Casal fetichista envolve casadinha em seus jogos sexuais

Carolina era uma mulher que tinha tudo para ser feliz e realizada na vida. Formada em Literatura, com mestrado e doutorado, dava aulas na Universidade e sua carreira decolava. No campo pessoal, estava casada com Jorge Henrique, um proeminente engenheiro civil, cuja empresa crescia enormemente graças a uma série de contratos com o poder público. Para completar o quadro de felicidade, ficara grávida, realizando assim seu maior sonho desde a adolescência. Contudo, por um capricho do destino, tudo vem abaixo em uma fração de dias. Com quatro meses de gestação, Carolina, então com 31 anos, estava na Universidade, no meio de uma aula, quando se sentiu mal e começou a sangrar. Os alunos ficaram horrorizados e a levaram ao hospital rapidamente, porém não adiantou. Ela sofreu um aborto espontâneo, algo totalmente fora do seu controle. Carolina caiu em depressão profunda depois disso. Um bebê era tudo o que ela mais desejava e o havia perdido. Os médicos garantiram que ela poderia ter outros, mas nenhum poderia substituir aquele. Em casa, ela já começara a preparar o quartinho e comprar alguns itens do enxoval. Voltar pra casa, portanto, foi um desespero.

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O tempo passou. Mais precisamente, dois anos. A vida de Carolina era outra, inteiramente diferente. Para começar, ela pedira uma licença médica da Universidade, em virtude da depressão. O lugar, os alunos, a sala de aula a faziam lembrar do fatídico dia. Sua carreira, portanto, corria sérios riscos. Em casa, o casamento nunca mais foi o mesmo. Não havia culpa nem cobranças, mas alguma coisa se partiu entre ela e o Jorge. Fazer amor se tornara um sacrifício e só fazia para agradar ao marido. Carolina não encontrava razões nem estímulo físico para se entregar a uma relação sexual nem mesmo para cuidar de si mesma, perdendo o gosto pela vaidade pessoal. Seus belos cabelos loiros estavam enormes e com as pontas quebradas, ela que sempre os deixou na altura dos ombros e muito bem cuidados. O peso também aumentou, ganhando gordurinhas localizadas, que jamais existiram. Ficava boa parte do dia em casa, vendo televisão, dormindo ou, simplesmente, na varanda do apartamento, olhando para o infinito e observando a vida dos vizinhos. E foi graças a esse novo hobby que sua vida começou a mudar drasticamente.

O dia era uma quarta-feira e o horário, por volta das 16 horas. Carolina estava na varanda quando percebeu a chegada de um novo casal em um dos apartamentos do prédio de frente ao seu, no mesmo condomínio. O casal, ela saberia depois, se chamava Sonia e Rafael. Ela tinha 27 anos, uma moreninha linda, de cabelos longos e encaracolados; ele era três anos mais velho, um rapaz muito bonito, de cavanhaque e cabelos longos presos por uma tiara ou em um rabo de cavalo. Rafael era pintor e trabalhava em casa. Já Sonia, ela não sabia. O que dava pra notar é que o apartamento recebia muitos visitantes, ora pra comprar um quadro e ora eram modelos para serem pintados. E pintados nus. Esse detalhe, Caroline descobriu logo na primeira semana. No meio da manhã, uma jovem chegou ao apartamento e foi conduzida por Sonia ao ateliê. Lá, a jovem tirou toda a roupa, sem demonstrar nenhum pudor ou vergonha. Sentou-se em um banco alto e Rafael começou seu trabalho. Sonia permaneceu próxima, observando. De vez em quando, ela e a jovem trocavam olhares e sorrisos discretos. Carolina observava a tudo, atentamente. Rafael parecia não perceber o que rolava entre a esposa e sua modelo. Na verdade, apenas parecia.

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Perto da hora do almoço, Sonia se levantou do pufe onde estivera a manhã toda e se aproximou da modelo. Disse algo ao marido e ele recolheu o pincel. Carolina intuiu, portanto, que ela dissera que o trabalho havia terminado. Contudo, a professora quase caiu pra trás quando Sonia segurou o rosto da modelo e a beijou. A menina correspondeu de pronto, abraçando a dona da casa e se esfregando nela com grande tesão. Sonia, sem desgrudar a boca dos lábios da modelo, esticou o braço pra trás, chamando o marido. Rafael se levantou, tirou a roupa e abraçou a esposa por trás. Envolveu seus seios com as mãos, ainda por cima do blusão que ela vestia, e atacou seu pescoço com beijos e chupadas. A modelo levou a mão à cabeça do artista e a puxou para ela, mudando de boca e beijando agora Rafael. Sonia desceu os lábios para os seios da modelo, mamando com desenvoltura. A garota chupava a língua de Rafael e pressionava a cabeça de Sonia contra seu seio. No prédio oposto, Carolina transbordava de tesão e fazia algo que não fizera por dois anos: masturbar-se. A visão do ménage foi demais pra ela e sua mãozinha, um pouco enferrujada, logo relembrou o caminho do prazer e ela teve um orgasmo delicioso, na varanda de seu apartamento.

