Como a safada casada foi infiel

Meu nome é Jaqueline, tenho 30 anos e sou uma mulher que, apesar de ser linda, safadinha e muito fogosa, me sentia só e insatisfeita, porque eu era e sou traída pelo meu marido.

Meu esposo Márcio atualmente trabalha para uma empresa de petróleo, e por isso passa muito tempo fora de casa. Eu me casei com ele porque eu passava por uma situação muito difícil, muitas vezes sem ter o que comer. Minha mãe me abandonou muito novinha e fugiu com outro homem.

Meu pai não me quis também e fui parar em um pequeno orfanato. Lá fui assediada por um dos cuidadores. Ele nunca chegou a enfiar o pau na minha bucetinha, mas me fazia chupar a pica dele com muita frequencia. No início eu tinha nojo, mas logo acostumei e pagava boquete pra ele com muito prazer.

Aos 15 anos eu já era uma menina muito sensual. Como comecei a sentir tesão desde muito novinha, meu corpo se desenvolveu rápido e logo meus peitinhos ficaram durinhos e empinados. Meu bumbum ficou redondinho e lindo, chamando a atenção de todos os homens.

Meu olhar, como chegaram a comentar comigo, era de uma mulher sedenta por sexo, mesmo sem nunca ter transado. Mas isso não durou muito. O cuidador que me fazia chupar seu pau, e que também me protegia dos outros homens, foi transferido para outro orfanato.

Nem preciso dizer que outro cuidador assumiu seu lugar, me fazendo mamar na rola dele quase todas as noites. E foi esse que me comeu pela primeira vez, no cuzinho. Ele queria na buceta mas me recusei, pois eu não queria perder a virgindade ainda.

Esse novo cuidador era muito mais carinhoso que o anterior e eu passei uns quatro meses dando meu cú pra ele sempre que era possível. Fiquei viciada na rola dele e, ao completar 16 anos eu liberei minha buceta. Depois desse dia passei a ser a namoradinha dele e ganhei muitos presentes e regalias.

Alguns meses depois de completar 16 anos o orfanato decidiu finalmente me liberar, e então minha avó materna me levou para sua casa, já que nunca mais tive notícias do meu pai e de sua família.

Fui para a casa da minha avó como uma espécie de empregada da família, mas eu estava feliz por ter um lar. Mas, tão logo pus os pés na casa dela eu já fui objeto de desejo de todos os irmãos da minha mãe.

Tive que rebolar muito, pois todas as noites eu tinha que dar para um deles. Não demorou muito e os maridos das minhas tias me descobriram e começaram a meter em mim também. Como eu era realmente viciada em sexo eu dava mesmo.

Acho que eles nunca comeram uma menina que dava a bucetinha e o cuzinho com tanta vontade como eu dava. Eu sentia mesmo prazer em sentir o pau entrando em mim, quanto mais grosso melhor. É claro que eles me davam presentes, e assim fui levando a vida.

Aos 18 anos eu finalmente consegui meu primeiro emprego como secretária. Só precisei dar para um homem que convenceu um de seus amigos advogados a me contratar. Logo este advogado estava me comendo também. Eu não tinha muito estudo e percebi que esta era a forma de manter o emprego.

Aos poucos fui me tornando muito experiente no sexo e sabia muito bem como dar prazer a um homem e fazer com eles coisas que suas esposas nem pensavam em fazer. Isso me ajudou a conseguir outros empregos melhor remunerados e assim pude ajudar a minha avó com algum dinheiro.

Um dia consegui laçar o Márcio, de 32 anos, e que agora é meu esposo. Nos encontramos em uma campanha política e ele pareceu gostar muito de mim. Como eu já estava cansada de ficar dando para vários homens e nunca fixar em um, decidi dar a ele uma chance.

Depois de muitos beijos, amassos, dedadas na buceta e no cú e algumas trepadas, finalmente nos casamos, pois fiquei grávida da minha primeira filha. Parei de trabalhar e fui viver em um apartamento alugado, cuidando do meu marido e da minha pequena filha. Dois anos depois nasceu minha segunda filha.

