minha resposta deixou-a perplexa e ao mesmo tempo contente, não sei porque:
– Tia, não me leve a mal, mas eu tenho uma curiosidade imensa de conhecer um motel, saber como é por dentro! Minhas amigas descrevem os que conheceram e eu fico só imaginando. Eu nunca poderia pedir a um namorado ou a uma colega para me mostrar um, porque eles iriam pensar que eu quero outras coisas, e eu tenho apenas curiosidade de saber como é. Gosto muito de você e a considero minha amiga! Já que você me deu este presente, será que você me levaria para conhecer um?
Minha Tia ficou um pouco assustada, mas falou:
-Bem, que mal pode haver nisso?
Perguntou-me se havia um em especial que gostaria de conhecer. Falei que não. Como se tratava de um presente, tocamos então para um dos motéis que ela conhecia e sabia ser um dos melhores da cidade.
Chegamos na portaria do motel e pediu uma das melhores suítes, com piscina aquecida, hidromassagem e sauna. Parou o carro na garagem e notei que seus olhos brilhavam de alegria. Enlaçou-me pela cintura e entrou triunfante comigo naquele ninho de amor.
Subimos para a suíte. Ao abrir a porta, soltei um “OH!” ao ver o luxo da sala de jantar junto à porta. Entramos e vimos a piscina. Mostrou-me os controles onde ligava a cascata e abria o teto solar. Comeei a andar pela suíte, experimentando cada botão que encontrava. Vi a hidromassagem e perguntei como funcionava. Mostrou os botões e os frascos de banho de espuma. Perguntei inocentemente se podia ligar. Respondeu-me que sim e abri os registros para encher a banheira.
Quando a banheira encheu, coloquei os banhos de espuma e liguei a bomba. Logo a banheira estava coberta de espuma. Falei que gostaria de entrar na banheira. Disse-me que ficasse à vontade.
Ela saiu do banheiro e foi para a beira da piscina. Tirou os sapatos e sentou-se na beirada com os pés dentro da água.
Neste momento, olhei para o lado e descobri que havia um vidro entre o banheiro e a piscina. Tirei toda minha roupa e fui nuazinha para a banheira. Ela me viu e veio para perto do vidro para me olhar.
Gostei de ficar nua na sua frente! Estava super excitada por ela me ver nuazinha em pelo. Notava que seus olhos não desgrudavam de minha bucetinha lisinha.
Meu corpo já era deuma mulher feita, com os seios durinhos, os biquinhos rosados e pontudos, pernas roliças, uma xoxotinha com poucos pelinhos e a bundinha redonda, cheia de carnes, com a marca do biquini, deve ter feito ela engolir em seco.
De repente vi que ela tirou toda sua roupa e pulou na piscina, mergulhando.
Achei que devia ficar com ela. Sai da banheira e joguei-me na piscina. Fiquei parada de frente para ela, a poucos centímetros. Ela olhou nos meus olhos, nem trocamos palavras. Abraçou-me e me beijou longamente, ao que foi plenamente correspondida.
Durante o beijo, minhas mãos deslizaram pelas suas costas e alcançaram a bundinha firme, que acariciei deliciadamente. Nossos corpos ficaram colados.
Ela não resistiu e desceu sua boca pelas minhas orelhas, pelo meu pescoço e alcançou o bico durinho de um seio que começou a beijar e chupar com carinho e cuidado.
Eu suspirava a cada mordiscada que me dava e um tesão que eu nunca havia sentido antes, se apoderou de meu corpo. Aquela mulher gostosa, deliciosa e linda estava me amando e me desejando. Não resisti aos seus carinhos.
– Ai Lena, que coisa gostosa e maravilhosa tu estás me proporcionando. Como é gostoso sentir teus beijos no meu corpo! Falei toda dengosa…
– Núbia, vamos para a cama que quero te fazer delirar de prazer. Há muito tempo que desejo fazer isto nesse corpo lindo e gostoso. Vamos meu amorzinho, vou te ensinar coisas que nunca imaginaste fazer. Vamos amor! Eu te desejo e quero te amar…
Pegamos as toalhas, nos secamos e corremos para a cama. Já caímos abraçadas. Ela continuou a me beijar e seus beijos começaram a descer. Já sabia onde iriam parar. Meus gemidos de prazer faziam com que ela ficasse mais excitada e sua boca e língua me faziam delirar de prazer.
Foi lambendo meu corpo até chegar na minha apetecida petequinha. Eu tremia e me entregava nos seus braços. Sua mão massageava um seio. Desceu a mão lentamente pela barriga em direção à minha buceta.
Eu arfava sem dizer nenhuma palavra.
Sua boca molhada foi descendo… descendo… até chegar na minha bucetinha molhada. Passou a lamber do grelinho saltado para fora dos lábios, até a portinha dos imensos prazeres.
Eu tremia com a aproximação do orgasmo fortíssimo. Não aguentando de tanto prazer tentei enfiar um dedo sem nenhuma experiência em sua buceta molhadinha.
Lena sem parar de me chupar, segurou minha mão e ensinou-me a fazer carinho em uma mulher.
A seguir continuou a dar pequenas estocadas com a língua na minha caverninha.
Puxei Lena pelo pescoço para cima de mim procurando sua boca para beijá-la com todo o desejo louco que estava sentindo.
Minha pombinha, como que atraída pela dela, encaixou-se bem na porta da conchinha. Beijei-a com carinho e sussurrei em seu ouvido:
– Que gostoso Lena! Continue! Não pare! Quero mais!
Lena então começou esfregar sua buceta na minha, pressionando a entrada da grutinha, que apesar de completamente molhada, ainda era virgem.
Só de pensar que eu ainda era virgem, aumentava mais seu tesão. Continuou pressionando sem forçar. Eu gemia alto e pedia mais. Em certo momento ela parou de gemer e voltou a tremer. Comecei a tremer de prazer. Lena começou um roçar espaçadamente e lentamente para não machucar minha bolinha gigante. Não aguentei e gritei quase gozando:
– Mais rápido tia. mais rápido…
Ela aumentou o ritmo e finalmente gozei forte, chegava a dar pulos de encontro à sua buceta.
Enquanto eu gozava também ela delirava em cima de meu corpinho macio de pele sedosa.
Eu ainda suspirava e arfava quando ela saiu de cima de mim e deitou-se ao meu lado.
Depois de alguns minutos, em que fiquei ouvindo sua respiração, tomei a iniciativa e deitei sobre ela e a beijei carinhosamente.
Disse-lhe que nunca havia sequer sonhado que transar com uma mulher fosse bom daquele jeito e nunca esperava que isto pudesse acontecer com alguém do mesmo sexo, e mais ainda, com alguém da família, mas que não estava arrependida, que tinha gostado muito.
Fomos para o chuveiro tomar uma ducha, enquanto ensaboávamos uma a outra.
Ela saiu do chuveiro para pegar o xampu e notei a bunda firme e certinha dela. Quando abaixou, sua bunda se fez redondinha. Quando voltou, beijei-a e disse que já estava com saudades.
Acabamos nosso banho e fomos para o quarto nos vestir, pois já eram quase quatro horas da manhã. Antes porém de acabar de me vestir fui até ela e disse :
– Já que começamos, eu quero experimentar mais, quero sentir teu sabor.
Imediatamente, abocanhei seu seio esquerdo, sugando e enfiei sua mão no meio de minhas pernas.
Apesar de minha inexperiência, consegui excit´-la com a voz sussurrante:
– Deixe eu chupar um pouquinho tua bucetinha tia. quero sentir o gosto dela!
Ela concordou e fui por cima dela, beijando seu corpo até chegar naquela bucetinha que estava com seu clitóris duro, grande e saltado para fora de seus lábios vaginais. Minha língua começou a passar sobre ele, bem devagar.
– Ai minha guriazinha senvergonha… aiiii que prazer estás me dando….beija amorzinho… assiiimmm… ai que gostoso… vou gozarrr… agora amor… huuummm que coisa gostosa!!!!
Lena se contorceu embaixo de mim e assim ficamos quites em matéria de dar gozo uma para a outra.

