Adoro levar na bunda

Tenho 35 anos e um casamento super tradicional. Em matéria de sexo, variamos pouco, pois o meu marido acha que com a esposa não se devem fazer certas coisas.

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Casei virgem, mas o meu marido nem imagina as coisas que fiz antes de me casar. Cedo descobri que os homens não ficavam indiferentes à minha bunda.

O meu primeiro namorado ficava nos maiores amassos nela. Um dia deixei ele meter o dedo nela e descobri um prazer descomunal. Quando os meus pais não estavam, levava-o a minha casa e em troca de um boquete, pedia para ele me lamber o cuzinho. Um dia deixei ele meter o pinto. O pinto dele era de tamanho normal e percebi que para a minha bunda não dava.

O meu segundo namorado era sobredotado e me comia a bunda em todas as posições enquanto eu estimulava a buceta. Tive os meus primeiros orgasmos violentos, que me deixavam exausta. Mas ele queria mais e eu não podia dar-lhe a minha buceta, pois segunda a minha educação eu devia chegar virgem ao casamento. Aborrecido ele acabou comigo e de raiva contou a meio mundo que eu dava a bunda. Vários machos na escola passaram a dar em cima de mim. Na época, não resisti e numa noite, depois de uma festa, dei a bunda a vários caras numa casa abandonada. Fizeram fila para meter no meu cuzinho. Quando um gozava o outro tomava o seu lugar. Os que ficavam esperando, observavam incentivando o cara que metia em mim, enquanto se masturbavam. Nos meses seguintes, em quintais, casas abandonadas, foi uma festa. A minha fama na escola espalhou-se e felizmente o meu pai foi colocado numa sucursal de outra cidade, pela empresa em que trabalhava.

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Passaram alguns anos e já noiva do Eduardo, sem ele saber, tive alguns casos com casados. Não exigiam nada do nosso relacionamento e ficavam satisfeitos, só com uns boquetes e em me comer a bunda. Encontravamo-nos em motéis, fora da cidade. Um deles até era amigo do meu noivo, mas obviamente que guardou segredo, para não estragar o seu casamento.

Agora já casada e com filhos, não consegui evitar e me envolvi com o meu chefe. Com ele não existem restrições, como com o meu marido. O meu chefe me trata como uma puta e eu gosto, me sentindo muito bem fodida.

Nos últimos tempos, o Eduardo tem visto filmes de corno e tem tido umas conversas estranhas sobre os homens que partilham as esposas. Não sei o que devo contar para ele. Tenho receio que se zangue. O que acham que devo fazer?

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