O problema é que meu marido tem aventuras com as meninas que trabalham na divisão da empresa na qual ele é gerente. Eles as convence com dinheiro, já que ele é muito magro e tem o pênis fininho e curto.

Não lhes contei ainda, mas meu esposo também foi muito pobre e a desnutrição que ele sofreu quando era criança acabou afetando seu desenvolvimento, e por isso sua atividade sexual é muito limitada.

As mulheres da empresa colocaram nele o apelido de “garotinho” e em várias ocasiões em percebi que elas falam mal dele pelas suas costas, fazendo piadinhas com seu corpo e seu desempenho sexual. Mas, como ele paga elas para transar com ele, elas o toleram e aguentam todas as suas perversões.

E meu marido, trouxa como é, acredita que é um deus grego e um garanhão porque come suas funcionárias. O fato é que elas, em troca de dinheiro e para conservar seus empregos, o fazem pensar que ele provoca orgasmos nelas e as deixam satisfeitas como um verdadeiro macho.

A grande verdade é que elas fingem e meu marido tonto acredita. Fico muito chateada ao saber que as meninas tem é nojo e falam mal dele pelos corredores.

Durante muito tempo fiquei triste e achei humilhante esperá-lo à noite e recebê-lo de pernas abertas, contrariada, pois ele ia chegar e meter em minha boca seu pênis sujo e fedido, porque ele gosta muito de me foder e fazer comigo todas as suas perversões sob o pretexto de que sou sua esposa.

Por várias vezes arrumei as malas para ir embora, mas tive que voltar atrás e aguentá-lo, pois eu não tinha onde morar nem como cuidar das minhas filhas sozinha. E assim a vida foi seguindo.

Por um azar do destino meu esposo conseguiu contatos e trabalhos em um círculo social infinitamente superior ao nosso, e assim começou a fazer amizade com pessoas finas e de classe.

Como gerente nessa empresa, em algumas ocasiões convivíamos com pessoas muito ricas, com casais estáveis e de boa situação financeira, que não se preocupavam mais com o que iam comer no dia seguinte. Essas pessoas estavam era fazendo fortunas e vivendo uma vida que eu apenas sonhava.

Um destes senhores em especial era o Sérgio, um homem de 42 anos. Ele gostou muito do meu esposo e o ajudou bastante, apresentando-o a clientes importantes. Com isso a nossa vida foi melhorando a cada dia.

Desde que nos conhecemos o Sérgio me pareceu um homem muito bonito e interessante, com muito dinheiro e com várias empresas de sucesso que lhe rendiam muito dinheiro e lhe proporciavam uma vida cômoda. Com isso ele conseguia ter as mulheres que ele quisesse.

Mas havia uma grande diferença entre este senhor e o meu marido: meu esposo era um porco e o Sérgio era um cavalheiro amável e fino, e nos tratava com bondade e afeto.

E, como agora já tínhamos coisas que antes nem sequer tínhamos imaginado ter, graças às recomendações do Sérgio, pouco a pouco fui criando uma fantasia e uma obsessão por ele, pois o tratamento dele em relação a mim era o mesmo que ele dava às senhoras da sociedade com quem ele lidava.

Um sábado almoçamos em casa sozinhos, só eu e meu marido, pois nossas filhas estavam passando o final de semana na casa dos pais dele. Bebemos uma garrafa inteira de um vinho fino que o Sérgio nos tinha presenteado.

Com isso meu marido ficou totalmente bêbado e caído no sofá do escritório. Eu já estava indo para o meu quarto cair na cama quando o Sérgio apareceu para pegar meu marido, já que eles tinham combinado de ir vistoriar um projeto.

Como meu marido tinha bebido muito mais que eu, eu não estava tão bêbada e fiquei na sala conversando com o Sérgio. Depois de alguns minutos de conversa eu acabei soltando que o Márcio me traía. Mas não entrei em muitos detalhes.

Contei a ele várias decepções que eu tinha tido com o meu marido recentemente e ele me escutava com atenção e ternura. Sem conseguir evitar eu comecei a soluçar. Nessa hora o Sérgio se sentou ao meu lado no sofá e me tranquilizou, chegando a me abraçar com muito afeto.