 

– Nossa Núbia, que história linda! Ela me deu um calorão… Vou ficar nua, não aguento!! Fica também Núbia! É tão gostoso!
Carla tirou seu baby doll e já foi puxando o meu. Ficamos nuas, uma de frente para a outra.
De repente ela colocou sua mão em minha bucetinha e falou:
– Núbia, olha só como estás molhadinha!! Estás muito excitada!!! Eu também fiquei com essas nossas histórias. Estou louca para beijar e ser beijada.
Dizendo isto ela veio por cima de mim e começou a me beijar loucamente. Não aguentei e correspondi com toda a intensidade de minha excitação.
Ela colocou-se no meio de minhas pernas e começou a me fuder roçando sua buceta molhadinha de encontro à minha.
NOSSA, aquilo foi demais! EXPLODI NUM ORGASMO FORTÍSSIMO, JUNTO COM ELA.
– Ai Carla!!! Estou gozandooo!!! Gritei desesperada!
– Núbia meu amor, também estou gozando muito forte!!! AI MEU AMOR… ROÇA TUA BUCETA NA MINHA… ASSIM!!!
De repente ela inverteu a posição de seu corpo, colocando sua boca na minha buceta e a dela na minha boca… Fizemos um 69 intenso, onde novo gozo veio de dentro de nossos corpos, fazendo com que pulássemos de encontro aos nossos corpos, de tão forte que foi.
Passamos a noite fudendo, nos beijando e chupando nossas bucetas, até ficarem inchadas de tanto gozo…

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