A transa continuava, mas ela, após se recuperar, foi tomada pela vergonha e constrangimento. Levantou-se e voltou pra dentro, fechando as cortinas e encerrando a sessão de voyeurismo daquela tarde. À noite, Carolina sonhou com o sexo dos três e acordou, sobressaltada e suada, na madrugada. Pôs a mão na calcinha e a sentiu molhada. Olhou de lado e Jorge Henrique dormia tranquilamente. Tomando cuidado para não acordar o marido, Carolina iniciou uma nova masturbação, agora silenciosa e lenta. De olhos fechados, manipulava seu grelinho com uma mão e brincava com os seios com a outra. Protegida pela grosso edredom, Carolina chegou a mais um orgasmo, mordendo a mão para abafar seus gemidos. Relaxada, voltou a dormir. No dia seguinte, lutou contra seus instintos, que a mandavam para a varanda outra vez. A luta não foi tão selvagem assim, pois ela se rendeu rapidamente. Abriu a cortina e se sentou na mesma cadeira do dia anterior. Infelizmente, para ela, o apartamento da frente estava vazio, sem nenhum movimento. Carolina começou a rir, uma risada de nervoso e de alívio. Ficou ali mais um pouco, voltando a olhar para o infinito e os demais moradores. Quando se preparava para voltar pra dentro, percebeu vida no apartamento.

E que vida. Rafael saiu da parte de dentro, dos quartos talvez, completamente sem roupa e com seu pau inteiramente enrijecido. Ele o massageava, calmamente, enquanto bocejava e se espreguiçava. Carolina pôde ter uma visão completa do corpo dele. Rafael era um verdadeiro presente de Deus às mulheres. Corpo sarado, barriga tanquinho, moreno e cheio de tatuagens. Coxas grossas e uma bunda que, de longe, dava a nítida sensação de ser muito durinha. Mas, o que se destacava era seu pênis. Não era dos maiores, nada colossal, mas era muito grosso, com a cabeça parecendo um cogumelo e como estava duro. A calcinha de Carolina ensopou, imaginando aquela maravilha dentro dela. Pouco depois, Sonia surgiu por trás dele. Vestia o mesmo blusão do dia anterior. Abraçou o marido e beijou seu pescoço. Sorriu ao ver seu cacete e levou a mão até ele. O segurou com carinho e se ajoelhou. Beijou, lambeu e começou a chupá-lo com gula. Rafael segurava sua cabeça e gemia, de olhos fechados e em pé. Sonia dava um trato profissional naquela rola e Carolina, por um momento, sentiu inveja e ciúmes. Queria ser ela a responsável por aquele trato. Sonia o chupou até Rafael tirar o pau de sua boca e esporrar em seu rosto e seios. A garota recebeu a enxurrada de porra com enorme prazer e Carolina teve mais um orgasmo solitário na sua varanda.

O segundo orgasmo alcançado por Carolina, em dois dias seguidos, ambos com masturbações, criou um novo hábito em sua vida e que, em pouco tempo, se tornaria um vício e uma obsessão. Nos dias subsequentes, Carolina programou suas atividades, nada variadas é verdade, de modo a estar sempre na varanda, esperando o casal surgir para mais sessões de prazer pra ela. A cortina ficava aberta, constantemente, e ela andava, pra lá e pra cá, ansiosa pelo espetáculo do dia. Já amanhecia excitada, mesmo estado em que ia dormir. Durante uma semana, foram inúmeras masturbações. Carolina passou a seguir o cotidiano do casal. Como eles não fechavam cortina, porta ou janela, suas vida conjugal era, literalmente, um livro aberto que ela devorava ardorosamente.

A jovem modelo que pousara para Rafael, a quem a mestra em literatura e amante de Machado de Assis batizou de Cristina, voltou ao apartamento para conferir seu quadro pronto. A moça abriu um lindo sorriso em sinal de que aprovara. Como agradecimento, virou-se para o artista e se ajoelhou. Abaixou sua calça de elástico e iniciou um longo e carinhoso boquete. Sônia se aproximou do marido e começaram a se beijar. Rapidamente, ele despiu a esposa e a fez se juntar à Cristina. As duas, primeiramente, trocaram um ardente beijo de língua. Em seguida, voltaram suas atenções ao pênis ali do lado, que permanecia duro, grosso e reluzente. Carolina, a esta altura, estava nua da cintura pra baixo. Não via necessidade de calcinha e dispensou a peça de roupa. Abriu bem as pernas, apoiadas na grade da varanda, chupou dois dedos e iniciou sua mais recente atividade física: a masturbação. Cristina e Sônia se alternavam entre sugar o cacete e as bolas do macho, impávido, dominador e extremamente atraente aos olhos da voyeur. Carolina manipulava os dedos em sua xoxota excitada e ensopada ao mesmo tempo em que desejava, com loucura, estar no outro apartamento, se deliciando com aquele corpo masculino. Não demorou e ela gozou.

O trio parece que percebeu que sua fã queria mais e desejo do público é como uma ordem. Sônia se levantou e foi ao quarto. Enquanto isso, Rafael se sentou no pufe e colocou Cristina em seu colo. A penetrou e a jovem começou a se movimentar em cima dele. Sônia retornou pouco depois e a visão dela quase fez Carolina cair da cadeira. A morena entrou na sala, portando um pênis de borracha acoplado à cintura e esfregando um gel nele. Aproximou-se, por trás, de Cristina, afastou seus cabelos, beijou seu pescoço e a empurrou para se deitar sobre Rafael. Nessa posição, sua bundinha ficou empinada e totalmente exposta. O tesão voltou com incrível intensidade em Carolina, antecipando o que viria a seguir. Sônia encostou a ponta do seu pênis no cuzinho de Cristina e empurrou. Carolina sentiu como se fosse no seu intocável rabinho. Seu corpo ardeu e ela soltou um gemido alto e prolongado. Sônia e Rafael comiam Cristina, juntos, e Carolina se aproximava de um orgasmo explosivo. Foi tão forte que seu corpo teve contraturas em vários músculos e câimbras nas pernas.

P.S. Os dois outros contos já iniciados estão em fase de produção. Até lá, vamos nos excitar um pouco com esse. Espero que gostem. Acessem http://mentelasciva.wordpress.com

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