Realmente sentí um choque elétrico quando senti seus braços ao redor do meu corpo. Eu nunca tinha pensado que eu pudesse chegar a tal intimidade com o Sérgio. Pude sentir o cheiro dele, de seu perfume delicioso, seu cheiro de macho.

Por alguns momentos, que para mim pareceram deliciosamente eternos, eu me senti protegida e apoiada. Ele, cavalheiro, tão somente me abraçava sem fazer qualquer outro movimento. Mas os meus sentimentos me trairam e o abracei fortemente, fazendo ele sentir o calor avassalador do meu corpo.

O Sérgio, por ser homem, não resistiu e percebi que seu corpo começou a reagir. Do jeito que eu estava abraçadinha com ele eu pude sentir que o pau dele começava a ficar bem duro mesmo.

Já fazia um tempo que eu sentia uma leve queda do Sérgio por mim, porque ele me tratava com muita ternura, e eu estava quase certa que ele sentia tesão por mim, pois em várias ocasiões peguei ele me olhando com olhos amáveis e de admiração.

Algumas vezes eu o peguei olhando também para as minhas pernas, seios e bunda. E isso me fez muito bem, já que eu tinha essa fantasia de dar pra ele. Mas ele era muito respeitoso e nunca tinha insinuado nada para mim, talvez com receio do meu marido descobrir.

Mas o vinho que eu tinha bebido com o meu esposo tinha conseguido fazer com que eu me soltasse mais e ficasse bem à vontade com o Sérgio. Enquanto ele me abraçava eu sussurrava em seu ouvido:
– Sérgio… estou tão sozinha, me sinto desprotegida… sou muito infeliz…

Enquanto eu falava isso ele começou a acariciar meu rosto, me olhando fixamente nos olhos. Nessa hora eu, já completamente solta e animada por causa da bebida e pelo calor que fazia entre minhas pernas, dei-lhe um beijo muito discreto nos lábios.

– Jaqueline?!?… esperaaa… a gente não pode…! – ele se afastou um pouquinho, sem me soltar, e ficou me olhando. É claro que ele estava surpreso, pois tanto ele quanto eu nunca tínhamos imaginado uma situação daquelas.

Sem saber muito bem o que eu estava fazendo, me aproximei e o beijei novamente, e desta vez colei a minha boca na dele e fiquei parada, esperando. Finalmente ele reagiu e começou a me beijar, primeiro delicadamente para depois começar a me beijar com vontade, de língua, mordendo meus lábios.

Meu deussss!! Me derreti todinha e senti minha buceta ficar melada, com muita vontade de meter. Eu nunca tinha pensado em trair meu marido, e muito menos em nossa própria casa, e muito menos com o Sérgio, o homem que nos ajudou tanto.

Mas uma mulher triste e abandonada fica vulnerável, e se alguém consegue tocar sua veia sentimental, este alguém pode tê-la inteira à sua disposição. E era isso o que o Sérgio estava fazendo comigo. Se ele quisesse, poderia meter na minha buceta ou no meu cú ali mesmo no sofá.

– Jaqueline… isso não é correto… o Márcio nunca vai perdoar a gente…! – o Sérgio falou e se afastou de mim novamente, talvez pensando no que estava acontecendo e no que ainda podia acontecer.

Mas eu tinha sentido todo o meu corpo estremecer quando ele me beijou, senti minha xoxota ficar toda molhadinha e piscando, se preparando para foder com ele, sentir seu pau bem fundo em mim, no buraquinho que ele quisesse enfiar. Meu deusssss!! Que loucura!!

Os bicos dos meus seios começaram a ficar duros e muito eretos. Me joguei em cima dele novamente para que ele sentisse como meus peitos estavam, mas ele evitou um novo abraço e se afastou no sofá, colocando as mãos no rosto e com uma expressão do tipo “O que estou fazendo?!?”.

– Ohhh… Márcio… me desculpa… estou precisando tanto de carinho que pensei que…! – comecei a falar e parei, surpreendida com a reação dele. Me levantei e fui para a cozinha lavar uns copos. Fiquei lá uns longos segundos, nos quais me senti rejeitada e triste, mas também em sentindo suja e traiçoeira.

