Comendo a buceta da minha enteada safada

Pouco depois de começar a trabalhar na universidade, me envolvi com uma mulher mais velha, seu nome era Patrícia. Eu tinha 28 anos e Patrícia 38. Alguns conhecidos diziam “cara, isso não dá certo, vocês têm idades muito distantes”, “sai dessa… Tem tanta novinha por aí”. Eu normalmente os mandava tomar naquele lugar e respondia “panela velha é que faz comida boa”, e como faz!

 

Patrícia era uma baita mulher, independente, bonita e decidida. Fazia um sexo inimaginável e era bem safada na cama. Só tinha um problema: Uma filha de 18 anos.

Gabriela era resultado de um namoro mal terminado do passado de Patrícia. Era uma garota mimada, que estava na casa de Patrícia de vez em quando, já que morava mais com o Pai. Cabelos ondulados, um corpo lindo, com seios de médios pra grande, bumbum empinado, cintura fina, olhos claros. Gabi era uma delícia, porém eu a via pouco e tentava não sucumbir aos desejos carnais, já que mantinha respeito tanto por ela, quanto pela mãe.

Gabi andava pela casa bem à vontade. Não que isso fosse um problema, já que de certa forma era a casa dela. Quem era eu pra achar alguma coisa? Mas que ela era gostosa, era! Shortinho apertado, polpinha do bumbum aparecendo, camiseta sem sutiã, vestidinhos curtos… Era nesse nível diariamente. Algumas vezes sentia Gabi me olhando, outras vezes eu a olhava e ela virava a cabeça, como se estivesse olhando e tentando disfarçar. Sempre falava pouco. Com sorrisinhos

Apesar de eu evitar, certa vez eu havia dormido lá e Patrícia saiu cedo de casa. Eu acordei, me vesti e fui até a sala. Liguei a TV e tentei assistir as notícias antes de sair. Foi quando Gabi apareceu. Num micro shortinho ela passou, deu bom dia, e foi pegar algo na estante. Esticou aquele corpo infernal bem na minha frente, marcando bem o bumbumzinho. Meu pau cresceu na hora!

Ela pegou o que queria (que eu não faço a mínima ideia do que era até hoje) e sentou no sofá ao lado. Ficava lá, mexendo nas unhas e olhando de rabo de olho. Até que uma hora ela abaixou propositalmente a alça da camiseta e mordeu o lábio. Daí levantou e saiu. Eu já aguentava mais. Meu pau já estava latejando! Então fui atrás dela.

Parei a garota no corredor:

– O que você acha que está fazendo, mocinha?

– Eu? Eu? Nada…

– Você sabe que eu namoro sua mãe. Deveria se envergonhar de se insinuar deste jeito! (eu tentando dar uma de moralista)

– Você tá louco, Marcos! Seu tarado!

Ela saiu correndo pro quarto e eu fiquei lá, pensando se aquilo não era tudo coisa da minha cabeça. Embaraçado, fui até o quarto dela, tentar me desculpar e desfazer uma baita merda que já estava feita.

– Gabi… Posso entrar?

– Entra…

– Olha, me desculpe – eu me sentei ao pé da cama – eu não sei onde estava com a cabeça. Devo ter dormido mal.

– A minha Mãe adoraria saber que você pensa isso de mim!

– Não Gabi, não conta pra ela, por favor!

– Eu posso contar tudo que aconteceu aqui pra ela… Ou eu posso dizer que você me agarrou e tentou me beijar… Já pensou que cois terrível?

– Gabi, você não faria isso?

– Você não me conhece! Parece que eu tenho uma carta na manga não é… Marcos?

– Gabi, por favor…

Ela se aproximou e disse:

– Você vai fazer o que eu quiser agora? Será que era tudo coisa da sua cabeça mesmo?

Ela passou a mão sobre a minha calça, encostando no meu pinto, que independentemente da situação permanecia duro feito uma pedra. Ela abriu e puxou para fora. Eu fiquei imóvel quando abaixou e abocanhou com gosto. Gabi chupava com muita vontade, salivando tudo. Aquela safada tinha uma boca macia e gostosa. Gabi chupou tanto que se eu não a fizesse parar eu ia encher a cara dela de porra em segundos. Puxei pelo cabelo e ela subiu com a boca aberta e sorridente.

Joguei a putinha na cama e arranquei aquele shortinho rapidamente. Aquela bucetinha molhadinha já estava inchada e rosadinha. Chupei gostoso! A cada linguada era uma sacudia no corpinho. Gabi gemia e pedia mais.

– Me come, Marcos! Me come! Me fode mais forte do que você fode a Mamãe!

Eu enfie a piroca nela bem devagar, arrancando um longo gemido. Fodi Gabi do jeito que ela queria, bem forte, com várias estocadas firmes. Ela gemia e gemia mais.

Depois fiquei por baixo e ela sentou na rola com talento. Arranquei aquela camiseta e tive aqueles peitos durinho a minha disposição pra lamber e beijar o quanto quisesse. A ninfetinha só sentava e rebolava com vontade. Tanta vontade que gozou um pouco depois, gritando no meu ouvido.

No fim, a coloquei de quatro e fodi segurando aquela cinturinha fina. Enchi aquela bundinha de tapa e ela suplicou:

– Goza na minha bunda, goza vai!

Não decepcionei e quando senti a porra chegando, despejei tudo naquela raba durinha. Gabi olhava pra trás sorrindo. Chamei ela de safada várias vezes até que ela se levantou e foi se limpar.

Na volta, Gabi não disse quase nada, apenas que era nosso segredinho e que sempre que quisesse eu teria que comer ela, caso contrário, ela contaria pra Mãe tudinho e mais um pouco. Fiquei entra a cruz e espada, mas não tinha do que reclamar…

Sexo por Telefone

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