CMC – Comedor de Mulher Casada

Vendo algumas fotos, conversei com a Chris e ela me autorizou a escrever sobre oque aconteceu há uns 2 anos atrás.
Como moramos muito perto de um shopping, ás vezes vou até lá, mesmo que seja só passar tempo. Numa destas idas, acabei encontrando o Nelson, um velho conhecido meu, que há tempos não via. Ele contou que gerenciava uma firma de terceirização de mão de obra que tinha sido contratada pelo shopping. Ás vezes dava umas incertas e vinha a noite verificar o andamento do trabalho. Conversamos bem rapidamente porque ele precisava ir embora, mas marcamos de tomar um chopinho num outro dia.
Só no caminho de volta é que me lembrei de uma particularidade sobre o Nelson. Ele tinha fama de gostar de comer a mulher dos amigos. Nós sabíamos que ele já tinha comido três, mas com certeza deveria ser bem mais. Até minha ex-esposa ele tinha tentado pegar. Pena que ela era tão séria! Pensei comigo: “Se ele conhecer a Chris, logo, logo ela vai pro saco tambem…”. Fui pra casa pensando sobre isso.

Quando fomos deitar, como sempre ficamos de conchinha, e contei pra Chris. Disse que tinha reencontrado um velho amigo, mas ela nem deu bola. Quando falei que ele tinha fama de gostar de comer mulher de amigos, ela virou-se e sorrindo pediu pra eu falar mais sobre isso. Falei oque sabia. Ainda sorrindo ela me perguntou: “E porque você está me contando tudo isso? ”. Fui curto e objetivo: “Porque estou pensando em te apresentar pra ele!!!”. Aí ela riu e disse: “ Você tá louco pra tomar chifres de novo… né, corninho?”. Falei que não era bem assim, mas que se ela quisesse, eu aceitaria. A Chris pensou um pouco e disse: “Se ele já comeu outras e elas gostaram… de repente pode ser bom… me apresenta pra ele, vai !”. Falei que ia fazer de tudo pra isso acontecer.
Depois disso fui umas duas ou três vezes no shopping até reencontrar o Nelson. Fomos tomar o chopinho e durante a conversa, deixei escapar que tinha casado de novo. Falei que tinha casado com uma japinha, mais nova, bonitinha. Vi que ele ficou impressionado, então eu disse que na próxima vez ia trazê-la para apresentar.
No dia combinado, a Chris se vestiu a rigor. Shorts jeans bem curtinho e justo, uma camisa de botão que deixava um decote atraente e, a infalível sandália de salto alto pra empinar a bundinha. Chegamos ao shopping, fomos direto pra área de lanchonetes e ficamos num barzinho. Quando o Nelson chegou, primeiro eu cumprimentei e depois disse: “Trouxe minha nova esposa pra te apresentar!”. Por mais que ele tenha tentado disfarçar, não conseguiu esconder que olhava pro decote e pra rachinha dela. Ficamos em pé mesmo conversando, o Nelson meio sem jeito diante de uma gostosa ao lado do marido, e a Chris toda a vontade, dando corda pra ele. Fiz a minha parte, disse que ia ao banheiro e deixei os dois a sós. Demorei uns 15 minutos e quando voltava pude ver a Chris quase de mãos dadas com ele. Convidei o Nelson pra ir em casa tomar uma cervejinha, mas ele disse que no dia não poderia porque tinha um compromisso inadiável. Mas marcou pra dois dias depois.
Nem precisa perguntar, mas fiz questão de saber oque a Chris tinha achado dele. A resposta foi óbvia: “ Desta fruta eu chupo até o caroço! Pode preparar a testa pra receber as galhas!”.
O Nelson foi pontual, no dia e hora marcado, lá estava ele. Quando ele viu a Chris de vestido preto, justinho, meio curto, de novo não conseguiu disfarçar e ficou babando. Eu é quem tive que disfarçar e fazer de conta que não vi. De propósito a Chris sentou entre nós dois, porque assim de qualquer forma que cruzasse as pernas, ficava mostrando o belo par de coxas. Ficamos tomando uma cerveja e resolvemos ligar um som. Quando eu saia pra escolher uma música, os dois ficavam trocando olhares um tanto maliciosos, e eu disfarçava como se não visse. Ás vezes a Chris ia servir bebida no copo dele e se debruçava um pouco, só pra mostrar um pouco mais do decote. Em dado momento a Chris discretamente me deu um toque pra sair da sala. Inventei a velha desculpa que tinha um trabalho no computador pra terminar, mas que os dois podiam ficar a vontade.
Passei pela segunda sala e fui até o quartinho que servia de escritório. Acendi a luz, voltei pra segunda sala, apaguei a luz e deixei a porta entreaberta. Claro, pra eu poder ver sem que eles me vissem.
Um pouquinho depois a Chris levantou-se e foi até a estante onde estavam os DVDs de música, ficando de costas pro Nelson. Eu não conseguia ouvir nada devido ao som da música, mas entendo que ela pegou um DVD e mostrou pra ele. Claro que nesta distancia ele não podia ver, então deu uma olhadinha em direção da porta pra verificar se a luz do escritório estava acesa, e devagar foi até ela. De propósito a Chris dificultava ele ver, então o Nelson pôs as mãos segurando a cintura dele e encostou devagarzinho no traseiro dela. Eu via a Chris sorrindo, brincando, como se tudo fosse normal. Ele deu uma encostada forte na bunda e uma das mãos passou pela barriguinha dela e foi subindo até os peitos. A Chris não aguentou, jogou o corpo pra traz e começou a dar beijinhos no rosto dele. A mão do Nelson correu solta nos peitos e outra desceu pelas coxas e entrou por baixo do vestido. Ficaram um pouco neste amasso, até que a Chris virou de frente pra ele. A mão correu solta de novo. Nas costas, nas coxas, na bunda e por baixo do vestido. A Chris não me via, mas sabia que eu estava olhando, então ela me deu sinal pra sumir, porque iam pro quarto.
Corri até o quartinho e fiz de conta que estava compenetrado. Vi o vulto dos dois passando em direção ao quarto. Como não tinha nada oque fazer no escritório, voltei pra sala e fui assistir jogo. Mais ou menos uma hora depois os dois apareceram, como se nada tivesse acontecido. O detalhe é que a Chris tinha trocado de roupa, indicando que havia acabado de tomar banho.
Pra quebrar a sensação de constrangimento, comecei a falar pra eles sobre a partida de futebol. O Nelson disse que teria que ir embora porque estava tarde e a esposa estava esperando. Convidei-o pra voltar outras vezes e vi o olhar malicioso dele olhando pra Chris e dizendo que tinha adorado e ia voltar sim. A Chris retribuiu o olhar malicioso. Fui até a porta, e disfarcei pra não ficar olhando os dois se despedirem. Foram três beijinhos no rosto e uma passada de mão na bunda da Chris.
Depois que ele foi embora perguntei pra Chris oque ela tinha achado. Com uma carinha de bem sem vergonha ela me disse: “ Das três coisas que eu gosto num homem: casado, caralhudo e cafajeste… duas eu já tenho certeza que ele tem. Só falta ele mostrar que é bem cafajeste na cama. Mas isso ele vai ter tempo pra demonstrar! ” Perguntei se eles tinham combinado alguma coisa, ela disse que já haviam marcado um segundo encontro, mas que seria num motel. Mas que ele viria mais vezes em casa, porque gostava de comer mulher casada na cama dela.