Mas o Sérgio, homem como era, claramente se deu conta que tinha conseguido avançar um pouco comigo. Vi ele sair da sala e ir em direção ao escritório, onde meu marido dormia largado no sofá. Ele fechou a porta cuidadosamente e foi para a cozinha também.

Empinei minha bunda o mais que pude e abri minhas pernas levemente, e essa minha “pose” acabou por vencer as regras morais do Sérgio. Lentamente ele se aproximou de mim por trás e envolveu minha cintura com seus braços. Ele estava vencido, finalmente.

Pude sentir o calor de seu corpo, que com o frio da água da torneira me fez estremecer. Sinceramente isso me agradou muito, e continuei lavando os copos como se nada estivesse acontecendo.
– Jaqueline… você sabe mesmo mexer com um homem! – ele falou bem no pé do meu ouvido.

Meu deussss!! Quando ele falou isso eu fiquei louca de vontade de beijá-lo novamente. Comecei a mover minha bunda lentamente, esfregando minha nádegas em seu pau completamente duro e ainda dentro de sua calça. Me movi devagar, mas com muito tesão mesmo, gemendo baixinho.

De repente ele colocou suas mãos em meu quadril e começou a acariá-lo de uma forma muito gostosa. Fechei os olhos e deixei ele percorrer meu quadril e logo ele desceu as mãos um pouco mais e tocou minha bunda, apertando levemente.

Parecia que eu estava me derretendo de prazer. Inconscientemente tentei me mover mas isso só fez com que suas mãos atrevidas segurassem firmemente minhas nádegas. E, como eu não falei nada nem fiz nada para pará-lo, ele viu isso como uma permissão da minha parte para ele continuar.

O Sérgio começou então a apertar e passar as mãos por toda a minha bunda. Como eu estava com uma calça jeans bem colada, eu sabia que ele estava adorando me ver por trás.
– Sua gostosaaaa… delíciaaaa… você é uma delícia de mulher, Jaqueline! – ele falava e dava beijinhos na minha nuca.

Gemi deliciosamente e, como eu não coloquei nenhum obstáculo, ele, descaradamente, baixou suas mãos até as minhas coxas e já me acariciava a bunda, coxas, barriga e quase chegava ao meu púbis. Um fogo subiu pelas minhas pernas e tremi de vontade de trepar com aquele macho gostoso.

Fiquei quietinha só curtindo e desfrutando de suas carícias. Os únicos sons que se escutavam eram a água descendo da torneira, minha respiração agitada e sua respiração entrecortada.

– Ahhhhhhhhhhh… Sérgioooooo… estou com tanta vontade…! – falei entre gemidos quando ele começou a beijar meu pescoço, roçando sua barba na minha pele. Isso me excitou ainda mais e fiquei a ponto de pegar fogo.

Quando percebi, ele já estava esfregando seu pênis completamente ereto na racha da minha bunda, como se estivesse metendo em mim. Mesmo por cima de sua calça eu pude sentir um tamanho muito maior que o do meu marido. Na verdade, qualquer outro pau deve ser maior que o do meu esposo.

– Jaqueline… vou te comer, sua gostosa linda… preciso meter nessa sua buceta! – o Sérgio falou e, com suas mãos, começou a acariciar meus seios, que já estavam enormes e com os biquinhos muito eretos. E eu louca pra ele tirar minha roupa logo.

Ele apertou meus seios com delicadeza e não pude resistir mais. Empurrei meu corpo para trás, joguei minha cabeça em seu ombro e deixei cair meus braços para os lados, indicando que eu estava totalmente entregue a ele.

Lentamente ele foi desabotoando minha blusa até deixá-la completamente aberta para ele. Logo meu sutiã foi puxado para cima, liberando meus seios, os quais ele segurou firmemente em suas mãos. O toque de seus dedos nos meus mamilos me fizeram gemer como uma gatinha.

Meu corpo tremia de tesão enquanto o Ségio me apertava contra o seu, me fazendo sentir o quanto sua pica estava dura e louca pra sair logo de dentro de sua calça. Nessa hora fiquei muito feliz ao perceber que eu era capaz de despertar tanto desejo em um homem com o Sérgio.

Minha buceta já estava muito lubrificada e molhava o fundo da minha calcinha. Senti um calor entre minhas coxas que eu nunca havia sentido antes. Nem mesmo com o idiota do meu marido, quando ele enfiava seus dedos em mim, levantando minha saia e puxando minha calcinha para o lado como se eu fosse uma prostituta barata.

Quando percebeu o quanto eu estava excitada e já completamente entregue a ele, o Sérgio delicadamente começou a desabotoar a minha calça, com muito cuidado e sem parar de beijar meu pescoço e os lóbulos das minhas orelhas.

Sua respiração ofegante e o volume da pica entre suas pernas já estavam me deixando louca. Eu precisava desesperadamente foder, eu tinha que dar pra ele, eu queria uma rola na minha buceta ou no meu cuzinho para apagar o meu fogo.

Com a minha calça abaixada até meus joelhos, meu sutiã levantado e minha blusa aberta, ele começou a acariciar minha bunda por cima da minha calcinha, passando os dedos pela minha racha, tocando meu cú e a minha xoxotinha ensopada.

Ele ficou ali brincando um pouquinho, até que, delicadamente, foi colocando os dedos nos lados do meu quadril e foi descendo minha calcinha pouco a pouco, bem lentamente. Respirei fundo e deixei escapar um gemido. O Sérgio ia meter sua vara em mim, ali mesmo na cozinha.

O calor de suas grandes mãos na minha cintura, bunda, coxas e pernas fizeram minha buceta liberar um fluxo dos meus fluídos vaginais, e um cheiro de fêmea no cio encheu imediatamente o ambiente.

O nariz do Sérgio percebeu esse aroma e escutei como ele respirou fundo e fortemente, apreciando meu cheiro de fêmea receptiva, cheia de tesão e rendida a ele. Me lembro de ter olhado para baixo e ver minha calcinha enrolada na altura da minha coxa.

Vi os pelinhos da minha buceta brilhantes por causa da minha umidade, meus grandes lábios inchados e meu clitóris ereto e ardendo por causa do meu calor. Deus do céu!! Meus suspiros e a respiração do Sérgio eram os únicos sons que se escutavam na cozinha.

Quando eu menos esperava ele enfiou um de seus dedos na minha buceta.
– Ahhhhhhhhh… Sérgiooooooo… vou g-g-g-gozarrrrrrr… ohhhhhhhh…! – gemi e não aguentei. Gozei deliciosamente no dedo dele. Sua mão percorreu minha rachinha de cima até embaixo, buscando meu clitóris.

Meu corpo ainda tremia por causa do meu orgasmo quando eu mesma me livrei da minha calça e da minha calcinha. Em seguida abri bem minhas pernas e empinei mais a minha bunda para facilitar as carícias e dedadas na minha xoxota.

Ele começou a enfiar e tirar seu dedo da minha buceta com muito cuidado, pressionando e relaxando o meu grelo já bastante duro. O Sérgio repetiu esse movimento várias vezes e eu estava me derretendo de tanto prazer. Dobrei meus joelhos e me empinei ainda mais para ele.

– Sérgioooooo… por favor… me come… vem… mete esse pau na minha bucetaaaa!! – não aguentei mais e pedi. Mas ele queria me castigar um pouco mais e, delicadamente, me empurrou lentamente na pia, me fazendo apoiar meu corpo e ficar com a bunda totalmente exposta para ele.

Novamente ele enfiou seus dedos na minha buceta e começou a me masturbar com muito desejo, e eu empurrava meu bumbum para trás, para aproveitar melhor o que ele estava fazendo comigo. Logo ouvi o barulho caracterísco de homem tirando sua calça.

Fechei os olhos e esperei. Ele segurou na minha cintura, beijou minhas costas carinhosamente, levou uma das mãos até um dos lados da minha bunda e me abriu. No segundo seguinte o pau dele estava penetrando minha bucetinha toda melada.

Meu deussss!! Gemi e quase chorei de prazer ao sentir aquele ferro grosso e quente entrando na minha tão bem guardada intimidamente. O pau dele não tinha nada que ver com o pênis fino e pequeno do meu marido, nem com todos os outros pênis que já tinham passado pela minha buceta desde que eu era novinha.

O pau do Sérgio era diferente, pois era do macho que me fascinava e que eu tanto desejava. Pude sentir uma pica muito dura e enorme, que entrou até o talo na minha bucetinha apertada. Parecia que o universo estava dentro de mim, de tão preenchida que fiquei.

Nesse momento me veio à mente a imagem da amante do Sérgio: Adriana. Ela era sua última aquisição, uma jovem senhora divorciada que tinha acabado de deixar o marido por causa de seus maus tratos e que agora era o brinquedinho sexual do Sérgio.

Que engraçado! O Sérgio metendo a rola sem dó na minha buceta e eu pensando na amante dele. Sim, era isso mesmo. Eu estava pensando no fato de que as mulheres casadas, divorciadas e viúvas já estão livres dos medos que as meninas mais jovens sentem.

Além disso, elas dão aos seus machos tudo que eles desejam sem medidas nem restrições, pois com eles elas permitem tudo, ao contrário do marido. Com este sempre mantemos o recato para que eles não pensem que somos putas. E era justamente isso que estava acontecendo comigo.

Agora eu estava ali, Jaqueline, a esposa do Márcio, que a partir daquele momento era mais uma amante do Sérgio. Agora ele teria esposa, amante divorciada e amante casada. Nossaaaaa!! Eu era a nova putinha dele.

– Ohhhhhhhhhhh… Sérgioooo… mete mais, mete… mete bem gostoso nessa buceta que agora é todinha sua!! – falei enquanto ele bombava delicadamente na minha xoxota. Comecei a mover minha bunda pra frente e pra trás, de forma circular, para poder devorar aquele pau delicioso que me fazia ver estrelas.

De repente senti que eu estava tendo outro orgasmo e, sem me dar conta, comecei a gemer e apertar e relaxar os músculos da minha buceta como se ela fosse uma mão apertando a pica do Sérgio. Nessa hora ele ficou louco de tesão e me apertou ainda mais em seus braços.

Ali estava eu, uma mulher casada, mãe de duas filhas, com a bunda empinada, pernas afastadas, firmemente penetrada e deixando fazer comigo tudo que um macho tesudo sabe fazer.

– Ahhhhhhhhh… sua gostosa safadaaaaaa!! – o Sérgio falou e gemeu, demonstrando um prazer infinito e acelerou as estocadas, me segurando firme pela cintura e metendo e tirando seu pau da minha buceta como se eu fosse sua boneca inflável.

Por várias vezes ele me puxou fortemente e outras vezes ele me empurrou até quase tirar o pau todo pra fora da minha xoxota. Depois ele enfiava o pau pra dentro, de uma só vez. E eu somente me segurava firmemente na pia e fechava meus olhos, mordendo os lábios com força para não gritar.

De repente minhas vistas ficaram escuras e comecei a gozar novamente, ao mesmo tempo que ele ejaculou dentro da minha bucetinha, com uma força que senti os jatos potentes de porra quente e viscosa golpeando bem fundo as minhas entranhas.

Foi delicioso! Gozei como eu nunca tinha gozado antes, e quase desmaiei em cima da pia da cozinha. Mas ele estava me segurando firme pela cintura e me segurou, como se eu fosse uma boneca, e continuou metendo em mim, mesmo depois de já ter gozado.

Os minutos que se seguiram foram para mim intermináveis. Minutos de luxúria, prazer e satisfação total. Ele estava me usando como uma boneca de pano ou inflável, buscando novamente o prazer e novamente gozar dentro de mim. Mas eu queria lhe conquistar de vez.

Coloquei minha mão para trás e, delicadamente, tirei o pau dele da minha buceta e o levei gentilmente até a entradinha do meu cú, que já estava todo melado também.
– Enfia, amor… fode ele também…! – falei bem baixinho.

Sem qualquer dificuldade o pau do Sérgio foi entrando no meu cú lentamente, abrindo as paredes do meu reto e me fazendo ficar toda arrepiada, tamanho era o tesão que eu estava sentindo. Ele nem precisou fazer muita coisa. Meu cú foi sugando e engolindo a tora pouco a pouco, até não sobrar nada do lado de fora.

– Ohhhhhhhhh… que delíciaaaaaa… que bunda mais gostosaaaaa…!! – ele gemeu e me agarrou com todas as suas forças, começando um vai-e-vem no meu rabo, me fazendo gemer. Virei meu rosto e nos beijamos loucamente, e seu pau deslizando no meu cú, totalmente melado e escorregadio.

Nessa hora o Sérgio perdeu a cabeça e começou a me falar um monte de besteiras. Às vezes ele me chamava de Jaqueline, outras Carla (sua esposa), e outras Adriana. Mas nem me importei, pois eu sabia que ele agora tinha que cuidar de suas três fêmeas.

– Ohhhhhhhhhhh… Sérgiooo… mete gostoso na bunda da sua mulherzinha… sou sua mulherzinha agora… come o cú dela… come… mete seu pau no cú da sua puta…!! – falei e comecei a gozar de novo, massageando meu grelo. Ele não aguentou mais e gozou comigo, enchendo meu cú de porra quentinha.

Ficamos os dois caídos em cima da pia, exaustos e satisfeitos, e o pau dele ainda enfiado na minha bunda. Por fim o pau dele foi amolescendo e saiu de dentro do meu ânus, todo lambuzado. Olhei para ele e sorrimos. O Sérgio agora era meu também, e eu tinha acabado de me tornar sua amante.

Cavalheiro que era, o Sérgio me virou de frente pra ele, ajeitou meu sutiã e fechou minha blusa. Em seguida ele me ajudou a vestir minha calcinha e minha calça, como seu eu fosse uma menininha inocente. Eu nem quis ir ao banheiro me lavar antes de vestir minha roupa.

Nos beijamos novamente, de língua, como dois namorados apaixonados. Eu já sentia o esperma dele saindo do meu ânus e começando a molhar minha calcinha e minha calça. Mas eu estava feliz demais para pensar nesses detalhes.

Carinhoso, ele me abraçou e me levou para a sala, onde me fez sentar no sofá e continuou beijando meus lábios e brincando com a minha língua.
– Vou pegar uma bebida pra gente, tá? – falei e fui até a cozinha. Antes disso passei no escriório do meu marido e abri a porta pra ver como ele estava.

O Márcio estava caído no sofá, com uma perna e um braço estirados, completamente bêbado e com uma cara de imbecil que não havia como ocultar. A baba escorria de sua boca e sua expressão dava a entender que era ele quem tinha tido todos os orgasmos que o Sérgio me fez ter.

Senti pena do meu esposo, e raiva também, pelas tantas vezes que ele me fez chorar com suas infidelidades. Mas o calor do peito do Sérgio me trouxe conforto e me fez voltar à realidade. Voltei correndo com as bebidas e o abracei pelo pescoço e nos beijamos com doçura, entrega e paixão.

Voltei ao escritório do meu marido e o olhei novamente. Vi que o idiota não ia acordar tão cedo. Deixei o trancado e fui com o Sérgio para o meu quarto. Dormi algumas horas com ele, em seus braços, protegida, do jeito que eu sempre sonhei. Antes de ir embora ele ainda meteu mais um pouquinho na minha buceta gulosa.

Depois desse dia, sempre que eu e meu marido nos encontramos em festas com o Sérgio e sua esposa Carla, eu fico olhando para os dois juntos e imaginando como ele fode ela, se ele faz com ela as mesmas coisas que ele faz comigo. Às vezes acho que sim, pois ela olha pra ele sempre com muito amor e brilho nos olhos.

Então me lembro das muitas vezes que já abri minhas pernas pra ele e deixei ele meter muito na minha buceta e no meu cú apertado, guloso e escorregadio. E adoro quando ele está me fodendo e confunde os nomes, me chamando de Jaqueline, Carla e Adriana.